Arquivo da categoria: 01. Sérgio Mello

Escudo Raro, de 1964: Mineiro Futebol Clube – Santos Dumont (MG)

Mineiro Futebol Clube é uma agremiação do  Município de Santos Dumont (MG). O Alvinegro Sandumonense foi Fundado no dia 24 de Maio de 1925, como Palmira, possui a sua Sede localizada na Rua Roberto Dinamite, 320, no Centro da Cidade. Cerca de dois meses depois, no dia 22 de junho, foi constituída a 1ª Diretoria:

Presidente – Vicente Spinelli;

Vice-presidente – Goiatá Camopi;

1º Tesoureiro – José Abreu Jr.;

2º Tesoureiro – Broncibel Castelo Branco;

1º Secretário – Derossi Abreu;

2º Secretário – Moacir Pires de Mendonça;

Diretor Esportivo – Henrique Dias Coelho.

  No dia 21 de Junho de 1932, o Mineiro enfrentou o Flamengo do Rio, em amistoso. O rubro-negro carioca venceu por 4 a 2. São Cristóvão e América foram outros adversários cariocas que o Mineiro enfrentou nos anos 30. Em 1933, inaugurou a sua Sede e também passou a clube profissional da AMEA, com sede em Juiz de Fora.

Mineiro já disputou alguns Campeonatos Citadinos de Juiz de Fora, como os anos de 1961, 1962, 1964 e 1966Entre dezenas de troféus, um dos mais importantes foi o Campeonato Regional de Minas Gerais, quando enfrentou o Tupy de Juiz de Fora, 15 de Novembro, Vila do Carmo de Barbacena, Atlético de São João Del Rei entre outros campeões de diversas cidades.

 

FONTES: Flapédia – Jornal A Manhã – Diário Mercantil

Foto Rara, de 1964: América Futebol Clube – Barbacena (MG)

O América Futebol Clube (América de Barbacena) foi uma agremiação da cidade de Barbacena (MG). Localizado no Campo das Vertentes (com uma população de 135.829 habitantes, segundo o Censo do IBGE/2016), Barbacena fica a 169 km da capital (Belo Horizonte) mineira.

O Mecão Barbacenense foi Fundado na sexta-feira, do dia 06 de Novembro de 1931. A Sede ficava situada na Avenida Olegário Maciel, s/n, no Centro de Barbacena. A equipe rubra mandava os seus jogos no Estádio Onda Nunes, com Capacidade para 3 mil pessoas.

O América realizou diversos amistosos, como por exemplo, o Clube de Regatas Flamengo, num domingo, do 21 de abril de 1957, no Estádio Onda Nunes, em Barbacena. No final, melhor para o Rubro-Negro carioca que não teve trabalho para golear pelo placar de 7 a 0.

O América de Barbacena construiu uma história rica, onde faturou  inúmeros títulos do Campeonato Citadino, organizado pela Liga de Futebol Barbacena (LFB). Também participou de diversas competições na esfera profissional como o Campeonato Citadino de Juiz de Fora de 1964; o Campeonato Mineiro Segunda Divisão de 1967 e 1968; e o Campeonato Mineiro Terceira Divisão de 1987.

Vários grandes jogares passaram pelo Mecão: Paulinho, “Cabeçinha de Ouro”, o técnico Paulo Trindade, Mosquito, Canelinha, Willian, Celinho, Tonho, Joaozinho, Bigode, Russinho, Macalé, Nininho, Jurandir, Fubá, Lado, Tarzan, Chiquinho, Eli Vasques, Pascoal, Adalberto, Klebis, Zezé, Oiama, Pissolati, Célio, Hercules, Charrid e entre outros.

FONTES: Wikipédia – Gol Aberto – Flapédia – Diário Mercantil

Fotos Raras, de 1968: Athletic Club – São João Del Rei (MG)

Na foto abaixo do Athletic Club, de São João Del Rei, que disputou o Campeonato Mineiro da Segunda Divisão de 1968Zona das VertentesMetalúrgica.

