Arquivo da categoria: Brasil

River Futebol Clube – Capital (RJ)

 

O River Futebol Clube (escudo atual acima) foi Fundado no dia 23 de junho de 1914. A ideia nasceu de antigos alunos do Colégio Salesiano, de Santa Rosa, em Niterói, que depois de fundarem sua Associação Atlética River São Bento, estenderam seu entusiasmo à criação de um clube, para a prática de futebol, então emergente. Logo depois foi rebatizado, passando a se chama River F.C..

Mas se o futebol era a meta dos fundadores, o Clube necessitava de um campo (nessa época ainda não se pensava em Estádios). Foi então que alugaram um terreno na Rua Dona Maria (atual João Pinheiro) onde situa a sede atual.

Era o local destinado à sede social e à Praça de Esportes. Fato importante é que tudo isto só foi possível graças aos esforços e auxílio de um associado: o Dr. Paulo de Frontim. Imediatamente se iniciaram as obras de terraplanagem, pois o terreno do meio para o fim era bastante pantanoso.

 O crescimento do River F. C. foi vertiginoso e o futebol era a mola propulsora, embora progredisse bastante a parte social. Em 1920 na Liga Metropolitana de Desportos Terrestres (LMDT), o River iniciou sua jornada de disputas oficiais de campeonatos de futebol.

Em 27 de junho de 1939, notícias davam conta da situação difícil, por que atravessava o River, o que motivou a demissão do seu Presidente, Sr. João Machado. O futebol começava a sair dos planos do River.

Depois de um período obscuro, onde esteve em jogo à sobrevivência do clube, assumiu sua presidência o Sr. Luiz Gama filho (criador da Universidade Gama Filho), apontado como a Tábua de salvação.

O River F.C. comemorava 30 anos de fundação e Gama Filho declarava que iria dançar a valsa, na sua nova sede e que o time iria disputar o campeonato da Divisão Principal, do futebol carioca. Nessa época, Luiz Gama Filho já era Vereador do Rio de Janeiro.

Em 1957 a Imprensa noticiava o grande momento do River F. C. Era Presidente o Sr. Jeovah Dias Oliveira em substituição ao Ministro Gama Filho, que se licenciará para atender a múltiplos afazeres de sua vida pública, quando foi anunciada a conquista definitiva do Terreno, para construção da Sede e da Praça de Esportes.

Se o River iniciou sua trajetória no futebol suburbano com uma vitória de 12 X 1 sobre o Sport Club, a sua despedida das disputas se deu com uma derrota para Vasco da Gama, por 4 a 1. Terminava ai o que parecia ter sido a motivada criação do River: jogar futebol.

Novo destino aguardava a agremiação da Rua João Pinheiro, hoje mais voltada para outros esportes e programação social, onde tem conquistado outras glórias.

Com o fim do Departamento de Esporte, o clube resolveu investir na área social, alugando suas dependências para shows. Já passaram pelo Clube, várias cantores famosos como: Elimar Santos, Alcione, Zeca Pagodinho, Jorge Aragão, entre outros.

Como o número de sócios diminuiu nos últimos anos, o clube foi obrigado a buscar novas fontes de receita. Há cerca de cinco anos, começos a alugar espaços em suas dependências para o comércio. A iniciativa acabou dando certo e atraindo os moradores da área.

 Fonte: Site do River Futebol Clube

Pavunense Futebol Clube – Capital (RJ)

O Pavunense Futebol Clube (novo escudo acima) foi Fundado no dia 19 de Agosto de 1923. Localizado na Avenida Sargento de Milícias, 885 – Bairro da Pavuna – Rio de Janeiro (RJ), onde há a sua Sede e o estádio Arnaldo de Sá Mota.

 O Pavunense foi campeão do Departamento Autônomo em 1971 e 1982 tendo como artilheiro o atacante Corrêa. Em 1989, o Pavunense resolveu se aventura no profissionalismo ao disputar o Campeonato Carioca da Terceira Divisão. O time terminou na sexta colocação do seu grupo, não se classificando para a fase final. 

