
FONTE: Revista Sport Ilustrado

FONTE: Revista Sport Ilustrado

O Ypiranga Futebol Clube é uma agremiação da Cidade de Erechim (RS). Fundado no dia 18 de Agosto de 1924, tem a sua Sede localizada na Avenida Sete de Setembro, 1.932, no Centro de Erechim. O seu Estádio é o Colosso da Lagoa, com capacidade para 35 mil pessoas.
O Ypiranga disputou o Campeonato Gaúcho da 2ª Divisão em: 23 oportunidades: 1952, 1953, 1957, 1960, 1961, 1962, 1963, 1964, 1965, 1966, 1967, 1976, 1982, 1984 a 1989, 2000, 2001, 2002, 2003, 2006, 2012, 2013 e 2014.
Na Terceirona, participou uma vez: 1983. No Campeonato Gaúcho da 1ª Divisão foram cinco edições: 1968 a 1977, 1990 a 2000 e 2015. No contexto nacional, o Ypiranga conta com duas participações no Campeonato Brasileiro Série C; 1995 e 2016; Campeonato Brasileiro Série D: 2009 e 2015. Copa do Brasil 2010 e 2011.

TÍTULOS
Tetracampeão Gaúcho da 2ª Divisão: 1967, 1989, 2008 e 2014
Campeão do Interior Gaúcho: 2009
Hepta Campeão Citadino: 1928, 1945; 1949, 1950, 1951, 1952, e 1953
FONTES: Filatélica Zeppelin – Blog Times do RS

O amigo Homero Queiroga encontrou uma raridade. O distintivo de 1965, do Clube Atlético Bragantino. É uma agremiação da cidade de Bragança Paulista, no interior do estado de São Paulo. Fundado em 8 de janeiro de 1928, suas cores são preto e branco.
O time teve seu ápice no começo dos anos 90, quando foi Campeão Paulista de 1990 e chegou à final do Campeonato Brasileiro em 1991. Por ser um clube profissional oriundo de uma cidade com apenas 150 mil habitantes, é um verdadeiro marco nacional.
PS.: Nem no site do clube, onde há os modelos de escudos do clube ao longo de quase nove décadas, não consta este escudo. Contudo, o modelo é de uma flâmula do Bragantino o que não deixa nenhuma dúvida em relação a veracidade deste modelo. Espero que o Bragantino coloque mais este modelo de escudo no seu site, a fim de enriquecer a história do clube

FONTE: Wikipédia –

O Clube Atlético Pradense é uma agremiação do Município de Antônio Prado (RS). Fundado no dia 06 de Junho de 1911, tem a sua Sede localizada na Avenida Castelo Branco, 65, no Centro da cidade. A equipe Alviverde manda os seus jogos no Estádio Municipal Valdemar Mansuetto Grazziotin.
Na esfera profissional o Atlético Pratense participou do Campeonato Gaúcho da 3ª Divisão em três oportunidades: 1980, 1981 e 2000. Já na Segundona Gaúcha foram 14 participações: 1976, 1977, 1978, 1979, 1982, 1983, 1984, 1986, 1987, 1988, 1990, 1991, 1992 e 1993.
Na Elite do Futebol Gaúcho o Pratense disputou uma única vez: 1976. O único título aconteceu no ano de 1981, quando o Clube Atlético Pradense se sagrou campeão do Campeonato Gaúcho da 3ª Divisão.
FONTE: Blog Times do RS

O Sport Club Gaúcho é uma agremiação esportiva da cidade de Passo Fundo (RS). Foi fundado no dia 12 de Maio de 1918. É um dos mais tradicionais clubes do estado, sendo o segundo maior campeão do Campeonato Gaúcho de Futebol – Divisão de Acesso, com três títulos, bem como é o clube de Passo Fundo com mais títulos estaduais e o segundo maior campeão do Campeonato Citadino de Passo Fundo.

