Arquivo da categoria: Escudos

Associação Desportiva Cearense (CE): Existiu entre 1920 a 1941

Entre 1920 a 1926

 

A Associação dos Desportos Cearense (ou ‘do Ceará’) – A.D.C., foi Fundada no dia 23 de março de 1920, substituindo a Liga. A entidade máxima do futebol do Ceará existiu por duas décadas até o dia 11 de julho de 1941, quando mudou a sua nomenclatura para Federação Cearense de Desportos (FCD), por decreto do então presidente da República Getúlio Vargas.

Uniforme e escudo: 1939

A entidade comandou as diretrizes do futebol por 31 anos. Então, no dia 22 de novembro de 1972, deu origem a atual Federação Cearense de Futebol (FCF)  com o desmembramento em várias federações correspondentes aos variados esportes cobertos pela FCD.

 

Fontes: Wikipédia – Nirez de Azevedo, Escritor e Pesquisador do “História do Campeonato Cearense de Futebol”

Fotos de equipes mineiras entre 1914 e 1932

A seguir, algumas fotos de equipes mineiras, sobretudo de BH e região, publicadas em revistas da capital mineira. Estas revistas estão disponíveis na Coleção Revistas Diversas no site do Arquivo Público da Cidade de Belo Horizonte.

Para ver as imagens em tamanho completo, basta clicar em cada imagem.

Atlético Mineiro x Morro Velho, partida disputada em 29 de março de 1914. Revista Vita ed. 11, 20 de abril de 1914.

Democrata Foot-Ball Club, Leopoldina-MG. Revista Vita ed. 11, 20 de abril de 1914.

Mar de Hespanha Foot-Ball Club, Mar de Espanha-MG. Revista A Vida de Minas ed. 3, 15 de agosto de 1915.

Primeiro time do América Futebol Clube. Revista A Vida de Minas ed. 4, 1 de setembro de 1915.

Primeiro team do Yale Athletic Club. Revista A Vida de Minas ed. 4, 1 de setembro de 1915.

 

Amistoso entre Atlético Mineiro e Granbery em 7 de setembro de 1915. Revista A Vida de Minas ed. 5-6, 30 de setembro de 1915.

 

Amistoso entre América e Morro Velho em 1 de novembro de 1915. Revista A Vida de Minas ed. 8, 10 de novembro de 1915.

 

Amistoso entre América e Tiradentes Foot-Ball Club, de Ouro Preto, em 30 de abril de 1916. Revista A Vida de Minas ed. 19, 15 de maio de 1916.

 

América Futebol Clube de Alfenas e Varginha Sport Club, amistoso de março de 1916. Revista A Vida de Minas ed. 24, 1 de setembro de 1916.

Primeiros times de América e Atlético. Revista A Vida de Minas ed. 25, 30 de setembro de 1916.

Segundos times de América e Atlético. Revista A Vida de Minas ed. 25, 30 de setembro de 1916.

Notas sobre a Liga Mineira de Desportos Terrestres e um amistoso entre América e Villa Nova. Revista Tank nº 7, fevereiro de 1919.

Festival de aniversário de 11 anos do Alves Nogueira Football Club. Revista Semana Illustrada nº 35, 28 de janeiro de 1928.

Torcedoras e escudo do Sport Club Minas-Rio. Revista Semana Illustrada nº 35, 28 de janeiro de 1928.

 

Bandeira do América em festa do clube. Revista Semana Illustrada nº 44-45, 14 de abril de 1928.

Equipes participando do Torneio Início de 1928: América, Guarany, Palestra Itália, Villa Nova, Calafate, Atlético e Syrio Horizontino.

Equipes do Alves Nogueira, Sport Club Calafate, Guarany e Palmeiras. Revista Semana Illustrada nº 46, 21 de abril de 1928.

Reportagem sobre a derrota da seleção mineira para a seleção fluminense no Campeonato Brasileiro de Seleções. Revista Semana Illustrada nº 72-73, 10 de novembro de 1928.

Algumas equipes disputantes do Campeonato de 1928: Calafate, Atlético, América e Palestra Itália. Revista Semana Illustrada nº 76-77, dezembro de 1928.

