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Inédito!! Auto Solar Esporte Clube – Rio de Janeiro (RJ): Campeão do Departamento Autônomo de 1961!

O Auto Solar Esporte Clube foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). Fundado na sexta-feira, do dia 10 de Maio de 1957, por um grupo de funcionários da firma Auto-Solar Recondicionamento de Pneumáticos Ltda.

As suas cores eram o azul, branco e amarelo. A 1ª Diretoria foi composta pelos seguintes membros:

Presidente – Waldemar Francisco Vieira;

Vice-presidente – João Ribeiro Marques;

Tesoureiro – Maria Madalena de Almeida;

Secretário – Wilson de Sousa Nogueira;

Procurador – Múcio Gonzaga B. de Lima;

Diretor de Esportes – Carlos de Queiroz;

Diretor Social – Paulo Machado Carius.        

Sede social em 1967

A sua Sede social (Foto acima) ficava localizado na Rua Ápia, nº 242/ Subgrupo 2, no bairro Vicente de Carvalho, na Zona Norte do Rio (RJ). Em meados de 60, o clube contava com 80 sócios. O Sócio nº 1 foi Paulo Gomes Pinho. Além do Futebol (Amador e Aspirantes), o clube também possuía Futebol de Salão.

Diretoria de 1967

Presidente – Geraldo Magioli;

Vice-presidente – João Ribeiro Marques;

Secretário – Ailton da Costa Pinheiro;

Tesoureiro – Adriano da Silva Santos;

Diretor de Esportes – Múcio Gonzaga B. de Lima;

Diretor Social – Waldemar Francisco Vieira.

Em 1967, o elenco do Auto Solar contava com 33 jogadores:

Stelinho, Jurandir, Jorge, Pirilo, José Murilo, Vovô, Pedro, Valdir, Metade, Lico, Lincoln, Ari, Pedrinho, Célio, Jairo, Alfredo, Valdir II, Carvalinho, Oto, Júlio, Mário, Adilson, Manoel, Alfredinho, Oscarino, Mauro, Salvador, Roberto, Gal, Beto, Walter, Vilela e Reinaldo.

Foto de 1959

Atletas revelados

O clube revelou Cané que jogou no Olaria Atlético Clube/RJ e depois o Napoli/ITA; Oliveira que se transferiu para o Esporte Clube Maringá/PR; Altamiro que jogou no São Cristóvão/RJ, depois no Vasco da Gama e Dunga Deportivo Itália/VEM; Jalmo passou pela Francana, de Franca/SP; Bené foi para o Vasco da Gama; Sabará jogou no Democrata, de Governador Valadares/MG; Jarbas se transferiu para o Campo Grande Atlético Clube/RJ.

Foto de 1959

O Auto Solar Esporte Clube realizou belas campanhas no Campeonato do Departamento Autônomo nos anos 60, conquistando títulos. Outra marca foi que o clube que mais jogadores migraram para a esfera profissional.

Títulos conquistados

Vice-campeão da Série do Departamento Autônomo de 1961;

Campeão do Campeonato do Departamento Autônomo de 1961;

Vice-campeão da Série Durval de Figueira do Departamento Autônomo de 1963;

Vice-campeão do Departamento Autônomo de Aspirantes de 1963;

Vice-campeão da Série João de Oliveira Roleiro do Departamento Autônomo de 1964;

Vice-campeão do Departamento Autônomo de 1964;

Vice-campeão do Torneio Início de 1963 e 1965.

Tricampeão da Taça Disciplina Infanto-Juvenil em 1963, 1964 e 1965;

Foto de 1961
Foto de 1964
Foto de 1965

FONTES: Correio da Manhã (RJ) – A Luta Democrática (RJ)

Liga Joinvilense de Desportos – Joinville (SC), existiu entre 1942 a 1955.

A LJD – Liga Joinvilense de Desportos (atual “Liga Joinvilense de Futebol”) é a entidade máxima da cidade de Joinville, localizado na região norte do estado de Santa Catarina.

