Olá pessoal, alguém sabe de onde é esse time?
Recebi esse escudo a um tempo atrás como sendo aqui do Paraná, porém sem saber a cidade.

O Ideal Esporte Clube foi uma agremiação da cidade do Recife (PE). O Rubro-negro foi Fundado no dia 29 de Abril de 1914, como Ideal Club Recreativo Familiar, passou por diversos endereços: Largo (Praça) de São Pedro, 84 / 1° andar, até 1924; quando se mudou para Rua da Penha, 57/ 1° andar.

No dia 15 de Julho de 1962, inaugurou a nova Sede localizado na Rua São Miguel, 1.848, no Bairro de Afogados, no Recife. A última notícia deu conta que em meados dos anos 60, estava situado no Bairro da Mangueira, no Recife. No futebol, se filiou nos anos 30, na Associação Suburbana de Desportos Terrestres (ASDT). Já nos anos 60, já filiado na Federação Pernambucana de Futebol (FPF), disputou o Campeonato Estadual da 2ª Divisão. Em 1964, ficou com o vice-campeonato perdendo a decisão para o Locomoção.

Apesar de ser um clube modesto, nos anos 60 cedeu jogadores para a Seleção Suburbana e também para a Seleção Pernambucana Juvenil, demonstrando ter um trabalho interessante tanto entre os profissionais quanto na sua base.
O declínio desta agremiação ocorreu em 1966, quando uma forte chuva causou grandes transtornos em diversos bairros recifenses. Dentre eles, o Ideal Esporte Clube que teve a sua sede praticamente destruída. O clube ainda existiu por mais alguns anos, mas acabou sucumbindo até desaparecer em definitivo.

Time-base de 1920: Santos; Cabral e Correia; Djalma, Einar e E. Lopes; Renato, Fiuza, Ernani, Antônio e Chico.
Time-base de 1924: Nelsinho; Faxina e Paulo; Paisinho, Acácio e Sant’Anna; Baixinha (Cap.), Carneiro, Cícero, Elias e Chico.
Time-base de 1964: Babi; Macedônio, Cassu, Chupeta e Xaréu; Milton e Tuta; Cândido, Vavá, Zito e Quarentinha.
Time-base de 1965: Erona; Carmelo e Ribeiro; Milton, Juarez e Macedônio; Zé Fernando, Vavá, Juraci, Tuta e Moacir. Técnico: Eliexer Cordeiro.
FONTES: Diário de Pernambuco – Jornal de Recife – A Província
Polêmica: Iguaçu ou Agex?
Apesar de utilizar o nome Iguaçu a equipe não possui ligação alguma com a A.A. Iguaçu. Na época o fato de a equipe utilizar o termo “Iguaçu” no nome fantasia causou grande polêmica. Até mesmo a Federação se pronunciou a respeito conforme abaixo:
“O presidente da Federação Paranaense de Futebol, Hélio Pereira Cury declarou que ignora completamente a parceria Iguaçu/Agex. Na entidade, credenciada para disputar o certame da segunda divisão de profissionais, menciona a agremiação Agex Futebol Clube. Não existe nenhum documento que conste a parceria entre Iguaçu e Agex. Portanto, a responsabilidade é todinha do grupo Agex. O Iguaçu não tem nada com o assunto. A Associação Atlética Iguaçu, se pretender disputar novamente um torneio como integrante oficial da entidade, terá que reiniciar suas atividades como integrante da terceira divisão. Isso, após quitar toda a sua dívida que se encontra em aberto, cujo montante é bastante desanimador. Resumindo: O Iguaçu, é uma coisa. O Agex é outra.” FONTE: http://jornalcaicara.com/esporte13-05-2011.html


Mais um escudo e uniforme diferentes, do ano de 1964, do Central Sport Club da cidade de Caruaru (PE). O Alvinegro foi Fundado no dia 15 de Junho de 1919, por jovens esportistas de Caruaru, liderados por Francisco Porto de Oliveira e Faustino Vila Nova, que também foi seu 1º presidente. A sua Sede fica localizada na Avenida Agamenon Magalhães, 425 – B. Mauricio de Nassau, em Caruarú. OCentral manda os seus jogos no Estádio Luiz José de Lacerda, com capacidade para 25 mil pessoas.

