Arquivo da categoria: Copas do Mundo

Recordar é viver: o Escrete Canarinho Bicampeão Mundial em 1962

O jornal O Globo, em sua edição desta terça-feira, dia 20 de março, publica na seção “Há 50 anos” a convocação da Seleção Brasileira para a disputa da Copa do Mundo de 1962 no Chile. O jornal apresenta a convocação de 41 jogadores, relacionados por posição, conforme reproduzido abaixo:

Arqueiros: Gilmar (Santos), Castilho (Fluminense), Valdir (Palmeiras), e Laércio (Santos).

Zagueiros direitos: Djalma Santos (Palmeiras), Jair Marinho (Fluminense), De Sordi (São Paulo) e Joel (Botafogo).

Centrais: Bellini (São Paulo), Mauro (Santos), Djalma (América) e Aírton (Grêmio Pôrto Alegrense).

Quartos zagueiros: Calvet (Santos), Barbosinha (Vasco), Zózimo (Bangu), Aldemar (Palmeiras) e Jurandir (São Paulo).

Zagueiros esquerdos: Nílton Santos (Botafogo), Altair (Fluminense), Rildo (Botafogo) e Ivan (América).

 Volantes: Zito (Santos), Zequinha (Palmeiras) e Carlinhos (Flamengo).

Apoiadores: Didi (Botafogo), Chinêzinho (Palmeiras) e Mengálvio (Santos).

Ponteiros direitos: Jair (Portuguesa de Desportos), Julinho (Palmeiras) e Garrincha (Botafogo).

Comandantes: Vavá (Palmeiras), Coutinho (Santos), Nei (Corinthians), Amarildo (Botafogo) e Quarentinha (Botafogo).

Pontas de lança: Pelé (Santos), Benê (São Paulo) e Prado (São Paulo).

Ponteiros esquerdos: Germano (Flamengo), Pepe (Santos) e Zagalo (Botafogo). ”

A delegação completa da Seleção Brasileira que embarcou para o Chile

Desses, depois de uma primeira etapa de treinos, foram desconvocados Prado, Carlinhos, Ivan, Aírton, Barbosinha e Chinesinho. O grupo restante ficou para a segunda etapa de preparação, que incluiu dois jogos contra o Paraguai, quando então foram desconvocados Aldemar, Bené, o goleiro Laércio e Nei.

Vinte e nove  jogadores prosseguiram para a terceira e última etapa de treinos, em que foram disputados dois amistosos contra Portugal. Djalma Dias, Joel, Calvet, Germano, Julinho, Rildo, Quarentinha e o goleiro Valdir Morais foram os últimos a serem cortados, na definição dos 22 que viajariam para o Chile.

Time em treinamento: Djalma Santos, Belini, Zito, Calvet, Castilho e Nilton Santos; Agachados: Garrincha, Didi, Coutinho, Pelé e Pepe

Veja a delegação do Brasil no VII Campoeonato Mundial de Futebol

Chefe – Paulo Machado de Carvalho

Secretário – Adolfo Marques

Tesoureiro – Ronald Vaz Moreira

Delegados aos Congressos da CSAF e FIFA – Luiz Murgel, Abílio de Almeida, Paulo Costa, Antônio do Passo

Superintendente e administrador – Mozart Giorgio

Supervisor – Carlos Nascimento

Médico – Hilton Gosling

Dentista – Mário Trigo

Observador – Ernesto Santos

Administrador – José de Almeida

Preparador físico – Paulo Amaral

Técnico – Aimoré Moreira

Massagista-enfermeiro – Mário Américo

Roupeiro-massagista – Francisco Assis

Sapateiro-cozinheiro – Artistides Pereira

Cafeteiro (do Instituto Brasileiro do Café, IBC) – Amaro Veloso dos Santos

Árbitro (da FIFA) – João Etzel Filho

Jornalista – Ricardo Serran

 

Na concentração: Pelé, Pepe (engraxando os sapatos) e Julinho

Jogadores da Seleção Brasileira

Altair Gomes de Figueiredo

Amarildo Tavares da Silveira

Antônio Wilson Honório (Coutinho)

