YPIRANGA(RJ) 3-1 CRUZEIRO(RJ)
Data: 16 de novembro de 1958
Local: Estádio da Rua São Lourenço, em Niterói / RJ
Caráter: Campeonato Niteroiense de Profissionais de 1958 – Final
Juiz: Haroldo da Rocha Tristão
Gols: Joaquim (2) e Nelson / Eduardo
Ypiranga: Borracha; Nelson e Amaral; Zé Augsuto, Didi e Elias; Jorginho, Arley, Joaquim, Figueiredo e Candengo.
Cruzeiro: Paulo; Henrique e Valter; Valdir, Celso e Jair; Vadinho, Genésio, Perereca, Eduardo e Nando.
História e depoimentos do gol de placa de Pelé
O Instituto Mais Memória relembra o famoso gol de Pelé marcado contra o Fluminense, no Maracanã exatamente há 50 anos atrás. Era o dia 5 de março de 1961. Fluminense e Santos se defrontaram pelo Torneio Rio-São Paulo, que seria vencido pelo Flamengo.
Após driblar vários adversários, Pelé marcou o gol, fazendo com que o Maracanã e o jornalista JOELMIR BETING explodissem em euforia. O jornalista, empolgado com o fantástico gol que havia visto, disse que tal gol merecia uma placa tamanha sua beleza. Assim, uma placa de bronze foi feita e colocada na entrada do Maracanã onde permanece até hoje. Desde então, todos os gols marcados com rara beleza são intitulados “gols de placa”.
O jogo do gol de placa – 1961-
No dia 5 de março de 1961, no Maracanã, o Santos venceu o Fluminense por 3-1. Nesta partida o Rei do Futebol – EDSON ARANTES DO NASCIMENTO – Pelé, então com 20 anos, marcou o gol que ganhou a homenagem, em decorrência de sugestão do jornalista Joelmir Beting.
Eram decorridos 40′ do primeiro tempo, o Santos vencia de 1-0 gol de Pelé. Depois de uma defesa do goleiro santista, a bola sobrou para Dalmo que passou a Pelé na entrada de sua área. Ele controlou a bola e partiu para o gol do adversário. Numa velocidade extraordinária passou pela linha média e entrou na intermediária do Fluminense. Seus companheiros abriram para receber. Os deslocamentos de Coutinho, Dorval e Pepe confundiram a defesa adversária.
Narra Pinheiro o seguinte:
“Quando a bola veio para o “criolo” a defesa naturalmente se postou para identificar onde seria seu passe. Porém, Pelé partiu em linha reta, numa velocidade extraordinária. Passou pelo meio-campo e chegou em nossa intermediária. Eu estava na sobra e quando dei o combate, pensando que ele iria passar a bola, ele driblou três jogadores ao mesmo tempo, com sua ginga de corpo. Ficamos preocupados ainda, onde ele daria a bola. Mas ele continuou e entrou na área deslocando o Castilho. Não foi uma jogada de dribles seguidos. O que houve foi uma velocidade em linha reta e quando o Pelé partia para o gol era terrível. Foi um gol bonito sem dúvida “.
Sobre o gol Altair contou o seguinte:
” Foi um lance muito rápido. Estávamos no ataque e quando olhamos Pelé recebeu no meio de campo e partiu em velocidade, pegando todo mundo de surpresa. Como era um contra-ataque a defesa estava mal postada. Eu estava voltando e fiquei preocupado com meu lado. Mas o negão era f. Ganhou de todos nós na corrida e fez o gol. Quando chegamos juntos, ele deu um corte, e aí não dava mais para segurá-lo”.
