Sociedade Egipciense FC – São José do Egito (PE)

A octogenária Sociedade Egipciense Futebol Clube fica na Rua 25 de agosto, no município de São José do Egito, no estado de Pernambuco. Fundado em 1931, o time só teve duas experiências no futebol profissional.

Há dez anos, a Egipciense disputou o Campeonato Pernambucano da Série B em 2002 (terminou na terceira posição) e, em 2007, disputou a Copa do Interior. De 2009 pra cá, o time investe nas categorias de base de 9 a 14 anos. Estádio Francisco Pereira (Capacidade: 5 mil pessoas).

OS FEITOS DO GRACIANAUTO FC

O Gracianauto Futebol Clube foi uma agremiação fundada em Araraquara, na década de 1960. O proprietário de uma empresa se chamava Graciano R. Affonso (cidadão de destaque e muito prestígio na sociedade araraquarense), e o ramo de atividade era agência de automóveis; daí… juntaram Graciano e auto, resultando no nome que o clube recebeu: Gracianauto. Até hoje existe essa agência de veículos na Avenida 7 de Setembro, ao lado da igreja de Nossa Senhora do Carmo, no bairro do Carmo, mas com outros proprietários. Recebendo o maior apoio da empresa, o clube fundado destacou-se no cenário do amadorismo da cidade.

Escudo: Gracianauto F. C.

Começando pela Segunda Divisão Amadora da Liga Araraquarense de Futebol, o time azul e branco obteve o vice-campeonato em 1965. No ano seguinte, sagrava-se campeão, adquirindo o direito de disputar, em 1967, o certame lafeano da Primeira Divisão.
Em 1969, o Gracianauto desenvolvia sugestiva campanha, terminando a competição em 3º lugar.
Em 1970, levantou o Torneio-Início da Primeirona.
O ano de 1971 marcou as maiores conquistas do Gracianauto. Levantou a Taça Cidade de Araraquara; foi campeão da Taça A Gazeta Esportiva; e tornou-se vice-campeão do Campeonato Amador da LAF.
A final da Taça A Gazeta Esportiva de 1971 foi realizada no Estádio Municipal de Araraquara, entre Gracianauto Futebol Clube e Associação Ferroviária de Esportes (AFE). Contra o forte quadro amador da Ferroviária, o Gracianauto conseguiu igualar-se no marcador, no tempo regulamentar: 0 a 0. Na disputa de pênaltis, levou a melhor, erguendo o troféu da importante competição amadora.
Na oportunidade, o Gracianauto apresentou a seguinte formação: Laerte; Pastori, Fermentão, Wilsinho e Roberto; Pedrinho e Nelsinho; Osvaldo, Tim, Zé Carlos e Hudson.

 

Wilson Carrasco defendeu o Gracianauto

Wilson Carrasco

Entre os jogadores que desfilaram sua técnica e bom futebol no Gracianauto, destaque-se o nome de Wilson Carrasco, profissional competente que se destacou, na década de 1980, em clubes do interior paulista, entre eles a Ferroviária de Araraquara e o Botafogo de Ribeirão Preto, despertando o interesse de grandes clubes. Defendeu posteriormente a Portuguesa, o Sport, o Santa Cruz, o Cruzeiro, entre outros clubes.

Fonte:
Museu do Futebol e Esportes de Araraquara (Arena Fonte Luminosa)
Texto: Vicente Henrique Baroffaldi
Edição: Paulo Luís Micali

Petropolitano FBC, de Petrópolis – Campeão de 1927

Atual

Pelas minhas andanças, pesquisando novas histórias, me deparei com uma foto intrigante, cujo texto dizia: “Petropolitano Foot-Ball Club – Campeões de 1927 – 2º Team”. 

 Contudo, ao confrontar os dados, as peças não se encaixavam, uma vez que em 1927, o Sport Club Internacional foi o campeão Municipal de Petrópolis ( o Petropolitano terminou na 3ª posição). Já no Campeonato Fluminense o campeão foi Grupo de Regatas Gragoatá, de Niterói (nessa competição, o Petropolitano sequer participou).