Festival envolvendo o América, o Palestra Itália, o Sete de Setembro (juvenil) e o Industrial Foot-Ball Club. Revista Silhueta nº 1, março de 1932.

Equipes participando do Torneio Início da AMEG (Associação Mineira de Esportes Geraes) de 1932. Participantes por ordem alfabética: América Futebol Clube, Auri-Verde Football Club, Companhia Industrial Football Club, Grêmio Ludopédio Calafate, Pedro Leopoldo Futebol Clube, Sociedade Sportiva Palestra Italia, Sport Club Brasil, Sport Club Mineiro, Tupynambás Football Club, Vasco da Gama Football Club, Vespasiano Esporte Clube e Villa Nova Atlético Clube. Revista Silhueta nº 3, maio de 1932.

Vasquinho Football Club – Rio de Janeiro (RJ)

O Vasquinho Football Club foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ).  Surgiu na década de 20, e, tinha a sua Sede na Avenida Suburbana, 2.305 – no Bairro de Del Castilho – Rio de Janeiro (RJ). Já o seu campo ficava na Rua Cantilda Maciel, s/n, no Bairro da Abolição – Rio de Janeiro (RJ).

Presidido por Bernardino de Souza Gonçalves, o clube participava dos festivais (torneios) e na década de 30, se filiou a Sub-Liga da Liga Metropolitana, onde disputou a Segunda Divisão, mas sem nenhum destaque.

Nesse período, buscando o apoio do comércio da Abolição, em setembro de 1933 o vice-presidente do Vasquinho F.C., Antonio Nunes Lopes ventilou a possibilidade de fusão com o S.C. Agryppus (no qual o dirigente também era sócio) para os redatores do Jornal dos Sports (JS). Contudo, o dirigente recebeu duras criticas do próprio clube e também não obteve eco no S.C. Agryppus. Consequentemente a fusão foi deixada de lado.

 

Vasquinho e SC Agryppus se fundem e surge: Sport Club Abolição  

Contudo, 17 meses depois, mais precisamente no dia 07 de Março de 1935, o Vasquinho Football Club se fundiu com o Sport Club Agryppus, dando origem o Sport Club Abolição. Na época o JS assim descreveu na sua página esse momento:

Os dois grêmios de maior destaque no populoso bairro da Abolição vão se fundir: o S.C. Agryppus e o Vasquinho F. Club. Para o aludido fim estão marcadas para hoje assembleias em ambos os grêmios em 1ª e 2ª convocação às 20 e 21 horas respectivamente. Em consequência surgirá nova agremiação sportiva que terá a denominação de S.C. Abolição, a qual terá o apoio de todo o comércio local. Depois da fusão o campo do Vasquinho passará por importantes melhoramentos, assim como será no mesmo feita moderna instalação electrica. A Sede do Agryppus será ampliada com a demolição de algumas paredes. O novo club, portanto, ficará completamente aparelhado“.

 

Time-base de 1931: Cláudio; Álvaro e Severo; Pedro, Ataliba e Oliveira; Zeca, Nene, Mário, China e Dilazio. Reservas: Morozinho e Proprato.

Time-base de 1933: Soares; Álvaro e Severo; Ataliba, Mario Pinho e Fidalgo; Maneco, Bruno, Gradim, Waldemar e Orlando.

 

Fonte: Jornal dos Sports

Triângulo Azul Futebol Clube – Rio de Janeiro (RJ): Fundado em 1923

Muitas histórias são perdidas com o passar do tempo. A grande maioria que encontramos com facilidade são dos grandes vencedores. Contudo, aquelas que contribuíram de forma modesta, em muitos dos casos como meros figurantes desaparecem. Essas histórias merecem serem resgatadas mesmo que seja por meras duas ou três linhas.

Um delas é o Triângulo Azul Futebol Clube. A equipe alvianil foi Fundado no dia 27 de Novembro de 1923, e, tinha a sua Sede e campo, localizado na Rua Barão de Itapagipe, 109 a 123, no Bairro do Rio Comprido, na cidade do Rio de Janeiro (RJ).