Jair Marinho dá seu testemunho:
“Eu voltei preocupado com o Pepe. Já era terrível marcar o Pepe. Quando vi o Pelé partindo para cima de nossa defesa, vi que a coisa tava preta. Foi um lance muito rápido. Se não me engano uma reposição de bola e ele recebeu no campo dele. Partiu em linha reta. É aquela coisa de matar o jogo. Tem de parar quando há este tipo de lance, sem machucar o adversário. Quando a defesa é pega do jeito que foi, a chance de sair o gol do adversário é muito grande, sendo mais Pelé com a bola. Fiquei preocupado da bola chegar no Pepe. Ele partiu, passou pelo meio de campo, saiu Pinheiro e aí “Inêz já era morta”. Barbante”

Pelé e Pinheiro no lance do gol de placa em 1961.
JOELMIR BETING após o jogo, voltou para São Paulo e tomou a iniciativa de mandar fazer, por conta própria, uma placa para imortalizar aquela obra prima. Com bom humor, costuma dizer que é o autor da “placa do gol” – o que é a mais cristalina das verdades.

A homenagem da ADEG e dos Cronistas ao Rei do futebol.
Detalhamento do lance segundo O Globo:
Atravessando todo o gramado sob a vigilância dos adversários. Já na área tricolor, Pelé driblou Pinheiro que estava ao seu encalço, se livrou do desesperado Jair Marinho e, diante de Castilho, tocou fora do alcance do goleiro que se atirou todo mas seu esforço foi inútil. Alguns mais exaltados, afirmavam que aquele gol teria que valeu por dois. De fato, o gol foi tão espetacular que arrancou aplausos de todos os torcedores que, de pé, esquecendo-se de suas paixões clubísticas e embora empunhando bandeiras tricolores, proporcionaram uma cena jamais vista no Maracanã. Foram quase dois minutos de palmas, contados a relógio, enquanto Pelé desaparecia debaixo dos abraços dos companheiros.
Com relação ao jogo, podemos afirmar que, tornar-se cada vez mais difícil encontrar adjetivos para traduzir o que está jogando a equipe do Santos. No mínimo, teríamos que repetir o chavão, frisando que é verdadeira máquina. Máquina que se encontra bem ajustada, engrenada e azeitada, peças perfeitas e que se ajustam de forma incrível. Começaríamos por Pelé e Coutinho que, no futebol, repetem os fechos das histórias românticas: nasceram um para o outro. Quando uma parte, o outro sabe o que fazer, como se tivessem estudado as jogadas dentro da pensão onde moram, em Santos. Eles se juntam aos demais jogadores que forma um conjunto harmônico de futebol bonito, rápido e eficiente.
O Fluminense, antes de tudo, teve um comportamento técnico e disciplinar exemplar. Jogou bem, mas o Santos está numa forma esplendorosa. Um clube difícil de ser vencido. Castilho realizou milagres e se tornou uma das grandes figuras da partida.
Data: 5 de março de 1961.
Competição: Torneio Rio São Paulo.
Placar: Fluminense 1 x Santos 3.
Gols de : Pelé (2) e Pepe (Santos) e Jaburu (Fluminense).
Local:Estádio Jornalista Mário Filho – Maracanã.
Juiz: Olten Ayres de Abreu.
Renda: 2.685.317,00.
Santos: Laércio. Fiotti. Mauro. Calver e Dalmo. Zito e Mengalvio (Nei). Dorval. Coutinho. Pelé e Pepe (Sormani).
Fluminense: Castilho. Jair Marinho. Pinheiro. Clovis (Paulo) e Altair. Edmilson e Paulinho. Telê Santana (Augusto). Valdo. Jaburu e Escurinho.

Joelmir Beting foi o jornalista responsável pela homenagem. Atualmente atua na REDE BANDEIRANTES. Nasceu em Tambaú, interior de São Paulo, em 21 de dezembro de 1936. Tem dois filhos. Mauro Beting um dos filhos, é comentarista esportivo da mesma Rede de televisão e de alguns jornais. Na época da partida – 1961 -JOELMIR BETING atuava na área esportiva.
INSTITUTO MAIS MEMÓRIA
RESPEITO À HISTÓRIA – RESPEITO AO BRASIL.