Em 1990, volta a disputar a mesma divisão com uma campanha bem melhor. É o líder na primeira fase, classificando-se, mas na fase final fica em quarto lugar. Em 1991, a antiga Terceira Divisão torna-se Segunda com a criação do Módulo “B” da Primeira Divisão. O Pavunense classifica-se em primeiro em seu grupo na fase inicial do campeonato, mas fica apenas em quarto lugar na classificação final. 

Em 1992, na Segunda Divisão, é terceiro em seu grupo, classificando-se para a segunda fase. Nesta, classifica-se em segundo lugar e vai para a fase final do certame quando acaba eliminado em terceiro lugar.

 Em 1993, se licencia das competições profissionais, voltando no ano seguinte na mesma Segunda Divisão. Em 1994, é eliminado na primeira fase da competição ao ficar apenas em sétimo em seu grupo.

 Advém um longo período de inatividade de seu departamento de futebol profissional. A agremiação revelou nomes de vulto para o futebol como Osmar Guarneli, Manguito, Juari, Ney Conceição, João Paulo (ex-Santos Futebol Clube e Clube de Regatas Flamengo), Corrêa artilheiro da conquista de 1971, Miguel, China, André Gomes, Luiz Henrique, Luiz Guilherme, Léo Fortunato e Tiago Rocha de Souza, conhecido como Zetti, ex-Metropolitano de Santa Catarina.

Corinthians Meritiense Futebol Clube – São João de Meriti (RJ)

 

O Corinthians Meritiense Futebol Clube é uma agremiação do município de São João de Meriti, na Baixada Fluminense (RJ). Presidido por José Amaro Peçanha Machado, o ‘Timão da Baixada’ foi Fundado no dia 5 de Abril de 1990.

 O Corinthians Meritiense disputa os campeonatos da Liga de Desportos de Nova Iguaçu e da Liga Independente de São João de Meriti. Localizado no bairro de Éden, o sonho do presidente Peçanha Machado é tornar o clube numa filial do Corinthians Paulista futuramente.

Um feito insuperável

Hoje em dia divulga-se muito a porcentagem de aproveitamento de um clube dentro e fora de casa, em uma competição.

Passam-se algumas rodadas e já se percebe que nenhum dos participantes está mais com 100% de aproveitamento, mesmo em jogos efetuados em seus domínios.

Quando um time sustenta a totalidade dos pontos ganhos, em casa ou fora de seu reduto, tem-se como certo que esse é um clube grande, jamais intermediário ou pequeno.

Mas houve uma vez, ou pelo menos uma vez, em que um clube incipiente em termos de Paulistão – era o seu quarto ano seguido de presença na divisão principal do certame bandeirante e do bloco dos meros coadjuvantes – se agigantou e foi protagonista de um feito inigualável para os seus padrões.

Foi no Campeonato Paulista de 1959, e tratou-se da Associação Ferroviária de Esportes, que venceu 12 vezes seguidas em seu estádio (Dr. Adhemar Pereira de Barros, mais divulgado como Fonte Luminosa). Toda essa dúzia de jogos valendo pelo difícil Campeonato Paulista.

A série foi iniciada justamente na primeira rodada do campeonato, em 24 de maio de 1959, contra o C.A. Juventus, e prolongou-se até 15 de novembro, quando a Ferrinha recebeu o Palmeiras e foi abatida por 3 a 0.

Antes disso, porém, transcorreu quase toda a temporada oficial sem que a Ferrinha conhecesse, na Fonte, o dissabor de um revés ou mesmo de um empate. Doze jogos, doze vitórias. E vitórias maiúsculas, contra times do porte de um Corinthians e de uma Portuguesa (quando esta era respeitada como clube grande), ambos derrotados por diferença de dois gols.

Não era apenas obtenção de vitórias; o que mais impressionava era ver o futebol maiúsculo exibido pelos comandados de José Guillermo Agnelli.

Foi tamanho o sucesso grená em 1959, que logo no primeiro semestre do ano subsequente ela empreendia a sua primeira excursão ao exterior, por gramados lusos e espanhóis, além de campos – nem sempre gramados – da África portuguesa.