Carlos José Castilho

Dejalma dos Santos (Djalma Santos)

Edson Arantes do Nascimento (Pelé)

Edvaldo Izídio Neto (Vavá)

Gilmar dos Santos Neves

Hideraldo Luís Belini

Jair da Costa

Jair Marinho de Oliveira

José Ely de Mirranda (Zito)

José Ferreira Franco (Zequinha)

José Macia (Pepe)

Jurandir de Freitas

Manoel Francisco dos Santos (Garrincha)

Mario Jorge Lobo Zagalo

Mauro Ramos de Oliveira

Mengálvio Figueiró

Nlton dos Santos

Waldir Pereira (Didi)

Zózimo Alves Calazães

 

Fotos: CBF


Vaga na fase final faz Qatar virar assunto no país

O Qatar superou as dificuldades e conseguiu a sua classificação para a fase final das Eliminatórias Asiáticas para a Copa do Mundo de 2014, que será disputada no Brasil, ao empatar com o Irã, por 2 a 2, na rodada final da primeira fase. O selecionado, que é comandado pelo brasileiro Paulo Autuori, ficou com a segunda colocação no Grupo E, somando dez pontos, em seis partidas disputadas (duas vitórias e quatro empates).

técnico do Al Gharafa, Leonardo Vitorino

 “Hoje, depois de muito tempo, vejo a população do Qatar falar de sua própria seleção, que conseguiu uma classificação que para muitos era uma das tarefas mais difíceis, já que não podia perder para o Irã no seu compromisso derradeiro”, relata o técnico brasileiro Leonardo Vitorino, do Al Gharafa, um dos times mais tradicionais do Qatar.

 “O sonho do futebol do Qatar continua e, para todos nós que trabalhamos no País, é imensamente positivo esse objetivo estar dando continuidade, justamente nas mãos de um treinador brasileiro. Aliás, mais uma vez, o futebol brasileiro está bem representado no Mundo Árabe com as classificações de Iraque e Qatar na próxima fase, sob os comandos de Zico e Paulo Autuori, respectivamente”, acrescenta Leonardo.

 Na sequencia das Eliminatórias Asiáticas, as seleções serão divididas em dois grupos, que serão formados através de um sorteio. O primeiro e o segundo colocados de cada chave garantirão automaticamente a vaga para a Copa do Mundo, enquanto os dois terceiros medirão forças em uma repescagem, cujo vencedor enfrentará o quinto colocado da América do Sul na disputa da última vaga.

 “Acredito que, a partir de agora, os jogos continuarão sendo muito difíceis, mas essa passagem de fase mostra que o trabalho que está sendo feito por todos segue um caminho certo. Isso faz com que os jovens que jogam nas bases de todos os clubes sonhem em chegar um dia a um Mundial”, finaliza Vitorino.

Foto: Divulgação/ASE

 

COPA DO MUNDO 2018

A delegação da Fifa que encerrou(1/9) em Lisboa uma visita aos estádios da candidatura em conjunto de Espanha e Portugal a sede da Copa do Mundo de 2018 ou 2022 e avaliou a proposta dos dois países “como muito positiva”.  Segundo eles, a candidatura ibérica tem “ótimas chances” de ser escolhida para organizar uma das edições do torneio.

Em quatro dias de inspeção, os representantes da Fifa passaram por Madri, Barcelona, Porto e a capital portuguesa para conferir as condições de estádios, rede hoteleira e locais escolhidos para receber centros de imprensa. O chefe da delegação, o chileno Harold Mayne-Nicholls, fez uma avaliação positiva da proposta e destacou a coordenação entre Espanha e Portugal. – A candidatura ibérica é mais que uma esperança em matéria futebolística. Representa a união de duas culturas irmãs que, com a realização da Copa do Mundo, estariam em condições de mostrar ao resto do planeta a coesão de seus ideais em busca do bem comum para seus povos – afirmou, em entrevista coletiva.

A Fifa decidirá quais países sediarão as edições do Mundial posteriores à do Brasil (2014) no dia 2 de dezembro deste ano, em Zurique.