Por Izaias Nascimento
FUTEBOL EM MARACANAÚ/CE
Segunda Divisão de São Paulo 1954 – Campanha do Campeão – Fichas Técnicas
Série Nóbrega – 1ª fase
1º Turno
19/12/1954
Taubaté 4 x 0 São Bento (Sorocaba)
Local: Taubaté
Juiz: André Garcia Martins
Renda: Cr$ 14.900,00
Gols: Berto (2), Minelli (2)
Taubaté: Sérgio, Rubens e Purunga; Can-Can, Zé Amaro e Ivã; Alcino, Antoninho, Berto, Benedito e Minelli.
São Bento: Gibi, Louro e Cidoca; Fioti, Falco e Lanzudo; Osvaldinho, Agostinho, Rato, Acosta e Fortaleza.
26/12/1954
Velo Clube 2 x 4 Taubaté
Local: Rio Claro
Juiz: Abílio Ramos
Renda: Cr$ 26.000,00
Gols: Minelli, Alcino, Benedito, Taino, Criolo e Tito.
Velo Clube: Cabeção, Casonato e Salvador; Tana, Ciciá e Chunga; Bera, Livio, Tito, Araraquara e Criolo.
Taubaté: Sérgio, Rubens e Purunga; Can-Can, Zé Amaro e Ivã; Alcino, Taino, Berto, Benedito e Minelli.
02/01/1955
Taubaté 2 x 1 Paulista (Jundiaí)
Local: Taubaté
Juiz: Andre Garcia Martins
Renda: Cr$ 38.000,00
Gols: Benedito, Berto e Bragato.
Taubaté: Sérgio, Rubens e Purunga; Can-Can, Américo e Ivã; Alcino, Taino, Berto, Benedito e Durval.
Paulista: Nicanor, Gaucho e Martinelli; Armando, Bigode e Guilherme; Alvair, Sacadura, Bragato, Benê e Moreno.
16/01/1955
Portuguesa Santista 1 x 1 Taubaté
Local: Ulrico Mursa – Santos
Juiz: Abilio Frignani
Renda: Cr$ 12.880,00
Gols: Pagão e Berto.
Portuguesa Santista: Jurandir, Guilherme e Pinduca; Paquetá, Cornélio e Daltro; Afonsinho, Gonçalo, Pagão, Claudio e Nando.
Taubaté: Sérgio, Rubens e Purunga; Can-Can, Zé Américo e Ivã; Alcino, Taino, Berto, Benedito e Minelli.
23/01/1955
Taubaté 2 x 1 Radium
Local: Taubaté
Juiz: João Batista Laurito
Renda: Cr$ 23.000,00
Gols: Benedito (2) e Zé Américo (contra).
Taubaté: Sérgio, Rubens e Purunga; Can-Can, Zé Américo e Ivã; Alcino, Taino, Berto, Benedito e Minelli.
Radium: Brazão, Hamilton e Jorge; Nego, Olegário e Aguinaldo; Bagunça, Rui, Carrega, Vicente e Alipio.
30/01/1955
Taubaté x Jabaquara
Local: Taubaté
Juiz: Sebastião Mayrinque
Ocorrências: O Jabaquara perdeu os pontos por não comparecer em campo.
2º Turno
13/02/1955
São Bento (Sorocaba) 1 x 1 Taubaté
Local: Sorocaba
Juiz: José Trabolo.
Renda: Cr$ 22.000,00
Gols: Fortaleza e Benedito
São Bento: Jaime, Domingos e Cidoca; Fioti, Lanzudo e Sergio; Agostinho, Reis, Nicacio, Oracio e Fortaleza.
Taubaté: Sérgio, Rubens e Porunga; Ananias, Can-Can e Ivan; Alcino, Manteiga, Berto, Benedito e Minelli.
Ocorrências: Foram expulsos de campo 7 jogadores, 4 do Taubaté e 3 do São Bento.
27/02/1955
Taubaté 9 x 2 Velo Clube
Local: Taubaté
Juiz: Vladimir Aleksandrov
Renda: Cr$ 12.400,80
Gols: Berto (6), Silvio (3), Tonhão e Araraquara.