FONTES: Site e Página do clube no Facebook – Wikipédia – Filatélica Zeppelin

O Guarany Futebol Clube é uma agremiação do Município de Camaquã (RS). A sua Sede fica na Rua Cristóvão Gomes de Andrade, 955, no Centro da cidade. O clube Alvianil foi Fundado no dia 16 de Junho de 1946, após a realização da Assembléia no recinto do Cine Teatro Guarany. A 1ª Diretoria foi constituída da seguinte forma:
Presidente de Honra: Acindino J. Silveira
Presidente: Joaquim Dias
Vice-Presidente: Carolino Wawrzeniak
1º Secretário: Nilo Sant´anna
2º Secretário: Jorge Atrib
1º Tesoureiro: Adão do Val Paraíso Souza
2º Tesoureiro: João Batista Dias
Capitão Técnico: Jacob Chagas
Conselho Fiscal: Damiano Casagrande – Valter Meirelles Vieira – Nilo Dias

HISTÓRIA
Corria o ano de 1946, e o futebol em Camaquã tinha no Clube Atlético Camaqüense a agremiação que congregava os melhores atletas jovens de nossa cidade. Era seu treinador o “castelhano” Don Julio, que costumava colocar na reserva alguns dos que treinavam durante toda semana, substituindo-os por outros atletas de outras cidades, que ele convidava para virem atuar pela equipe nas famosas “domingueiras esportivas”, deixando de lado a “prata da casa”. O campo de futebol se situava na área do Jockey Clube de Camaquã, no lado do pavilhão social.
Tal fato começou a irritar alguns dos integrantes do elenco esportivo da agremiação, especialmente os atingidos pelas substituições que o técnico efetuava.
Decidiram, então, fundar um outro clube e para isso, realizaram uma primeira reunião na residência do Sr. Edmundo Souza e Dona Mocinha Souza, ele guarda-livros e ela doceira.
A casa, a poucos anos demolida, se localizava na Rua Gen Zeca Netto, em frente ao campo da várzea, hoje praça Dr. Donário Lopes, ao lado do Hotel Comércio, onde atualmente existe uma igreja evangélica.
Naquele local reuniram-se os jovens Getúlio Dias, João Batista Dias, Jacob Chagas, José Scherer Sobrinho, José Ribeiro (o “Zeca”), Selmar Dias Borba e Adão do Val Paraíso Souza, filho do dono da casa, onde trataram dos primeiros detalhes, sendo sugerido o nome de Guarany Futebol Clube, inspirado no clube com o mesmo nome da cidade de Bagé, muito popular entre os jovens desta região, que prestavam o serviço militar obrigatório naquela cidade, e que era um dos clubes mais famosos do interior, fazendo frente, em igualdade de condições, com a dupla Gre-Nal, os dois mais importantes do Estado.
Logo em seguida, outra reunião, realizada no Bar do Danelon, na rua Gen. Zeca Netto, onde hoje funciona a Churrascaria Tradição, ao lado do prédio onde na época estava o Banco do Brasil, esquina da Av. Presidente Vargas com Gen. Zeca Netto, atualmente ocupado pelo Laboratório Olympus. Nesta reunião, participaram, além dos anteriormente citados, mais os jovens Ari Castro Oliveira, Cody Silveira, João Castro e Nilo Sant`Anna, quando deliberaram convidar mais algumas pessoas que concretizarem a fundação da entidade esportiva.
A assembléia de fundação foi convocada para o dia 16 de Junho de 1946, nas dependências do Cine Guarany, de propriedade do Sr. Joaquim Dias, que além de colocar o estabelecimento à disposição, prontificou-se a dar todo o apoio que fosse necessário.
O Guarany de Camaquã só se profissionalizou em 2010, sendo que, em sua época amadora, tinha como principal rival, a Sociedade Esportiva Cristal, do Município de Cristal, clube no qual teve como Presidente, o vice-governador do Rio Grande do Sul, Beto Grill.
Depois de boas campanhas e destaque nas competições, com a quase ascensão para a 1ª Divisão em 2012, em 2013 o Guarany passou pelo pior momento desde a sua profissionalização em 2010: Após uma péssima campanha pela Série A2 do Campeonato Gaúcho, o clube foi rebaixado para a Segunda Divisão do Rio Grande do Sul.
FONTES: Filatélica Zeppelin – Wikipédia – Site do Clube