EL ÚLTIMO TANGO EN AFRICA! ADÍOS ARGENTINA

A Argentina chegou a Africa do Sul como umas das seleções favoritas a conquista do título e sair de uma fila de 24 anos. Curiosamente a boa equipe portenha é comandada por seu principal jogador de todos os tempos e lider dentro de campo desta conquista em 1986 no México.

Diego Maradona assumiu a Argentina sob suspeita, se classificou na última rodada depois de vencer o Uruguai em Montevidéu quando todos apostavam num vaga na disputa de uma repescagem assim como nas eliminatórias da Copa de 1994.

No inicio de 2010 Diego Maradona começou a traçar e dar novas caras ao selecionado argentino e apostando suas fichas nos seus atacantes que lideravam as artilharias de seus clubes onde atuam na Europa, Higuain, Tevez, Messi, Milito, Sergio Aguero e Palermo maior goleador da história do clube de seu coração na Argentina o Boca Junior era a esperança sendo Leonel Messi a estrela maior da constelação, com a experiência de Verón e Mascherano e a classe de Di Maria o maior temor portenho era a sua defesa.

Começa a Copa no primeiro jogo uma vitória diante a Nigéria uma magra vitória por 1 a 0 gol marcado por um de seus defensores, no segundo jogo  o ataque temido mostrou a sua força nos 4 a 1 sob a Coreia do Sul. A empolgação começa a tomar conta, Maradona sempre de bom humor contagia o grupo e é o prato preferido da midia de todo o mundo antes, durante e depois dos jogos. Mas hoje o tango dançado dentro de campo tomou rumos diferentes em campos sulafricanos foi diferente, o adversário era totalmente desigual dos outros oponentes e além do mais a Alemanha vinha completamente modificada de seu jeito pragmatico de atuar e que rendeu aos germânicos três títulos mundiais e quatro vices campeonatos, a Alemanha veio chamar a Argentina para bailar um tango e se inicio ao bailado alemão logo, durante estes dias que antecederam a essa partida alertei a minha companheira Tereza Cristina que se a Alemanha marcasse um gol primeiro e no inicio da peleja que o jogo tomaria ares de dramacidade pelo fato do sangue latino não suportar a pressão de ter de sangue frio para poder contornar uma situação adversa, e de fato terminou acontecendo não que a Argentina não tivesse time para virar mais pelo fato da Alemanha estar jogando um futebol de alma latina, de toques rapidos, tabelinhas, dribles em direção do gol tudo isso criado por jogadores habilidosos me atrevo até a considerar um pouco de futeol brasileiro o jogado pelos alemães.

O drama se confirmou logo após a marcação do segundo gol alemão, a cara dos argentinos em campo e o choro de Maradona em sua face incredula a cada firula produtiva dos jogadores alemães, o baile estava  repleto de jogadas que mais parecia um contra passo de um tango de furia e plastica somente dançada por argentinos. E a Argentina dançou e dançou como nunca e no final o choro…! Mas choras por ti Argentina… O tango por hoje acabou Alemanha 4 a 0.

ALEMANHA E ARGENTINA 2010 CHOQUE DE 5 TÍTULOS MUNDIAIS

Alemanha e Argentina fazem no próximo sabado dia 03/07/2010 na Cidade do Cabo, Africa do Sul um duelo dos mais eletrizantes desse mundial. Reeditando o jogo que ocorreu na mesma fase da Copa de 2006 na Alemanha as quartas de finais, onde a Argentina tinha eliminado o mesmo México de hoje e os germâmicos tendo mandado os suecos para casa.

É o confronto de duas seleções que tem história em Copas do Mundo e escolas tradicionais embora atuando de formas  diferentes, este duelo que já ocorreu em 1958 com a vitória alemã por 3 a 1, na Copa de 1966 na Inglaterra houve um empate em 0 a 0, o clima entre as duas nações passou a esquentar em 1986 quando fizeram a primeira final entre ambas e com vitória portenha por 3 a 2, quatro anos após na finalissima do Mundial de 1990 na Itália ocorreu um novo embate desta fez com a Alemanha batendo a Argentina por 1 a 0 com um gol de penalti contestado até hoje por nuestros hermanos. Veio 2006 e num jogo corrido e tenso alemães e argentinos empataram em 1 a 1 no tempo normal e na prorrogação seguiu o empate e na decisão por penaltis vitória dos donos da casa e eliminação dos argentinos.