FONTE E FOTO: Diário de Pernambuco

O Esporte Clube de Caruaru foi uma agremiação efêmera da Cidade de Caruaru (PE). O Tigre do Agreste foi Fundado no dia 25 de Fevereiro de 1975, por esportistas do bairro de Petrópolis, liderado pelo Sr. Manoel Teotônio da Silva. O 1º presidente foi José Reginaldo Rodrigues; enquanto o ex-quarto zagueiro do Central, Jucélio foi o primeiro técnico.
A sua Sede ficava localizada na Avenida João de Barros, s/n – Bairro de Petrópolis, em Caruaru. A equipe mandava os seus jogos no Estádio Antônio Inácio de Souza, com capacidade para 6 mil pessoas, de propriedade da LDC (Liga Desportiva Caruaruense). O início do clube parecia promissor, uma vez que em menos de um mês, o número de associados já tinha passado dos 500.
Presidente – José Reginaldo Rodrigues;
Vice-Presidente – Antônio Gomes de Barros;
Secretário – Antonio Marcos de Moura;
Tesoureiro – Paulo Gutemberg;
Presidente Conselho Deliberativo – José Aprígio de Braga Sá;
Vice Conselho Deliberativo – – Valdeci Amâncio Bandeira;
Secretário – Roberto Paes Barreto.
No seu curto espaço de três anos de existência participou do Campeonato Pernambucano da 1ª Divisão, em duas oportunidades: 1977 e 1978. Na sua primeira participação, em 1977, o Esporte Clube de Caruaru terminou na 6ª e última colocação. Foram 30 jogos, com quatro vitórias, três empates e 23 derrotas; marcando 12 gols e sofrendo 69, com saldo negativo de 57.
O resultado mais expressivo, além de ter vencido o Central por 1 a 0, foi o triunfo em cima do Náutico por 2 a 0,em casa, no dia 11 de setembro de 1975. Na temporada seguinte (1978), o EC Caruaru ficou na 5ª colocação. Foram 19 jogos, com três vitórias, seis empates e 10 derrotas; marcaram 13 gols e sofreram 47, com saldo de menos 34. No início de 1979, o Esporte Clube de Caruaru mudou de nome e cores, passando a se chamar: Atlético Clube de Caruaru.
Time-base de 1977: Félix (Indalécio); Zé Maria, Carlos (Zezo), Chaparral e Fonseca; João Luís (Diva) e Firmino; Lula, Joãozinho (Beto), Careca (Admilson) e Birino (Vavá).
FONTES: Diário de Pernambuco – Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco – Rsssf Brasil
Poderia ser este o escudo do Sport Club Internacional de Salvador?
Acredito que tenha sido este que o Gerson havia dito que conhecia.
A informação que tenho é de que as cores do clube eram vermelho e preto, contudo, no escudo estão amarelo e vermelho.

Fonte: Soccerlogos

O Botafogo Futebol Clube (ou simplesmente, Botafogo de Inocêncio Oliveira), foi uma agremiação do Município de Patos (PB). O Alvinegro foi Fundado em 1946, por Inocêncio Oliveira, que seis anos depois foi um dos fundadores do Esporte Clube de Patos.

INVENCIBILIDADE QUE DUROU 6 ANOS
O mais curioso da história do futebol de Patos está relacionado ao fato de que nenhum dos times profissionais chegou a proporcionar tantas alegrias quanto o amador Botafogo de Inocêncio Oliveira. A equipe Alvinegra conseguiu permanecer invicto durante mais de seis anos, escrevendo uma das páginas mais bonitas da cidade sertaneja. Diferentemente de hoje, havia uma enorme dedicação, amor às cores da bandeira e insistente vontade de vencer.

