
O Clube Recreativo Caxiense é uma agremiação da cidade de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense (RJ). O clube foi Fundado no dia 1º de Agosto de 1947. A sua Sede fica na Rua Manuel Vieira, 397 – Bairro da Vila Meriti, em Duque de Caxias.

O Clube Recreativo Caxiense é uma agremiação da cidade de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense (RJ). O clube foi Fundado no dia 1º de Agosto de 1947. A sua Sede fica na Rua Manuel Vieira, 397 – Bairro da Vila Meriti, em Duque de Caxias.

O Corinthians Meritiense Futebol Clube é uma agremiação do município de São João de Meriti, na Baixada Fluminense (RJ). Presidido por José Amaro Peçanha Machado, o ‘Timão da Baixada’ foi Fundado no dia 5 de Abril de 1990.
O Corinthians Meritiense disputa os campeonatos da Liga de Desportos de Nova Iguaçu e da Liga Independente de São João de Meriti. Localizado no bairro de Éden, o sonho do presidente Peçanha Machado é tornar o clube numa filial do Corinthians Paulista futuramente.

O Santa Cecília Futebol Clube é uma agremiação do município mineiro de Ibirité. O clube foi Fundado 01 de Agosto de 1936, e a sua Sede e o Estádio Chaffir Ferreira fica localizado na Rua Allan Kardec, 1.031, no Bairro da Estrela do Sul.
Um dos mais polêmicos jogadores e técnico, Emerson Leão é odiado e amado por diversas pessoas. Não seria exagero afirmar que um conhecedor de futebol não possua um sentimento prol ou contra o atual treinador do São Paulo.

Contudo, não se pode negar a história de Emerson Leão , sendo um dos mais jovens goleiros a ser titular em clubes e a jogar na Seleção Brasileira Principal. Aos 18, ganhou a posição no Palmeiras, e prestes a completar 21 entrou em campo com a camisa 1 da Seleção. Foi dia 8 de março de 1970, no Maracanã, em um amistoso preparatório para a Copa do Mundo do México, em que o Brasil venceu a Argentina por 2 a 1.
Desse jogo até o dia 30 de abril de 1986 (vitória sobre a Iugoslávia por 4 a 2) foram 105 partidas pelo Brasil, com 64 vitórias, 30 empates e 11 derrotas, e quatro Copas do Mundo disputadas: 1970, 1974, 1978 e 1986. Ficou de fora, injustamente, da Copa do Mundo de 1982, quando atravessava excelente forma.

Em pé (esquerda para a direita): Toninho Guereiro, Leão,Edinho, Amaral, Oscar e Batista;Agachados: Bufalo Gil, Zico, Reinaldo, Rivellino e Toninho Cerezo.
Na Copa do Mundo de 70, dividiu a suplência de Félix com Ado, do Corinthians. Nas Copas de 74 e 78, brilhou em vários jogos, com excelentes defesas. Em 1986, ficou na reserva de Carlos, quando para muitos merecia ser titular.
Jogador marcante na Seleção Brasileira e pelos clubes que passou, Leão se destacou mesmo no Palmeiras, onde foi ídolo e jogou durante 10 anos, conquistando vários títulos, entre eles o bi do Campeonato Brasileiro em 1972/1973.

Da esquerda para a direita: Edu, Leivinha, Nelinho, Jairzinho, Marinho Chagas, Carpegiani, Rivellino, Marinho Peraz, Luís Pereira, Leão e Piazza.
Encerrada a carreira, passou a ser técnico, de campanhas também vitoriosas que o levaram à Seleção Brasileira. Mas foi mesmo como goleiro que Leão passou para a história como um dos maiores do Brasil de todos os tempos.
LEÃO
Nome: Emerson Leão
Nascimento: 11.07.1949, Ribeirão Preto(SP)
Posição: Goleiro
Seleção Brasileira Principal: 105 jogos, 64 vitórias, 30 empates, 11 derrota.
Gols sofridos: 69
Copa do Mundo: 1970, 1974, 1978, 1986.
Jogos em Copa do Mundo: 14 jogos, 7 vitórias, 5 empates, 2 derrotas.
Gols sofridos em Copa do Mundo: 07 (sete)
Títulos: Copa do Mundo (1970), Taça Independência (1972), Taça do Atlântico (1976), Taça Oswaldo Cruz (1976), Torneio Bicentenário dos EUA (1976).