 Então recorri aos conhecimentos do Historiador e Pesquisador Auriel de Almeida, que esclareceu. Naquela época o “2º  Team”, no amadorismo, queria dizer ‘reservas’. Naquela época não tinha substituição, então quem não era escalado jogava uma partida preliminar, chamada ‘Segundos Teams’ ou “Segundos Quadros”.

Escudo de 1927

 Existia uma classificação paralela e o campeonato de segundos teams também valia taça. Eventualmente os times tinham até terceiros teams, de tantos jogadores e sócios.  Assim, o Petropolitano foi o Campeão do Campeonato de Petrópolis de 1927. Além disso, pela qualidade da foto fica comprovado que levantar a taça no 2º Team tinha uma importancia para o clube. 

Não confundir com ‘Aspirantes’, que eram atletas novos, que tinham ultrapassado a idade de juvenis, mas não tinham espaço no time principal. Jovens adultos, pode-se dizer que eram times Sub-23, e tentavam mostrar serviço no time de aspirantes almejando chegar ao principal (daí o nome, aspirar e almejar são sinônimos).

Carioca da Série B – EC São João da Barra vai homenagear seu maior ídolo

Maior artilheiro e jogador que por mais vezes vestiu a camisa do clube que tem menos de três anos de fundação, coube ao experiente Rondinelli (foto) marcar o centésimo gol da história do Esporte Clube São João da Barra no último dia 10, na partida em que a equipe derrotou o Juventus por 3 a 2. 

Na ocasião, o jogador abriu o marcador com um gol olímpico, fato repetido na semana seguinte quando assinalou o tento de sua equipe no empate com o Sampaio Correa.

No dia em que completará 34 anos, Rondinelli receberá placa alusiva ao feito e será merecidamente felicitado pelo poder público municipal, comissão técnica e companheiros de equipe. 

Ainda sem pensar em encerrar a vitoriosa carreira, o jogador está muito motivado para enfrentar o America, em partida que pode devolver a liderança do grupo à equipe do Norte Fluminense.

“Estou muito feliz, acima de tudo, pela homenagem ser na minha cidade e diante do torcedor que tem apoiado o time na caminhada rumo à Série A.  Tenho grande orgulho por vestir a camisa do time da cidade em que nasci e pela minha família que sempre deu grande contribuição ao esporte sanjoanense (Rondinelli é sobrinho de Jorge Sena, ex-atacante de São Cristóvão, Palmeiras, Bahia, Vitória e Atletico de Madri, e primo de Leandro Sena, que também atuou na Espanha, Goytacaz, Americano e hoje é gerente de futebol do América de Natal.  Com os dois, participou da campanha do time que subiu à Série B em 2010). É um momento bonito da minha carreira, sem dúvida, mas minha preocupação realmente é o jogo e a possibilidade de voltar a assumir o primeiro lugar e embalar de vez no returno”, garantiu o jogador.

Sem a equipe definida para o encerramento do turno, o treinador Manoel Neto afirma que a partida contra o America tem tudo para ser um dos melhores confrontos da competição e que pode ser decidida em detalhes, dada a qualidade do adversário, que também busca a permanência nas primeiras colocações.

“Espero que a homenagem faça bem ao Rondinelli e o inspire ainda mais, até porque vamos precisar muito do seu talento indiscutível.  Conheço por ter trabalhado com a maioria dos jogadores americanos que são muito bem comandados por quem conhece bastante a Série B (Antônio Carlos Roy) e sei das dificuldades que encontrarei sábado.  Toda atenção será necessária para sairmos com os três pontos e também fazer a nossa homenagem ao Rondinelli que merece a vitória como presente de aniversário”, disse o técnico sanjoanense.

