Arquivo da categoria: 01. Sérgio Mello

Ficha-técnica: empate em 1 a 1 com Rio Branco, deu o Bicampeonato Estadual para o Alegrense

ALEGRENSE FC    1          X         1          RIO BRANCO FC

DATA: Sábado, no dia 16 de Junho de 2002 

LOCAL: Benedito Leão (Alegre);

ÁRBITRO: Odair João Matos (ES);

CARTÕES AMARELOS: Fernando, Catitu, Ronaldo, Carlos, Kley, Eduardo, Reiger e Rossi (Alegrense); Marcos Roberto, Fábio Henrique, Sergipano e Vinícius (Rio Branco)

CARTÕES VERMELHOS: Carlos (Alegrense) e Sergipano (Rio Branco)

ALEGRENSE  FC: Dirlei, Alan, Luis Cláudio, Fernando e Catitu; Ronaldo, Carlos, Kley (Rossy) e Bujica (Alexandre Baby); Eduardo e Reiger (Marquinho).Técnico: Carlos Miguel.

RIO BRANCO FC: Erivélton, Sidnei (Osni), Estevão, Sergipano e Fábio Henrique; Damião, Fabrício (Djalma), Vinícius e Marcelo Cabeção; Eduardo e Marcos Roberto (Juninho). Técnico: Jorge Oliveira Rocha.

Gols: Bujica aos 7 minutos e Eduardo 28 minutos do 1º tempo.

 

FONTE:  Site Click nos Campeões (Campeões capixabas) 

Brasileiro de Seleções-1960: São Paulo 3 x 1 Pernambuco

SÃO PAULO            3          X         1          PERNAMBUCO     

LOCAL: Estádio de Pacaembu, em São Paulo (SP)

DATA: Quarta-feira, dia 10 de Fevereiro de 1960

RENDA: Cr$ 2.302.650,00

ÁRBITRO: Sherlock (boa atuação)

CARTÃO VERMELHO: Zito (SP)

SÃO PAULO: Gilmar; Getulio, Olavo e Zé Carlos; Zito e Formiga; Julinho, Chinezinho, Servilio, Pelé e Pepe.

PERNAMBUCO: Valdemar; Zequinha e Edson; Zé Maria, Clóvis e Givaldo; Traçaia, Osvaldo (Biu), Geraldo, Paulo e Elias.

GOLS: Osvaldo (PE); Pelé (SP) no 1º Tempo. Pelé e Servilio (SP) no 2º Tempo.

FONTE: Diário de Pernambuco 

Brasileiro de Seleções-1960: Minas Gerais 1 x 2 Pernambuco

MINAS GERAIS      1          X         2          PERNAMBUCO     

LOCAL: Estádio de Juiz de Fora (MG)

DATA: Quarta-feira, dia 03 de Fevereiro de 1960

RENDA: Superior a 500 mil cruzeiros

ÁRBITRO: Antônio Viug (regular)

MINAS GERAIS: Helio;  Bico e Djalma; Faninho, Francinha e Clébis; Mauro, Odir (Celinho), Ipojucan, Isaias e Toledinho.

PERNAMBUCO: Valdemar; Zequinha e Edson; Zé Maria, Clóvis e Givaldo; Traçaia, Geraldo, Paulo,  Biu e Elias.

GOLS: Paulo (PE) no 1º Tempo. Paulo (PE); Celinho (MG) no 2º Tempo.

FONTE: Diário de Pernambuco 

Brasileiro de Seleções-1960: Pernambuco 3 x 2 Distrito Federal (RJ)

PERNAMBUCO      3          X         2          DISTRITO FEDERAL (RJ)

LOCAL:Estádio da Ilha do Retiro, no Recife (PE)

DATA: Quarta-feira, dia 27 de Janeiro de 1960

RENDA: Cr$ 985.720,00

ÁRBITRO: Antônio Viug (atuação fraca)

CARTÕES VERMELHOS: ELIAS (PE) e Sabará (DF)

PERNAMBUCO: Valdemar; Zequinha e Edson; Zé Maria, Clóvis e Givaldo; Traçaia, Osvaldo (Biu), Paulo, Geraldo e Elias.