Ao longo da sua história, o Triangulo Azul FC enfrentou equipes que estiveram na elite do futebol carioca, como: Jequié F.C.; Magno FC; Esperança FC e Rio São Paulo FC (no qual venceu por 4 a 2, em 1932).

Nos seus três primeiros anos, o clube participava de festivais (torneios). Então, o Triângulo Azul FC, juntamente com o Barroso FC, Rio Cricket, Silva Manoel AC, SC Luziadas, Nacional FC e Pelotas FC realizaram uma reunião às 21 horas, no dia 08 de Junho de 1927, onde fundaram a Liga Sportiva de Amadores (LSA). José Luiz Cutilato, representante do Triângulo Azul FC, foi decisivo ao indicar o primeiro presidente da LSA, Adelino A. Castro. Três anos depois o time alvianil se filou a Liga Graphica de Sports (LGS), em 1930. Já no ano seguinte (1931), ingressou na Segunda Divisão da AMEA (Associação Metropolitana de Esportes Athleticos).

Time-base de 1925: Pinto; Luiz e Hernany (Corta Sacco); Pires (Paulino), Feitiço e Ataliba (Pedro); Nini (Procópio), Pedro (Pêda), Álvaro (Zezé), Eduardo e Jacaré.

Time-base de 1927: Itália; Luiz e João; Rubens, Raul e Miúdo; Ricardo, Humberto, Mineiro, Jacintho e Motta.

Time-base de 1932: Rosa Branca; Joãosinho e Padinha; Nove, Hermiulo e Rubens; Macedo, Fernandes, Juca, Alvinho e João.

 

PS: Nesse período havia um grupo cristão chamado ‘Triângulo Azul’, mas não encontrei nenhum link que interligasse o clube a entidade religiosa.

  

Fontes: O Imparcial – A Noite – A Batalha – Jornal dos Sports.

Maringá Cidade Canção F.C. – Maringá (PR) – Uma ideia que não foi muito boa.

 

O Maringá Cidade Canção Futebol Clube ou  Galo do Norte foi uma agremiação de futebol fundada em 17/08/2009 na cidade de Maringá(PR). Teve vida efêmera, pois disputou apenas uma campeonato, o Campeonato Paranaense Sub-20 de 2009.

A história dessa equipe é curta e cômica. A equipe na verdade era a Associação Esportiva Recreativa Engenheiro Beltrão (AEREB).

Escudo da AEREB

Em 2009 o Engenheiro Beltrão enfrentava dificuldades. O estádio Municipal João Cavalcante de Menezes no município de Engenheiro Beltrão (PR), necessitava de reformas e a prefeitura não tinha verba para tal empreitada. Na verdade tudo indica que nada mais era que “birra” política. A solução encontrada pelos dirigentes foi transferir a equipe para Maringá.

A equipe sub-20 começou os treinamentos em Maringá visando o torneio de base como preparação para o Paranaense 2010. Contudo o Estádio Regional Willie Davids estava em reforma, não podendo receber jogos. Os dirigentes tentaram a liberação do centro de treinamento para jogos, o que foi negado pela Federação. Até mesmo os torcedores da cidade não ficaram animados. A solução foi mandar os jogos em Apucarana no Estádio Bom Jesus da Lapa. Ou seja, era uma equipe de Engenheiro Beltrão (61 km de Maringá), treinando em Maringá (63 km de Apucarana) e mandando jogos em Apucarana (161 km de Engenheiro Beltrão).

Para surpresa de todos a equipe engrenou em campo e foi para final da competição. Em um acordo com a Prefeitura de Engenheiro Beltrão o estádio local foi reformado para grande final, contudo a federação não liberou o local mais uma vez, fazendo a equipe jogar a partida final em Apucarana mesmo. Otime acabou ficando com um honroso vice-campeonato.