Foto: Fábio Menezes/ASCOM ECSJB

C.R. Flamengo: uma saudade chamada… Maracanã

A fase oscilante do Flamengo em 2012 pode ser avaliada por diversas razões: troca de treinador, Ronaldinho Gaúcho que não está jogando o futebol esperado, Deivid que ainda não apresentou o seu estilo ‘matador’… Contudo, para boa parte da Nação Rubro-negra o problema está na ausência do Maracanã. 

Centenário do Flamengo

A mística de jogar no templo sagrado do futebol mundial sempre andou de mãos dadas com o Flamengo. Uma história entrelaçada entre amor, ódio e paixão, o Clube da Gávea é o único time que possui a marca de ter conquistado mais de Mil vitórias no Estádio Mario Filho, conhecido carinhosamente por Maracanã.

 No passado, foi palco da final da Copa do Mundo de 1950 e no futuro novamente será realizada a grande decisão de 2014. Nesse gramado, passaram craques como Zizinho, Ademir Menezes, Didi, Gérson, Rivellino, Romário, Ronaldo Fenômeno, Kaká, Garrincha e Pelé, sem contar com gênios de outros países como Puskas, Beckenbauer, Maradona, entre tantos.  

Flamengo enfrentando o Santos de Clodoado em 1971

 O Clube de Regatas Flamengo colocou de vez o seu nome na história do Maracanã ao se tornar o primeiro time a chegar a 1.000 vitórias, ao derrotar o Internacional, pela sétima rodada do Campeonato Brasileiro de 2009.  O Rubro-Negro precisou de 59 anos conquistar uma marca histórica. Desde o seu primeiro, numa tarde de domingo no dia 23 de julho de 1950, quando venceu o Bangu, num amistoso, por 3 a 1, com dois gols de Aloísio e um de Lero. Naquela época o Flamengo jogou com: Cláudio (Antoninho), Juvenal, Bigode, Biguá, Bria, Valter, Aloísio, Arlindo (Hermes), Hélio, Lero e Esquerdinha. Técnico: Gentil Cardoso.

 

No Maracanã, o gol de Nunes, que deu o primeiro título Brasileiro de 1980

 

Ao longo de quase seis décadas, o Flamengo jogou no Maracanã 1.902 vezes. Foram 1.020 vitórias (aproveitamento de 53,6%), 473 empates (24,9%) e 409 (21,5%). Ou seja, o Rubro-negro em 59 anos, conquistou 78,4% dos pontos jogando no Estádio Mario Filho, Maracanã.

Novamente no Maraca... O gol de Leandro, no 3 a 0 em cima do Santos, deu o Tri Brasileiro de 1983

 Maracanã colaborou para o Fla ter a Maior Torcida do Mundo

A FIFA quando divulgou a lista atualizada com as maiores torcidas do mundo, ninguém teve dúvida em aponta o Estádio Mario Filho, Maracanã como um responsável direto. Afinal, nos últimos 60 anos, o estádio abriu milhares de jogos do Flamengo com públicos com mais de 100 mil pessoas. E assim, a paixão pelo clube foi se espalhando pelo Rio de Janeiro, Brasil e o mundo.    

As maiores torcidas do Mundo:
1 – Flamengo (BRA) – 33 milhões
2 – Chivas (MEX) – 30,8 milhões
3 – América (MEX) – 26,4 milhões
4 – Corinthians (BRA) – 24 milhões
5 – Boca Juniors (ARG)- 16,4 milhões
6 – Juventus (ITA) – 16,3 milhões
7 – São Paulo (BRA) – 15,3 milhões
8 – Milan (ITA) – 13,4 milhões
9 – Cruz Azul (MEX)- 13,2 milhões

 

 Bonsuça foi o 1º adversário no Maracanã

O primeiro jogo numa competição oficial aconteceu no dia no domingo do dia 30 de julho, pelo Torneio Início, quando o Flamengo venceu o Bonsucesso por 1 a 0, gol de Hélio. O time atuou com: Antoninho, Biguá, Juvenal, Newton, Bria, Valter, Esquerdinha, Aloísio, Hélio, Lero e Eliézer. Técnico: Jayme de Oliveira.