Agora estaremos numa mesma quarta de finais, jogo eliminatório campanhas distintas vantagem portenha no papel, a Alemanha jogando um futebol solto, alegre uma equipe jovem e de boa qualidade técnica com Ozil fazendo-me lembrar Overath ou Hans Muller a vantagem da Alemanha para mim esta num conjunto todo e a defesa mais solida, a Argentina tem o melhor jogador do mundo a raça e a vontade de vencer liderada por um Maradona alto-confiante e paizão de todo o elenco. Muita coisa mudou mesmo tanto Alemanha como Argentina decepciona no gol, pois as escolas de goleiro não faz mais juz tanto de um lado que já teve Sepp Maier, Shumacher. Illgner e Oliver Kahn e ver Neuer meio atrapalhado ainda e no lado argentino que viu Carrizo, Fillol, Pumpido, Goycoechea, esse Sergio Romero é muito fraco o que pode ajudar a definir uma partida.

Vamos ver agora dia 03/07/2010 é jogo para pirão como se diz aqui na Bahia é aguardar para ver.

URUGUAI BICAMPEÃO MUNDIAL! 1930 E 1950

A SELEÇÃO URUGUAIA CONHECIDA COMO A CELESTE OLIMPICA DEVIDO AO SEU UNIFORME AZUL CELESTIAL E AS SUAS DUAS CONQUISTA OLIMPICAS EM 1924 EM PARIS E AMSTEDÃ EM 1928,O URUGUAI ESCOLHIDO PARA SER O PAÍS SEDE DA PRIMEIRA COPA DO MUNDO EM 1930 NA QUAL SE SAGROU CAMPEÃO, FICOU DE FORA DOS MUNDIAIS DE 1934 E 1938, RETORNANDO A UMA COPA DO MUNDO EM 1950. EXISTE ALGO COMUM NAS DUAS CONQUISTAS CELESTE ACOMPANHE:

COPA DE 1930

JOGOS DISPUTADOS 04

URUGUAI 1 X 0 PERU

URUGUAI 4 X 0 ROMÊNIA

URUGUAI 6 X 1 IOGUSLÁVIA

URUGUAI 4 X 2 ARGENTINA

COPA DE 1950

URUGUAI 8 X 0 BOLIVIA

URUGUAI 2 X 2 ESPANHA

URUGUAI 3 X 2 SUÉCIA

URUGUAI 2 X 1 BRASIL

EM AMBAS AS COPAS VENCIDAS PELOS CAUDILHOS ELES PRECISARAM APENAS DE QUATRO JOGOS, MARCARAM 15 GOLS EM CADA CONQUISTA OS MUNDIAIS FORAM DISPUTADOS NA AMÉRICA DO SUL E VENCEU RIVAIS CONTINENTAIS EM 1930 ELE FOI O ANFITRIÃO E EM 1950 VENCEU O ANFITRIÃO.

PEDRO CEA FOI SEU ARTILHEIRO EM 1930 COM 5 GOLS E OMAR MIGUEZ EM 1950 FOI SEU GOLEADOR MÁXIMO COM 5 TENTOS TAMBÉM.

DOMINGO TEJERA EM 1930 E EUSÉBIO TEJERA EM 1950 TIO E SOBRINHO CAMPEÕES MUNDIAIS.

NOS DOIS MUNDIAIS ENFRENTOU DOIS EUROPEUS E DOIS SULAMERICANOS .

SÃO AS CURIOSIDADES EM COPAS DO MUNDO.