Taubaté: Sérgio, Rubens e Purunga; Ananias, Zé Américo e Ivã; Taino, Durval, Berto, Benedito e Silvio.
Velo Clube: Cabeção, Casonato e Salvador; Valdemar, Milton e Chuna; Tito, Bera, Tonhão, Sampaio e Araraquara.
Ocorrência: No 2º tempo, Porunga saiu de campo, em virtude de uma contusão.
06/03/1955
Radium 0 x 0 Taubaté
Local: Campinas
Juiz: Norberto Rodrigues de Paula
Renda: Cr$ 23.000,00
Radium: Brazão, Aguinaldo e Jorge; Nego, Hamilton e Edgar; Bagunça, Rui, Carrega, Vicente e Alipio.
Taubaté: Sérgio, Rubens e Ananias; Can-Can, Zé Américo e Ivã; Alcino, Taino, Berto, Benedito e Minelli.
Ocorrências: Benedito, por jogo violento, foi expulso de campo, aos 42’ do 2º tempo.
13/03/1955
Taubaté 5 x 1 Portuguesa Santista
Local: Taubaté
Juiz: Abílio Ramos
Renda: Cr$ 2.500,00
Gols: Berto (3), Alcino, Silvio e Pagão.
Taubaté: Sergio, Rubens e Ananias; Can-Can, Zé Américo e Ivan; Silvio, Taino, Berto, Benedito e Alcino.
Portuguesa Santista: Ceci, Guilherme e Pinduca; Paquetá, Cornélio e Jorge; Claudio, Renato, Pagão, Jairo e Nando.
27/03/1955
Paulista (Jundiaí) 3 x 2 Taubaté
Local: Jundiaí
Juiz: Vladimir Aleksandrov
Renda: Cr$ 8.630,00
Gols: Bragato (2), Sacadura, Durval e Silvio.
Paulista (Jundiaí): Nicanor, Jaú e Martinelli; Armando, Bigode e Roberto; Alvair, Roberto II, Bragato, Nardo e Moreno.
Taubaté: Sérgio, Diogo e Purunga; Ananais, Can-Can, e Celso; Silvio, Manteiga, Berto, Durval e Alcino.
Torneio dos Finalistas
1º Turno
01/05/1955
Taubaté 6 x 3 Comercial
Local: Taubaté
Juiz: Vladimir Aleksandrov
Renda: Cr$ 40.000,00 (aproximadamente)
Gols: Benedito (4), Taino, Berto e Mairiporã (3)
Taubaté: Sérgio, Rubens e Porunga; Cancã, Zé Américo e Ivã; Alcino, Taino, Berto, Benedito e Silvio.
Comercial: Mario, Toninho e Sula; Assunção, Lola e Bié; Cilas, Ademar, Mairiporã, Maneca e Clive.
Obs: O Taubaté perdeu os pontos desta partida
08/05/1955
Araçatuba 2 x 2 Taubaté
Local: Araçatuba
Juiz: Abílio Ramos
Renda: Cr$ 29.770,00
Gols: Pinho, Silvio, Berto e Claudinho
Araçatuba: Hugo, Pedro e Vander; Ramon, Fernando e Abílio; Claudinho, Paulo, Dias, Nilsinho e Hélio.
Taubaté: Sérgio, Rubens e Porunga; Cancã, Zé Américo e Ivã; Alcino, Taino, Berto, Benedito e Silvio.
Ocorrências: Após a partida, torcedores de Araçatuba tentaram agredir o juiz, foram impedidos pelos policiais e dirigentes do clube.
15/05/1955
Taubaté 2 x 1 São Bento
Local: Taubaté
Juiz: Sebastião Mairiques
Renda: Cr$ 24.710,00
Gols: Berto (2) e Pedrinho
Taubaté: Sérgio, Rubens e Porunga; Cancã, Zé Américo e Ivã; Alcino, Taino, Berto, Benedito e Silvio.