A relação estreita entre o Flamengo e o Maracanã pode ser comparada no antes e depois da sua construção. Antes de 1950, o Rubro-Negro fora campeão Estadual do Rio dez vezes. De lá pra cá, já são 21 títulos. Sem contar os cinco troféus do Brasileirão (1980, 82, 83, 87 e 92); dois da Copa do Brasil (1990 e 06); uma Copa Mercusul (99); um Torneio Rio-São Paulo (61); uma Taça Libertadores (1981); um Mundial Interclubes (81), entre tantos títulos na sala de troféus do clube da Gávea. Por um currículo como este, além de ter a maior torcida do mundo.

 

Bebeto, sendo abraçado por Zico, fez o gol do tetra, 1 a 0 no inter-RS, no Maracanã

 

 

Galinho o goleador máximo

“Ô meu Mengão, eu gosto de você… Quero cantar ao mundo inteiro, a alegria de ser Rubro-negro!”. Durante 59 anos, sempre que o Flamengo entrou em campo ouviu esse refrão da torcida rubro-negra. E ninguém encarnou tanto o manto sagrado do que Zico. Aliás, Flamengo, Maracanã e o Galinho de Quintino fizeram uma tabelinha que culminou com um golaço de placa. Desde a sua fundação ninguém fez mais gols no Estádio Mario Filho do que Artur Antunes Coimbra, Zico, que entre a sua estreia no dia 29 de julho de 1971 até 6 de fevereiro de 1990, marcou 334 gols, jogou 435 partidas (320 como profissional, 18 Seleção Brasileira, 13 categorias de base Flamengo), o que dá a excelente média de 0,8 gol por jogo.

 

 

Junior comemora o gol no primeiro jogo da decisão: 3 a 0, no Maracanã. Depois o empate de 2 a 2 foi o suficiente para chegar ao Penta de 1992

 

Fã e ídolo ‘só não fizeram chover’

Na gíria do futebol, quando citamos que um jogador só não fez chover’ quer dizer que ele realizou uma partida brilhante. Então, o que diríamos de Zico e seu ídolo Dida, que fizeram seis gols em só jogo? Os dois jogadores até hoje são os maiores recordistas em um só jogo vestindo a camisa rubro-negra no Maracanã.

 

 O primeiro a fazer história foi o meia Dida, que no domingo do dia 24 de agosto de 1958, pelo Campeonato Carioca, ajudou o Flamengo golear o Olaria por 8 a 0, no Maracanã, marcando seis gols. Babá e Henrique completaram o placar. Sob o comando de Fleitas Solich, o time foi: Fernando, Joubert, Tomires, Jadir, Milton Copolilo, Ailton, Joel, Moacir, Henrique, Dida e Babá.    

  Então, 21 anos depois, o fã de Dida, igualou o mestre. Na noite de quinta-feira do dia 29 de março, pela segunda rodada do Carioca Especial de 1979, o Flamengo arrasou o Goytacaz por 7 a 1, com Zico marcando seis gols. O time que jogou foi: Cantarelli, Toninho, Rondinelli (Nélson), Manguito e Júnior; Andrade, Tita e Zico; Reinaldo, Cláudio Adão e Júlio César. Técnico Cláudio Coutinho. 

Vitória por 4 a 2 no Flu, deu o título Carioca de 1991, no Maracanã

 A maior goleada no Maracanã

Nesses 1.859 jogos, a maior goleada aplicada pelo Flamengo aconteceu pelo segundo turno do Campeonato Carioca de 1956. Na tarde de sábado do dia 27 de outubro, o Rubro-Negro goleou o São Cristóvão por inapeláveis 12 a 2, no Maracanã. Os destaques da partida foram os atacantes Índio e Evaristo de Macedo, que marcaram quatro e cinco gols respectivamente. Completaram o marcador: Luís Roberto, Paulinho e Joel. O time foi: Ari, Tomires, Pavão, Milton Copolilo, Luís Roberto, Jordan, Joel, Paulinho, Índio, Evaristo e Zagallo. Técnico: Fleitas Solich.