Títulos: Copa do Mundo (1970); Taça Independência (1972); Torneio Bicentenário de Independência dos Estados Unidos (1976); Copa Rocca (1971, 1976); Taça do Atlântico (1976); Taça Oswaldo Cruz (1976).
Clubes: E. C. São José (SP) (1967); Comercial F. C. (Ribeirão Preto-SP) (1968); S. E. Palmeiras (SP) (1968 a 1978 e 1984 a 1986); C. R. Vasco da Gama (RJ) (1978 a 1980); Grêmio F. B. P. A. (RS) (1980 a 1982); S. C. Corinthians Paulista (SP) (1983); Sport Clube do Recife (PE) (1987).
Outros títulos: Campeonato Brasileiro (1972, 1974, 1981); Taça de Prata (1969); Campeonato Paulista (1972, 1974, 1976, 1983); Torneio Cidade de Sevilla (ESP) (1979); Torneio Cidade Elche (ESP) (1979); Torneio Ramón de Carranza (ESP) (1969, 1974, 1975); Torneio da Grécia (1970); Torneio Mar Del Plata (ARG) (1972); Torneio Laudo Natel (1972); Taça dos Invictos (1972, 1973, 1974).

Em pé (da esquerda para direita): Nelinho, Leão, Oscar, Amaral, Batista e Toninho Guerreiro;Agachados: Bufalo Gil, Zico, Roberto Dinamite, Dirceu e Toninho Cerezo.
JOGOS PELA SELEÇÃO BRASILEIRA PRINCIPAL:
1 – 08.03.1970 – 2 x 1 ARGENTINA (-1)
2 – 22.03.1970 – 5 x 0 CHILE
3 – 19.04.1970 – 3 x 1 Sel. Mineira (-1)
4 – 24.05.1970 – 3 x 0 Irapuato
5 – 10.06.1972 – 2 x 1 BRASIL OLÍMPICO (-1)
6 – 13.06.1972 – 2 x 0 Hamburgo (ALE)
7 – 17.06.1972 – 3 x 3 Sel. Gaúcha (-3)
8 – 28.06.1972 – 0 x 0 TCHECOSLOVÁQUIA
9 – 02.07.1972 – 3 x 0 IUGOSLÁVIA
10 – 05.07.1972 – 1 x 0 ESCÓCIA
11 – 09.07.1972 – 1 x 0 PORTUGAL
12 – 27.05.1973 – 5 x 0 BOLÍVIA
13 – 09.06.1973 – 0 x 2 ITÁLIA (-2)
14 – 16.06.1973 – 1 x 0 ALEM. OCIDENTAL
15 – 25.06.1973 – 0 x 1 SUÉCIA (-1)
16 – 30.06.1973 – 1 x 0 ESCÓCIA (-1)
17 – 03.07.1973 – 4 x 3 Comb. Irlanda Unida (-3)
18 – 31.03.1974 – 1 x 1 MÉXICO (-1)
19 – 14.04.1974 – 1 x 0 BULGÁRIA
20 – 17.04.1974 – 2 x 0 ROMÊNIA
21 – 21.04.1974 – 4 x 0 HAITI
22 – 28.04.1974 – 0 x 0 GRÉCIA
23 – 01.05.1974 – 0 x 0 ÁUSTRIA
24 – 05.05.1974 – 2 x 1 IRLANDA (-1)
25 – 12.05.1974 – 2 x 0 PARAGUAI
26 – 03.06.1974 – 5 x 2 Seleção da Basiléia (-2)
27 – 13.06.1974 – 0 x 0 IUGOSLÁVIA
28 – 18.06.1974 – 0 x 0 ESCÓCIA
29 – 22.06.1974 – 3 x 0 ZAIRE
30 – 26.06.1974 – 1 x 0 ALEM. ORIENTAL
31 – 30.06.1974 – 2 x 1 ARGENTINA (-1)
32 – 03.07.1974 – 0 x 2 HOLANDA (-2)
33 – 06.07.1974 – 0 x 1 POLÔNIA (-1)
34 – 23.05.1976 – 1 x 0 INGLATERRA
35 – 28.05.1976 – 2 x 0 Sel. Liga USA
36 – 31.05.1976 – 4 x 1 ITÁLIA (-1)
37 – 04.06.1976 – 3 x 0 MÉXICO
38 – 09.06.1976 – 3 x 1 PARAGUAI (-1)
39 – 06.10.1976 – 0 x 2 Flamengo (RJ)
40 – 01.12.1976 – 2 x 0 UNIÃO SOVIÉTICA
41 – 23.01.1977 – 1 x 0 BULGÁRIA
42 – 25.01.1977 – 2 x 0 Sel. Paulista