São Bento: Vitor, Domingos e Cidoca; Fioti, Lanzudo e Sérgio; Agostinho, Reis, Pedrinho, Rato e Fortaleza.
22/05/1955
Taubaté 4 x 0 Tupã
Local: Taubaté
Juiz: João Batista
Renda: Cr$ 35.050,00
Gols: Berto, Taino, Durval e Alcino
Taubaté: Floriano, Rubens e Porunga; Ananias, Zé Américo e Ivã; Alcino, Taino, Berto, Durval e Silvio.
Tupã: Sorocaba, Marinho e Barros; Jorginho, Costa e Geraldo; Ademar, Elison, Cabelo, Ceci e Henrique.
29/05/1955
Botafogo 1 x 3 Taubaté
Local: Ribeirão Preto
Juiz: João Batista Laurito
Renda: Cr$ 60.780,00
Gols: Benedito, Silvio, Alcino e Américo
Botafogo: Garito, Fonseca e Kelé; Diógenes, Oscar e Perseu; Elvo, Neco, Brotero, Américo e Dorival.
Taubaté: Sérgio, Rubens e Porunga; Ananias, Zé Américo e Ivã; Alcino, Taino, Benedito, Durval e Silvio.
2º Turno
05/06/1955
Comercial 0 x 0 Taubaté
Local: Ribeirão Preto
Juiz: João Batista Laurito
Renda: Cr$ 155.360,00
Comercial: Mario, Toninho e Sula; Assunção, Lola e Bié; Orestes, Ademar, Mairiporã, Maneca e Clive.
Taubaté: Sérgio, Rubens e Porunga; Ananias, Zé Américo e Ivã; Alcino, Taino, Benedito, Durval e Silvio.
09/06/1955
Taubaté 1 x 0 Araçatuba
Local: Taubaté
Juiz: Luis Bottini
Renda: Cr$ 21.510,00
Gol: Manteiga 13 do 1º
Taubaté: Sérgio, Diogo e Ananias; Cancã, Zé Américo e Ivã; Alcino, Manteiga, Berto, Durval e Silvio.
Araçatuba: Hugo, Abilio e Vander; Ramon, Fernando e Pedro; Claudinho, Pinho, Dias, Petrônio e Alfredinho.
12/06/1955
São Bento 2 x 1 Taubaté
Local: Sorocaba
Juiz: Vladimir Aleksandrov
Renda: Cr$ 64.080,00
Gols: Cancã, Agostinho, Nicacio
São Bento: Vitor, Domingos e Sidnei; Fioti, Falco e Sérgio; Agostinho, Reis, Nicacio, Lanzudo e Fortaleza.
Taubaté: Sérgio, Rubens e Ananias; Cancã, Zé Américo e Ivã; Alcino, Durval, Berto, Benedito e Silvio.
19/06/1955
Tupã 2 x 4 Taubaté
Local: Tupã
Juiz: Luis Bottini
Renda: Cr$ 29.000,00
Gols: Berto (2) Silvio (2), Elison e Henrique
Tupã: Seixas, Medeiros e Barros; Marinho, Costa e Benitez; Elison, Wilson, Cabelo, Ceci e Henrique.
Taubaté: Sérgio, Rubens e Ananias; Cancã, Zé Américo e Ivã; Alcino, Durval, Berto, Benedito e Silvio.
26/06/1955
Taubaté 4 x 1 Botafogo
Local: Taubaté
Juiz: Luis Bottini
Renda: Cr$ 113.600,00
Gols: Berto 12, Silvio 33 do 1º; Benedito 6, Perseu 15, Benedito 34 do 2º
Taubaté: Sérgio, Rubens e Ananias; Cancã, Zé Américo e Ivã; Alcino, Taino, Berto, Benedito e Silvio.
Botafogo: Enio, Fonseca e Valtinho; Diógenes, Mário e Perseu; Neco, Brotero, Elvo, Américo e Dorival.