Essa foto se refere ao jogo contra o América, de São João Del Rei, no Estádio Joaquim Portugal, na quinta-feira, do dia 1º de agosto de 1968. Na ocasião, o Athletic Club venceu pelo placar de 3 a 0.

O destaque da peleja foi o centroavante Paulo Roberto (irmão do ex. ponteiro esquerdo Abel, do América/RJ e Santos, e tio do repórter Abel Verônico), autor dos três gols.

O Athletic Club, contava com uma equipe talentosa e experiente, como o arqueiro Vandeir, que teve passagens por: Goiás (GO), Avaí (SC), Francana (SP) e Comercial de Ribeirão Preto (SP).

EM PÉ (esquerda para a direita): Vandeir, Avair, Pudim, Sininho, Nilo e Boca;
AGACHADOS (esquerda para a direita): Peru, Josemar, Hélio, Paulo Roberto e Nonô.
Dos jogadores acima, Vandeir, Avair, Sininho, Peru, Hélio e Nonô, todos já faleceram.

FOTO:  Acervo José Leôncio de Carvalho

FONTE:  Diário Mercantil

Foto Rara, de 1968: Nacional Atlético Clube – Muriaé (MG)

O Nacional Atlético Clube (Nacional de Muriaé) é uma agremiação da cidade de Muriaé (MG). Fundado em 25 de dezembro de 1927, mandava seus jogos no Estádio Soares de Azevedo, com capacidade para 8 mil pessoas. Seu antigo estádio foi vendido para uma rede de supermercados, sendo o novo estádio finalizado em 2014, com capacidade para 13.694 pessoas. O endereço do Novo Estádio Soares de Azevedo é às margens da BR 356 em frente ao SESC Muriaé.

Não deve ser confundido com o Nacional Esporte Clube Ltda, que disputou o Campeonato Mineiro de 2014, em contrato de parceria com o Nacional Atlético Clube.

O Nacional Atlético Clube foi formado por um grupo de jogadores liderados pelo Capitão João Felisberto, o seu 1º presidente, e Hércules Marcondes Nacif. Escolheram as cores Branco, Preto e Vermelho. O estádio é o Soares de Azevedo, chamado assim em homenagem ao desportista, que na época, doou o terreno para a sua construção. Mais tarde foi trocado com a prefeitura para obras da atual rodoviária passando-o para o terreno ao lado, continuando a ser denominado Soares de Azevedo, mas depois cognominado “Brazão” em homenagem ao prefeito João Braz.

O Nacional Atlético Clube é um clube marcado por campanhas memoráveis, notadamente no futebol, embora tenha conquistado outros lauréis em outras áreas esportivas como Voleibol e Atletismo, (inclusive com participação na São Silvestre), mas é no futebol que criou um nome de destaque.

Chamam-no “Nacional de Muriaé” não o separam da terra que tanto propagou, através de participações marcantes e ininterruptas, na primeira divisão de profissionais de futebol mineiro. No profissionalismo a sua brilhante carreira iniciou em 1969 quando sagrou-se campeão da Segunda Divisão, título conquistado em pleno Mineirão em Belo Horizonte; frente ao Atletic Club de São João Del Rei (terra de Tancredo Neves).

Daí por diante não parou e manteve-se na primeira divisão do futebol profissional até 1980, quando por falta de apoio decisivo por parte do poder público municipal e do empresariado local viu-se forçado a interromper a sua gloriosa trajetória de 11 anos ininterruptos no profissionalismo, e na principal divisão do Futebol Mineiro.

Dentre as suas conquistas neste período se destacam: 1977Campeão do Torneio Incentivo – certame de profissionais dos mais importantes da época que apenas não participaram o Cruzeiro, Atlético e América, mas fizeram parte, dentre outros: Vila Nova, Valério, Democrata (GV), Uberaba, Uberlândia, Caldense, Tupi (JF) e Guarani de Divinópolis, aliás foi frente a este tradicional clube mineiro que o Nacional decidiu o título novamente dentro do Estádio Magalhães Pinto (Mineirão da Pampulha) vencendo por 2×0 na preliminar do jogo decisivo do Campeonato Brasileiro de 1977 – pois na partida de fundos jogaria Atlético x São Paulo.