Sport Club Cruzeiro do Sul
O Esporte Clube Cruzeiro do Sul foi uma agremiação do município de Jaguarão (RS). O Tricolor (verde, amarelo e vermelho) foi Fundado no dia 27 de Abril de 1924, como Sport Club Cruzeiro do Sul, na Rua Aquidabã pela boa vontade e esforço dos Srs. Cristovão Neves, João Correia da Silva, Pedro Correia da Silva, Dorval Knorr, Marçal Dias, Valter Jardim, Nésio Miranda, João Nunes Filho, Rubens Gerundo e Tomaz Miere.
Teve como iniciadores, formando a 1ª Diretoria, as seguintes pessoas:
Presidente – Lourival Tavares Leite;
Vice-presidente – Venceslau Garcia;
1º Secretário – Gabriel E. Correia;
2º Secretário – João Miranda;
Tesoureiro e Capitão geral – Cristovão de Almeida Neves;
Capitão de Quadro – Rubens Gerundo;
Orador – Luiz Dorval Lopes;
Guarda-desporte – Nepomuceno Larrosa.
Conselho consultivo presidente – Rosalino Lopes de Moura;
Relator – João Nunes Filho.

Presidindo a primeira diretoria provisória do Cruzeiro, deixou desde logo patenteado o seu grande interesse como responsável dos destinos do mesmo o incansável desportista Cristovão Almeida Neves, tendo mesmo depois de entregado a direção, se interessado e trabalhado com afinco destacado, merecendo-lhe agora a recompensa de ter sido aclamado sócio benemérito por grande número dos denodados cruzeiristas, que testemunharam assim um ato de inteira justiça aos seus serviços sempre empregados com interesse pelo bom nome do Cruzeiro.
INAUGURAÇÂO DO ESTÁDIO
Quando em 1927 inaugurou-se sob a responsabilidade do Sr. Claudino Neves, o seu campo de futebol, outro esforçado desportista da velha guarda do Cruzeiro, que tudo tem feito e se empenhado pelo brilho da existência de tão útil como simpática agremiação, ainda Cristovão Neves, secundando o seu parente e consócio não mediu sacrifícios, ora contribuindo com parcelas, ora trabalhando ele próprio com outros entusiastas elementos do alinhamento e marcação do campo.

Vem depois Lourival Tavares Leite, primeiro presidente eleito por grande maioria que, dirigindo de maneira admirável o futuro do Cruzeiro, demonstrou muito tino e capacidade no espinhoso cargo, procurando por todos os meios solucionar os problemas intrínsecos desde que os mesmos se movessem de acordo com a recomendação valorosa do clube da camisa tricolor. Merece portanto nossos aplausos o correto desportista que é, sem dúvida, Lourival Leite.
Seguindo os seus antecessores, não se tem descuido pelos destinos do glorioso Cruzeiro, Felipe Giozza, que há pouco deixou o cargo, entregando a Valter da Rocha Passos, conceituado cavalheiro e comerciante desta praça. Felipe Giozza foi incansável e um sincero amigo dos seus consócios.
Empregando como os demais o tempo em bem salvaguardar os interesses do clube, ele tem sido sempre o reparador para que nada falte de necessário nos dias de grande partida, tornando-a, por isso, esplendente a grandes elogios.
Haja vista quando foi da partida internacional realizada a 28 de outubro entre uruguaios da cidade de Vergara e o Cruzeiro, ficou maravilhosamente acertado um pacto admirável de camaradagem desportiva, graças ao empenho e boa vontade que empregou desde a recepção até o final das festas, das quais ficaram radiantemente demonstrada a educação e lealdade que possui Giozza.

Pelo Cruzeiro tem trabalhado um pugilo de homens dedicados, destacando-se tudo que diz respeito à glória da vida desportiva de Jaguarão: Luiz Dorval Lopes, orador; Rubens Gerundo, Tomaz Miere, Antônio Pinto Ribeiro, Alcides Moraes, Peri Moreira, Plínio Gomes, Julio Proença, Alcides Palma Pereira, irmãos Alcindo e João Amaro, José Pinto de Carvalho, Orestes Bezerra, Pedro Correia Silva e outros muitos que aparecem no plano onde figura a lista dos que se interessam do pujante e glorioso campeão.
O primeiro desses foi agraciado com o título de sócio honorário, estimulando assim os grandes e inestimáveis serviços prestados àquele. (Publicado no Diário de Notícias, em 24 de maio de 1934, cuja edição consta do acervo do senhor Carlos Alberto Machado Neves, filho do saudoso craque cruzeirista Alberto Neves).
O Cruzeiro do Sul participou do Campeonato Gaúcho quatro vezes, pela Zona do Litoral: em 1934, 1937, 1938 e 1939. Em 1961, se sagrou campeão do Campeonato Gaúcho amador. Fundiu-se com o Clube Jaguarense dando origem à Associação Cruzeiro Jaguarense.