Ocorrência: Mário, por ofensas ao Juiz, foi expulso de campo, aos 10’ da 2ª fase
Jogos Amistosos do América-RJ na Bahia
O primeiro clube carioca que chegou na Bahia, ocorrendo também com o segundo, o América FC, mostrando que era uma desfeita de caso pensado. Esse apareceu por aqui em setembro de 1921 estreando o novo estádio da Graça construído no ano anterior.
22/09/1921 – Cobinado Bahiano de Tenis/Botafogo 2 x 4 América
25/09/1921 – Assossiação Atlética 3 x 4 América
27/09/1921 – Ypiranga 0 x 3 América
29/09/1921 – Vitória 1 x 2 América
02/10/1921 – Seleção Bahiana 1 x 1 América
No carnaval de 1939, o América voltou a Bahia naquela época não existia o Olodum, a Axé Music nem a Timbalada, mas o Diabo dançou feio, o times baianos não comeram reagge e fizerem os cariocas de timbau.
26/02/1939 – Botafogo/BA 2 x 1 América
05/03/1939 – Galicia 1 x 2 América
09/03/1939 – Ypiranga 2 x 2 América
12/03/1939 – Bahia 4 x 1 América
Em 1948 o América retorna a capital baiana, para uma serie de três confrontos, sem tomar conhecimento de Galicia e Ypiranga, coube o Bahia cujo mascote é o Super-Man salvar a honra da Bahia e bater o Capitão América.
23/05/1948 – Galicia 5 x 6 América
27/05/1948 – Ypiranga 2 x 6 América
30/05/1948 – Bahia 2 x 1 América
Em 1950 o América veio ao sul da Bahia rica em cultura e as plantações de cacau os cariocas vieram dar um chocolate nos pobres baianos.
07/01/1950 – Seleção de Ilhéus 2 x 5 América
08/01/1950 – Seleção de Itabuna 1 x 5 América
Em 1956 nova passagem no sul da Bahia desta vez sem chocolate.
02/06/1956 – Seleção de Ilhéus 0 x 1 América
03/06/1956 – Bahia 1 x 1 América
Em 1957 um unico jogo e a primeira vitória sobre o Bahia.
15/08/1957 – Bahia 1 x 2 América
Em 1963 nova vitória sobre o Bahia em jogo unico.
19/06/1963 – Bahia 0 x 1 América
Em 1966 agora no sudoeste da Bahia em Vitória da Conquista.
14/08/1966 – Seleção de Vitória da Conquista 2 x 5 América
17/08/1966 – Seleção de Vitória da Conquista 0 x 2 América
Em 1968, na disputa do Torneio Luiz Viana Filho e duas vitórias sobre a dupla BA-VI.
30/06/1968 – Vitória 1 x 2 América
02/07/1968 – Bahia 0 x 2 América
Em 1971 amistoso unico contra o Vitória.
10/11/1971 – Vitória 0 x 0 América
Em 1977 em janeiro pré tempora com amistoso contra o Vitória.
29/01/1977 – Vitória 2 x 2 América
Em 1978 dois jogos contra o Itabuna e Vitória sendo segundo jogo tendo apenas sido disputado apenas 50 minutos, pois houve falta de energia.
24/08/1978 – Vitória 1 x 1 América
28/08/1978 – Itabuna 1 x 0 América
Em 1982 em comemorações ao título invicto do Bahia e por conta da transação da ida do ponteiro esquerdo Gilson Gênio para o Mecão.
04/12/1982 – Bahia 0 x 0 América
Em 1985 disputa do Torneio Quadrangular de Vitória da Conquista.
09/06/1985 – Serrano 2 x 3 América
Essa foi a última vez em que o América excurssionou pela Bahia, consta aqui neste artigo apenas jogos amistosos, é claro que o Mequinha jogou aqui em Campeonatos Brasileiros e pelo Torneio Robertão, vi o América pela primeira vez em 1977 pelo Brasileirão contra o Bahia que venceu por 2 a 0, em 1985 o troco do América 2 a 0 com dois gols do ponta arisco Lúcio e pela ultima vez 1988 pelo brasileiro contra Vitória 0 a 0 e Bahia 2 a 1.