Com uma população de 604.708 habitantes, segundo o censo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) de 2021, Joinville está a 180 km da capital Florianópolis.   

Breve história

Após um torneio realizado no campo do Cruzeiro, o senhor Alfredo Gresser reuniu alguns presidentes de clubes em sua residência e propôs uma nova reunião na sede do América Futebol Clube para criação de uma liga de futebol na cidade.

Seleção de Joinville que enfrentou amistosamente o Sport Recife/PE, e acabou derrotado por 5 a 3, no dia 25 de janeiro de 1942

A reunião aconteceu na quinta-feira, do dia 8 de agosto de 1935, porém, nada ficou decidido. Foi então marcado um novo encontro entre os dirigentes, no mesmo local, para na terça-feira, do dia 20 de agosto de 1935. Nascia assim a Associação Catarinense de Desportes (ACD). Empossando assim, a primeira diretoria, constituída por:

Presidente – Alfredo Gresser;

Vice-presidente – Salvador Soares;

Secretário geral – Frederico Schwarts;

1º secretário – Avelino P. R. Da Silva;

Dito – Alcino Maia;

Tesoureiro – Wlaislau Wittitz;

Dito – Oscar Fischer.

Após a reunião, a nova Liga começou a organizar a sua 1ª competição: o Torneio Início. Ele foi disputado no domingo, do dia 1º de setembro de 1935, com 6 equipes: Caxias, América, Cruzeiro, G.E. Joinville, Glória e São Luiz. O Caxias foi o campeão desse torneio.

Sucedendo o Torneio Início, aconteceram as disputas do primeiro campeonato organizado pela ACD, com a taça transitória. Esse troféu levava o mesmo nome da outra disputa nos campeonatos estaduais de 1927 até 1930 pela FCD (Federação Catarinense de Desportos) e que ficou em poder do Avaí.

Com uma boa equipe, o Caxias foi campeão estadual, pela ACD, enquanto o Figuerense ficou com o titulo pela FCD. É importante informar que em 1935, a ACD, que estava filiada a Federação Brasileira de Sports tinha relevância estadual e não meramente municipal.

ACD foi uma entidade paralela a FCD entre 1935 e 1936 tendo inclusive representado Santa Catarina no Campeonato Brasileiro de 1935. No fim de 1936, houve a pacificação e a ACD passou a ser subordinada a FCD.

A estreia do Caxias na competição, aconteceu contra o Glória, de quem ganhou por 2 a 1. Em jogo disputado no domingo, do dia 27 de outubro de 1935, o Caxias derrotou o São Luiz por 2 a 0 e confirmou o seu primeiro título pela ACD.

Entidade altera a nomenclatura duas vezes num espaço de uma década

Na quarta-feira, do dia 13 de maio de 1942, a Associação Catarinense de Desportes (ACD) muda o nome para LJD (Liga Joinvilense de Desportos). Treze anos depois, nova mudança: na quinta-feira, do dia 10 de novembro de 1955, passou a se chamar: LJF (Liga Joinvilense de Futebol), que permanece até os dias atuais. A sua Sede atual fica localizado na Rua Nove de Março, nº 337/Salas 301 e 302, no Centro de Joinville/SC.

Colaborou: Cicero Urbanski Alves

FOTO: Sport Illustrado (RJ)

FONTES: Rsssf Brasil – Liga Joinvilense de Futebol

Pôsteres de 1979/80: Clube Atlético Liberato de Castro – Belém (PA)

A Associação Atlética Liberato de Castro (depois da década de 60, passou a se chamar: Clube Atlético Liberato de Castro) foi uma agremiação da cidade de Belém (PA). O Rubro–Verde foi fundado na segunda-feira, do dia 15 de Julho de 1957, no bairro da Matinha (atual: Fátima).