DISTRITO FEDERAL: Manga; Joel e Darci Farias; Amaro, Russo e Altair; Sabará, Rossi (Almir), Pinga, Décio Esteves e Babá.

GOLS: Osvaldo (PE); Pinga (DF) no 1º Tempo. Traçaia, duas vezes (PE); Almir (DF) no 2º Tempo.

FONTE: Diário de Pernambuco 

Associação Atlética do Arruda – Recife (PE): Fundado em 1928

A Associação Atlética do Arruda (AAA) foi uma agremiação da cidade do Recife (PE). O clube da Trinca de Az (nas cores Azul, preto e branco) foi Fundado no dia 20 de Abril de 1928, por esportistas do Arruda: coronel José Candido de Miranda (2º presidente), Arthur Vital Guimarães, José Maria de Souza, Amaury PadilhaCelestino Dowaley, Aristides Brasil, Blancard Santos, Chrinauro Miranda, Oswaldo Guimarães, Oscar Soares, José Fulco e João de Lima Dias, que também o 1º presidente do clube.

A alcunha Trinca de Az era uma referência ao formato das letras ‘A’ no escudo, que lembrava a carta de baralho Az. A sua Sede ficava na Avenida Beberibe, s/n, no Bairro do Arruda, no Recife.

DE ‘CAMPO DO ARRUDA’ AO ‘MUNDÃO DO ARRUDA’

Sobre o seu campo, que era próprio, merece um capítulo à parte. O Estádio da Rua das Moças ou Campo do Arruda, foi inaugurado no domingo, do dia 30 de dezembro de 1928, depois do clube se extinguir foi para as mãos do C.S. Tabajaras.

Por fim, na década de 40, o Santa Cruz adquiriu o campo do Arruda, que era usado principalmente para treinos. Algumas vezes foi utilizado para jogos amistosos e era conhecido como o “Alçapão do Arruda”. Então, nas décadas de 60/70, o Santa Cruz ergueu o Estádio do Arruda, apelidado de “Mundão do Arruda”.

 

ARRUDA AJUDA A FUNDAR A ASDT

A AAA foi um dos fundadores da Associação Suburbana dos Desportos Terrestres (ASDT), em 1º de Fevereiro de 1929. Disputou o Campeonato Suburbano (Segunda Divisão), em 1929 e 1930.

 

PRIMEIRA E ÚNICA VEZ NA ELITE PERNAMBUCANA

Após se filiar a Federação Pernambucana de Desportos (FPD), no dia 19 de abril de 1931, A.A. do Arruda participou do Campeonato Pernambucano da 1ª Divisão de 1931 pela primeira e única vez.

A campanha não foi das melhores, terminando na 10ª colocação (num total de 11 clubes), com apenas dois pontos. Dos dez jogos, venceu apenas um e foi derrotado nas outras nove; marcando 12, sofrendo 45, com um saldo negativo de 33.

O clube da Trinca de Az sofreu goleadas como o da estreia, no dia 10 der maio, quando o Sport Recife aplicou um sonoro 10 a 0. Ou os 8 a 1 para o CS Encruzilhada (15 de novembro) ou mesmo 6 a 1 para o Santa Cruz (04 de junho). A sua única vitória aconteceu no dia 21 de junho, quando venceu o Israelita SC por 5 a 3, no campo do Arruda.

Após o Estadual, o clube da Trinca de Az se licenciou em 1932. O clube anos depois venceu o campo para  C.S. Tabajaras e se dedicou a eventos na sua sede. Aos poucos, foi perdendo os sócios até decretar o fim do clube no final dos anos 30.

Time-base de 1929: Diógenes Ismael; Souto e Inglez; Bianco, Chiquinho e Mirandinha; Lúcio, Marcello, Nóbrega, Brivaldo e Arthur (Maciel).

