

FONTES: Diomicio Freitas – Fernando Criciúma


FONTES: Diomicio Freitas – Fernando Criciúma
Este torneio teve por finalidade, a arrecadação de fundos para a construção da sede do Clube Náutico Francisco Martinelli.
DATA: 08 DE FEVEREIRO DE 1931
LOCAL: CAMPO DA FEDERAÇÃO, EM FLORIANÓPOLIS / SC
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1º JOGO |
ATLÉTICO |
0-0 |
FRANCISCO MARTINELLI (1-0 ESC) |
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2º JOGO |
AVAÍ |
1-0 |
TAMANDARÉ |
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3º JOGO |
FIGUEIRENSE |
0-0 |
BARRIGA VERDE (3-2 ESC) |
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4º JOGO |
ATLÉTICO |
0-0 |
AVAÍ (2-1 ESC) |
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FINAL |
ATLÉTICO |
1-0 |
FIGUEIRENSE |
CAMPEÃO – CLUBE ATLÉTICO CATARINENSE (FLORIANÓPOLIS – SC)

O Clube Atlético Tubarão é uma agremiação da cidade de Tubarão (SC). O “Peixe” foi Fundado na quinta-feira, do dia 14 de Abril de 2005, com o nome de Associação Cultural Recreativa e Esportiva Cidade Azul. A sua Sede localizada na Rua Simeão Esmeraldino de Menezes, 400/ Sala 45, Uniparque UNISUL, no Bairro Dehon, em Tubarão.
O Tricolor (Cores oficiais: Branco, Azul e Preto), manda os seus jogos no Estádio Domingos Silveira Gonzáles, com capacidade para 3.500 pessoas, que é patrimônio do clube, mas por questões judiciais, momentaneamente, pertence a Prefeitura de Tubarão.
Presidido por Luiz Henrique Martins Ribeiro, o Tubarão atualmente disputa o Campeonato Catarinense da Série A de 2017, organizado pela Federação Catarinense de Futebol (F.C.F.). No momento, a competição está na segunda rodada. O Tubarão estreou (29/01/17), com um empate sem gols, fora de casa, com o Metropolitano. Na rodada seguinte (1º/02/17), recebeu a visita da Chapecoense, e acabou derrotada pelo placar de 1 a 0 (gol de Wellington Paulista).

