Arquivo da categoria: 01. Sérgio Mello

Ceres Esporte Clube – Ceres (GO): Fundado em 1947

O Ceres Esporte Clube é uma agremiação da Município de Ceres (GO). A equipe Alvinegra tem a sua Sede localizada na Rua Alfredo Pádua, 112, no Centro de Ceres. O Leão do Vale manda os seus jogos no Estádio José de Deus Rissati, com capacidade para 2.500 torcedores.

Fundado no dia 16 de Julho de 1947, no núcleo central do Vale do São Patrício, que com a colaboração, empenho e disposição de muitos cidadãos e pioneiros da cidade, conceberam e construíram um dos times mais vencedores e prósperos do interior goiano.

No começo o Ceres disputava somente jogos amistosos contra equipes da região, como Uruana, Vasco de Rialma, Anápolis, Goiânia, Buruti Alegre, Itumbiara, Araguari, atuando inclusive contra equipes do Rio de Janeiro, como Olaria, Canto do Rio, Portuguesa e São Cristóvão.

Filiou-se a Federação Goiana de Futebol e passou a disputar o campeonato do interior. Em 1959, o Leão do Vale, fez um campeonato impecável e passou incólume por Uruana, Vasco de Rialma, Goiás Velho, Firminópolis, Buriti Alegre até chegar a final contra a Jataiense.

Em 24 de abril de 1960, foi o dia da grande final, na cidade de Ceres, entre o time local e o time da Jataiense. O time de Jataí era muito bom e contava com jogadores de muita experiência. No segundo tempo do jogo veio os dois gols que deram a vitória para o time dirigido pelo treinador Efraim Batista.

Irani, aos 5 minutos abriu a contagem e aos 26 minutos, José Mamede selou com chave de ouro a consagradora vitória do Ceres Esporte Clube erguendo seu primeiro título estadual de Campeão Goiano do Interior. O time campeão conquistou o título com: Raspinha no gol, Dico, Roberto, Irani, Pimba e José Rissate; Ismael, Neudo, Nemézio, Mamede e Jairzinho. O técnico era Efraim Batista.

O Ceres foi novamente em 1964, Campeão do Interior, decidindo o título diante da equipe representada pela cidade de Goiás, o time do Independente. Cada equipe venceu um jogo no seu estádio. A decisão foi programada para o Estádio Olímpico Pedro Ludovico, em Goiânia, num sábado à noite.

A equipe do Ceres dirigida pelo técnico Lua venceu com: Jaburu no gol, Neudo, Vasquinho, Cabecinha, Gavião e Dico; Lula, Oripes, Roberto, José Mamede e Wilson. Nesse jogo a equipe do Leão do Vale venceu o Independente do Goiás por 4 a 1, com dois gols do goleador Lula, que foi o herói da noite.

Com a conquista do título, os dirigentes ceresinos, resolveram profissionalizar a equipe na tentativa de subir o Leão do Vale para a divisão especial. Nesta época a principal divisão do futebol goiano era a divisão especial e a divisão de acesso era a primeira divisão.

Para chegar à divisão especial, as equipes precisavam sagrar-se campeã da primeira divisão. A profissionalização do futebol goiano se deu a partir de 1962, porém a divisão especial já era disputada desde 1944.

Em 1966, realizando uma bela campanha, o Ceres conseguiu subir da primeira divisão para a divisão especial de futebol profissional. O time do Ceres Esporte Clube por pouco não venceu o campeonato por antecipação.

Mesmo diante de adversários consideráveis, o clube ceresino se destacou em todos os jogos, tanto que venceu o campeonato goiano, invicto, cedendo apenas dois empates, sendo um contra o Goiás e outro contra o Nacional.