INOCÊNCIO DE OLIVEIRA: O PATRONO
A chegada daquele que mais tarde seria considerado o patrono do nosso futebol, data de 1921. Inocêncio Oliveira, que nascera em Taperoá, no dia 26 de outubro de 1895, vinha tentar a sorte em solo das Espinharas, desenvolvendo a sua atividade profissional de pedreiro.
Contudo assumiu funções distintas: músico da Banda do professor Anésia Leão, fiscal da Prefeitura e, juntamente com Adauto Procópio, Pedro Alma, Antônio Macaco, Severino Grosso e Manoel Chibara, desenvolveu incursões em busca de minérios, o que lhe rendeu um considerável patrimônio.
Com relação ao seu ingresso no futebol, vale ressaltar que tudo teve início a partir de uma visita dos amigos Souto Maior e Zé Balbino, o convidando para uma reunião no sobradinho onde funcionou o Açougue Público, na Praça da Babilônia.
Lá chegando, encontrou ainda, Caetano Marinho, Adauto Santos, Severino Lustosa, Luiz Marinho, entre outros, que praticamente o impuseram a condição de presidente da equipe ora em formação. De pronto foi feita uma coleta de quase três contos de réis.
No dia seguinte Inocêncio mandou cercar o Campo do Estrela e transformou sua casa em hotel para os jogadores procedentes de outras cidades, onde os mesmos tinham café, almoço, janta e ceia, além de dinheiro para algumas farras.
Dada a experiência, captada a partir da época em que jogou futebol em sua terra natal, não aceitou de início disputar partidas com os seus principais rivais, a exemplo do Brasil e o Cica. Somente quando chegou a seleção desejada, composta de Zezé, Urái, Biu Porto, Totinha, Zé Bom, Adelson, Mané de Ferro, Josias, Araújo, Ruivo e Zuca, é que decidiu encarar os adversários, obtendo os melhores resultados.

TREZE E FERROVIÁRIO-CE FORAM BATIDOS
O primeiro grande jogo diante do Treze de Campina Grande foi o maior termômetro de que a façanha estava apenas por começar. Ao final o Botafogo havia vencido por 6 a 5. A Seleção de Coremas, uma das melhores equipes da região, também veio a Patos e acabou amargando uma derrota por 4 a 0.
Pediu revanche e após um bom período de preparação voltou para vingar-se e novamente foi derrotada, desta feita por 4 a 2. Irritado com a equipe perdedora, o seu técnico França rumou para Fortaleza prometendo que voltaria para acabar com a imbatível agremiação de Patos. Tempos depois ele enviou o Ferroviário do Ceará que havia conseguido um empate com o forte Fluminense do Rio. Aqui chegando foi derrotado por 3 a 2.
Durante a existência do Botafogo de seu Inocêncio, o povo de Patos viveu um permanente carnaval. No entanto, já abatido financeiramente e registrando problemas de saúde, o dirigente que não conheceu a derrota teve que se transferir para a Bahia.
Ao regressar fora convidado para outra reunião e desta feita uma decisão prévia já havia sido tomada: a transformação do Botafogo em Esporte Clube de Patos. Mesmo não concordando, ele ofereceu toda a documentação, a bandeira, os troféus e, inclusive, o recibo do pagamento mensal feito à Federação.
FONTE & FOTOS: Site Pato em Revista

