Sociedade Esportiva Gran São João – Limeira (SP)

 

 

A Sociedade Esportiva Gran São João é uma agremiação da cidade de Limeira (SP). O clube foi Fundado no dia15 de Março de 1948, como Esporte Clube Limeirense. No dia 11 de setembro de 1951 adotou o nome que possui até hoje: S.E. Gran São João.

 

A sua Sede fica localizada na Rua Dr. Antônio Francisco Ozanan, 111 – no Bairro Vila São João Limeira. Ao longo da sua história, o clube se aventurou no futebol profissional em cinco oportunidades.

Disputou o Campeonato Paulista da Segunda Divisão (atual Série A-2), em 1952; e nas outras quatro, esteve presente no Paulistão da Terceira Divisão (atual Série A-3): 1954, 1961, 1962 e 1963.

FONTE: Wikipédia

Associação Atlética Saltense – Salto (SP): Fundado em 1936

Já que falamos do gênero… Então passemos para o original! A Associação Atlética Saltense é uma agremiação da cidade de Salto (SP). Fundado no dia 29 de Março de 1936, o clube é o mais antigo da cidade. A sua Sede fica na Rua Itapiru, 255/ 289 – Centro de Salto. O seu Estádio é o Alcides Ferrari com capacidade para 5 mil pessoas.

Atualmente, a A.A. Saltense se encontra licenciada, mas no seu currículo a equipe já disputou 26 campeonatos estaduais. A primeira participação aconteceu em 1954, quando disputou o Campeonato Paulista da Terceira Divisão (atual Série A3), e se manteve na jornada até o ano de 1964.

Após uma longa interrupção entre os anos de 1965 e 1975, o time saltense ressurgiu na Terceira Divisão do ano de 1976 e, entre os anos de 1982 e 1986 chegou ao seu melhor desempenho, quando disputou a Segunda Divisão (atual Série A2).

A última participação do clube foi na Série B (Quarta Divisão), em 2008, após uma parceria com a Uni Sant’Anna, instituição de ensino superior de São Paulo. Seu mais aguerrido rival é o Guarani Saltense Atlético Clube, fundado apenas dois anos depois.

Lista das participações nos campeonatos paulistas:

Segunda Divisão – Seis vezes: 1959, 1982, 1983, 1984, 1985 e 1986

Terceira Divisão – 17: 1954, 1955, 1956, 1957, 1958, 1960, 1961, 1962, 1963, 1964, 1976, 1980, 1981, 1988, 1990, 1992 e 1993

Quarta Divisão – Três: 1977, 1979 e 2008

Quinta Divisão – Uma vez: 1978

 

FONTE: Wikipédia

Associação Atlética Saltense é uma agremiação da cidade de Limeira (SP)

A Associação Atlética Saltense é uma agremiação da cidade de Limeira (SP). A equipe genérica da cidade de Salto só tem o nome igual. As cores é amarelo e preto, e o seu escudo é inspirado no Peñarol do Uruguai.  A equipe possui um site: http://saltensefutebolamador.blogspot.com.br/.

Clube Esportivo Fidelense – São Fidélis (RJ): Fundado em 1946

Contando com a parceria do amigo Leonardo Silva de Souza, segue outro escudo raro: o Clube Esportivo Fidelense é uma agremiação da cidade de São Fidélis, no Norte Fluminense (RJ). O clube foi Fundado no dia 26 de Outubro de 1946. A sua Sede fica localizada na Rua Collet, 04 – Centro de São Fidélis.

Seleção Brasileira – Ademir da Guia: uma dos maiores craques da camisa 10

Ademir da Guia, o ‘Divino’ foi um dos jogadores de meio-campo mais técnicos que o futebol brasileiro conheceu. Talentoso, ditava com seu toque de bola cadenciado o ritmo das partidas, mas conseguia aparecer na área com rapidez para a conclusões certeiras com que marcou muitos belos gols dos 153 que fez pelo Palmeiras.

Filho do grande zagueiro Domingos da Guia, carioca, Ademir da Guia começou a jogar futebol no Ceres, na época clube amador de Bangu, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Destacou-se no Bangu, de 1960 a 1961, e foi negociado para o Palmeiras, onde se tornou ídolo e um dos maiores  jogadores do clube, titular absoluto durante mais de 16 anos (1961 a 1977).

Ademir da Guia é o jogador que mais vezes vestiu a camisa do Palmeiras – foram 901 partidas e 153 gols.

Na Seleção Brasileira, foi convocado apenas 14 vezes. Participou de 11 partidas, uma delas contra a Polônia, na decisão de terceiro e quarto colocados da Copa do Mundo de 1974, na Alemanha.

Ademir da Guia

Nascimento: 04.03.1942 – Rio de Janeiro (RJ)

Pela Seleção Brasileira: 11 jogos, 6 vitórias, 3 empates, 2 derrotas.

 Títulos conquistados pelo Palmeiras:

 Campeonato Brasileiro: 1972, 1973. 1967, 1967, 1969

 Campeonato Paulista: 1963, 1966, 1972, 1974, 1976

 Torneio Rio-São Paulo: 1965

 Torneio IV Centenário da Cidade do Rio de Janeiro: 1965

 Troféu Ramon de Caranza: 1969, 1974, 1975

 Torneio Laudo Natel: 1972

 Torneio Mar del Plata: 1972


FONTE & FOTOS: CBF

Seleção Brasileira: Jairzinho, o Furacão da Copa de 70

 

Jair Ventura Filho, o Jairzinho, foi um dos sobreviventes do fracasso do Brasil na Copa do Mundo da Inglaterra, em 1966. Daquela Seleção que voltou para casa mais cedo, eliminada na primeira fase, o então ponta-direita do Botafogo, o meio-campo Gérson e o zagueiro Brito – e Pelé – conseguiram chegar ao México para brilhar na conquista do tricampeonato mundial em 1970.