Com 19 anos de idade, Ceres tinha conquistado seu primeiro título profissional de futebol, sendo campeão invicto da primeira divisão do certame goiano. O time campeão conquistou o título com: Nelson Gama no gol, Cabelo, Wilson Pelé, Conrado, Wilson e Nelson Florentino; Patinho, Curau, Brandão, Roberto e Dediê. O treinador era o Lua e o artilheiro do campeonato foi o comandante de ataque do alvinegro ceresino, Brandão.

Em 1967, na divisão especial, a equipe do Ceres não fez uma boa campanha, obtendo apenas três bons resultados, sendo uma vitória sobre o Goiás, no Estádio Olímpico, outra no Vila Nova, em Ceres e um empate contra o Atlético Goianiense.

Resultados que foram insuficientes para garantir a manutenção do Leão do Vale na divisão especial. Ao ser rebaixado em 67, o presidente do Ceres na ocasião, Jeová Mendes, profetizou: “Voltaremos em 69”.

No ano de 1968, Efraim Batista, assume as rédeas do Leão do Vale, como é carinhosamente apelidado o time do Ceres, e é ungido presidente do seu clube de coração. Efraim foi tudo no Leão do Vale, de roupeiro a presidente. Agora tem pela frente a saborosa missão de elevar novamente a esquadra alvinegra à divisão de elite do certame goiano.

E não foi diferente, em 08 de agosto de 1968, no Estádio Olímpico de Goiânia, o Ceres Esporte Clube carimbava seu passaporte de retorno a Elite do Futebol Goiano vencendo por 1 a 0 a forte equipe do Rio Verde das Abóboras e conquistando depois de uma árdua campanha o bi campeonato da primeira divisão do campeonato goiano.

O resultado de 1 a 0 foi justo e insofismável, selando de vez sua ascensão a divisão especial. O time bicampeão em 68 foram: Vicente no gol, Cabelo, Cortez, Cariri, Firmo, Wilson Pelé e Vadinho; Brandão, Aluízio, Dediê e Peruca. O técnico era o Lua.

Em 1969 o Ceres Esporte Clube não foi bem no campeonato estadual, no entanto, aplicou a maior coleada daquele na Associação Atlética Anapolina 9 a 1. De novo na Elite do futebol goiano, o Ceres teve contra si, uma série de problemas, principalmente financeiros, que obrigou o clube a solicitar licença, por tempo indeterminado.

Em 1980, o Leão do Vale retorna novamente a disputar o campeonato goiano. Nesse período houve uma readequação na nomenclatura do futebol goiano e a primeira divisão passou a ser a segunda e a divisão especial, passou a ser a primeira divisão. Com essas mudanças a equipe do Ceres volta disputando a segunda divisão, e vê, naquele ano, Crac de Catalão e Monte Cristo de Goiânia subirem para a primeira divisão.

 

Fontes: Wikipédia – Livro ‘Arquivos do Futebol Goiano’, de autoria de João Batista Alves Filho –  Rsssf Brasil

Flamengo Futebol Clube – Anápolis (GO): Fundado em 1946

O Flamengo Futebol Clube foi uma agremiação da cidade de Anápolis (GO). O ‘Rubro-negro Anapolino’ foi Fundado em 1º de janeiro de 1946, mas o seu registro é de 09 de abril daquele ano. O seu primeiro presidente foi Missac Pateossian. A sua Sede fica na Rua Firmo de Velasco, 1.053, no Centro de Anápolis.

Desde o seu surgimento o principal propósito era participar do Campeonato Citadino, organizado pela Liga Anapolina de Desportos (LAD). Nos anos 50 e 60 o Flamengo era o era a quarta força do futebol Anapolino, atrás do Anápolis, Ipiranga, e Anapolina.

Contou com jogadores como, Neném, Otacílio, Avassil, Baiano, Fordinho, lídio, Chico, Dandréia, Célio Sabag, Aroldo, Mauro Choco, Jeromão, Jerico, Zé Barnabé e tantos outros. No entanto, o Flamengo se aventurou no futebol profissional, participando duas vezes do Campeonato Goiano da 1ª Divisão: 1950 e 1951.