Um feito extraordinário, fantástico, que muito provavelmente jamais será superado ou mesmo igualado, e que por isso mesmo merece ocupar este espaço precioso com a divulgação das fichas técnicas dos 12 jogos vencidos pela Ferroviária, consecutivamente, em seu estádio, no ano de 1959, pelo certame bandeirante.

1ª vitória – Ferroviária 3 x 0 Juventus

14.05.1959, domingo (tarde); Árbitro: Antônio Musitano; Renda: Cr$ 74.650,00; Gols: Amaral (pênalti), 17 e Baiano, 43 do 1º; Benny, 40 do 2º; AFE: Rosan; Ismael e Antoninho; Dirceu, Rodrigues e Osni; Amaral, Cardoso, Baiano, Nei e Benny; Juventus: Claudinei; Julinho e Homero; Cássio, Clóvis e Pando; Zeola, Palico, Baltazar, Buzzone e Rodrigues

2ª vitória – Ferroviária 2 x 0 Jabaquara

Equipe da AFE contra o Jabaquara, de pé: Rosan, Ismael, Antoninho, Dirceu, Rodrigues e Osni; agachados: Amaral, Baiano, Ney, Bazani e Beni. (Arquivo O Imparcial)

07.06.1959, domingo (tarde); Árbitro: Anacleto Pietrobon; Renda: Cr$ 86.075,00; Gols: Baiano, 28 do 1º e 12 do 2º; AFE: Rosan; Ismael e Antoninho; Dirceu, Rodrigues e Osni; Amaral, Baiano, Nei, Bazzani e Benny; Jabaquara: Barbosinha; Macedo e Sarno; Darci, Miguel e Ivan; Jorge, Luiz, Vasconcelos, Bugre e Carlinhos

3ª vitória – Ferroviária 4 x 2 Portuguesa

Equipe da AFE contra a Portuguesa, de pé: Rosan, Ismael, Antoninho, Dirceu, Rodrigues e Osni; agachados: Capelosa, Ney, Baiano, Bazani e Beni. (Arquivo O Imparcial)

21.06.1959, domingo (tarde); Árbitro: Francisco Moreno; Renda: Cr$ 209.850,00; Gols AFE: Nei, 32 do 1º; Bazzani, 19 e 35, e Capeloza, 43 do 2º; Gols Lusa: Ocimar, 19 do 1º e Servílio, 15 do 2º; AFE: Rosan; Ismael, Antoninho e Osni; Dirceu e Rodrigues; Capeloza, Nei, Baiano, Bazzani e Benny; Portuguesa: Carlos Alberto; Mário Ferreira, Ditão e Juths; Hermínio e Vilela; Ocimar, Didi, Servílio, Zé Carlos e Raul Klein

4ª vitória – Ferroviária 2 x 0 Noroeste

05.07.1959, domingo (tarde); Árbitro: Dino Pasini; Renda: Cr$ 84.600,00; Gols: Bazzani, 37 do 1º e Dirceu, 35 do 2º; AFE: Rosan; Ismael e Antoninho; Dirceu, Rodrigues e Cardarelli; Amaral, Nei, Baiano, Bazzani e Benny; Noroeste: Julião; Pedro e Zarrir; Diógenes, Gaspar e Nelsinho; Batista, Edir, Marinho, Fernando e Ismar

5ª vitória – Ferroviária 1 x 0 Botafogo-RP

26.07.1959, domingo (tarde); Árbitro: Francisco Moreno; Renda: Cr$ 164.850,00; Gol: Amaral, 4 do 1º; AFE: Rosan; Ismael e Antoninho; Dirceu, Rodrigues e Cardarelli; Amaral, Baiano, Nei, Bazzani e Benny; Botafogo: Machado; Egídio e Benedito Julião; Hugo, Antônio Julião e Gil; Antoninho, Laerte, Silva, Mário e Dodô. Obs.: O encontro entre essas duas agremiações passou a ser chamado “Clássico Bota-Ferro”, do interior.