HISTÓRIA
O surgimento do clube aconteceu em 14 de abril de 2005 como Associação Cultural Recreativa e Esportiva Cidade Azul. Logo em sua primeira competição, no Campeonato Catarinense da Série B1 de 2005 (uma espécie de terceira divisão), venceu bem o 1º Turno, com oito vitórias e apenas uma derrota em nove jogos.
Na final, bateu o Operários Mafrenses e o título veio junto com uma vaga na semifinal geral do campeonato. No 2º Turno, o time não repetiu a boa campanha do primeiro e terminou na 6ª colocação. Mesmo assim se classificou para as quartas-de-final.
O Cidade Azul parou na semifinal do returno. No entanto, isso não foi um problema, já que o time estava automaticamente classificado para a semifinal geral do campeonato contra o Figueirense B. O Figueira venceu os dois jogos e foi para a final. Mas como a Federação não permite o acesso de times reservas, ou os chamados “times B”, e a vaga para a Série A2 caiu no colo do Cidade Azul.
PRESSÃO DERRUBOU
A pressão de encarar times de tradição como Criciúma e Joinville foi grande para o novato Cidade Azul que acabou não resistindo a pressão. Somou apenas nove pontos em 11 jogos e ficou no 11º lugar, o penúltimo da competição, caindo para a Segundona de 2007 apenas por ter sofrido mais gols que o Brusque.
APÓS A TEMPESTADE VEIO A BONANÇA
Em 2007 as coisas mudaram no Peixe. Rotina para os times pequenos, devido ao calendário, o clube entrou em campo apenas no segundo semestre, em julho. A batalha na Divisão de Acesso começou no dia 8 de julho: vitória por 1 a 0 sobre o Ferroviário. O restante da 1ª fase foi razoável, o bastante para se classificar e vencer o primeiro turno, que dava direito a uma vaga na final do campeonato.
No segundo turno, a história se repetiu e o time de Tubarão levantou a taça. Ao vencer os dois turnos sagrou-se campeão da Divisão de Acesso 2007 e conquistou a tão sonhada vaga na elite do futebol Catarinense em 2008.
EM 2009 FOI CONTURBADO: MUDANÇA DE NOME E NOVO REBAIXAMENTO
Antes do início do Campeonato Catarinense de 2009, a relação entre a diretoria e os torcedores chegou no limite. O motivo: a falta de identidade do nome do time (Associação Cultural Recreativa e Esportiva Cidade Azul) com a cidade de Tubarão.
Assim, a torcida decidiu protestar. Não aceitava mais o nome Cidade Azul. Torcedores exigiram que o nome do clube fosse ligado à cidade. Com isso, a diretoria se mexeu e deu início ao processo para a mudança do nome para Clube Atlético Tubarão.
No entanto, para conseguir a certidão negativa junto à Federação Catarinense de Futebol (FCF) e mudar o nome, o clube teve que quitar débitos com INSS e Receita Federal. O pessoal quitou os débitos e mudou o nome junto à FCF.
Porém, já com o novo nome (Atlético Tubarão) acabou rebaixado do Campeonato Catarinense em 2009, quando ficou na décima e última colocação, com apenas cinco pontos.
Nos anos seguintes o Peixe chegou a beliscar o acesso quatro vezes: em 2010 foi 3º colocado com 37 pontos. Em 2011 novamente na 3ª posição, com 34 pontos. Em 2012 ficou em 4º lugar, com 28 pontos. Em 2013 ficou com o 3º lugar, com 33 pontos. Em 2014 ficou em 5º, com 28 pontos, e em 2015, quando perdeu a vaga no saldo de gols, ficou em terceiro, com 36 pontos.
DEPOIS DE BATER NA TRAVE, CLUBE FAZ PARCERIA INOVADORA
Em 2015 o Clube Atlético Tubarão e a empresa K2 Soccer S/A iniciaram um projeto inovador. O objetivo é modernizar e estruturar todos os setores investindo na qualificação.
Estruturada através de uma SPE (Sociedade de Propósito Específico), a união visa preservar receitas para o Clube e potencializar a capacidade de investimento no futebol, fomentando a profissionalização e a busca por novos negócios.