Torcedor Nº 1

Ilídio Garcia, ferroviário aposentado era dono, presidente, diretor e roupeiro. Seu Ilídio amava o Flamengo, não tinha interesses financeiros, nem políticos. Ele tinha duas paixões: O Flamengo e a dona Rosa, sua companheira. No início dos anos 70, todas as terças e quintas feiras, aproximadamente às 15 horas seu Ilídio, já idoso saía de sua casa atrás de estação ferroviária, empurrando um carrinho de mão com materiais esportivos em direção ao campo do Flamengo, no bairro Frei Eustáquio, para mais um treino do time do seu coração.

O seu Ilídio faleceu, o Flamengo também. Seu Ilídio, uma lenda do futebol amador, foi esquecido, mas o História do Futebol resgata um pouquinho de personagens que merecem serem lembrados sempre.

Fontes: Folha 670 – Blog Adhemar Santillo – Livro ‘Arquivos do Futebol Goiano’, de autoria de João Batista Alves Filho –  Rsssf Brasil

América Futebol Clube – Morrinhos (GO): Fundado em 1937

América Futebol Clube é uma agremiação da cidade de Morrinhos (GO). A equipe alvirrubra foi Fundado no dia 05 de Março de 1937. O ‘Leão do Sul’ tem a sua Sede na Avenida G, s/n – Vila Nunes, em Morrinhos. A equipe manda os seus jogos no Estádio    C.E. João Vilela, com capacidade para 5.040 espectadores.

O Mecão disputou 14 vezes o Campeonato Goiano da 1ª Divisão: 1959 (10º lugar), 1970 (12º lugar), 1972 (11º lugar), 1986 (12º lugar), 1988 (7º lugar), 1989 (9º lugar), 1990 (11º lugar), 1991 (5º lugar), 1992 (15º lugar), 1993 (16º lugar), 1994 (4º lugar), 1995 (12º lugar), 1996 (9º lugar) e 1997 (12º lugar). No Estadual da Série B disputou a competição 15 vezes, contando com este ano: 1980, 1981, 1982, 1984, 1985, 1987, 1998, 1999, 2000, 2001, 2002, 2003, 2004, 2014 e 2015.

Ao longo da sua existência, o América já se ausentou algumas vezes das competições profissionais. Após estrear em 1959, ficou 10 anos para só depois retornar em 1970. Depois, ficou de fora no ano seguinte e retornou em 1972. Novamente se ausentou, só retornando oito depois.

O seu último afastamento ocorreu em 2004, retornando das competições promovidas pela Federação Goiana de Futebol (FGF), em 2012 para participar, pela primeira vez, do Estadual da Série C.

Contudo, não obteve o acesso ficando na 4ª colocação. Mas, em 2013 o América conquistou o acesso ao terminar com o vice-campeonato. Em 2014, fez uma campanha regular terminando na 6ª posição.

TÍTULOS

O América Morrinhos possui três conquistas na esfera profissional. O caneco do Campeonato do Interior e Super Campeonato Goiano, ambos em 1957. O último aconteceu 30 anos depois de faturar o Campeonato Goiano da 2ª Divisão de 1987.

Fontes:  Livro ‘Arquivos do Futebol Goiano’, de autoria de João Batista Alves Filho – Wikipédia – Rsssf Brasil

Transviário Esporte Clube – dos bondes aos soldados

O Transviário Esporte Clube  (Grêmio Tricolor – Grêmio Elétrico) – Era formado por jogadores da extinta Para Elétrica (empresa paraense que cuidava dos bondes). Pressupõe-se que os jogadores também deveriam ser funcionários dessa antiga empresa. O clube era tricolor, porém, as fotos que possuo do time indicam apenas que ele era alvinegro.  Aqui apresentamos uma foto do time em 1938, quando ele jogou pela primeira vez o campeonato paraense:

Time base do Transviário em 1938: José; Purifica, Aristeu; Melo, Teteco, Serra II; Pedro, Mota, Cabeça, Cará; Moacir e Pereira.