O clube tinha uma sede provisória na Avenida Primeiro de Dezembro (hoje João Paulo II), mas a F.P.D. (Federação Paraense de Desportos) ameaçou excluir a equipe de competições oficiais, caso não obtivesse uma sede fixa.

Quem foi Liberato de Castro?

O jeito foi fazer um acordo e mudar sua “sede” para o Sport Ouro Negro (clube social), localizado na Travessa Humaitá, no bairro do Marco, em Belém.

Natural do município de Aracati/CE, Liberato de Castro Carreira, nasceu no dia 24 de agosto de 1820 e faleceu em 12 de julho de 1903, aos 82 anos. Liberato de Castro foi um médico e senador do Império do Brasil de 1882 a 1889.

Clube existiu entre 1957 a 1980

O Atlético Liberato de Castro começou sua história no futebol amador da capital. Em 1960, o clube participou do seu 1º estadual, e conseguiu resultados expressivos, como a goleada de 9 a 2 diante do Yamada, 8 a 1 no Belenenses e o histórico 3 a 0 diante da Tuna Luso e o empate sem gols com o Paysandu.

Ao todo, o Liberato de Castro participou do Campeonato Paraense da 1ª Divisão em 15 edições: 1960, 1961, 1962, 1963, 1965, 1966, 1967, 1973, 1974, 1975, 1976, 1977, 1978, 1979 e 1980.

A sua última participação foi o Campeonato Paraense da 1ª Divisão de 1980, organizado pela FPF (Federação Paraense de Futebol). A competição contou com a participação de sete clubes:

Associação Atlética Tiradentes (Belém);

Clube Atlético Izabelense (Santa Izabel);

Clube Atlético Liberato de Castro (Belém);

Clube do Remo (Belém);

Paysandu Sport Club (Belém);

Sport Club Belém (Belém);

Tuna Luso Brasileira (Belém).

A competição teve início às 10 horas, no domingo, do dia 22 de junho de 1980. O Liberato de Castro estreou com derrota para a Tuna Luso Brasileira pelo placar de 1 a 0. No 1º Turno, a campanha foi pífia com seis derrotas em seis jogos, com apenas um gol marcado e 14 tentos sofridos. Abaixo os resultados:

A sua última participação foi o Campeonato Paraense da 1ª Divisão de 1980, organizado pela FPF (Federação Paraense de Futebol). A competição contou com a participação de sete clubes:

Associação Atlética Tiradentes (Belém);

Clube Atlético Izabelense (Santa Izabel);

Clube Atlético Liberato de Castro (Belém);

Clube do Remo (Belém);

Paysandu Sport Club (Belém);

Sport Club Belém (Belém);

Tuna Luso Brasileira (Belém).

A sua última participação foi o Campeonato Paraense da 1ª Divisão de 1980, organizado pela FPF (Federação Paraense de Futebol). A competição contou com a participação de sete clubes:

Associação Atlética Tiradentes (Belém);

Clube Atlético Izabelense (Santa Izabel);

Clube Atlético Liberato de Castro (Belém);

Clube do Remo (Belém);

Paysandu Sport Club (Belém);

Sport Club Belém (Belém);

Tuna Luso Brasileira (Belém).

A competição teve início às 10 horas, no domingo, do dia 22 de junho de 1980. O Liberato de Castro estreou com derrota para a Tuna Luso Brasileira pelo placar de 1 a 0. No 1º Turno, a campanha foi pífia com seis derrotas em seis jogos, com apenas um gol marcado e 14 tentos sofridos. Abaixo os resultados:

No 2º Turno, o Liberato de Castro conquistou o seu primeiro pontinho, com um empate e cinco derrotas; marcando um gol e sofrendo 15 tentos. Abaixo os resultados:

12-08-1980Liberato de Castro0X2Clube do Remo
17-08-1980Liberato de Castro0X6Paysandu
21-08-1980Liberato de Castro0X4Tuna Luso
07-09-1980Liberato de Castro0X1Tiradentes
10-09-1980Liberato de Castro1X1Izabelense
21-09-1980Sport Belém1X0Liberato de Castro