Detalhe: o público presente a este evento foi de mais de 130 mil pessoas. Fora esta conquista o clube obteve excelentes colocações nos campeonatos da primeira divisão que disputou, sendo que em 1977 chegou entre os 5 primeiros e em 1979 (sua melhor campanha) chegou no cômputo geral em 4º lugar, mas temos que ressaltar que esteve na liderança isolada do campeonato por várias rodadas, tanto no primeiro como no segundo turno, tendo sido considerado neste ano, campeão do interior de Minas, todas essas conquistas comandadas pelo saudoso Treinador e Supervisor Argemiro Moreira

Voltou, depois de 2 anos de interrupção, à disputa do campeonato mineiro de profissionais na terceira divisão mas logo galgou à Segunda Divisão, em 1991 foi terceiro colocado na Segunda divisão perdendo a vaga de retorno à primeira divisão frente ao URT de Patos de Minas lá em Patos há 6 minutos do final da partida.

O Nacional Atlético Clube, mesmo não tendo participado de todos os campeonatos promovidos pela Liga Esportiva de Muriaé, detém o título de primeiro campeão amador da cidade 1955 e o maior número de títulos, sete ao todo: 1955, 59, 63, 64, 67, 81 e 98 este último conquistado na gestão administrativa Sr. Wallace Sereno Fernandes.

O Nacional saiu de atividade em 2005, quando disputou a segunda divisão do Campeonato Mineiro. Oito anos depois, em agosto de 2013, assinou um contrato de parceria com o Nacional Esporte Clube Ltda., que depois de um ano em Coronel Fabriciano e três em Nova Serrana, estava jogando em Patos de Minas.

A parceria consistia apenas no uso do novo Estádio Soares de Azevedo, moderno e considerado um dos melhores do interior de Minas. Para “abafar” as críticas contra o “Nacional de mentira“, a equipe optou por utilizar as cores do tradicional clube muriaeense. Apesar de bons jogos em casa, o Nacional se perdeu nos jogos como visitante, sofreu 6 derrotas longe de seus domínios, sendo a última delas o 3 a 1 para o Villa Nova, que decretou o rebaixamento do NEC para o Módulo II do Campeonato Mineiro.

Já em 2014, em meio às especulações sobre a continuidade da parceria entre NAC e NEC, a diretoria do clube muriaeense anunciou que voltaria ao futebol profissional, de fato, após nove anos de ausência. O Campeonato Mineiro da Segunda Divisão (correspondente à Terceirona do estado) seria o marcante episódio do retorno do Nacional. A notícia agradou os torcedores da cidade.

No dia 7 de julho a Federação Mineira de Futebol anunciou a tabela do Campeonato Mineiro da Segunda Divisão, e o Nacional estreia diante do Valeriodoce Esporte Clube, de Itabira, no dia 8 de setembro, em Muriaé.

No dia 4 de outubro de 2014 o Nacional confirmou sua presença no hexagonal final do Campeonato Mineiro da segunda divisão ao vencer o Novo Esporte Ipatinga pelo placar de 1 x 0. O NAC tem pela frente no hexagonal final os seguintes times: Betinense, Funorte, CAP Uberlândia, Uberaba Sport, e Valeriodoce Esporte Clube.

No dia 30 de novembro de 2014 o Nacional venceu o Valeriodoce e garantiu acesso ao Módulo II do Mineiro na temporada 2015.

 

 

FONTES: Wikipédia – Diário Mercantil

 

Foto Rara, de 1958: Seleção Juiz-Forana, da Liga Desportiva de Juiz de Fora (MG)

Seleção de Juiz de Fora de 1958

Esquerda para direita: (em pé) Eurico Borges, Pedro, Pavio, Walter II, Gabriel, Joca e Timbinha.

(agachados) Maneco (Tupinambás), Douglas, Pirilo, Denoni e Rubens (Sport).