43 – 30.01.1977 – 1 x 1 Comb. Fla-Flu (-1)
44 – 06.02.1977 – 2 x 0 Millonarios (COL)
45 – 20.02.1977 – 0 x 0 COLÔMBIA
46 – 03.03.1977 – 6 x 1 Comb. Vasco/Botafogo (-2)
47 – 09.03.1977 – 6 x 0 COLÔMBIA
48 – 13.03.1977 – 1 x 0 PARAGUAI (-1)
49 – 20.03.1977 – 1 x 1 PARAGUAI (-1)
50 – 05.06.1977 – 4 x 2 Sel. Carioca (-2)
51 – 08.06.1977 – 0 x 0 INGLATERRA
52 – 12.06.1977 – 1 x 1 ALEM. OCIDENTAL (-1)
53 – 16.06.1977 – 1 x 1 Sel. Paulista (-1)
54 – 19.06.1977 – 3 x 1 POLÔNIA (-1)
55 – 23.06.1977 – 2 x 0 ESCÓCIA
56 – 26.06.1977 – 0 x 0 IUGOSLÁVIA
57 – 30.06.1977 – 2 x 2 FRANÇA (-2)
58 – 10.07.1977 – 1 x 0 PERU
59 – 14.07.1977 – 8 x 0 BOLÍVIA
60 – 12.10.1977 – 3 x 0 Milan (ITA)
61 – 12.03.1978 – 7 x 0 Comb.Interior do RJ
62 – 19.03.1978 – 3 x 1 Sel. Goiana (-1)
63 – 22.03.1978 – 1 x 0 Comb.Paranaense
64 – 01.04.1978 – 0 x 1 FRANÇA (-1)
65 – 05.04.1978 – 1 x 0 ALEM. OCIDENTAL
66 – 10.04.1978 – 6 x 1 Al Ahli (SAU) (-1)
67 – 13.04.1978 – 2 x 0 Internazionale (ITA)
68 – 19.04.1978 – 1 x 1 INGLATERRA (-1)
69 – 21.04.1978 – 3 x 0 Atlético Madrid (ESP)
70 – 01.05.1978 – 3 x 0 PERU
71 – 13.05.1978 – 0 x 0 Sel. Pernambuco
72 – 17.05.1978 – 2 x 0 TCHECOSLOVÁQUIA
73 – 25.05.1978 – 2 x 2 Sel. Gaúcha (-2)
74 – 03.06.1978 – 1 x 1 SUÉCIA (-1)
75 – 07.06.1978 – 0 x 0 ESPANHA
76 – 11.06.1978 – 1 x 0 ÁUSTRIA
77 – 14.06.1978 – 3 x 0 PERU
78 – 18.06.1978 – 0 x 0 ARGENTINA
79 – 21.06.1978 – 3 x 1 POLÔNIA (-1)
80 – 24.06.1978 – 2 x 1 ITÁLIA (-1)
81 – 17.05.1979 – 6 x 0 PARAGUAI
82 – 31.05.1979 – 5 x 1 URUGUAI (-1)
83 – 21.06.1979 – 5 x 0 Ajax (HOL)
84 – 26.07.1979 – 1 x 2 BOLÍVIA (-2)
85 – 02.08.1979 – 2 x 1 ARGENTINA (-1)
86 – 16.08.1979 – 2 x 0 BOLÍVIA
87 – 23.08.1979 – 2 x 2 ARGENTINA (-2)
88 – 24.10.1979 – 1 x 2 PARAGUAI (-2)
89 – 31.10.1979 – 2 x 2 PARAGUAI (-2)
90 – 28.04.1983 – 3 x 2 CHILE (-2)
91 – 08.06.1983 – 4 x 0 PORTUGAL
92 – 12.06.1983 – 1 x 1 PAÍS DE GALES (-1)
93 – 17.06.1983 – 2 x 1 SUÍÇA (-1)
94 – 22.06.1983 – 3 x 3 SUÉCIA (-3)
95 – 28.07.1983 – 0 x 0 CHILE
96 – 17.08.1983 – 1 x 0 EQUADOR
97 – 24.08.1983 – 0 x 1 ARGENTINA (-1)
98 – 01.09.1983 – 5 x 0 EQUADOR
99 – 14.09.1983 – 0 x 0 ARGENTINA
100 – 13.10.1983 – 1 x 1 PARAGUAI (-1)
101 – 20.10.1983 – 0 x 0 PARAGUAI
102 – 27.10.1983 – 0 x 2 URUGUAI (-2)
103 – 04.11.1983 – 1 x 1 URUGUAI (-1)
104 – 16.03.1986 – 0 x 3 HUNGRIA (-3)
105 – 30.04.1986 – 4 x 2 IUGOSLÁVIA (-2)
Fonte e Fotos: Site da CBF
Quando garoto, anos 60, ia aos estádios ver jogos do meu time de coração. Na época, o SCCP mandava seus jogos contra times pequenos no Parque São Jorge e os clássicos normalmente no Pacaembú.