No 3º Turno, o Liberato de Castro encerrou a sua participação sem nenhuma vitória! Foram seis jogos e um empate e cinco derrotas; marcando quatro gols e sofrendo 20 tentos. Abaixo os resultados:

05-10-1980Liberato de Castro1X3Clube do Remo
08-10-1980Liberato de Castro0X7Tuna Luso
11-10-1980Sport Belém1X0Liberato de Castro
19-10-1980Izabelense3X1Liberato de Castro
1º-11-1980Paysandu4X0Liberato de Castro
09-11-1980Tiradentes2X2Liberato de Castro

Assim, o Clube Atlético Liberato de Castro encerrou a sua participação na 7ª e última colocação: foram dois pontos em 18 jogos; com dois empates e 16 derrotas; marcando seis gols, sofrendo 49 tentos e um saldo negativo de 43 gols.

FOTOS: Acervo de Marco André Araujo Pinheiro

FONTES: Rsssf Brasil – O Liberal (PA) – Diário do Pará (PA)

Escudo raro de 1967: Esporte Clube Roial, de Anchieta – Rio de Janeiro (RJ):

Esporte Clube Roial foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). A história começou em 1912, com o surgimento do Nazaré, que passou a Barroso, voltando a ser Nazaré e finalmente Neide.

Porém os desportistas de Anchieta resolveram acabar com as cisões e o ‘Grêmio da Cidade Olímpica’ foi Fundado na segunda-feira, do dia 15 de Janeiro de 1928.

A escolha do nome foi uma forma de unir antigos dissidentes do Nazaré, Barroso e Neide, foi escolhido um nome que agradasse a todos os adeptos das cores alvinegras. O uniforme igual ao São Cristóvão.

A sua Sede e o Campo ficavam localizados na Estrada (Avenida) de Nazareth, 2.888, no Bairro de Anchieta – Zona Norte do Rio. Na década de 60, a sua Sede ocupava uma quadra que vai da Rua Quebec, 57-F, à Rua Inácia Gertrudes, lote 4, no Parque Anchieta.

Primeira Diretoria

Após a realização da Assembleia Geral, foram definidos os membros alvinegros que compuseram a 1ª Diretoria do clube:

Presidente – João Monteiro Farias;

Vice-presidente – Jurandir Guimarães;

Secretário – Primitivo de Sousa Lôbo;

1º Tesoureiro – Manuel de Sousa Lôbo;

2º Tesoureiro – Evaristo de Sousa Lôbo;

Diretor de Esportes – Luís Leopoldino de Oliveira, o ‘Donga’.

Breve história do clube no Futebol

Alvinegro se filiou a Federação Metropolitana de Futebol (FMF)no dia 13 de Abril de 1944. Participou de algumas edições do Campeonato Carioca do Departamento Autônomo, como em 1950 e 1951.

Títulos

O Roial foi campeão da Série, no Torneio patrocinado pelo Jornal dos Sports; vice-campeão de Aspirantes na Série Walfredo Lopes em 1956, no DA (Departamento Autônomo).

Foto de 1967

Realidade do clube nos anos 60

Em 1967, entre remidos, proprietários, contribuintes e atletas (amadores, aspirantes, juvenis e veteranos), o número de associados era de 700. Uma curiosidade é que o Sócio Nº 1: João Monteiro de Farias.

Nessa década, o clube oferecia para os sócios basquete, futebol de salão, voleibol, tênis de mesa, domingueiras dançantes, biblioteca para recreação cultural e teatro amador.

Na década de 60, sem campo próprio, o time jogou, como mandante, nas praças do Atlético Club Nacional (Ricardo de Albuquerque), no Sport Club Anchieta (Anchieta), no Realengo Futebol Clube (Realengo), Cruzeiro Futebol Clube (Realengo), e até no Esporte Clube Parames (Jacarepaguá).