 

 

O auge da geração de Ouro do Flamengo de 1981

 

 

 História do Maracanã:

O Estádio Mario Filho, Maracanã foi construído para realização da Copa do Mundo de 1950 no Brasil, por determinação do presidente da Republica Eurico Gaspar Dutra. O nome do estádio é uma homenagem ao bairro onde foi construído, o Maracanã (que em tupi-guarani é o nome de um pequeno pássaro verde), porém em 1966 o governador do estado, o Marechal Paulo Francisco Torres resolveu homenagear o jornalista Mário Filho (Rubro-Negro) e irmão do tricolor e dramaturgo Nelson Rodrigues, rebatizando o estádio como Estádio Jornalista Mário Filho. 

 

Dados do estádio:

Nome Oficial: Estádio Jornalista Mário Filho

Endereço: Avenida Maracanã s/nº – Maracanã – Rio de Janeiro (RJ)

Capacidade: 200.000 mil pessoas (inicial) atualmente após várias obras e determinações de segurança sua capacidade foi reduzida para 90 mil pessoas.

 Primeiro jogo e gol do estádio: 16//06/1950 – Seleção Carioca 1×3 Seleção Paulista –  Primeiro gol: Didi  (Seleção Carioca).

 ÚLTIMO JOGO: 05/09/2010 – Flamengo 0 x 0 Santos – Brasileirão.

 

JOGOS: 1.902

VITÓRIAS: 1.020    (53,6%)

EMPATES:  473      (24,9%)

DERROTAS: 409   (21,5%)

 

Fotos: Acervo Jornal dos Sports

BRASILEIRÃO: PÚBLICOS DAS DECISÕES

A decisão do Brasileirão que reuniu maior público foi a de 1983, entre Flamengo e Santos, no Maracanã, com 155.253 pessoas  vendo o Mengão levantar o tricampeonato ao fazer o placar de 3 a 0.

O segundo maior público também pertence ao rubronegro carioca e aconteceu em 1980, no jogo Flamengo 3 x 2 Atlético-MG, no primeiro título do Flamengo. Foram 154.355 torcedores, número bem próximo daquele de 1983.

Maracanã Lotado

Sete decisões tiveram público centenário. Os três maiores públicos ocorreram na década de 1980, que poderia ser chamada de década das multidões. Os cinco maiores públicos aconteceram no Maracanã.

Eis a classificação das 41 decisões do Brasileirão, de 1971 a 2011, por público registrado:

