PORTO de Caruaru…..

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No dia 31 de dezembro de 1980 surgiu, no cenário esportivo pernambucano, o Clube Atlético do Porto.

Fruto da paixão de um grupo de abnegados moradores da Rua Coronel Francisco Rodrigues Porto, em Caruaru (Pernambuco), o clube tinha inicialmente o simples intuito de participar das competições amadoras da Liga Desportiva Caruaruense.

Assim, nos primeiros 10 anos, o clube teve como filosofia o célebre conceito do Barão de Coubertin : O importante é participar.

Antecipando-se à modernização por que passa o futebol brasileiro desde a aprovação da Lei Pelé, assumiu a presidência do clube o empresário José Porfírio de Oliveira, um apaixonado pelo futebol, que decidiu implantar um ousado projeto: transformar a agremiação, já conhecida como Gavião do Agreste, numa força do desporto pernambucano.

Para tanto, traçou-se como meta inicial a conquista dos títulos em disputa na Liga Desportiva Caruaruense, objetivo este alcançado já no primeiro ano de seu mandato, com a conquista dos títulos de futebol em todas as categorias (adulto e juniores).

Em janeiro de 1994, a agremiação foi completamente profissionalizada, filiando-se à Federação Pernambucana de Futebol. Expressivos resultados e vários títulos foram conquistados já no início da história profissional do clube, fruto de participações brilhantes nos Campeonatos Estaduais e Nacionais.

Um novo passo estava prestes a ser dado…

Em janeiro de 1998 assume a presidência do clube o conceituado empresário Cadmo Matos Barros, um jovem e dinâmico empreendedor com grande trânsito no futebol nacional e internacional, que decide implantar uma filosofia vencedora no Clube Atlético do Porto e transformá-lo em uma fábrica de craques.

Investimentos são feitos na aquisição de equipamentos e na modernização das instalações existentes, ao mesmo tempo que são contratados profissionais de renome no cenário pernambucano e nacional…

Acreditando na juventude, as categorias juvenil e juniores passam a ter tratamento prioritário, tornando o clube um atrativo para jovens de todo nordeste que procuram a agremiação no intuito de mostrar o seu valor.

A partir dai, o Clube Atlético do Porto passa a fazer parte do seleto grupo dos Grandes Clubes do Futebol Pernambucano, sendo os seus confrontos com os demais considerados, pela crônica regional, um clássico do futebol pernambucano.

Atualmente, o Clube Atlético do Porto possui o mais moderno centro de treinamento do futebol pernambucano, que ocupa uma área de aproximadamente 20 hectares.

CLUBES DO PARANÁ – ESPORTE CLUBE RECREATIVO FERROVIÁRIO

NOME: ESPORTE CLUBE RECREATIVO FERROVIÁRIO

CIDADE: Jaguariaiva / PR

ENDEREÇO: Rua Rocha Pombo, s/n – Jaguariaiva / PR

FUNDAÇÃO: 06 de março de 1939

CORES OFICIAIS: preto / branco

ESTÁDIO: EStádio Francisco Cerilo da Costa

HISTÓRICO: Disputou a 3ª Divisão Paranaense em 1999.

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Teresinense e o hino de 1950

O Teresinense Atlético Club foi vicecampeão estadual em 1950. Perdeu o jogo final para o River Atlético Clube: 2 a 1. Lula fez o gol da equipe de Mestre Constâncio e o Tenente Veiga, hoje Coronel Veiga, reformado do Exército e residente em Natal, Rio Grande do Norte, assinalou os 2 gols da difícil vitória riverina.

O inusitado daquela época, na metade do século XX, é que o Teresinense Atlético Club que possuía sede social na Rua Simplício Mendes, cruzamento com a Rua Jônatas Batista, zona Norte de Teresina, local privilegiado donde se vê toda a praça do Ginásio de Esportes Dirceu Mendes Arcoverde, “O Verdão” (até por volta de 1978, no mesmo local estavam situadas a Cadeia Pública da Capital e a Faculdade de Odontologia do Piauí, bem próximas ao Estádio Municipal Lindolfo Monteiro, construído em 1943 e várias vezes reformado para melhor e, erigido em homenagem ao falecido médico pediatra Lindolfo Monteiro), ganhou Hino Popular idolatrando os craques de 1950, todos eles exímios jogadores de futebol sempre homenageados em todas as áreas ecumênicas de Teresina.

Um dos remanescentes daquela extraordinária “onzena”: Freitas, Gibi e Sebastião: Bagaço, Joaquim e Mário Maromba; Arimatéa, Lula, Messias, Aderson e Batista (nos anos 50 não havia substituições de jogadores no decorrer das partidas do Campeonato Estadual), o ponta-de-lança Lula, 72 anos de idade, aposentado do DNOCS, atacante pela meia-direita do ataque azulino com mescla de cores em vermelho e branco (gola e punhos da gloriosa camiseta do Teresinense), foi quem cantarolou os versos do Hino popularizando ainda mais os jogadores do Teresinense Atlético Club. Muitos daquela “onzena” formidável morreram no curso final do século XX: Freitas, goleiro, pai do atacante Nivaldo que marcou o gol do título de 1977 atuando pelo River: 3 a 2 em cima do Flamengo; Sebastião; Bagaço, também fazia improvisações como goleiro; Mário Maromba, sobrinho do espetacular centro-médio Ição da safra incrível de guapos jogadores da cidade de Parnaíba; Aderson; Messias; Arimatéa; Batista, acabou sua trajetória esportiva como dirigente do Esporte Clube Flamengo.
Assim, sob batuta do presidente Constâncio, eis o Hino do vice-campeão de 1950, numa bonita homenagem aos atletas do Teresinense Atlético Club:

“Nosso clube é popular:
Teresinense! Teresinense!
A Capital tem que admirar
O futebol do clube mafrense
O notável campeão, campeão!
Freitas, Gibi, Sebastião,
Não é brincadeira não.

“Bagaço, Joaquim, Mário Maromba,
Aderson, Lula e Messias,
Na ponta Arimatéa arromba,
Batista controla, corre e se enfia
Para a assistência gritar
É gol! É Gol! Vamos pular
E com o Teresinense dançar”.

Fonte: Carlos Said

Escudo Inédito…..

Pow assim tá indigesto…. caraca cada vez que abro aqui tem um escudo melhor que o outro…fala sério.,só tem fera em escudos brasileiros neste blog…mesmo que a grande maioria n se interesse tbm vou colocar um meu da minha área de interesse.,fiquei com inveja……kkkkkkkkkkkkkkkkk

AS CONCORDE 1°divisão da Mauritânia…

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