Time-base de 1930-31: Diógenes Ismael; Perigo (Cap.) e Mathias (Péricles); Portuguez (Biu), Euclides (Phebidas) e Roldão (Joaquim); Allemão, Marcello, João Cardoso (Nestor), Laurofé e Pedrinho (Brivaldo).

PS: Com esse time (Associação Atlética do Arruda), não resta mais nenhum clube que tenha participado da Primeira Divisão do Campeonato pernambucano sem informações mínimas, além do escudo! Uma missão prazerosa concluída! Espero ter agradado boa parte dos internautas, membro e amigos! Que venham mais novidades! Grande abraço!!

FONTES: Jornal de Recife – A Província – Diário de Pernambuco – Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco – Rsssf Brasil

Fluminense Futebol Clube – Belo Horizonte (MG): Fundado em 1922

O Fluminense Futebol Clube foi uma agremiação da cidade de Belo Horizonte (MG). O Tricolor de Lagoinha foi Fundado na segunda-feira, do dia 06 de Novembro de 1922. A sua Sede ficava localizada no Bairro de Lagoinha, na região noroeste de Belo Horizonte. No Estatuto do Fluzão constavam algumas curiosidades como as opções para quem desejasse se tornar sócio.

A pessoa deveria, no mínimo 14 anos, e a ‘joia’ (entrada) de Cr$ 30,00 (trinta cruzeiros) e a mensalidade de Cr$ 10,00 (dez cruzeiros) ou optar em ser um ‘Sócio Remido’. Para isso deveria desembolsar a bagatela de Cr$ 1.000,00 (um mil cruzeiros). Na elite do futebol Mineiro, o Fluminense participou de três edições: 1926, 1931 e 1932.

Em agosto de 1926, o Palestra se desligou da Liga Mineira de Desportos Terrestres (LMDT) e formou, com outros clubes suspensos, a Associação Mineira de Esportes Terrestres (AMET). No mesmo ano foi realizado o campeonato, com oito clubes, entre eles o Fluminense FC, foi organizado a partir de setembro. A escassez de jornais do período tornou praticamente impossível o levantamento de resultados.

BICAMPEÃO DA SEGUNDONA

Em 1927, com a pacificação, o Tricolor de Lagoinha retornou à LMDT e disputou o Campeonato Mineiro da 2ª Divisão, terminando na 5ª colocação. No ano seguinte (1928), o Fluzão teve uma campanha melhor e terminou em 3º lugar. Enfim, em 1929, o Fluminense alcançou o ápice, conquistando o seu primeiro título: campeão do Campeonato Mineiro da 2ª Divisão. No entanto, o que restou foi só a taça, uma vez que a conquista não rendeu o acesso para a elite mineira.

Em 1930, o Tricolor de Lagoinha mostrou que o título não foi um mero acaso, conquistando o Bicampeonato.  Mas para subir ainda precisa disputar um playoff, melhor de três, com o Palmeiras, lanterna da série A. No primeiro jogo, no dia 07 de dezembro de 1930, o Fluminense goleou o Palmeiras por 6 a 1, gols de Vavá, Curiol (quatro vezes) e Zezé; com Saul marcando o de honra para a equipe palmeirense.

Na segunda partida, no dia 14 de dezembro, num jogão de oito gols, Palmeiras e Fluminense empataram em 4 a 4. Gols de Alcides (dois), Liberato e Lucrécio para o time palmeirense; enquanto Curiol e Vavá marcaram duas vezes cada um para o Fluzão.

No terceiro e último jogo, no dia 21 de dezembro, o Fluminense vencia o Palmeiras por 1 a 0, até os 30 minutos da etapa final, quando o árbitro marcou um pênalti a favor do Tricolor de Lagoinha. Inconformados, os palmeirenses abandonaram o campo e o Flu foi confirmado o vencedor, garantindo o acesso para a elite mineira.