 

FONTES & FOTO:  Resgatando O Passado – A História de Juiz de Fora, de Maurício Lima Corrêa – Acervo Odoni Turolla – Blog Maria do Resguardo 

Foto Rara, de 1968: Esporte Clube Ribeiro Junqueira – Leopoldina (MG)

Esporte Clube Ribeiro Junqueira é uma agremiação do Município de Leopoldina (MG).  O ‘Dragão da Zona da Mata’ foi Fundado no dia 27 de agosto de 1911, como Ribeiro Junqueira Sport Club, em um dos salões do Gymnasio Leopoldinense, pelos professores: José Botelho Reis, Antônio Moura, João Trentino Ziller, Dr. Pedro Arantes e Milton Ramos Pinto, juntamente com Esdras Lintz, Vicenti Domenice e alguns alunos.

O 1º presidente foi José Botelho e o senador Ribeiro Junqueira o seu presidente de honra. Posteriormente o Prof. José Botelho Reis ocuparia a presidência de honra. Naquela época, era comum utilizar nomes de famílias para denominar um time, e para homenagear o Deputado Ribeiro Junqueira, os alunos do Gymnásio Leopoldinense assim nomearam o clube.

Logo após o primeiro jogo, o Diretor da escola chamou os jogadores para saber quem teve a ideia de colocar o nome de Ribeiro Junqueira no time. No colégio, as coisas eram severas e os alunos ficaram com medo da repreensão e castigo. Mas o diretor Dr. José Monteiro Ribeiro Junqueira havia gostado da escolha e até mesmo propôs ajuda, comprando uniformes e dando apoio para o time seguir em frente.

Uma reunião definiu as cores do time. Um dos fundadores se manifestou dizendo ter recebido de parentes um postal vindo da Itália, o qual trazia em sua ilustração principal o desenho do Estádio do Milan com seu escudo. Desta forma foi definido o uniforme e as cores do Ribeiro Junqueira Sport Club.

Título na Terceirona e o Vice na Segundona

Foi campeão do Campeonato Mineiro do Interior de 1969. O melhor momento da agremiação foi no final dos anos 80 e início dos anos 90, quando conquistou o Campeonato Mineiro da 3ª Divisão de 1989 e o vice-campeonato do Campeonato Mineiro da 2ª Divisão de 1990, conseguindo o acesso à Elite do Futebol Mineiro de 1991, quando acabou rebaixado e licenciando-se em seguida do profissionalismo.

Foi tetracampeão da Zona da Mata, Campeão da BR-116, Campeão Regional da Liga de Cataguases em 1984, Campeão Regional da Liga de Juiz de Fora em 1985, Tetracampeão da Liga Esportiva Leopoldinense entre 1983 e 1986.

Estádio Ronaldo Junqueira

Estádio Guanahyro Fraga Motta, conhecido como Ronaldo Junqueira, é um estádio de futebol localizado na cidade de Leopoldina, no estado de Minas Gerais e tem capacidade para 1.600 pessoas.

Celeiro de craques

Entre diversas revelações, o EC Ribeiro Junqueira lançou jogadores como Zequinha (ex-Flamengo e Seleção Brasielira)Othon Valentim (ex-Botafogo e Seleção Brasileira)Dirceu Pantera (ex-Cruzeiro)Elmo(também ex-Cruzeiro) e Elair (ex-Atlético-MG).

 

FONTES :

Página do Clube no Facebook

Diário Mercantil

Wikipédia

Site Terceiro Tempo

Jornal Leopoldinense

BOTELHO, Luiz Eugênio. O Futebol. Artigo publicado do livro E.C Ribeiro Junqueira, O eterno

Campeão de Joseph Capdeville Gribel. 1991, pag 103.

LACERDA, Glauquer Brito de. CD.ROM – E.C Ribeiro Junqueira. 1ª Edição.