Com o tempo fui entendendo a estimativa de público que determinado jogo teria. Para isso bastava olhar os ônibus e carros do trajeto ao estádio.
Do bairro que morava saiam ônibus que passavam perto do Pacaembú. No meio do trajeto os ônibus já deveriam ter razoável quantidade de torcedores. Um bom indício era ver os carros normalmente com quatro passageiros, típico de torcedores indo ao estádio.
Outro indício era ver os torcedores caminhando a pé pela avenida Paulista já perto da avenida Angélica, Dr. Arnaldo e cercanias.
Como os tempos eram aqueles, não existia a informação de quantos ingressos já foram vendidos na semana, mormente porque era raro venda antecipada.
O início da ocupação da torcida do Pacaembu se fazia em aproximadamente 70% na parte central e os demais se assentavam nas cadeiras verdes atrás do gol de entrada do Pacaembu.
Pelas fotos de jogos com público de 12.000 a 18.000 torcedores dava para ter bem a idéia.
Mas o termômetro principal para ver se teríamos lotação total, além da verificação dos ônibus lotados pelo caminho, era a ocupação da saudosa Concha Acústica no lado oposto dos portões monumentais, onde se situa hoje o Tobogã.
O torcedor somente se dirigia para lá quando já rareavam os lugares das arquibancadas, que iam desde a estátua de Davi até as numeradas.
Quando tínhamos duas fileiras de torcedores em pé no Tobogã, já tínhamos mais de 20.000 torcedores no estádio.
E quanto mais fileiras iam aumentando era o sinal que o estádio caminhava para lotação total.
Hoje em dia divulga-se muito a porcentagem de aproveitamento de um clube dentro e fora de casa, em uma competição.
Passam-se algumas rodadas e já se percebe que nenhum dos participantes está mais com 100% de aproveitamento, mesmo em jogos efetuados em seus domínios.
Quando um time sustenta a totalidade dos pontos ganhos, em casa ou fora de seu reduto, tem-se como certo que esse é um clube grande, jamais intermediário ou pequeno.
Mas houve uma vez, ou pelo menos uma vez, em que um clube incipiente em termos de Paulistão – era o seu quarto ano seguido de presença na divisão principal do certame bandeirante e do bloco dos meros coadjuvantes – se agigantou e foi protagonista de um feito inigualável para os seus padrões.
Foi no Campeonato Paulista de 1959, e tratou-se da Associação Ferroviária de Esportes, que venceu 12 vezes seguidas em seu estádio (Dr. Adhemar Pereira de Barros, mais divulgado como Fonte Luminosa). Toda essa dúzia de jogos valendo pelo difícil Campeonato Paulista.
A série foi iniciada justamente na primeira rodada do campeonato, em 24 de maio de 1959, contra o C.A. Juventus, e prolongou-se até 15 de novembro, quando a Ferrinha recebeu o Palmeiras e foi abatida por 3 a 0.