Cruzeiro do Sul Bicampeão Citadino em 1959 e 1960
FONTES & FOTOS: Filatélica Zeppelin – Museu Virtual do Futebol

O Esporte Clube Vitoriense é uma agremiação do município de Santa Vitória do Palmar (RS). Fundado no dia 21 de Agosto de 1910, tem a sua Sede na Rua Gal Portinho, s/n, no Centro da cidade. O 1º presidente da instituição foi o Hugo de Oliveira Vasques e assim começou a caminhada desta agrupação que tanto honra o esporte da terra, embora lagunas históricas ainda venham a preencher os seus arquivos, inclusive não sabendo a origem da mudança de suas cores para verde-negro.
HISTÓRIA
Logo após a introdução do esporte futebolístico Bretão, em Santa Vitória do Palmar foi tomando gosto por tal atividade social e desportista. Fatos contribuíram para que isso acontecesse: a proximidade com Montevidéu, no Uruguai e o nosso isolamento e, por conseguinte, fazendo com que, além das corridas de cavalos, nada proporcionasse aos conterrâneos.
Mas o relato se traduz na fundação do Veterano, como aqui é conhecido e que discute-se alguns momentos de sua criação. A Sociedade Recreativa adiantou-se no tempo para a prática desse esporte e além do mais, embora a fundação da antiga associação seja comemorada em 21 de Agosto de 1910, com justa razão, esta surgiu de outro grupo que se denominou Club Recreio Vitoriense, criado anteriormente a essa data e que foi a matriz da instituição.
Já em outubro de 1910 com o nome de Sport Club Vitoriense, começam as suas lides esportivas, dando início a trajetória desse clube no jornal República de 19 desse mês, havia o convite para uma pugna de foot-ball entre sócios do mesmo, porque não existiam congêneres para a disputa entre rivais, o quê aconteceu em 1912, com a fundação do Sport Club Rio Branco, embora seja conhecida outra agremiação chamada de E.C.Vencedor, que até hoje, não temos informações orais ou escritas dele.
As cores das camisetas que serviram para distinguir os adversários eram Azul e Encarnado (vermelho), fato que já havia acontecido no clube pioneiro. Mais tarde, ainda assim, vestidos com as mesmas casacas, o jornal noticiava outro grande match para o dia 23 desse mês e o que é o mais importante, este semanário informava as escalações dos times que deveriam ser formados por estes moços que estão na foto de 1910, e que cremos ser, a mais antiga.

Escalação dos quadros.
Team azul: Gool-Keeper- Alfredo Antunes Backs- Osmã Azambuja, Francisco Costa E Manoel Machado; FoWards- Hugo Vasques, Victorino Moreno, José F. Farias, Antonio Estrella e Joaquim Calvete (capitão).
Team Encarnado: Gool-Keaper -Annibal Polycarpo;
Backs – Theobaldo Rotta e Atílio Patella;
Half-back- Odilon Rodrigues, Walter Vianna e Pedro Leonetti;
Fowards – Nicolau Rodrigues, Mario Dias, José Vitório Torino, Vicente Plastina e Faustino Oliveira(capitão).
O jogo foi no campo que era usado para as carreiras de cavalos e que hoje é o local do campo do Vitoriense, na Rua João Telles, para o lado leste (deve ser a Av.Bento Gonçalves). Em 1915 foi construído um pavilhão de madeira com telhado de zinco para dar mais comodidades aos torcedores, mas assim mesmo, a assistência era reduzida, talvez devido ao pouco tempo de atividades esportivas e falta de costume dos desportistas.
FONTE: Filatélica Zeppelin – Planeta Sul – Homero Suaya Vasques Rodrigues