Jogadores revelados

O Esporte Clube Roial foi um celeiro de craques que depois fizeram sucesso em diversos grandes clubes do eixo Rio-São Paulo:

Moacir Januário da Silva (Vasco da Gama e Bangu);

Vicente (Flamengo);

Válter Prado (Bonsucesso e Palmeiras);

Martins (Flamengo);

Rubens (Vasco da Gama e Corinthians);

Joel (Bangu e Botafogo);

Quincas (Fluminense);

Merece menção a atuação do amador Agostinho de Sousa Lôbo, o “Bexiga” que conquistou o Prêmio Belford Duarte, sem jamais ter se transferido para outro clube.

Diretoria de 1967

Presidente – Roberto Jardim;

Vice-presidente – Álvaro da Silveira Dutra, o “Tarzan”;

1º Secretário – Jorge Noberto Maciel;

2º Secretário – Jorge Mazile Jardim;

Tesoureiro – Antônio Francisco da Costa;

Diretores de Esportes – Orlando Peluzo e Ari Gomes Dias;

Assessor e Técnico – Antônio Galo;

Departamento Social – Juvan Guimarães, Djalma Ramos, Ari Gaspar Pinto, Osvaldo Filipe Pinto (Quivaldo) e Luís Alves Teixeira.

Nesse link a postagem do 1º escudo do Esporte Clube Roial: https://historiadofutebol.com/blog/?p=79659

Colaborou: André Luiz Pereira Nunes

FONTES: A Manhã (RJ) – O Globo (RJ)

Escudo raro, anos 90: Operário Atlético Clube – Dourados (MS)

O Operário Atlético Clube é uma agremiação da cidade de Dourados (MS). O “Tigre Douradense” foi Fundado na quinta-feira, do dia 1º de Maio de 1952, com o nome de Operário Esporte Clube.

Em 1984, se fundiu com o Dourados Esporte Clube, dando origem ao Clube Atlético Douradense. Sete anos depois, mais precisamente no dia 05 de Maio de 1991, após o empresário Alfio Senatore reunir um grupo de desportistas que resolveram colocar novamente o clube em evidência, assim surgiu o Operário Atlético Clube. Uma das propostas do time é aproveitar os atletas da cidade e revelar os jogadores de amadores da região para o cenário.

O presidente José Carlos Cimatti aderiu uma nova metodologia de trabalho no futebol profissional do clube em 2002. As novidades são a parceria com o empresário paulista Paulo Sérgio Moura como o lateral direito Marco Aurélio.

No cartão do CNPJ o nome oficial consta Instituto Operário Solidário. Em 2022 mudou de sede para Caarapó (o escudo também foi alterado). A sua Sede em 2009, ficava na Rua Santos Dumont, nº 10, no Parque Arnulfho Fior – Jardim Paulista, em Dourados (MS). Em 2015, se transferiu para a Rua Nilson de Araújo, nº 737, no Centro de Dourados (MS).

Desde o seu retorno em 1991, disputou o Campeonato Sul-mato-grossense da 1ª Divisão em oito oportunidades: 1994, 1995, 1996, 1998, 1999, 2000, 2001 e 2002.

Em 2009, licenciou-se do futebol profissional e retornou oito anos depois, em 2017, se sagrando campeão do Estadual da Segunda Divisão. Em 2021, fundiu-se com a Liga Esportiva Caarapoensee e mudou-se para a cidade de Caarapó.

A sua Sede atual fica na Rua da Saudade, s/n, Vila Jary, em Caarapó (MS). No ano seguinte, conquistou o bicampeonato da Estadual da Segunda Divisão de 2022.

Colaborou: Rodrigo S. Oliveira

FOTO: Mercado Livre

FONTES: Futebol Nacional – Wikipédia – Rsssf Brasil

Escudos raros: Operário Esporte Clube – Dourados (MS): Existiu entre 1952 a 1984!

