Arquivo da categoria: História do Futebol

Associação Atlética Santa Rita – Mendes (RJ): Escudo e uniforme dos anos 70

Ao visitar a página do AntigoMendes, no Facebook, encontrei mais um escudo da Associação Atlética Santa Rita. Essa agremiação fica no Município de Mendes, no Sul Fluminense (RJ). Fundado em 1967, a sua Sede fica na Rua Prefeito Marco Antônio Caramez, s/n – no Bairro de Santa Rita. Já o seu campo, fica Rua Prefeito José de Macedo, também no Bairro de Santa Rita. No currículo, a A.A. Santa Rita tem três títulos na Copa Cidade de Mendes: 2000, 2003 e 2006.

Campeonato Paulista de 1919 – Palestra Italia 0 x 1 S.C. Corinthians Paulista

Partida realizada na data de 9 de novembro de 1919, no Parque da Antárctica Paulista.

Arbitro: Odilon Penteado do Amaral

Gol: Américo

Palestra Italia: Fiosi, Bianco e Grimaldi. Severino, Picagli e Fabbi. Caetano, Ministro, Heitor, Imparato e Imparatinho.

Corinthians: Medaglia, César Nunes e Gano. Bororó, Amílcar e Ciasca. Américo, Neco, Marconi, Jacynto e Basílio.

Fontes: fotos revista “A Cigarra” – ficha técnica: “Corinthians x Palmeiras – Uma História de Rivalidade” de Antônio Carlos Napoleão.

Clube Esportivo Operário Várzea-Grandense – Várzea Grande (MT): Escudo e Uniforme de 1967

O Clube Esportivo Operário Várzea-Grandense ou C.E.O.V. (atual Operário Futebol Clube Ltda.) é uma agremiação da cidade de Várzea Grande (MT). Foi Fundado no dia 1º de Maio de 1949, após o Bispo Bom Antônio Aragão presentear com um jogo de camisas, uma equipe formada com os melhores jogadores de Várzea Grande.

O jogo de estréia deste clube foi contra a equipe do Palmeiras do mesmo município, na ocasião foi usado um uniforme nas cores vermelha, branca e verde. A partida foi disputada no antigo Círculo Operário, na Rua da Independência, centro de Várzea Grande, no local funciona hoje, a Conferência da Igreja Nossa Senhora do Carmo.

Os jogadores que atuaram do jogo foram: Benedito “Sapateiro”, Assis, Ciro, Rubens dos Santos, Caetano, Boava (autor do gol), Simão (Cháfia), Alberto (Gonçalo), Lindolfo e Nono “Sapateiro”.

O primeiro presidente do Operário foi o Senhor Luís Vitor da Silva que ainda hoje vive na Avenida Couto Magalhães, centro da cidade. Luís tinha na retaguarda Joaquim Santana Rodrigues, Lamartine Pompeo de Campos, Oldemar Pereira, Mestre Dario, Manuel Mendes de Oliveira e Manuel Santana.

Na época, as partidas eram disputadas nos estádios Gonçalo Botelho de Campos e Presidente Eurico Gaspar Dutra, o Dutrinha. O futebol não profissionalizado, sendo disputado apenas na categoria amador. Foi uma fase de ouro, com o “Chicote da Fronteira” conquistando o tricampeonato de forma invicta nos anos 1953, 1954 e 1955.

Uma curiosidade foi o campeonato de 1955, o tricolor chegou ao título reforçando seu elenco com três jogadores contratados junto ao seu maior rival da época, o Industrial Esporte Clube Porto; Tatu, Tidinho e Bastilo. O Operário foi apelidado de “Pequeno Davi” pelo radialista Jota Alves, após empate heroico contra o poderoso Clube Atlético Matogrossense, gol marcado por Isaac Nassarden, em cobrança de pênalti.

 

FONTE: Wikipédia

Clube Esportivo Dom Bosco – Cuiabá (MT): Escudo de 1967

O Clube Esportivo Dom Bosco é uma agremiação da cidade de Cuiabá (MT). É o mais antigo do estado e o segundo mais antigo do Centro-Oeste, tendo sido Fundado no dia 4 de janeiro de 1925. Suas cores são azul e branca. Seu mascote é o Leão da Colina. Manda seus jogos na Arena Pantanal antigo Estádio Governador José Fragelli, o “Verdão”.

O CLÁSSICO VOVÔ

O Dom Bosco (o time mais antigo do Mato Grosso) e Mixto (o time com a maior torcida do estado) fazem o grande derby de Cuiabá. O encontro entre eles é conhecido como “Clássico Vovô“, por ser o clássico mato-grossense mais antigo. O Clube, conta com várias personalidades como torcedores ilustres, pois o Dom Bosco possuía uma sede social que em tempos anteriores abrigavam grandes bailes e eventos sociais que atraíam as celebridades locais.

Lembrando que sempre foi um clube onde os freqüentadores eram considerados a elite Cuiabana, cujo sua sede social se localiza no centro da capital mato-grossense que já foi a melhor estrutura dentre os clubes do estado, hoje em dia está abandonada e ruindo pelas más administrações do passado.Teve sua estréia no Campeonato Matogrossense de Futebol em 1943, mas o derby não foi dos mais honrosos: foi goleado pelo Mixto 5 a 1.