Após o fim do campeonato os dirigentes fizeram acordo com a prefeitura e retornaram para Engenheiro Beltrão, teoricamente nunca saíram de lá, visto que nada tinha aval da federação. Chegou-se a ser tirado um CNPJ para a equipe, conforme segue abaixo:

Fontes:

http://ilivaldoduarte.blogspot.com.br/2009/08/e-beltrao-no-paranaense-2010-sera.html
http://digital.odiario.com/esportes/noticia/224627/maringa-cidade-cancao-estreia-no-estadual-sub-20-contra-o-acp/
http://www.odiario.com/esportes/noticia/223946/aereb-ja-esta-pronta-para-estrear/
http://www.futebolparanaense.net/not.php?id=5668&aereb-teve-o-mando-de-jogo-da-final-ignorado-pela-fpf
http://www.futebolparanaense.net/not.php?id=5179
http://www.odiario.com/esportes/noticia/227253/cidade-cancao-garante-vaga-invicto/T04MDkyQA

Maringá F.C. (2010) – História Completa

O Maringá Futebol Clube é uma agremiação da cidade de Maringá(PR). Foi fundado em 27 de novembro de 2010. A equipe manda seus jogos no  Estádio Regional Willie Davids com capacidade para 21.600 pessoas. Sua sede fica na Av. Pioneiro Devige Crepaldi Schiavoni, 1651 no centro da cidade. Sua curta história é recheada de polêmicas, crises, títulos e mudanças de nomes.

A equipe foi fundada a partir de outra já existente, a Sociedade Esportiva Alvorada Club, e é aí que começa a primeira polêmica. O Alvorada Club foi fundado em 23/11/2000 com o objetivo de formar talentos, sendo assim possuía somente categorias de base.

Em 2010 alguns de seus dirigentes resolveram profissionalizar a equipe, melhor dizendo, resolveram fundar uma equipe profissional. Para evitar o pagamento de taxas junta a federação foi utilizada a inscrição do Alvorada Club .

CNPJ do Alvorada Club com nome Fantasia “Grêmio Metropolitano Maringá”. Certidão emitida através do site da receita federal em 04/12/2013.

Assim em 27/11/2010 nascia o Grêmio Metropolitano Maringá nas cores preto, verde e branco. Por utilizar os termos “grêmio” e “Maringá” os dirigentes da outra equipe da cidade, o Grêmio Maringá, acionou a justiça e a Federação a respeito da utilização do nome pelo Metropolitano. A imprensa as vezes chamava a equipe de Alvorada e as vezes como Metropolitano, mas em campo era Metropolitano.

Primeiro Escudo (2010)

Segundo Escudo (2011-2012)

Escudo utilizado por alguns órgãos de impressa, porém nunca utilizado oficialmente.

O curioso dessa história é que foi tirado um CNPJ para equipe com o nome Grêmio Metropolitano Maringá.

Apesar de toda polêmica envolvendo a equipe, dentro de campo as coisas iam muito bem. Em 2010 disputou a terceira divisão paranaense e logo em seu primeiro ano é campeão. Em 2011 estréia na segunda divisão e por pouco não sobe para elite paranaense, ficando em 3° lugar. em 2012 não faz boa campanha e fica na 6ª posição.

Em 2013 para evitar as confusões que envolviam seu nome a equipe passa a denominar-se apenas Metropolitano Maringá, mudando seu escudo.

A partir desse ano também adota a zebra como mascote.

A temporada de 2013 foi boa e a equipe conquista o campeonato da segunda divisão e garante a sonhada vaga na elite paranaense.

Para 2014, na tentativa de aproximação aos torcedores de Maringá é efetuada nova mudança de nome, passando assim a denominar-se Maringá Futebol clube. A equipe faz boa campanha no estadual, fica com o vice-campeonato e garante vaga na série D nacional.

CNPJ do Alvorada Club alterado o nome fantasia para Maringá Futebol Clube no início de 2014.

O hino do clube, de autoria do próprio presidente da equipe, foi composto em 2013. Originalmente trazia o nome do antigo time (Metropolitano), mas foi modificado para que o time fosse chamado Maringá.

Letra:

Maringá, Maringá, Maringá!
Tricolor és campeão
Tuas vitórias são orgulho
Para a nossa cidade canção!