TERCEIRO LUGAR NA PRIMEIRONA

Em 1931, com as desistências de América, Villa Nova e Sete de Setembro, o Fluminense mostrou bom futebol, e terminou na 3ª colocação, atrás somente de Atlético e do campeão Palestra. Em 1932, esteve entre os clubes fiéis à mentora original e jogou o campeonato da LMDT, ficando em 6º lugar com 13 pontos, em oito jogos (quatro vitórias, cinco empates e cinco derrotas; marcando 34 gols, sofrendo 30 e um saldo de quatro).

Depois dessas duas temporadas na 1ª Divisão Mineira, o Fluminense optou em retornar ao amadorismo. Coincidência ou não, em 1933, foi implantado o futebol profissional e muitos clubes na época eram resistentes a esse modelo. Possivelmente foi o caso do Tricolor de Lagoinha. O clube existiu durante um tempo até paralisar suas atividades. Acabou retornando em 1948, mas sem nenhum destaque desapareceu em definitivo sem deixar rastro.

FONTES: Rsssf Brasil – Estatuto do Clube – Folha Esportiva

João de Barros Football Club – Recife (PE): Fundado em 1914

O João de Barros Football Club foi precursor do América Futebol Clube da cidade do Recife (PE). Fundado no domingo, do dia 12 de Abril de 1914, como João de Barros Football Club, por esportistas recifenses, liderados pela família Accioly, juntamente com Ubirajara Correia; José Reis e Silva; Ayres Valente.

Assim ficou constituída a Primeira Diretoria:

Presidente               –           Aristheu Accioly Lins(reserva no time de 1914);

1º Secretário           –           Luiz Accioly Lins (que também era centroavante do time de 1914);

2º Secretário           –           Ubirajara Correia;

Tesoureiro               –           José Accioly Lins;

Diretor de Sports   –           José Reis e Silva;

Vice-Diretor             –           Ayres Valente (reserva no time de 1914);

A principio, a escolha do nome foi uma homenagem a Estrada João de Barros, local no qual ficava a casa de Aristheu Accioly Lins, onde o grupo se reuniu para fundar a nova agremiação.

Seu campo ficava na Campina do Derby (propriedade da prefeitura do Recife), enquanto a sua sede ficava na Estrada de João de Barros, 19, no Bairro da Bôa Vista, no Recife.

O João de Barros FC foi um dos fundadores da Liga Sportiva Pernambucana (LSP), no início de 1915, e foi a agremiação ativa no intuito de organizar o 1º Campeonato Pernambucano, naquele ano.

Ao contrário do que se diz, João de Barros FC realizou diversos amistosos. O 1º clássico foi diante do Santa Cruz FC, em amistoso, no domingo, do dia 23 de Maio de 1915. No final, empate em 1 a 1.

BELFORD DUARTE: O RESPONSÁVEL PELA MUDANÇA DO NOME

O nome João de Barros Football Club durou exatos 1 ano, quatro meses e 10 dias, quando em 22 de Agosto de 1915 alterou para América Futebol Clube a pedido do desportista Belfort Duarte, ligado ao América do Rio, que viera ao Recife buscar apoio para a fundação da Federação Nacional de Esportes, antecessora da antiga CBD.

Em visita a Pernambuco em agosto de 1915, Belfort Duarte, um dos símbolos do futebol brasileiro, recebeu uma homenagem do João de Barros Football Club. Na tarde de 22 de agosto, Belfort Duarte foi distinguido como capitão honorário do clube e mudou o nome do clube para América Futebol Clube, em homenagem ao seu clube de coração: o América Football Club do Rio de Janeiro.

Foto posada do time do América-RJ, em 1913

A Assembleia foi presidida por Alexandre Reis e Silva, que propôs a mudança do nome, que foi aceita por unanimidade. Outra votação que não teve um voto contra, foi a aclamação de Belfort Duarte, como o “Capitão Honorário do 1º Time” do América Futebol Clube.