 

FONTE: Wikipédia

Campeonato Paulista de 1919 – A.A. das Palmeiras 0 x 5 Palestra Italia 5, no Estádio da Floresta

Partida realizada na data de 12 de outubro de 1919, no campo da Floresta.

Os gols do Palestra foram anotados por Taurisano (3) e Federici (2)

Fonte: revista “A Cigarra” e meu acervo.

OBS: a revista não publicou as fotos das duas equipes, que ali duelaram, talvez por conta da empolgação causada pela enorme torcida presente ao estádio.

 

Fábrica Yolanda Futebol Clube – Recife (PE): Fundado na Década de 20

Por Sérgio Mello

A Fábrica Yolanda Futebol Clube foi uma agremiação da cidade do Recife (PE). Incentivado pelo inglês Harry Black (um dos donos da Cia. Fábrica Yolanda S/A), o clube Proletário foi Fundado nos anos 20, por funcionários da indústria de tecelagem, como Fábrica Yolanda Foot-Ball Club e as cores em vermelho e branco.

HISTÓRIA

O seu 1º Presidente: Raphael Addobbati (também diretor-presidente da Cia. Fábrica Yolanda S/A). Até o final dos anos 30, a sua primeira Sede ficava localizada na Rua São Miguel, 2.113, no Bairro do Jiquiá, no Recife.

No Domingo, 25 de agosto de 1925, inaugurado o Estádio do Giquiá (Parque Esportivo Fábrica Yolanda), no Recife. Vale ressaltar que a construção foi um presente do inglês Harry Black ao clube alvianil do Jiquiá. Durante anos, o estádio, construído no estilo dos campos ingleses, foi considerado o melhor e mais bonito do futebol suburbano recifense.

MUDANÇA DAS CORES

Em 1937, o Iolanda passou por uma reorganização o que culminou com algumas mudanças, como por exemplo, a troca das cores vermelha e branca pelo azul e branco.

Na década de 40, mudou de Sede e se fixou na Avenida José Rufino, 13, no Jiquiá. Esta vila era composta de residências dos operários que trabalhavam na Fábrica Yolanda.

Nos anos 30, o Iolanda se filiou a Associação Suburbana de Desportes Terrestres (ASDT). Na década seguinte passou para a Federação Pernambucana de Desportos (FPD). Ao longo de quatro décadas de existência, participou do Campeonato Suburbano e Segunda Divisão.

JOGOS CONTRA SPORT E SANTA CRUZ

No dia 8 de fevereiro de 1942 inaugurou a sua nova praça de esportes, num amistoso diante do Sport Recife. Apesar dos jornais destacarem como “nova praça de esportes“, na verdade o antigo estádio foi remodelado, permanecendo o Iolanda no endereço e campo.

No Domingo, 27 de Janeiro de 1946, o Iolanda enfrentou o Santa Cruz, no seu Estádio completamente lotado. Apesar de todo o poderio e prestigio, clube Proletário fez uma grande partida e foi para o intervalo com uma vantagem de dois a zero. Na etapa final, bastaram cinco minutos de desatenção para o Santa empatar. Daí até o final, o Iolanda jogou de igual para igual e por muito pouco não venceu a peleja.

Nos anos 50, nova mudança. Desta vez a Sede passou a ser na Vila Yolanda, s/n, no bairro de Jiquiá, no Recife. Nos anos 60, a última mudança de Sede: Rua Harry Black, s/n – Jiquiá, Cidade Recife.

TÍTULOS

Campeão do Torneio Início (Zona Sul) de 1939;

Campeão do Torneio Início da 2ª Divisão de 1966;

Pentacampeão do Campeonato Suburbano: 1958, 1959, 1960, 1961 e 1962.

Campeão do Campeonato da 2ª Divisão: 1965

Elenco de 1926: Illo, Juca, Nilo, Jorge, Sebastião, Miro, Bá, Agnello, Zilo, Rodrigues, Jorge II, Oliveira, Aymbiré, Meira, Joaquim, Baptista, Edgard, Virgilio, Ruy, Joaquim II, Erbraim e Ivan.

Time-base de 1937: Neco; João Elias e Duda; Aldemar, Rubens e Fernando; Miôlo, Juca, Edgar, J. Pequeno e Mangueira.

Time-base de 1946: Caruaru; Tiburcio e Rubam; Demostenes, Pompilio e Mizael; Carlos, Alberico, Galego, Zé Pequeno e Djalma. Técnico: Ilo Just

Time-base de 1957: Lunga; Aluisio, Vavá, Toinho e Valdeck; Tuta, Jair e Vavá; II, Jackson e Albérico.

Time-base de 1961: Vado; Joel e Toinho; Zé Maria, Vando e Etênio; Neca, Neco, Nago, Jaques e Lelo.

Time-base de 1965: Neném; Guabera, Toinho, Xó e Mirim; Zé Queiroz e Gilberto; Peba, Jair, Jairo e Leló.

FONTES: Diário de Pernambuco (PE) – Jornal de Recife (PE) – A Província (PE)