NOGUEIRA, Natânia. História e ensino. Acesso em:  06/05/2010. < http://historiadoensino.blogspot.com/2008_05_01_archive.html>

GAZETA ESPORTIVA. História do Futebol. Acesso em: 06/05/2010. http://cgi.gazetaesportiva.net/historia/futebol/historia_do_futebol/abertura.htm

COSTA, Dalmo. O Futebol. Gazeta de Leopoldina de 20/01/1944.

Clube Atlético Montanhês – Barroso (MG): Fundado em 1958

O Clube Atlético Montanhês foi uma agremiação do Município de Barroso (MG). O Alvinegro Barrosense foi Fundado no domingo, do dia 02 de Março de 1958, remanescente do Barroso Futebol Clube, que no princípio dos anos 50 era rival do time do Vasquinho. A sua sede ficava Rua Antenor Cunha, nº 346, no Bairro Dr. José Guimarães, em Barroso.

Até então, o time profissional utilizava o campo da cidade de São João del-Rei,  quando em 1961 houve a doação do terreno em que foi construído o estádio Montanhês, palco de diversas partidas que fizeram o clube invicto. O Montanhês participou de diversos campeonatos na região e disputou com adversários memoráveis, como o Tupi de Juiz de Fora, o Sete de Setembro de Dores de Campos e o Atlético Mineiro Juvenil, tornando-se o primeiro clube barrosense a jogar no Estádio do Mineirão, em 20 de abril de 1974.

Neste período, destacava–se o desportista Luiz Raposa, cujos dribles chamaram atenção do técnico Bijú. Outro craque do alvinegro barrosense foi o Zezé do Ponto, que por mais de 15 anos disputou pelo clube. O clube participou de alguns campeonatos profissionais de Juiz de Fora, como em 1964, quando terminou na 9ª colocação.

Depois de 32 anos de história, o Montanhês pendurou as chuteiras. O estádio encerrou atividades e foi tomado pelo mato. Por mais de 16 anos tornou-se ponto de prostituição e drogas, restaram apenas os troféus, evidências da trajetória do clube barrosense. A torcida dos barrosenses torcem para que no futuro um Museu possa abrigar os troféus e a história do alvinegro barrosense.

 

FONTE: Barroso e Mídia – Diário Mercantil

Club Athletico São Paulo Gaz – bairro do Brás – São Paulo (SP)

O Club Athletico São Paulo Gaz foi fundado na data de 25 de maio de 1928, e era filiado a ACEA (Associação Commercial de Esportes Athleticos), da cidade de São Paulo.

Inicialmente sua sede se situou na Rua do Carmo, no Centro da cidade e, posteriormente, foi transferida para a Rua do Gazometro, 126, no bairro do Braz.

 

Os GAZISTAS, como eram conhecidos, possuíam estádio de futebol situado na Avenida do Estado, no bairro do Braz, o qual era mantido pela Companhia de Gaz de São Paulo.

O estádio foi inaugurado na data de 21 de maio de 1932. Nesse dia o São Paulo Gaz enfrentou a equipe do Club Athletico Britannia e venceu pelo placar de 4 a 0.

O árbitro foi o senhor Francisco Ganovez Sobrinho.

Os gols foram marcados por Edmundo, Cayuba, Moreno e Cesar, nessa sequência.

As equipes assim alinharam:

SÃO PAULO GAZ: Mathias, Orestes e Bertinelli. Josias, Cayuba e Edmeu. Edmundo, Victorino, Puttin, Cesar e Moreno.

BRITANNIA: Skinner, Lipdhim e Chitchester. Tairot, Pettigrew e Melvile. Toal, Hilton, Jamieson, Maclean e Dowaldsch.

OBS: A denominação Club Athletico São Paulo Gaz foi encontrada escrita dessa forma no Almanaque Esportivo Olympicus, do autor Tomaz Mazzoni, publicado no ano de 1943.

Entretanto, cumpre informar que, em todas as citações feitas a esse clube, encontradas nos diversos periódicos consultados, a denominação é São Paulo Gaz Futebol Clube.

Fontes: Diario Nacional, A Gazeta, Correio Paulistano e Almanaque Esportivo Olympicus, de Tomaz Mazzoni.