O Esporte Clube de Patos é uma agremiação do Município de Patos (PB). A sua Sede fica situada na Rua Pedro Firmino, s/n, no Centro de Patos. O ‘Terror do Sertão’ foi Fundado no dia 07 de Julho de 1952, em uma reunião realizada na sede do Tiro de Guerra de Patos, por alguns ex-atletas do extinto Botafogo de Inocêncio Oliveira Patos, sob o comando do Zéu Palmeira e de Antônio Araújo, conhecido como Araújo, maior glória do Esporte.
Admiradores do futebol pernambucano, os fundadores homenagearam o Sport e o Náutico, ao denominar a equipe como Esporte Clube de Patos e ao utilizarem o mesmo padrão adotado pelo alvirrubro recifense na época. Foram seus fundadores: Inocêncio Oliveira, Sargento Porfírio, Zéu Palmeira, Antônio Araújo, Souto Maior, Dr. Lauro Queiroz, Wilson Nobre, Mozinho Leitão, Francisco Queiroz (Chicão), Medeiros da Chevrolet, Vavá Brandão e Chico.
O 1º presidente do Esporte foi José Torreão e primeiro técnico foi Manoel de Andrade. Conforme está registrado no álbum do futebol, em depoimento Inocêncio Oliveira afirmou que o Esporte surgiu da vontade de alguns torcedores em criar uma nova entidade esportiva para Patos, substituindo assim, o inesquecível Botafogo.
Segundo Metódio Leitão a escolha do nome do Esporte Clube de Patos foi uma proposta do Sr. Bivar Olhinto de Melo e Silva, que além de jogador, também foi juiz de futebol. Bivar Olhinto anos depois, foi eleito Prefeito de Patos e, posteriormente, deputado federal.
O Esporte durante muitos anos foi mantido e comandado por um de seus grandes jogadores, Zéu Palmeira e sua sede localizava-se na Avenida Epitácio Pessoa no centro de Patos, local onde hoje é o Banco do Brasil.
A tradição do Esporte Clube de Patos vem de muito tempo, visto que desde sua fase como time amador teve grandes atletas e formou equipes muito boas, mesmo antes de tornar uma equipe profissional, o que somente aconteceu em 1964 e, no ano seguinte 1965 passou a disputar o Campeonato Paraibano, permanecendo até 1974.
Em 1972 conquistou o Torneio Inicio promovido pela Federação Paraibana de Futebol (FPF), e em 1993, depois de 21 anos conquistou novamente. Disputou ainda em 1976 e 1977, retornando apenas em 1982 e disputando até 1995. Participou ainda das edições de 1997, 1998 e 2002. Após a conquista do Campeonato Paraibano da Segunda Divisão no ano de 2005, o alvirrubro patoense retornou mais uma vez a elite do futebol paraibano.
O Esporte na época ainda como equipe amadora proporcionou a sua aguerrida torcida, muitas alegrias no velho e inesquecível campo do ginásio. Ali partidas memoráveis contra equipes famosas foram realizadas: Sport Recife, São Cristovão (RJ) e Portuguesa Carioca (RJ), Ipiranga (BA), Sergipe, ASA de Arapiraca, Treze, Campinense e Paulistano de Campina Grande, Auto Esporte e Brejui de Currais Novos, dentre tantas outras.
Ali também o Esporte nunca perdeu para o seu grande rival, o Nacional e na primeira partida ganhou por 3 a 1. Em função de sua fama no interior do Nordeste, o Esporte foi convidado e disputou o Torneio Intermunicipal cearense representando a cidade do Cedro, a qual na época chegou a rivalizar com a cidade de Juazeiro do Norte, que tinha grandes equipes e era destaque no Ceará.
Dentre os jogadores que passaram pelo Esporte na época do campo do ginásio destacam-se: Antônio Araújo, conhecido como Araújo e considerado pelos mais antigos como a maior glória do Esporte, ele chegou a jogar no Santa Cruz/PE e no Bahia/BA; Mário Moura que saiu de Patos diretamente para jogar no Vitória de Setúbal em Portugal e Araponga um dos maiores craques que a Paraíba já teve.
Este última Inclusive é considerado por muitos em Campina Grande, como o melhor jogador de todos os tempos da equipe do Campinense, que na sua época chegou a ser Hexacampeão da Paraíba. Para se ter uma idéia do quanto Araponga era craque, quando Pelé estava no topo de sua carreira, e Santos considerado o maior time de futebol do mundo da época, Araponga foi comprado para ser o reserva de Pelé.
Essas e outras tantas histórias são a razão principal para que o Esporte tenha uma torcida tão apaixonada e vibrante mesmo quando as coisas não andam tão bem para o time.
Após a gloriosa fase de muita tradição como uma grande equipe amadora, ficar bastante famoso no cenário esportivo e conhecido em todo o interior nordestino, pela qualidade de seus grandes atletas e pela formação de ótimas equipes, veio então a fase de profissionalização em 1964, quando filiou-se a Federação Paraibana de Futebol e passou a disputar o Campeonato Paraibano a partir de 1965.
Já ano de sua estréia como equipe profissional começou logo azarando seus adversários, ao aplicar uma histórica goleada de 11 a 0, na equipe do Cinco de Agosto da cidade de João Pessoa, uma das maiores goleadas registradas na história do futebol paraibano.
Por essa e outras façanhas jogando em Patos, o Esporte passou a ser chamado pela crônica esportiva da Paraíba de “O Patinho Terror do Sertão“ como até hoje é conhecido. A seguir são apresentadas algumas das equipes formadas pelo Esporte desde o início de suas atividades como time profissional em 1965.
Esporte! Esporte! Esporte!
O alvirrubro do meu coração!
Esporte! Esporte! Esporte!
É o patinho, o terror do sertão!
(BIS)
Quando ele arranca, todos sabem como é!
É mais um gol e a turma segue dando olé!
Desde Inocêncio, muita glória, muito amor,
Esse patinho é mesmo o terror!
FONTES: Julio César – Wikipédia – Página do clube no Facebook – Site Letras.mus.br