Antes disso, porém, transcorreu quase toda a temporada oficial sem que a Ferrinha conhecesse, na Fonte, o dissabor de um revés ou mesmo de um empate. Doze jogos, doze vitórias. E vitórias maiúsculas, contra times do porte de um Corinthians e de uma Portuguesa (quando esta era respeitada como clube grande), ambos derrotados por diferença de dois gols.
Não era apenas obtenção de vitórias; o que mais impressionava era ver o futebol maiúsculo exibido pelos comandados de José Guillermo Agnelli.
Foi tamanho o sucesso grená em 1959, que logo no primeiro semestre do ano subsequente ela empreendia a sua primeira excursão ao exterior, por gramados lusos e espanhóis, além de campos – nem sempre gramados – da África portuguesa.
Um feito extraordinário, fantástico, que muito provavelmente jamais será superado ou mesmo igualado, e que por isso mesmo merece ocupar este espaço precioso com a divulgação das fichas técnicas dos 12 jogos vencidos pela Ferroviária, consecutivamente, em seu estádio, no ano de 1959, pelo certame bandeirante.
1ª vitória – Ferroviária 3 x 0 Juventus
14.05.1959, domingo (tarde); Árbitro: Antônio Musitano; Renda: Cr$ 74.650,00; Gols: Amaral (pênalti), 17 e Baiano, 43 do 1º; Benny, 40 do 2º; AFE: Rosan; Ismael e Antoninho; Dirceu, Rodrigues e Osni; Amaral, Cardoso, Baiano, Nei e Benny; Juventus: Claudinei; Julinho e Homero; Cássio, Clóvis e Pando; Zeola, Palico, Baltazar, Buzzone e Rodrigues
2ª vitória – Ferroviária 2 x 0 Jabaquara

Equipe da AFE contra o Jabaquara, de pé: Rosan, Ismael, Antoninho, Dirceu, Rodrigues e Osni; agachados: Amaral, Baiano, Ney, Bazani e Beni. (Arquivo O Imparcial)
07.06.1959, domingo (tarde); Árbitro: Anacleto Pietrobon; Renda: Cr$ 86.075,00; Gols: Baiano, 28 do 1º e 12 do 2º; AFE: Rosan; Ismael e Antoninho; Dirceu, Rodrigues e Osni; Amaral, Baiano, Nei, Bazzani e Benny; Jabaquara: Barbosinha; Macedo e Sarno; Darci, Miguel e Ivan; Jorge, Luiz, Vasconcelos, Bugre e Carlinhos
3ª vitória – Ferroviária 4 x 2 Portuguesa

Equipe da AFE contra a Portuguesa, de pé: Rosan, Ismael, Antoninho, Dirceu, Rodrigues e Osni; agachados: Capelosa, Ney, Baiano, Bazani e Beni. (Arquivo O Imparcial)
21.06.1959, domingo (tarde); Árbitro: Francisco Moreno; Renda: Cr$ 209.850,00; Gols AFE: Nei, 32 do 1º; Bazzani, 19 e 35, e Capeloza, 43 do 2º; Gols Lusa: Ocimar, 19 do 1º e Servílio, 15 do 2º; AFE: Rosan; Ismael, Antoninho e Osni; Dirceu e Rodrigues; Capeloza, Nei, Baiano, Bazzani e Benny; Portuguesa: Carlos Alberto; Mário Ferreira, Ditão e Juths; Hermínio e Vilela; Ocimar, Didi, Servílio, Zé Carlos e Raul Klein
4ª vitória – Ferroviária 2 x 0 Noroeste
05.07.1959, domingo (tarde); Árbitro: Dino Pasini; Renda: Cr$ 84.600,00; Gols: Bazzani, 37 do 1º e Dirceu, 35 do 2º; AFE: Rosan; Ismael e Antoninho; Dirceu, Rodrigues e Cardarelli; Amaral, Nei, Baiano, Bazzani e Benny; Noroeste: Julião; Pedro e Zarrir; Diógenes, Gaspar e Nelsinho; Batista, Edir, Marinho, Fernando e Ismar
5ª vitória – Ferroviária 1 x 0 Botafogo-RP
26.07.1959, domingo (tarde); Árbitro: Francisco Moreno; Renda: Cr$ 164.850,00; Gol: Amaral, 4 do 1º; AFE: Rosan; Ismael e Antoninho; Dirceu, Rodrigues e Cardarelli; Amaral, Baiano, Nei, Bazzani e Benny; Botafogo: Machado; Egídio e Benedito Julião; Hugo, Antônio Julião e Gil; Antoninho, Laerte, Silva, Mário e Dodô. Obs.: O encontro entre essas duas agremiações passou a ser chamado “Clássico Bota-Ferro”, do interior.