Escudo de 1963

O Operário Esporte Clube foi uma agremiação da cidade de Dourados (MS). Fundado na quinta-feira, do dia 1º de Maio (Dia do Trabalhador) de 1952. Com o nome de Operário Douradense Esporte Clube.

Foto de 1963

Disputou o Campeonato Citadino de Dourados em 1956, ficando com o vice-campeonato. Participaram o Colonial Esporte Clube, Associação Atlética Cruzeiro do Sul, Operário Esporte Clube e Ubiratan Esporte Clube.

Escudo dos anos 60

Disputou o Campeonato Sul-mato-grossense da 1ª Divisão em duas oportunidades: 1979 e 1982. Por cerca de três décadas o clube passou por alguns períodos de inatividade até 1984, quando se fundiu com o Dourados Esporte Clube, dando origem ao Clube Atlético Douradense.

FOTOS: Acervo de Rodrigo S. Oliveira

FONTES: Wikipédia – Rsssf Brasil

Escudo raro de 1963: Atlético Clube Colatinense – Colatina (ES)

O Atlético Clube Colatinense foi uma agremiação da cidade de Colatina (população de 119.992 habitantes, segundo o censo do IBGE/2022), que fica a 129 km de distância para a capital Vitória, do estado do Espírito Santo.

Fundado na segunda-feira, do dia 1º de Setembro de 1919, por um grupo de desportistas liderados por Fredolino Amorim e Vicente Leal, com o nome de Athletico Club Colatinense.

Em 1949, enfrentou o Madureira/RJ, no empate em 2 a 2. Porém, em 1954 foi goleado por 10 a 0 para o Vasco da Gama/RJ, em amistoso, no Estádio Justiniano de Mello e Silva, em Colatina.

Não confundir com o Clube Atlético Colatinense, fundado em 2005, em homenagem ao clube, inclusive utilizando as mesmas cores do alvinegro. O seu Estádio é Justiniano de Mello e Silva, com Capacidade para 12 mil pessoas).

Na quinta-feira, do dia 27 de Janeiro de 1949, em amistoso, o Colatinense recebeu o Madureira (RJ), em Colatina. Com arbitragem de Jayme Braga, a partida terminou empatada em 2 a 2.

Na primeira etapa, a equipe capixaba abriu dois gols de vantagem, por intermédio de Lastênio e Josias. No entanto, na etapa final, o Tricolor Suburbano chegou ao empate com Betinho e Jorge.

Colatinense: Luizinho; Nena (China) e Pito; Zeca, Cheno e Bibel (Mideu); Josias, Jaime, Platol, Gutemberg e Lastênio (Reichel).

Madureira: Milton; Danilo e Bicudo; Arati, Hermínio e Eunápio; Valter, Didi, Benedito (Betinho), Jorge e Pedrinho.

Time base de 1932: Guido; Dico e Messias; Zobi, Angelin e Bento; Eutrópio, Joaninho, Loló (Cap.), Cadete e Vitorino.

FOTO: Acervo Alberto Lopes Leiloeiro

FONTES: Diversos jornais cariocas

Escudo raro de 1966: Aperibeense Futebol Clube – Aperibé (RJ)

Escudo de 1966

O Aperibeense Futebol Clube é uma agremiação do município de Aperibé (população de 12.036 habitantes, segundo o censo do IBGE/2021), que fica no Norte Fluminense a 248 km de distância para a capital do estado do Rio de Janeiro.

O “Gigante da Beira Linha Alvinegro” foi Fundado na quarta-feira, do dia 07 de Março de 1951. A sua Sede na década de 60, ficava na Rua Prof. Honório Silvestre, s/n, no Centro de Aperibé. Depois passou para a Rua Major Abreu, nº 101, no bairro Beira Rio, em Aperibé.