Outra foto, do ano de 1940 mostra o clube participando do Torneio do Marco Esporte Clube (que será alvo de matéria em breve) , no estádio da Curuzu. O time faturou a taça Michel Silva (um torneio festivo):

*A foto está assim por conta do processo de microfilmagem que o jornal sofreu.

O time disputou os estaduais de 1938, 1939, 1940, 1941, 1942, 1943, 1944, 1945 (ano do profissionalismo no Pará) e 1947.

Em 1947, com a falência da Pará Elétrica, o clube ficou a míngua, passando por grave crise. A estrutura do clube foi abalada, e o time praticamente deixou de existir, porém, oficiais da Aeronáutica, compadecendo-se da situação, resolveram continuar treinando o clube, para o restante do campeonato daquele ano.

A próxima imagem mostra os preparativos para o que seria o “derradeiro” jogo do Transviário, contra o Paysandu:

Curiosidade: por duas vezes o Transviário levou 9 gols do Paysandu, em uma única partida: em 16/09/1945, na Curuzu, o Paysandu aplicou 9×0 no time alvinegro; em 27 de dezembro 1947 o último jogo profissional do Transviário foi uma melancólica e impiedosa goleada de 9×1, novamente causada pelo Paysandu. Ele também era conhecido como o tricolor de São Braz.

FONTES: Folha do Norte – Jornal O Liberal – Livro Parazão Centenário.

Grêmio Esportivo Anapolino – Anápolis (GO): Fundado em 1970

O Grêmio Esportivo Anapolino foi uma agremiação de vida efêmera da cidade de Anápolis (GO). ‘O Grande Vingador‘ foi Fundado em 1970, a sua história tem um aspecto político e racionalizador. Nos anos 60, o futebol amador anapolino era o mais expressivo de Goiás, chegando a superar o futebol da capital. Contudo, na esfera profissional, a cidade era capenga.

As razões para essa discrepância eram várias. Talvez a principal era a falta de um estádio à altura da paixão do povo de Anápolis. Outro ponto era a falta de dirigentes capacitados para gerir um time profissional. Outra questão era a falta de apoio dos empresários da cidade.

Em resumo, o futebol de Anápolis não estava em má fase por carência de condições financeiras e mesmo sociais, mas por inexistência de uma infraestrutura adequada e de mentalidade mais arejada dos dirigentes.

O triunfo do Anápolis ao se sagrar campeão Estadual de 1965, pode ser creditado diretamente à construção do Estádio Jonas Duarte (capacidade para 3.500 torcedores), que, àquela época, representava o que de mais moderno havia em Goiás.

O fim da rivalidade

Em todas as opiniões, uma coincidência: falta de um estádio à cidade. Mas, também, um esquecimento. E nesse fator talvez esteja residindo o ponto maior desgaste do futebol profissional no município: a ausência de uma rivalidade clubística local.

Segundo teóricos, o sucesso do futebol da cidade está na razão direta da rivalidade entre dois clubes de maior torcida, capazes de arrastar aos estádios plateias apaixonadas.

Um bom esboço estava no próprio Campeonato Citadino, quando o Anápolis e o Ipiranga dividiam a cidade, com participação eventual do Anapolina, que na época de dimensões mais modestas, sem grande torcida, que só entrava em cena para instigar, ainda mais a rivalidade entre os tricolores (Anápolis) e o alvinegros (Ipiranga). É que a rubra (Anapolina) perdia para todo mundo e cismava de endurecer para cima de Anápolis e Ipiranga.

 

Prefeito cria o G.E. Anapolino

Mas a saudável rivalidade entre Anápolis e Ipiranga cessou em 1970, quando a Prefeitura, na gestão do médico Henrique Santille, entendeu de encampar o futebol da cidade, “disciplinando-o” e “racionalizando-o“.