No México, Jairzinho se consagrou como o Furacão da Copa ao estabelecer a marca de ter feito gols em todos os seis jogos de um Mundial. Gols e atuações que lhe deram fama e reforçaram o prestígio de craque no mundo. A ponto de ser considerado um dos melhores jogadores da campanha de 1970.

– As pessoas não entenderam, na época, mas foi baseado em matérias que saíam na Europa, que eu disse que a Copa de 1958 fora a do Pelé, a de 1962, a do Garrincha, e a de 1970, a do Jairzinho. Acharam que eu estava sendo pretensioso, arrogante. Mas não importa, eu sei o quanto fui importante para o tri, não só marcando gols em todos os jogos, mas gols que decidiram – explica Jairzinho.

Aos 65 anos, Jairzinho conserva registrado com exatidão os sete gols que marcou na Copa do Mundo de 1970. É capaz de descrevê-los com precisão, como se fosse um locutor narrando os lances. Jairzinho considera esses gols como sendo uma “ducha fria” nos adversários. Na estréia, contra a Tchecoslováquia, fez logo dois.

– O Brasil tinha virado para 2 a 1, mas o jogo estava duro, disputado. Fiz o terceiro, em que dei um lençol no goleiro, e o quarto, que selaram a vitória. O quarto foi em uma jogada que saí driblando um pouco depois do meio-campo, foi um belo gol – conta.

O segundo jogo foi contra a Inglaterra, para muitos uma verdadeira decisão antecipada da Copa do México – os ingleses eram os campeões mundiais. O 0 a 0 teimava no placar do Estádio Jalisco, em Guadalajara, até que aos 15 minutos do segundo tempo Jairzinho fez o gol da vitória que simbolizou um do seus dois momentos inesquecíveis naquela Copa.

– Foi um grande jogo. Eu tinha feito um cruzamento, depois de um passe perfeito do Carlos Alberto, que resultou na defesa mais bonita que um goleiro fez até hoje em Copa do Mundo, a do Banks na cabeçada do Pelé. Até que o Tostão fez aquela linda jogada, deu para o Pelé e ele rolou a bola pra mim. Chutei forte e no momento certo.

Jairzinho faz questão, aí, de ressaltar o aspecto coletivo que caracterizava a Seleção Brasileira de 1970, considerada por Zagallo a melhor de todos os tempos.

 

 Claro que o mérito não foi só meu. Se o Tostão não tivesse driblado os zagueiros ingleses (pôs a bola entre as pernas de Bobby Moore), se o Pelé não tivesse dado o passe perfeito e eu não estivesse bem posicionado, o jogo iria terminar mesmo 0 a 0.

Na vitória de 3 a 2 sobre a Romênia, Jairzinho fez o segundo gol do Brasil. No jogo seguinte, nos 4 a 2 sobre o Peru, ele marcou o quarto gol, aos 30 minutos do segundo tempo.

– O Peru tinha diminuído para 3 a 2, quando recebi o passe do Rivelino, driblei o goleiro e praticamente rolei a bola para dentro do gol. Liquidamos o jogo – recorda.

A partida semifinal contra o Uruguai se desenhava dramática. Os uruguaios fizeram 1 a 0 e Clodoaldo empatou no final do primeiro tempo. No segundo tempo, com o jogo indefinido, Jairzinho fez o segundo, o que abriu o caminho para a vitória, que seria de 3 a 1. Foi uma jogada espetacular, com troca de passes entre Pelé e Tostão.

– Foi um gol de 80 metros. Saí com a bola do campo do Brasil, e depois da combinação entre o Pelé e o Tostão, arranquei até a área do Uruguai, driblei dois e chutei cruzado.

O outro momento inesquecível em 1970 para Jairzinho aconteceu na decisão da Copa, nos 4 a 1 sobre a Itália que deram ao Brasil o tricampeonato mundial.

– O jogo estava 2 a 1, depois do bonito gol do Gérson, e acabei fazendo o terceiro, outra ducha fria, agora nos italianos, que ainda tentavam reagir.

A história de vencedor que Jairzinho construiu em 1970 – ele garante – começou no aprendizado com tudo de errado que acontecera quatro anos antes. O atacante, que já fora campeão pan-americano em 1963 e vinha sendo convocado desde 1964 para a Seleção principal, teve aos 22 anos, na Copa de 1966, na Inglaterra, a oportunidade de jogar ao lado de dois ídolos, Garrincha e Pelé.

Participei dos três jogos da Copa de 66. Os dois primeiros, contra Bulgária e Hungria, de ponta-esquerda, e o último, contra Portugal, na ponta-direita, substituindo o Garrincha. Apesar da decepção com a eliminação do Brasil, ali aprendi muita coisa – conta.

Jogador com um preparo físico invejável, que lhe dava a capacidade de arranque pouco vista em um atacante, Jairzinho, que brilhou no Botafogo, onde começou no juvenil, no futebol francês e no Cruzeiro, não teve o seu talento devidamente reconhecido – era um artilheiro que marcava gols de todos os jeitos, mas não apenas um “trombador”, como muitos equivocadamente julgam. Possuía, na verdade, técnica de craque.

– Talvez porque tenha sido eleito um dos melhores preparos físicos da Copa de 70, as pessoas pensam que eu só tinha força. Mas quem me viu jogar sabe do que não era bem assim – pondera.

FONTE: CBF

FOTOS: CBF / Jornal dos Sports