
AGACHADOS (esquerda para a direita): Castelau, Caco, Pelé, Luís Éverton, Tião Marino, Land e Paulo Sérgio (massagista).
O Figueirense (maior Campeão Catarinense), com 18 títulos, faturou em 1972, o seu 7º título. Mas essa conquista foi marcante, uma vez que o ‘Furacão do Estreito’ vivia um incômodo jejum: não conquistava o Campeonato Catarinense há 31 anos.
No domingo, do dia 03 de setembro, em 1972, o Furacão desbancava o Avaí e levantava, pela sétima vez, o Troféu de Campeão Catarinense. Determinado a voltar a levantar a taça, a diretoria alvinegra, liderada pelo Presidente José Mauro da Costa Ortiga, estruturou o Departamento de Futebol, contratando, entre outros, o renomado técnico Jorge Ferreira.
Dez equipes participaram do Campeonato Catarinense de 1972. A primeira fase foi disputada em turno e returno, onde quatro equipes se classificaram para o quadrangular final: o Figueirense, com uma campanha irretocável e grande desempenho fora de casa, foi o primeiro colocado. Avaí, América de Joinville e o Hercílio Luz, de Tubarão, completaram a fase decisiva.
O confronto que decidiu o título foi contra o Avaí, no Estádio Orlando Scarpelli. Na liderança do Quadrangular, o Furacão entrou em campo com a vantagem do empate para conquistar o título. Apesar das tentativas do rival, o Alvinegro manteve o empate em 0 a 0 e se sagrou Campeão Catarinense pela sétima vez, dando fim ao jejum de 31 anos sem a conquista.
A partir daí, o clube partiu para novos horizontes além das fronteiras de Santa Catarina: iniciou a sua preparação para poucos meses depois, se tornar o primeiro time catarinense a disputar o Campeonato Brasileiro.
O Figueirense entrou em campo na partida decisiva com Egon; Pinga, Jaílson, Moenda, Carlos Alberto (Aldair), Pelé, Adairton, Caco, Luís Éverton, Tião Marino (Jair) e Land.
FOTO: Poster da Revista Placar
FONTE: site do clube