6ª vitória – Ferroviária 1 x 0 Ponte Preta
13.08.1959, quinta-feira (noite); Árbitro: Pedro Calil; Renda: Cr$ 113.400,00; Gol: Nei, 12 do 1º; AFE: Rosan; Porunga e Antoninho; Dirceu, Rodrigues e Cardarelli; Baiano, Cardoso, Nei, Dudu e Benny; Ponte Preta: Nino; Pirani, Derem e Carlito Roberto; Pitico e Carlinhos; Nivaldo, Wilse, Paulinho, Gamba e Jansen; Obs.: Nei, da AFE, perdeu um pênalti aos 27 do 2º.
7ª vitória – Ferroviária 4 x 2 Taubaté
26.08.1959, quarta-feira (noite); Árbitro: Telêmaco Pompeu; Renda: Cr$ 170.900,00; Gols AFE: Bazzani, 28 do 1º; Rubens (contra), 13, Baiano, 35 e Bazzani, 41 do 2º; Gols Taubaté: Renatinho, 6 e Gardel, 31 do 1º; AFE: Rosan; Elcias e Antoninho; Dirceu, Rodrigues e Cardarelli; Dudu, Baiano, Nei, Bazzani e Benny; Taubaté: Rossi; Mexicano, Rubens e Zé Carlos; Gardel e Celso; Evaldo, Renatinho, Tec, Ivan e Valter Prado
8ª vitória – Ferroviária 5 x 1 Portuguesa Santista
17.09.1959, quinta-feira (noite); Árbitro: Stefan Walter Glanz; Renda: Cr$ 125.925,00; Gols AFE: Bazzani, 40” e Nei, 7 do 1º; Raul (contra), 13, Dirceu, 22 e Nei, 25 do 2º; Gol Port. Sant.: Edemir, 19 do 1º; AFE: Rosan; Porunga e Antoninho; Dirceu, Rodrigues e Cardarelli; Amaral, Cardoso, Nei, Bazzani e Benny; Portuguesa Santista: Aparecido; Pixu, Raul e Henrique; Clóvis e Jorge; Bota, Edemir, Grilo, Perinho e Valdo
9ª vitória – Ferroviária 3 x 1 Corinthians
27.09.1959, domingo (tarde); Árbitro: Francisco Moreno; Renda: Cr$ 583.650,00 (recorde na Fonte); Gols AFE: Cardoso, 23 e Bazzani, 38 do 1º; Benny, 40 do 2º; Gol Corinthians: Miranda, 9 do 2º; Expulsão: Rafael (Cor.), 42 do 2º; AFE: Rosan; Porunga e Antoninho; Dirceu, Rodrigues e Cardarelli; Amaral, Cardoso, Nei, Bazzani e Benny; Corinthians: Gilmar; Benedito e Oreco; Valmir, Goiano e Roberto Belangero; Miranda, Joãozinho, Joaquinzinho, Rafael e Tite
10ª vitória – Ferroviária 2 x 0 XV de Piracicaba
08.10.1959, quinta-feira (noite); Árbitro: Casemiro Gomes; Renda: Cr$ 105.465,00; Gols: Amaral, 90” do 1º e Cardoso, 19 do 2º; AFE: Rosan; Porunga e Antoninho; Dirceu, Rodrigues e Cardarelli; Amaral, Cardoso, Nei, Bazzani e Benny; XV de Piracicaba: Orlando; Clélio, Cardinalli e Dema; Biguá e Drace; Alfredinho, Nilo, Oraci, Pita e Nelsinho
11ª vitória – Ferroviária 5 x 1 Comercial-RP
22.10.1959, quinta-feira (noite); Árbitro: Olten Aires de Abreu; Renda: Cr$ 125.300,00; Gols AFE: Benny, 7 e Cardoso, 10 do 1º; Cardoso, 18, Baiano, 30 e Nei (pênalti), 45 do 2º; Gol Comercial-RP: Carlos César, 17 do 2º; AFE: Rosan; Porunga e Antoninho; Dirceu, Rodrigues e Cardarelli; Baiano, Cardoso, Nei, Bazzani e Benny; Comercial-RP: Paulo; Arruda, Valdemar e Toninho; Parracho e Vastinho; Noca, Almeida, Gato, Lero e Carlos César
12ª vitória – Ferroviária 3 x 2 Comercial-SP
08.11.1959, domingo (tarde); Árbitro: Antônio Musitano; Renda: Cr$ 84.225,00; Gols AFE: Benny, 15 do 1º; Savério (contra), 24 e Cardoso, 40 do 2º; Gols Comercial-SP: Tantos, 29 do 1º e Osvaldo, 13 do 2º; AFE: Rosan; Ismael e Antoninho; Dirceu, Rodrigues e Osni; Dudu, Cardoso, Nei, Bazzani e Benny; Comercial-SP: Nivaldo; Diógenes, Savério e Alan; Maurinho e Rubens de Almeida; Tantos, Orlando, Alvacir, Mituca e Osvaldo; Obs.: Algumas garrafas foram atiradas em um dos bandeirinhas. O estádio da Fonte foi interditado e a AFE teve de atuar no Estádio Municipal de Araraquara, contra o América de Rio Preto.
