Data: 01 de maio de 1932 Local: Campo da Água Verde, em Curitiba - PR juvenil - Coritiba 4x1 Aquidaban 1º quadros - Ferroviário 5x0 Aquidaban 1º quadros - Coritiba 7x0 Olinda (Ponta Grossa) Fonte: Arquivos de Levi Mulford Chrestenzen
Festival Esportivo da Federação Paranaense de Desportos – 1932
Data: 18 de setembro de 1932 Local: Campo do Juvevê, em Curitiba - PR 1º jogo - Coritiba 1x0 Ferroviário 2º jogo - Palestra Itália 1x0 Atlético 3º jogo - Coritiba 1x0 Britânia Final - Coritiba 0x0 Palestra Itália (1x0 esc) Campeão - Coritiba Football Club (Curitiba) Fonte: Arquivos de Levi Mulford Chrestenzen
I Campeonato do Interior Paranaense – 1948
Equipes Participantes: - Associação Atlética Matarazzo (Jaguariaíva) - Associaçao Esportiva Jacarezinho (Jacarezinho) - Fanático Futebol Clube (Campo Largo) - Guarani Esporte Clube (Pnta Grossa) - Iraty Sport Club (Irati) - Matarazzo Futebol Clube (Antonina) - Rio Branco Sport Club (Paranaguá) - Sociedade Esportiva Fuganti (Londrina) Zona Centro 13.02.1948 Guarani 4x1 Iraty 20.02.1948 Iraty 2x2 Guarani 06.03.1948 Guarani 2x2 Matarazzo(J) 13.03.1948 Matarazzo(J) 0x0 Guarani (1x0 pro) Zona Norte 20.02.1948 Jacarezinho 3x0 Fuganti 06.03.1948 Fuganti 2x3 Jacarezinho Zona Sul 20.02.1948 Rio Branco 4x0 Fanático 13.03.1948 Fanático 1x2 Rio Branco 20.03.1948 Rio Branco 9x1 Matarazzo(A) 27.03.1948 Matarazzo(A) W0x0 Rio Branco Semi Final 03.04.1948 Matarazzo(A) 5x5 Jacarezinho 17.04.1948 Jacarezinho 7x2 Matarazzo(A) Final 24.04.1948 Matarazzo(J) 0x4 Jacarezinho 01.05.1948 Jacarezinho 7x1 Matarazzo(J) Campeã - Associação Esportiva Jacarezinho (Jacarezinho) Fonte: Arquivos de Levi Mulford Chrestenzen
Amistoso Estadual de 1937: Barra Mansa F.C. (RJ) 1 x 0 Seleção da LEALCA (RJ)




FONTE: Light (RJ)
Clube Atlético das Bandeiras (E.C. Sírio) – São Paulo (SP): Existiu entre 1942 a 1950

O Clube Atlético das Bandeiras foi uma agremiação da cidade de São Paulo (SP). Fundado no sábado do dia 14 de Julho de 1917, por libaneses e sírios com o nome de Sport Club Sírio. As suas cores: vermelha e branca.
Aliás, essa matéria conta parte da história do Sírio que não é encontrada, sequer, no site do próprio clube. A vida do Sírio transcorreu com os seus altos e baixos até o início de 1942. No entanto, os reflexos da Segunda Guerra Mundial chegou no Brasil. O governo de Getúlio Vargas rompeu relações diplomáticas com os países do eixo, Itália, Alemanha e Japão, em janeiro de 1942.
Depois desse ato, 19 navios brasileiros foram torpedeados no Atlântico, o que causou a morte de mais de 700 pessoas e fez com que Vargas se juntasse aos aliados na Segunda Guerra Mundial para se integrar à Aliança contra os totalitários.
Oficialmente, a portaria homologada no dia 11 de março de 1942, sob decreto lei de nº 4.166, determinava que os bens pertencentes a italianos, alemães e japoneses, tanto pessoas físicas quanto jurídicas, poderiam ser confiscados e empregados pelo governo brasileiro para compensar os prejuízos resultantes de atos de agressão praticados pelos países em guerra contra o Brasil. A maioria dos clubes de origem alemã e italiana no país alteraram o nome para não sofrerem confiscos.
Um mês antes do decreto lei, o Sport Club Sírio se antecipou e na segunda-feira, do dia 09 de Fevereiro de 1942, alterou o nome para Clube Atlético das Bandeiras. No jornal Correio Paulistano fez um resumo da mudança:
“Por determinação do Ministério Público, em face da nova legislação, o Sport Club Sírio, conforme deliberação do corpo de fundadores, reunido em assembléia geral extraordinária, mudou a sua denominação para Clube Atlético das Bandeiras. Obedecendo a determinação dos poderes públicos, o Sport Club Sírio, sendo uma sociedade esportiva essencialmente nacional, continuará, como até agora, incentivando o esporte, e sob a nova denominação de Clube Atlético das Bandeiras, permanecerá fiel ao ideal que sempre foi a razão da existência do Sport Club Sírio, que é a preparação da mocidade brasileira para a formação de um Brasil forte e glorioso“.
A sua Sede e a Praça de Esportes ficava na Rua Pedro Vicente, nº 421, no Bairro da Luz (na época: Ponte Pequena), na Zona Central de São Paulo (SP). Atualmente no local está instalado o Clube CMTC.
Com o novo nome, a sua 1ª aparição ocorreu no Torneio Início da Divisão Principal de 1942, organizado pelo Departamento Amador da Federação Paulista de Futebol.