Alegava o prefeito que era uma cidade pequena para três clubes e que os cofres públicos não poderiam auxiliar todos.

Sugeriu, então, uma fusão entre o Ipiranga, Anápolis e Anapolina, a fim de que da soma de dois grandes e de um clube médio pudesse nascer um super esquadrão invencível, fadado a colocar no chinelo os times da capital. Com isso, surgiu o Grêmio Esportivo Anapolino. A escolha do escudo foi simples: o brasão da cidade.

Os três clubes entraram com pedido de licença na Federação Goiana de Desportos (FGD), e, cedendo provisoriamente seus patrimônios e atletas para “O Grande Vingador(alcunha do clube).

No entanto a ‘estratégia política’ não funcionou. A começar pelos torcedores que não eram simpáticos ao novo clube. O Anapolino recebeu diversos apelidos irônicos como “Belo Antônio“, pois era muito bonito, mas não dava no “couro”. A torcida abominava até mesmo o uniforme azul e branco (cores da bandeira da cidade). Sem grandes rendas a fusão foi desfeita em 1972.

O resultado dessa frustrada politicagem dentro de campo também não deu certo. No Campeonato Goiano de 1970, terminou na 5ª colocação; e em 7º lugar em 1971, mostrando que o futebol é feito de paixão e organização.

 

Fontes: Revista Placar – Livro ‘Arquivos do Futebol Goiano’, de autoria de João Batista Alves Filho

 

São Francisco Sport Club – Anápolis (GO): Fundado em 1951

O São Francisco Sport Club foi uma agremiação da Cidade de Anápolis (GO). A equipe alvi-grená foi Fundado no dia 15 de Março de 1951. O clube teve duas participações no Campeonato Goiano de futebol: 1951 e 1953.

Fonte: Livro ‘Arquivos do Futebol Goiano’, de autoria de João Batista Alves Filho

Clube Atlético Ferroviário – Goiânia (GO): Fundado em 1957

Por Sérgio Mello

O Clube Atlético Ferroviário foi uma agremiação da Cidade de Goiânia (GO). Fundado no dia 15 de Setembro de 1957, e mantido pela ‘Estrada de Ferro Goiás’, o clube teve vida longa. Disputou vários campeonatos, situando-se entre os intermediários.

Não chegou a fazer frente aos grandes, mas revelou inúmeros craques que luziram na sua época, dentre eles Ronaldo, Paulo Roberto, Amilcar, Santos, Agmon, Joel e outros.

Estreou no Campeonato Goiano de 1958, terminando na 8ª e última colocação. Em 1959, ficou em 7º lugar; Em 1961 e 1962, acabou na 6ª posição; Em 1964, fez a sua melhor campanha terminando na quarta colocação. Depois o Ferroviário se licenciou para nunca mais retornar.

 

FONTES: Livro ‘Arquivos do Futebol Goiano’, de autoria de João Batista Alves Filho – Livro “30 anos de Futebol em Goiânia”, publicado em janeiro de 1975, de autoria de Lisita Junior, pela Editora Dom Bosco – Rsssf Brasil

Esporte Clube Goianás – Nova Veneza (GO): Escudo e uniforme de 1959

Esporte Clube Goianás foi uma agremiação da Município Nova Veneza (GO). A equipe Alvigrená foi Fundado em 1939, esteve em atividade entre as décadas de 1940 e 1960, desaparecendo com a implantação do profissionalismo no futebol goiano, em 1963.

No dia 25 de outubro de 2009 o Goianás retomou sua atividade no futebol ao fazer um amistoso com o União de Inhumas. No currículo,Goianás faturou dois títulos do Torneio Início da 1ª Divisão de 1957 e 1958; e outro caneco no Torneio Início da 2ª Divisão, em 1960.

 

Fonte: Livro ‘Arquivos do Futebol Goiano’, de autoria de João Batista Alves Filho