O Estádio José Gonçalves Brandão Filho (Capacidade: 1.500 pessoas), ficam localizados na Rua Alceu Gonçalves Brandão, nº 1-150, no bairro Faria Leite, em Aperibé (RJ).

Breve história

O Aperibeense quando surgiu Aperibé ainda era um distrito que pertencia a cidade de Santo Antônio de Pádua. O seu 1º grande feito no futebol, aconteceu em 1958, quando se sagrou Campeão Citadino Paduano. Com isso, disputou o 1º Campeonato Fluminense de Clubes Campeões de 1958, no primeiro semestre de 1959, organizado pela FFD (Federação Fluminense de Desportos). Na estreia, na tarde de domingo, do dia 1º de fevereiro de 1959, o Aperibeense venceu o Monte Carmelo pelo placar de 3 a 2, em Aperibé.

Vice-campeão do Torneio José Ramos de Freitas de 1969

Em 1962, o Aperibeense disputou o Campeonato Citadino de Itaocara, organizado pela LID (Liga Itaocarense de Desportos). Em 1969, o “Gigante da Beira Linha” ficou com o vice do Torneio José Ramos de Freitas.

Na grande final, diante do Engenho Central, de Itaocara, cada equipe venceu nos seus domínios pelo placar de 1 a 0. O terceiro e decisivo jogo, foi realizado em campo neutro, no campo do Floresta, no município de Cambuci.

Na quarta-feira, do dia 17 de dezembro de 1969, o Engenho Central, de Itaocara, venceu por 2 a 1, o Aperibense e ficou com o título. O árbitro foi Gustavo de Almeida, auxiliado por Haroldo Mendes e Ismael Corrêa da Silva.

Aderaldo abriu o placar para o time de Aperibé, mas Lontra empatou ainda no primeiro tempo. Na fase final, Adilson fez o gol que deu o título para o Engenho Central.

Em 1974, o Aperibeense disputou a Copa Norte Fluminense, organizado pela FFD (Federação Fluminense de Desportos). Em 1979, o “Gigante da Beira Linha” conquistou o título do Campeonato Citadino de Itaperuna, ao derrotar o Ubaense por 2 a 1, e recebeu a Taça Otávio Pinto Guimarães, das mãos do Presidente da Liga, Milton Freitas de Oliveira.   

Na sexta-feira, do dia 10 de abril de 1992, por meio da Lei Estadual nº 1.985, foi desmembrado de Santo Antônio de Pádua e constituído em município de Aperibé, sendo instalado na sexta-feira, do dia 1º de janeiro de 1993.

Como curiosidade, o nome Aperibé vem de “Ape” “Ribe”, que, em tupi-guarani, significa “calmo”, “tranquilo“.

Clube se profissionalizou em 2007  

Em sua curta trajetória no profissionalismo, o clube de Aperibé já alcançou um vice-campeonato no Campeonato da 3ª Divisão de 2007, logo em sua estreia no profissionalismo, subindo para a Segunda Divisão.

Em 2008, conseguiu, junto com o Bangu, Olaria e o Tigres do Brasil chegar ao quadrangular final do Campeonato Carioca da Segunda Divisão, terminando a competição num surpreendente terceiro lugar, mas não conseguindo a promoção à Primeira Divisão.

Em 2009, disputa a categoria de Juniores e Profissional do Campeonato Estadual da Segunda Divisão. Em 2011, foi rebaixado para a Terceira Divisão Carioca pelo não pagamento das despesas dos borderôs.

Time base de 1969: Píndaro (Tinho ou Hamilton); Marilton (Ivan), Adilson, Benigno (Ronaldo) e Nilo (Moraes); Cid (Flávio) e Grilo; Dadá (Buleu), Aderaldo (Barral), Reginaldo e Gilson (Paulo Sérgio).

FOTOS: Acervo de Fabiano Rosa Campos

FONTES: Jornal dos Sports (RJ) – O Fluminense (RJ) – Wikipedia – A Luta Democrática (RJ)