A História da Taça Jules Rimet

Durante o Congresso da FIFA, 28 de maio de 1928, época dos Jogos Olímpicos de Amsterdã, por proposta do Comitê Executivo daquele órgão ficou decidido levar a efeito um campeonato mundial de futebol. Apareceram, então, seis países candidatos a realizar o primeiro certame: Hungria, Itália, Holanda, Espanha, Suécia e Uruguai.
No Congresso de Barcelona, em 1929, a FIFA fixou o ano seguinte para a disputa da Primeira Copa do Mundo, escolhendo o Uruguai como sede da referida disputa. A escolha fundamentou-se em três motivos: prestígio do futebol uruguaio como campeão olímpico em 1924 e 1927; o Uruguai comemoraria em 1930 o centenário de sua independência, além da Associação Uruguai de Futebol oferecer vantagens financeiras aos participantes.
Decidida a promoção do mundial, Jules Rimet, ainda em 1929, uma das últimas providências para concretização do seu sonho, foi a confecção de uma bela taça, pelo artesão Abel Lafleur, em Paris, que depois, por decisão do Congresso da FIFA, realizado em Luxemburgo (01.07.1946) levaria seu nome.
O rico troféu representava uma Vitória alada, levando em suas mãos, levantadas sobre a cabeça, um vaso octogonal em forma de copa. Era de ouro puro com um quilo e oitocentos gramas e seu peso total correspondia a quatro quilos, com trinta centímetros de altura, incluindo a base de mármore em que se apoiava. Ao pé desta, em placas especiais, passaram a figurar o nome gravado dos vencedores dos mundiais realizados até 1970. Os nomes são: 1930 (Uruguai), 1934 (Itália), 1938 (Itália), 1959 (Uruguai), 1954 (Alemanha), 1958 (BRASIL), 1962 (BRASIL), 1966 (Inglaterra), 1970 (BRASIL). O Brasil ficou de posse definitiva da taça Jules Rimet por ter conquistado seu tri-campeonato. A taça Jules Rimet ficou pronta em abril de 1939, antes da primeira copa do mundo, e os gastos totais atingiram 50 mil francos, uma fortuna para a época.
O belo troféu que havia sido mantido escondido na Segunda Grande Guerra Mundial pelo desportista italiano Otorino Barassi, depois foi roubado na Inglaterra, em 1966, mas logo recuperado. Infelizmente desapareceu da sede da CBF, no Rio de Janeiro, no final de 1983. E para decepção dos desportistas brasileiros, a imprensa anunciou no dia 28 de janeiro de 1984 que a taça Jules Rimet havia sido derretida no dia seguinte ao roubo, juntamente com outros troféus ganhos pelo futebol brasileiro.
Com a conquista em definitivo da Taça Jules Rimet pelo Brasil, foi instituído um novo troféu para o mundial de 1974. O Comitê Executivo da FIFA, reunido na cidade de Atenas, janeiro de 1971, deliberou a confecção de uma nova taça, com a denominação de Copa Mundial da FIFA. Após uma comissão especial examinar projetos apresentados por 53 empresas europeias de sete países, decidiu pelo projeto da Companhia Bertoni de Milão.
O autor do projeto vitorioso foi o milanês Silvio Gazzaniga, chefe da firma Bertoni, e com passagem pela Escola Superior de Artes de Milão. A Copa Mundial simboliza a força e a pureza das disputas esportivas mundiais, representadas por dois atletas segurando o globo terrestre. É de ouro maciço 18 quilates, pesando cinco quilos e medindo 49 centímetros de altura, incluindo a sua base. Na aludida base existe espaço para registro de 18 vencedores de Copas, a contar de 1974 (Alemanha) o primeiro campeão da nova taça. Depois tivemos em 1978 (Argentina), 1982 (Itália). 1986 (Argentina), 1990 (Alemanha), 1994 (BRASIL), 1998 (França) e 2002 (BRASIL).
Em 71, o custo do novo troféu foi de 20 mil dólares. Ao contrário da taça Jures Rime, a Copa Mundial não ficará em definitivo, em poder de nenhum país. O vencedor de cada mundial manterá a posse da original por quatro anos. Depois disso, receberá uma réplica, apenas banhada em ouro, que reterá definitivamente.