Atendendo ao escopo inovador, o Clube foi transformado em empresa, com a razão social: Clube Atlético Tubarão SPE Ltda. e incubado na Universidade do Sul de Santa Catarina (UNISUL), se tornando, assim, o 1º Clube startup do Brasil. A SPE tem previsão de duração de 20 anos, prorrogáveis por mais 20, com o propósito de fazer o Tubarão crescer e se tornar um exemplo nacional de governança e gestão esportiva. Até 2025, a meta é estar entre os 40 maiores clubes do Brasil.
ÁGUA MOLE EM PEDRA DURA, TANTO BATE ATÉ QUE FURA: 2016 ‘O RETORNO À ELITE‘
Finalmente em 2016, com grandes mudanças na estrutura do clube, o Tubarão conseguiu antecipadamente o acesso à elite do futebol catarinense no dia 30 de outubro de 2016 ao golear a equipe do Porto por 9 a 1 no Estádio Heriberto Hulse, em Criciúma. Na disputa das finas da Série B, perdeu para o Almirante Barroso por 3 a 1 no estádio Camilo Mussi e ganhou em casa por 1 a 0, ficando o Vice-campeonato.
FONTES: Wikipédia – Página do clube no Facebook – Site do Clube – Federação Catarinense de Futebol (F.C.F.)
DATA: 18 DE ABRIL DE 1937
LOCAL: FLORIANÓPOLIS – SC
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1º JOGO |
AVAÍ |
1-0 |
FIGUEIRENSE |
|
2º JOGO |
ÍRIS |
1-0 |
ATLÉTICO |
|
3º JOGO |
AVAÍ |
1-0 |
TAMANDARÉ |
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FINAL |
ÍRIS |
2-0 |
AVAÍ |
CAMPEÃO – ÍRIS FUTEBOL CLUBE (FLORIANÓPOLIS – SC)
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DATA |
|
|
|
LOCAL |
CAR |
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|
15.02.1942 |
BRUSQUENSE |
3 |
X |
3 |
CONCÓRDIA (RIO DO SUL-SC) |
RIO DO SUL SC |
A |
|
08.03.1942 |
BRUSQUENSE |
6 |
X |
1 |
CIP (ITAJAÍ-SC) |
ITAJAÍ – SC |
A |
|
15.03.1942 |
BRUSQUENSE |
5 |
X |
1 |
CIP (ITAJAÍ-SC) |
BRUSQUE – SC |
A |
|
26.04.1942 |
BRUSQUENSE |
2 |
X |
2 |
PAYSANDU (BRUSQUE-SC) |
BRUSQUE – SC |
ASVI |
|
03.05.1942 |
BRUSQUENSE |
2 |
X |
0 |
LAURO MULLER (ITAJAÍ-SC) |
ITAJAÍ – SC |
ASVI |
|
10.05.1942 |
BRUSQUENSE |
3 |
X |
2 |
MARCÍLIO DIAS (ITAJAÍ-SC) |
ITAJAÍ – SC |
ASVI |
|
17.05.1942 |
BRUSQUENSE |
8 |
X |
4 |
COBRASIL (ITAJAÍ-SC) |
ITAJAÍ – SC |
ASVI |
|
31.05.1942 |
BRUSQUENSE |
5 |
X |
0 |
CIP (ITAJAÍ-SC) |
BRUSQUE – SC |
ASVI |
|
07.06.1942 |
BRUSQUENSE |
3 |
X |
3 |
AMAZONAS (BLUMENAU-SC) |
BRUSQUE – SC |
A |
|
28.06.1942 |
BRUSQUENSE |
3 |
X |
1 |
BLUMENAUENSE (BLUMENAU-SC) |
BRUSQUE – SC |
A |
|
05.07.1942 |
BRUSQUENSE |
6 |
X |
2 |
MARCÍLIO DIAS (ITAJAÍ-SC) |
BRUSQUE – SC |
ASVI |
|
09.07.1942 |
BRUSQUENSE |
5 |
X |
0 |
PAYSANDU (BRUSQUE-SC) |
BRUSQUE – SC |
ASVI |
|
13.09.1942 |
BRUSQUENSE |
4 |
X |
1 |
BRASIL (BLUMENAU-SC) |
BRUSQUE – SC |
CE |
|
27.09.1942 |
BRUSQUENSE |
1 |
X |
3 |
AMÉRICA (JOINVILLE-SC) |
JOINVILLE – SC |
CE |
CE – CAMPEONATO ESTADUAL
ASVI – ASSOCIAÇÃO SPORTIVA DO VALE DO ITAJAÍ
A – AMISTOSO
Fonte: Livro “Com a Bola Toda – 100 anos do CA Carlos Renaux”

Em mais uma homenagem aos jogadores, membros da comissão técnica e dirigentes que morreram no acidente aéreo, a Associação Chapecoense de Futebol decidiu eternizar aqueles que partiram. O escudo do clube de Chapecó ganhou duas estrelas, num sinal de memória, afeto, solidariedade e união. A reformulação do escudo foi a forma de marcar no peito a lembrança de tudo o que foi despertado nesse momento de adversidade.
A primeira estrela faz menção à conquista da Copa Sul-Americana 2016. Ela é branca em sinal de paz. A paz encontrada pelos nossos Eternos Campeões. Além disso, a cor branca simboliza a luz que nos guiará adiante, diz a nota do clube. Já a segunda estrela, no interior da letra F – que refere ao futebol – é a forma sutil, mas impactante, de eternizar os que dedicavam suas vidas à Chapecoense, completa o texto.
FONTES: Globoesporte.com – Site da Chapecoense

FONTE: Revista Placar