Vejo a situação do América hoje com muita tristeza, pensei que o time reacenderia a sua grandeza no ano passado mais infelizmente voltou a segunda carioca.
Fontes: Pesquisa Futebol 80 e Site do América
Textos: Galdino Silva
Jogos Amistosos do Bahia em 1950
17/03/1950 em Aracaju/SE – Bahia 7×0 Vasco da Gama (SE)
19/03 /1950 em Aracaju/SE – Bahia 5×1 Sergipe
02/04/1950 em Salvador/BA – Bahia 2×0 Atlético (PR)
05/04 /1950 em Salvador/BA – Bahia 5×0 Sport Recife
09/04/1950 em Salvador/BA – Bahia 2×0 Atlético (PR)
16/04/1950 em Salvador/BA – Bahia 1×1 Metalurzina (MG)
20/04/1950 em Salvador/BA – Bahia 1×0 Grêmio (PA)
30/04/1950 em Estância/SE – Bahia 2×0 Santa Cruz(SE)
01/05/1950 em Aracaju/SE – Bahia 5×1 Santa Cruz (SE)
04/05/1950 em Salvador/BA – Bahia 2×2 Madureira (RJ)
18/05/1950 em Itabuna/BA – Bahia 4×1 Flamengo (Itabuna)
21/05/1950 em Itabuna /BA – Bahia 7×0 Seleção de Itabuna
28/06/1950 em Ilhéus/BA – Bahia 0x3 Flamengo (RJ)
29/06 /1950 em Salvador/BA – Bahia 3×3 Flamengo (RJ)
01/09/1950 em Salvador/BA – Bahia 5×1 América (PE)
0/12/1950 em Salvador/BA – Bahia 1×1 Siderúrgica (MG)
17/12/1950 em Salvador/BA – Bahia 5×1 Siderúrgica (MG)
22/12 /1950 em Recife/PE – Bahia 5×2 Santa Cruz (PE)
28/12/1950 em Belém/PA – Bahia 4×0 Tuna Luso (PA)
Clubes de futebol de Alagoas: pendências

Associação Lajense de Atletismo (ALA)
Cidade: São José da Lage (AL)
Situação: licenciado
Cores: vermelho, azul e branco
Sport Club 29 de Setembro
Cidade: São Miguel dos Campos (AL)
Situação: extinto
Associação Desportiva Alagoana (ADA)
Cidade: Rio Largo (AL)
Situação: extinto
Esporte Clube Alexandria
Cidade: Maceió (AL)
Situação: extinto
Curiosidade: Campeão alagoano de 1947. Pertencia a uma fabrica de mesmo nome.
Alto Camaragibe Esporte Clube
Cidade: Matriz do Camaragibe (AL)
Situação: extinto
America Esporte Clube
Cidade: Maceió (AL)
Situação: extinto
Esporte Clube Arsenal
Cidade: Maceió (AL)
Situação: extinto
Associação Militar
Cidade: Maceió (AL)
Situação: extinto
Clube Atlético Alagoano
Cidade: Maceió (AL)
Situação: extinto
Autopel Esporte Clube
Cidade: Girau do Ponciano (AL)
Situação: extinto
Cores: amarelo e verde
Centenário Futebol Clube
Cidade: São Miguel dos Campos (AL)
Situação: extinto
Cores: vermelho e branco
Duque de Caxias Sport Club
Cidade: Maceió (AL)
Situação: extinto
COPA INTEGRAÇÃO – 1988