Nessas 12 vitórias seguidas na Fonte Luminosa, pelo certame paulista de 1959, a Ferroviária assinalou 35 gols e sofreu apenas 9.
O quadro afeano perdeu a invencibilidade em casa no 13º jogo, ao enfrentar o Palmeiras (que viria a ser o supercampeão paulista), pela contagem de 3 a 0. Mas no jogo seguinte em casa, realizado no Estádio Municipal pela interdição do estádio da Fonte, a Ferroviária aniquilou o América de Rio Preto, ao abatê-lo pelo dilatado marcador de 7 a 1, em 19 de novembro.
No dia 29 de novembro, a Ferroviária decepcionou a sua torcida ao empatar em Araraquara com o Nacional da Capital, um dos times mais fracos da competição; resultado: 1 a 1.
No dia 6 de dezembro, a esquadra avinhada do Interior recebeu o Santos, fez 1 a 0 mas não resistiu ao poderio de Pelé e companhia, perdendo de goleada: 5 a 2.
Em 20 de dezembro, uma vitória sem brilho contra o XV de Jaú, por 3 a 2; mas três dias depois, triunfo expressivo sobre o Guarani, 3 a 0.
E no dia 27 de dezembro, despedindo-se de sua torcida, a Ferroviária perdeu para o São Paulo por 1 a 0.
Foram 19 partidas em Araraquara, com 15 vitórias, 1 empate e 3 derrotas (para os três times mais fortes do certame: Palmeiras, Santos e São Paulo). Os grenás assinalaram 51 gols na presença de seus torcedores, sofrendo 22. Uma campanha de clube grande, marcando o início de destacadas presenças na Primeira Divisão do Campeonato Paulista.
Atrás apenas de Palmeiras e Santos, que terminaram juntos na primeira colocação e decidiram o certame em três partidas extras, a Ferroviária terminou em terceiro lugar, ao lado do São Paulo FC.
Fontes:
Tópicos do Passado da AFE (Prof. Antônio Jorge Moreira);
O Caminho da Bola, Rubens Ribeiro/FPF;
Arquivo pessoal
Texto: Vicente Henrique Baroffaldi
Edição: Paulo Luís Micali

O Bangu Atlético Clube é uma agremiação do município de Santa Luzia (MG). O clube foi Fundado no dia 21 de Abril de 1954, pelo Sr. Santos Forneris.
A sua Sede fica localizado na Rua Baldim, n° 545, na Praça de Esportes, em Rio das Velhas, em Santa Luzia (MG). No seu estádio “Praça de Esportes Bangu Atlético Clube”, há Iluminação.
A semelhança como o homônimo famoso do Rio não se limita ao nome. O escudo é parecido com o outro modelo do distintivo do clube de Moça Bonita nos anos 50-60. A mascote também é idêntica aos Mulatinhos Rosados: Castor.


O Internacional Futebol Clube é uma agremiação da cidade mineira de Contagem. O Clube foi Fundado em 1973. O Inter disputa as competições da Liga Desportiva Municipal de Contagem.