6ª vitória – Ferroviária 1 x 0 Ponte Preta

13.08.1959, quinta-feira (noite); Árbitro: Pedro Calil; Renda: Cr$ 113.400,00; Gol: Nei, 12 do 1º; AFE: Rosan; Porunga e Antoninho; Dirceu, Rodrigues e Cardarelli; Baiano, Cardoso, Nei, Dudu e Benny; Ponte Preta: Nino; Pirani, Derem e Carlito Roberto; Pitico e Carlinhos; Nivaldo, Wilse, Paulinho, Gamba e Jansen; Obs.: Nei, da AFE, perdeu um pênalti aos 27 do 2º.

7ª vitória – Ferroviária 4 x 2 Taubaté

26.08.1959, quarta-feira (noite); Árbitro: Telêmaco Pompeu; Renda: Cr$ 170.900,00; Gols AFE: Bazzani, 28 do 1º; Rubens (contra), 13, Baiano, 35 e Bazzani, 41 do 2º; Gols Taubaté: Renatinho, 6 e Gardel, 31 do 1º; AFE: Rosan; Elcias e Antoninho; Dirceu, Rodrigues e Cardarelli; Dudu, Baiano, Nei, Bazzani e Benny; Taubaté: Rossi; Mexicano, Rubens e Zé Carlos; Gardel e Celso; Evaldo, Renatinho, Tec, Ivan e Valter Prado

8ª vitória – Ferroviária 5 x 1 Portuguesa Santista

17.09.1959, quinta-feira (noite); Árbitro: Stefan Walter Glanz; Renda: Cr$ 125.925,00; Gols AFE: Bazzani, 40” e Nei, 7 do 1º; Raul (contra), 13, Dirceu, 22 e Nei, 25 do 2º; Gol Port. Sant.: Edemir, 19 do 1º; AFE: Rosan; Porunga e Antoninho; Dirceu, Rodrigues e Cardarelli; Amaral, Cardoso, Nei, Bazzani e Benny; Portuguesa Santista: Aparecido; Pixu, Raul e Henrique; Clóvis e Jorge; Bota, Edemir, Grilo, Perinho e Valdo

9ª vitória – Ferroviária 3 x 1 Corinthians

27.09.1959, domingo (tarde); Árbitro: Francisco Moreno; Renda: Cr$ 583.650,00 (recorde na Fonte); Gols AFE: Cardoso, 23 e Bazzani, 38 do 1º; Benny, 40 do 2º; Gol Corinthians: Miranda, 9 do 2º; Expulsão: Rafael (Cor.), 42 do 2º; AFE: Rosan; Porunga e Antoninho; Dirceu, Rodrigues e Cardarelli; Amaral, Cardoso, Nei, Bazzani e Benny; Corinthians: Gilmar; Benedito e Oreco; Valmir, Goiano e Roberto Belangero; Miranda, Joãozinho, Joaquinzinho, Rafael e Tite

10ª vitória – Ferroviária 2 x 0 XV de Piracicaba

08.10.1959, quinta-feira (noite); Árbitro: Casemiro Gomes; Renda: Cr$ 105.465,00; Gols: Amaral, 90” do 1º e Cardoso, 19 do 2º; AFE: Rosan; Porunga e Antoninho; Dirceu, Rodrigues e Cardarelli; Amaral, Cardoso, Nei, Bazzani e Benny; XV de Piracicaba: Orlando; Clélio, Cardinalli e Dema; Biguá e Drace; Alfredinho, Nilo, Oraci, Pita e Nelsinho

11ª vitória – Ferroviária 5 x 1 Comercial-RP

22.10.1959, quinta-feira (noite); Árbitro: Olten Aires de Abreu; Renda: Cr$ 125.300,00; Gols AFE: Benny, 7 e Cardoso, 10 do 1º; Cardoso, 18, Baiano, 30 e Nei (pênalti), 45 do 2º; Gol Comercial-RP: Carlos César, 17 do 2º; AFE: Rosan; Porunga e Antoninho; Dirceu, Rodrigues e Cardarelli; Baiano, Cardoso, Nei, Bazzani e Benny; Comercial-RP: Paulo; Arruda, Valdemar e Toninho; Parracho e Vastinho; Noca, Almeida, Gato, Lero e Carlos César