Em 1988 a Federação Amazonense de Futebol organizou a I COPA INEGRAÇÃO, que contou com a participação das equipes profisiionais do estado e seleções do interior. Este torneio visava a interiorização do futebol no estado. O título ficou com o ATLÉTICO RIO NEGRO CLUBE. Abaixo os resultados da competição:
1ª FASE
28.02.1988
PEÃNROL 1-1 LIBERMORRO
PRINCESA DO SOLIMÕES 2-1 SUL AMÉRICA
06.03.1988
PEÑAROL 0-1 AMÉRICA
PRINCESA DO SOLIMÕES 1-1 SÃO RAIMUNDO
SELEÇÃO DE PARINTINS 1-1 SUL AMÉRICA
08.03.1988
SELEÇÃO DE PARINTINS 4-2 LIBERMORRO
SELEÇÃO DE MAUÉS 1-0 SUL AMÉRICA
10.03.1988
SELEÇÃO DE MAUÉS 4-0 LIBERMORRO
13.03.1988
PEÑAROL 2-0 SUL AMÉRICA
PRINCESA DO SOLIMÕES 2-0 LIBERMORRO
SELEÇÃO DE PARINTINS 2-0 SÃO RAIMUNDO
15.03.1988
SELEÇÃO DE PARINTINS 1-0 AMÉRICA
SELEÇÃO DE MAUÉS 2-1 SÃO RAIMUNDO
17.03.1988
SELEÇÃO DE MAUÉS 1-2 AMÉRICA
20.03.1988
PEÑAROL 3-0 SÃO RAIMUNDO
PRINCESA DO SOLIMÕES 1-1 AMÉRICA
SELEÇÃO DE PARINTINS 0-3 NACIONAL
22.03.1988
SELEÇÃO DE PARINTINS 2-0 FAST
SELEÇÃO DE MAUÉS 0-1 NACIONAL
24.03.1988
SELEÇÃO DE MAUÉS 0-2 FAST
27.03.1988
PEÑAROL 0-1 FAST
PRINCESA DO SOLIMÕES 2-2 NACIONAL
SELEÇÃO DE PARINTINS 0-1 RIO NEGRO
29.03.1988
SELEÇÃO DE MAUÉS 0-2 RIO NEGRO
03.04.1988
PEÑAROL 1-1 RIO NEGRO
PRINCESA DO SOLIMÕES 2-0 FAST
10.04.1988
PEÃNROL 0-0 NACIONAL
PRINCESA DO SOLIMÕES 2-0 RIO NEGRO
GRUPO DA CAPITAL
01º NACIONAL 06 pg
02º RIO NEGRO 05 pg
03º AMÉRICA 05 pg
04º FAST 04 pg
05º SUL AMÉRICA 01 pg
06º SÃO RAIMUNDO 01 pg
07º LIBERMORRO 01 pg
GRUPO DA CAPITAL
01º PRINCESA DO SOLIMÕES 11 pg
02º SELEÇÃO DE PARINTINS 09 pg
03º PEÑAROL 07 pg
04º SELEÇÃO DE MAUÉS 06 pg
2ª FASE
GRUPO A
17.04.1988
SELEÇÃO DE PARINTINS 0-1 RIO NEGRO
24.04.1988
SELEÇÃO DE PARINTINS 3-2 FAST
01.05.1988
RIO NEGRO 2-0 FAST
GRUPO B
18.04.1988
PRINCESA DO SOLIMÕES 0-1 NACIONAL
24.04.1988
PRINCESA DO SOLIMÕES 0-0 AMÉRICA
01.05.1988
NACIONAL 0-0 AMÉRICA
FINAL
RIO NEGRO 0-0 NACIONAL
Data: 05 de maio de 1988
Local: Estádio Vivaldo Lima, em Manaus
Renda: Cr$ 619.250,00
Juiz: José Lima de Araújo
Rio Negro: Luis Roberto; Beto, Lindomar, Paulo Galvão e Luis Florencio; Kleber, Fernandinho (João Francisco) e Hidalgo; Robertinho (Marinho Macapá), Luisinho (Édson Maria) e Rildo (Aço). Técnico: Elias Haddad.
Nacional: Artur; Mauro, Oberdan, Murica e Pesado; Antonio Avelino, Sérgio Duarte e Carlos Magno (Pedro); Camarão, Boca e Ricardo (Marquinhos). Técnico: José Bastos.