 1º – Flamengo 3 x 0 Santos  (1983) – 155.253

2º – Flamengo 3 x 2 Atlético-MG (1980) – 154.355

3º – Fluminense 0 x 0 Vasco da Gama (1984) – 128.781

4º – Flamengo 2 x 2 Botafogo (1992) – 122.001

5º – Vasco da Gama 2 x 1 Cruzeiro (1974) – 112.933

6º – Atlético-MG 0 x 0 São Paulo (1977) – 102.974

7º – Corinthians 1 x 0 São Paulo (1990) – 100.858

Panorâmica: Morumbi lotado

8º – São Paulo 0 x 1 Grêmio (1981) – 95.106

9º – Bangu 1 x 1 Coritiba (1985) – 91.527

10º – Vasco da Gama 0 x 0 Palmeiras (1997) – 89.200

11º – Palmeiras 2 x 0 Vitória (1993) – 88.644

12º – Flamengo 2 x 1 Grêmio (2009) – 84.848

13º – Internacional 2 x 0 Corinthians (1976) – 84.000

14º – Internacional 1 x 0 Cruzeiro (1975) – 82.568

15º – Internacional 0 x 0 Bahia (1988) – 79.598

16º – Corinthians 2 x 3 Santos (2002) – 74.592

17º – Cruzeiro 2 x 1 Paysandu (2003) – 73.141

18º – São Paulo 0 x 1 Vasco da Gama (1989) – 71.552

19º – São Paulo 3 x 0 América-RN (2007) – 69.874

20º – São Paulo 1 x 1 Atlético-PR (2006) – 68.237

21º – Palmeiras 0 x 0 São Paulo (1973) – 66.549

22º – Grêmio 0 x 1 Flamengo (1982) – 62.256

23º – Palmeiras 0 x 0 Botafogo (1972) – 58.287

24º – Corinthians 2 x 0 Cruzeiro (1998) – 57.230

25º – Corinthians 0 x 0 Atlético-MG (1999) – 57.000

26º – Internacional 2 x 1 Vasco da Gama (1979) – 54.659

27º – Goiás 3 x 2 C orinthians (2005) – 48.978

28º – Botafogo 0 x 1 Atlético-MG (1971) – 46.458

29º – Grêmio 2 x 0 Portuguesa (1996) – 42.587

30º – Fluminense 1 x 0 Guarani (2010) – 40.905

31º – Guarani 3 x 3 São Paulo (1986) – 37.370

32º – Corinthians 0 x 0 Palmeiras (2011) – 36.708

33º – Santos 2 x 1 Vasco da Gama (2004) – 36.426

34º – Palmeiras 1 x 1 Corinthians (1994) – 35.217

35º – Vasco da Gama 3 x 1 São Caetano (2000) – 31.761

36º – Santos 1 x 1 Botafogo (1995) – 28.488

37º – Guarani 1 x 0 Palmeiras (1978) – 27.086

38º – Sport 1 x 0 Guarani (1987) – 26.282

39º – São Caetano 0 x 1 Atlético-PR (2001) – 20.000

40º – Goiás 0 x 1 São Paulo (2008) – 18.098

41º – Bragantino 0 x 0 São Paulo (1991) – 12.492

 Uma diferença monstruosa do maior para o menor público das decisões: 155.253 para 12.492.

Se a decisão de 1987, Flamengo 1 x 0 Internacional, tivesse sido reconhecida pela CBF, o público (91.034) daquele jogo seria o 10º da história do Brasileirão.

 

FONTE:
Arquivo pessoal
Fotos: Divulgação (internet)
Texto: Vicente Henrique Baroffaldi
Edição: Paulo Luís Micali

Associação Atlética Matarazzo – Rancharia (SP): Fundado em 1944

A Associação Atlética Matarazzo foi uma agremiação do município de Rancharia (com uma população de 29.799 habitantes), que fica a 520 km da capital (São Paulo) do estado de São Paulo.


A equipe “Grená Ranchariense” foi Fundado na quarta-feira, do dia 24 de Maio de 1944, por funcionários da tecelagem Matarazzo, que posteriormente colocaram a “mão na massa” e ajudaram na construção do 1º galpão até o último, como também na construção da praça, das residências dos diretores e técnicos e do campo de futebol de quadra do clube.

Na década de 40, o futebol teve grande impulso no município de Rancharia, com o surgimento da A.A. Ranchariense (Fundado no dia 20 de Janeiro de 1943) e, no ano seguinte da A.A. Matarazzo. Ambos, disputaram o Campeonato do interior da FPF (Federação Paulista de Futebol), a partir de 1944

Atlética Matarazzo de 1969: Nene, Cindo, Wilson Della Torre, Zezo, Tuzo Zorzetto, Adauto Maghaneli, Lageta, Neguito, Euro Marani, Tim, Ditinho, Julio Juca, Theophilo, Alecio, Alemão e Marinho da Vila.

FOTOS: Página no Facebook “Rancharia – Photos & Phatos”

FONTE: Diversos jornais paulistas – Rsssf Brasil – Wikipédia