12ª vitória – Ferroviária 3 x 2 Comercial-SP

08.11.1959, domingo (tarde); Árbitro: Antônio Musitano; Renda: Cr$ 84.225,00; Gols AFE: Benny, 15 do 1º; Savério (contra), 24 e Cardoso, 40 do 2º; Gols Comercial-SP: Tantos, 29 do 1º e Osvaldo, 13 do 2º; AFE: Rosan; Ismael e Antoninho; Dirceu, Rodrigues e Osni; Dudu, Cardoso, Nei, Bazzani e Benny; Comercial-SP: Nivaldo; Diógenes, Savério e Alan; Maurinho e Rubens de Almeida; Tantos, Orlando, Alvacir, Mituca e Osvaldo; Obs.: Algumas garrafas foram atiradas em um dos bandeirinhas. O estádio da Fonte foi interditado e a AFE teve de atuar no Estádio Municipal de Araraquara, contra o América de Rio Preto.

 

Nessas 12 vitórias seguidas na Fonte Luminosa, pelo certame paulista de 1959, a Ferroviária assinalou 35 gols e sofreu apenas 9.

O quadro afeano perdeu a invencibilidade em casa no 13º jogo, ao enfrentar o Palmeiras (que viria a ser o supercampeão paulista), pela contagem de 3 a 0. Mas no jogo seguinte em casa, realizado no Estádio Municipal pela interdição do estádio da Fonte, a Ferroviária aniquilou o América de Rio Preto, ao abatê-lo pelo dilatado marcador de 7 a 1, em 19 de novembro.

No dia 29 de novembro, a Ferroviária decepcionou a sua torcida ao empatar em Araraquara com o Nacional da Capital, um dos times mais fracos da competição; resultado: 1 a 1.

No dia 6 de dezembro, a esquadra avinhada do Interior recebeu o Santos, fez 1 a 0 mas não resistiu ao poderio de Pelé e companhia, perdendo de goleada: 5 a 2.

Em 20 de dezembro, uma vitória sem brilho contra o XV de Jaú, por 3 a 2; mas três dias depois, triunfo expressivo sobre o Guarani, 3 a 0.

E no dia 27 de dezembro, despedindo-se de sua torcida, a Ferroviária perdeu para o São Paulo por 1 a 0.

Foram 19 partidas em Araraquara, com 15 vitórias, 1 empate e 3 derrotas (para os três times mais fortes do certame: Palmeiras, Santos e São Paulo). Os grenás assinalaram 51 gols na presença de seus torcedores, sofrendo 22. Uma campanha de clube grande, marcando o início de destacadas presenças na Primeira Divisão do Campeonato Paulista.

Atrás apenas de Palmeiras e Santos, que terminaram juntos na primeira colocação e decidiram o certame em três partidas extras, a Ferroviária terminou em terceiro lugar, ao lado do São Paulo FC.

Fontes:
Tópicos do Passado da AFE (Prof. Antônio Jorge Moreira);
O Caminho da Bola, Rubens Ribeiro/FPF;
Arquivo pessoal
Texto: Vicente Henrique Baroffaldi
Edição: Paulo Luís Micali

Bangu Atlético Clube – Santa Luzia (MG)

O Bangu Atlético Clube é uma agremiação do município de Santa Luzia (MG). O clube foi Fundado no dia 21 de Abril de 1954, pelo Sr. Santos Forneris.

A sua Sede fica localizado na Rua Baldim, n° 545, na Praça de Esportes, em Rio das Velhas, em Santa Luzia (MG). No seu estádio “Praça de Esportes Bangu Atlético Clube”, há Iluminação.

A semelhança como o homônimo famoso do Rio não se limita ao nome. O escudo é parecido com o outro modelo do distintivo do clube de Moça Bonita nos anos 50-60. A mascote também é idêntica aos Mulatinhos Rosados: Castor.