Flâmula do Clube Atlético das Bandeiras
No domingo, do dia 26 de Abril de 1942, às 13h30, a competição transcorreu no campo da Associação Atlética Light & Power, na Avenida Presidente Wilson, s/n (com entrada também pela Avenida do Café, antiga Avenida do Estado), no Bairro da Mooca, em São Paulo. O torneio contou com a participação de nove equipes:
Associação Atlética Guanabara,
Associação Atlética Light & Power,
Clube Atlético das Bandeiras,
Clube Atlético Indiano,
Clube Esportivo América,
Esporte Clube Araguaia,
Grêmio Atlético Álvares Penteado,
Lapeaninho Futebol Clube,
Santo Amaro Futebol Clube.
No Campeonato Divisão Principal de Amadores de 1942, o Bandeiras terminou na 4ª colocação. Em 1943, ficou em 7º lugar; em 1944 terminou na 5ª posição; em 1945 acabou desclassificado terminando em 11º e último lugar; não participando das edições seguintes.
Se dentro de campo, deu uma esfriada, fora das quatro linhas o clube estava efervescente. Em 1949, com o apoio de um grupo de sócios abnegados, a diretoria ousou. Primeiro ao vender a sede da Ponte Pequena, com 45 mil metros quadrados, e depois as aquisições de diversos lotes de terreno no “Caminho do Aeroporto” com espaço suficiente para atender ao crescente número de associados.
As obras do primeiro prédio no novo endereço: da Avenida Indianópolis. O primeiro Plano Diretor, elaborado pelo arquiteto Ícaro de Castro Mello, com a participação de Roberto Burle Marx traçou a forma atual do Clube, na época apelidado de “A joia do Aeroporto”. Assim começou os primeiros dias de 1950. No meio das obras, o clube montou a sua Sede provisória na Avenida Washington Luís, nº 1.200 (no antigo Colônia), no Bairro de Santo Amaro, em São Paulo.
Para completar a metamorfose, a diretoria, em assembléia geral, na segunda-feira, do dia 30 de Janeiro de 1950, decidiu retomar a antiga nomenclatura, e a agremiação voltou a se chamar: Esporte Clube Sírio, que por sinal existe até os dias de hoje.
Dessa forma, por quase oito anos, foi colocado um ponto final no Clube Atlético das Bandeiras. O fato curioso e, no mínimo, estranho é que essa parte da história do Sírio sob o nome de Clube Atlético das Bandeiras não é mencionado na história disponibilizado no site do clube. Por quê? Só o clube para responder a esse mistério!
FONTES: Correio Paulistano – Esporte Clube Sírio – A Noite (RJ) – Jornal de Notícias (SP) – Mercado Livre
Íbis Futebol Clube (Íbis da Torre) – João Pessoa (PB): Fundado em 1952