 “Comunico-vos que em Assembleia Geral (ocorrido a partir das 12 horas) do João de Barros Futebol Clube, reunida no dia 22 de agosto de 1915 deliberou a mudança de nome daquela sociedade que ficou denominada ‘América Futebol Clube’, convicto que esta deliberação em nada mudará as atenções dispensadas ao nosso antigo João de Barros Football Club e espero a continuação das mesmas ao América Futebol Clube(Carta de Belfort Duarte enviada a imprensa).

Time-base de 1914: H. Miranda; Maximinio e Nequinho; L. Almeida, Moreirinha e Dedé; Sylvio, M. Jacome, Ventura, Luiz Accioly e M. Araujo.

Time-base de 1915: C. Rocha; B. Burlini e Octavio Oliveira; Lincor Costa, Arruda (J. Pessoa) e J. Novaes; Tasso, Zeca, Eduardo Lemos, C. Campos e Lucillo.

Após a mudança de nome, o América Futebol Clube fez o seu primeiro jogo, contra o Colligação Sportiva Recifense, no domingo, do dia 29 de agosto de 1915, às 16hs, no campo do Derby. No final, o América iniciou a nova era com o pé direito, vencendo pelo placar de 1 a 0, gol de Arruda aos 7 minutos da etapa final.

 

FONTES: Jornal de Recife – A Província – Diário de Pernambuco – Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco

Centro Sportivo Pernambucano – Recife (PE): Fundado em 1925

O Centro Sportivo Pernambucano foi uma agremiação de vida efêmera da cidade do Recife (PE). O ‘Tricolor de Santo Amaro’ (azul, preto e branco) foi Fundado na sábado, do dia 24 de Janeiro de 1925, por esportistas do bairro, liderados por Olegário Brasileiro, José Julio da Cunha, Luiz Ferreira, Cecílio José Rodrigues, José Magalhães, Alfredo Silva, José dos Santos e Amaro Damasceno, que também foi seu 1º presidente.

A sua sede ficava localizada na Rua Luiz do Rego, 314, no Bairro de Santo Amaro, no Recife. Já o seu Estádio do Catão ficava em outro bairro: Água Fria. Na sua primeira e única participação no Campeonato Pernambucano da 1ª Divisão, em 1926, organizado pela Liga Pernambucana de Desportos Terrestres (LPDT), o Centro Sportivo Pernambucano terminou na 6ª colocação, num total de oito clubes. Ao todo, foram 11 jogos, com três vitórias, um empate e sete derrotas; marcando 10, sofrendo 23 e um saldo negativo de 12.

Time-base de 1926: Armando; Renato (Abel) e Faustino; Pedrinho (Álvaro), Ancelmo e José; Doya (Gato), Costa Zilo, Bellarmino, Danzi (Capitão), Braz (Sigismundo).

CURIOSIDADE

Na prática, das três vitórias, duas (contra o Sport Recife e Flamengo) foram por W.O. O único triunfo dentro das quatro linhas, foi diante do Equador Football Club, no domingo, do dia 26 de Setembro de 1926, quando o Sportivo Pernambucano goleou por 4 a 0, no Estádio dos Aflitos.

 

Os onze resultados foram os seguintes:

02/05/26        Torre SC                   2          x          0          CS Pernambucano

16/05/26        Santa Cruz               2          x          0          CS Pernambucano

30/05/26        Flamengo (RE)        2          x          1          CS Pernambucano

13/06/26        Náutico                      3          x          0          CS Pernambucano

11/07/26        CS Pernambucano 1          x          2          Torre SC

18/07/26        América-PE              6          x          4          CS Pernambucano

19/09/26        CS Pernambucano             W.O                Sport Recife

26/09/26        CS Pernambucano 4         x          0          Equador-PE

31/10/26        CS Pernambucano 0          x          0          Santa Cruz

28/11/26        CS Pernambucano 0          x          6          Náutico

19/12/26        CS Pernambucano             W.O                Flamengo-RE

FONTES: Jornal de Recife – A Província – Diário de Pernambuco – Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco – Rsssf Brasil