Maringá, Maringá, Maringá!
Meu coração sempre terás
Tu és grande meu guerreiro
Sempre, sempre vencerás

Com tua raça e tua força
Sempre, sempre vencerá
Tuas cores e o teu nome
Para sempre honrarás

Tu nasceste com a estrela
Sempre vencedor serás
Maringá, Maringá, Maringá
No meu peito viverás

Maringá, Maringá, Maringá!
Tricolor és campeão
Tuas vitórias são orgulho
Para a nossa cidade canção

Maringá, Maringá, Maringá!
Meu coração sempre terás
Tu és grande meu guerreiro
Sempre, sempre vencerás!.

Fontes:

– Arquivos pessoais.
– Site da Receita Federal
– http://www.federacaopr.com.br/Paginas/Filiados/Info.aspx?time_id=887
– http://www.maringafc.com/oclube.php
– http://pt.wikipedia.org/wiki/Maring%C3%A1_Futebol_Clube#T.C3.ADtulos

Britânia Sport Club – Curitiba (PR): 1º escudo

O Britânia Sport Club foi uma agremiação da cidade de Curitiba(PR). Fundado em 1914, a equipe fez sucesso, chegando a ser considerado o melhor time do Paraná, nas décadas de 10 e 20. O Britânia foi Heptacampeão Paranaense: 1918, 1919, 1920, 1921, 1922, 1923, 1928. Depois o clube parou com o futebol profissional. Em 1971 foi chamado pelo Clube Atlético Ferroviário, um dos principais clubes da capital, para fazer a fusão com o Palestra Itália Futebol Clube, formando assim o Colorado Esporte Clube.

 

Fontes e Redesenho: Wikipédia – Fernando Marcelino Pereira

Central Athletico Club – Rio de Janeiro (RJ): Fundado em 1917

Central Athletico Club foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). O “Club dos Ferroviários” foi Fundado no dia 27 de Novembro de 1917, Uma década depois, o clube alviverde foi Reorganizado no dia 12 de Outubro de 1927.

O Central passou por várias Sedes: Rua Archias Cordeiro, 157 – Méier (1921) e depois Rua Archias Cordeiro, 22 – Méier (28 de Novembro de 1929). Transferiu-se para Rua D. Anna Nery, 426, próximo a Estação do Rocha 07 de Janeiro de 1930); em seguida a Sede Social passou para a Praça do Engenho Novo, nº 22, no Bairro do Engenho Novo – Zona Norte do Rio. E por fim, na Rua Vinte e Quatro de Maio, 993 – Sampaio (1937).

Em março de 1929, o Central arrendou a Sede e a Praça de Esportes do River Football Club, na Rua Jorge Rudge (Antigo Municipal), 59, na Piedade, por 500$000 (Quinhentos mil-réis) mensais. Depois a sua Praça de Esportes ficava na Rua Adriano, nº 107Todos os Santos – Zona Norte do Rio. Já

Com quatro participações no Campeonato Carioca da 2ª Divisão, na década de 30, A equipe Centralense disputou as competições organizadas pela Liga Metropolitana de Desportes Terrestres entre 1929 a 1930, que tinha como time-base: J. Julio; Fedóca e J. Augusto; Orlando, Jonas e Marcello; Coruja, Hernani, Edilson, Hamilton e Urbano. Reservas: Othelo, Áureo e Augusto.

Em 1931 mudou para a Associação Metropolitana de Esportes Athleticos (AMEA), onde debutou no Campeonato Carioca da Segunda Divisão naquele mesmo ano. A campanha não foi boa e o Central terminou na 16ª e última colocação. Em 1932, mais adaptado fez uma campanha melhor e terminou em 4º lugar. Em 1933, o Club dos Ferroviários” não manteve o bom nível e acabou amargando a 6ª colocação da sua chave.

Em 1934, o clube atravessou por uma grave crise, chegando a sofrer uma intervenção. No ano seguinte, o Central retornou a Segundona, desta vez sob a administração da Federação Metropolitana de Desportos (FMD), mas sem muito sucesso. Em 1938, o clube deixou a Federação Athletica Suburbana (FAS).

 

FONTES: Almanak Laemmert (RJ) – Rsssf Brasil – O Jornal – Estatuto do Clube – Correio da Manhã – A Manhã – Jornal dos Sports – Jornal A Noite