O Íbis Futebol Clube (Íbis da Torre) é uma agremiação da cidade de João Pessoa (PB). A história do clube começou na segunda-feira, por volta das 20 horas de uma noite bastante significativa para os moradores do Bairro da Torre, no dia 05 de Maio de 1952, em uma modesta residência de nº 955, localizada na antiga Rua Adolfo Cirne, hoje, Beira Rio, nasceu o querido e aguerrido Íbis Futebol Clube, o “Pássaro Preto da Torrelândia“.
Primeira Diretoria
Os jovens, Osvaldo Canuto, proprietário da casa citada acima, fundador e 1º Presidente; João Gomes Damásio, 1º Secretário; José Bezerra Finizola, Tesoureiro; Afonso Alves, Diretor de Esportes; e os Conselheiros José Paulo, Evandro Chaves e Francisco de Assis Dourado;formaram a 1ª Diretoria que muito contribuiu com o nosso futebol.
Descrição do Uniforme e escudo
Com meias rubro-negras, calção branco ou preto, camisas nas cores vermelha e preta em faixas diagonais, aqueles fundadores puseram como escudo o desenho de um pássaro todo preto conhecido como Íbis, ave essa que foi objeto de veneração religiosa pelos povos do antigo Egito. Aliás, na cidade do Recife (PE), existe um clube fundado antes do Íbis da Torre com o mesmo nome e escudo.
História no futebol paraibano
Essa agremiação que vem atravessando décadas ajudando na formação e disciplina de jovens garotos, estreou nos gramados goleando o esquadrão do Sá Andrade Esporte Clube, por 6 a 1, com gols marcados por Airton e Gogóia (ambos dois tentos), Curica e Afonso, um gol cada.
Vice-campeão Paraibano de 1958
Muita gente não sabe, mas o Íbis da Torre disputou por três anos seguidos o Campeonato Paraibano de profissionais, nos anos de 1958, 1959 e 1960, sendo vice-campeão em 1958, quando foi derrotado na final pelo Auto Esporte Clube. Na década de 60 o time priorizou as suas tradicionais categorias de base, que sempre formou grandes promessas para o nosso futebol, se afastando das competições profissionais, organizada pela Federação Paraibana de Futebol (FPF).
Títulos
Essas promessas, inclusive, conquistaram duas competições, invictos no ano de 1965, o campeonato amador e o denominado de misto, por permitir a inscrição de cinco jogadores profissionais reforçando o quadro de aspirantes. Ser titular no quadro do Íbis era sinônimo de ser ‘bom de bola’ e currículo para um dia vestir uma camisa de um time maior.
Craques revelados no Íbis da Torre
Quem não se lembra do famoso Zé do Figo, que jogou em grandes times do Estado. Do grande Miruca, que jogou no Treze de Campina Grande, no Clube Náutico Capibaribe, do Recife e no time do São Paulo Futebol Clube. Do meio campista Chocolate, que quando se profissionalizou foi para o Botafogo. E do cabeludo Odon, jogador que foi ídolo por muitos anos do Botafogo (PB) e pretendido pelos grandes do Sul Maravilha. Esses atletas citados começaram as suas respectivas carreiras defendendo as cores rubro-negras do “Pássaro Preto da Torrelândia“.

Clube vive uma realidade precária
Infelizmente, hoje no tradicional bairro da Torre não existe mais campos de futebol, a própria Sede do clube foi desativada (na Rua Dep. Odon Bezerra, nº 580, Torre (atual: Tambiá), em João Pessoa), funcionando provisoriamente e precariamente em um cômodo de uma casa no Bairro de Mangabeira, graças a um ex-atleta que vestiu a sua camisa na década de 60 e, no início da década de 70 ingressou na diretoria sendo presidente por várias vezes e anos.
Seu nome, José Dimas Medeiros, um abnegado professor de matemática e eterno presidente que guarda com carinho e devoção o acervo do clube, comentando com saudosismo e tristeza os anos de glória do Íbis. Aos 74 anos de idade, ele fala com uma certa mágoa da falta de políticas públicas eficientes em prol dos clubes amadores. Mesmo com toda essa dificuldade ele ainda consegue fazer o clube disputar o Campeonato Paraibano, na categoria Sub-20 e sonha com a volta por cima da agremiação.
FONTE: “Causos & Lendas do nosso futebol”, escrito pelo jornalista Francisco Di Lorenzo Serpa, do Jornal A União (11/07/2015)
Onze Esporte Clube Recreativo – João Pessoa (PB): Uma edição na Segundona Estadual de 1969
O Onze Esporte Clube Recreativo é uma agremiação da cidade de João Pessoa (PB). O Alvirrubro foi Fundado no Sábado, do dia 06 de Julho de 1935. A sua Sede e o Estádio Agostinho Tomas de Oliveira, ficam localizados na Rua Dezenove de Março, nº 311, no Bairro do Roger, em João Pessoa.

Vista de cima do Estádio Agostinho Tomas de Oliveira
Na esfera profissional, o Onze Esporte Clube Recreativo teve uma participação no Campeonato Paraibano da Segunda Divisão de 1969, organizado pela Federação Paraibana de Futebol (PB). Após a experiência o clube retornou as disputas amadoras! Nos dias atuais, a sede e o campo ainda existe, porém sem relatos de que o clube ainda dispute competições municipais.

Onze ajudou a funda a Federação de Atletismo
A Federação Paraibana de Atletismo foi fundada no dia 30 de gosto de 1978, em reunião ocorrida na Federação Paraibana de Futebol, contando com a participação dos representantes dos clubes esportivos: Onze Esporte Clube Recreativo, Íbis Futebol Clube, Estrela do Mar Esporte Clube, Botafogo Futebol Clube, Esporte Clube Cabo Branco, Esporte Clube Cabo Branco, Guarani Esporte Clube Recreativo, Sociedade Esportiva Estudante, Associação Atlética Acadêmica e Campinense Clube.



FONTES: Google Maps – Empresas do Brasil – Rsss Brasil – Federação Paraibana de Atletismo

