Arquivo da categoria: Seleções Estaduais

Campeonato Brasileiro de Futebol – 1926 – São Paulo 2 x 1 Rio de Janeiro

Campeonato Brasileiro de Futebol – 1926

 

FICHA TÉCNICA

São Paulo 2 x 1 Rio de Janeiro

Partida realizada na data de 7 de novembro de 1926, no Estádio do Fluminense – RJ.

Gols: Feitiço, Petronilho e Heitor (SP) Paschoal (2) (RJ).

Juiz: Leite de Castro.

Rio de Janeiro: Amado, Pennaforte e Helcio. Nascimento, Floriano e Hermogenes. Paschoal, Lagarto, Nonô, Russinho e Moderato.

São Paulo: Athiê, Grané e Bianco. Serafim, Amilcar e Pepe. Bisoca, Heitor, Petronilho, Feitiço e Mello.

Fontes: revista “A Cigarra, jornal “A Gazeta” e meu acervo.

Confrontos entre Cariocas e Paulistas, de 1901 a 1939: Lista completa

Para aqueles que gostam de estatística, encontrei a lista completa dos jogos entre as seleções Carioca e Paulista entre os anos de 1901 a 1939. Durante esses primeiros 38 anos de rivalidade, os números mostram o seguinte. Atuando no Rio de Janeiro, os Cariocas venceram 22 vezes, enquanto os paulistas levaram a melhor em 12. Em São Paulo, os paulistas venceram 28 vezes, contra seis do selecionado carioca.Por 11 vezes a partida terminou empatada. Ao todo, foram 79 partidas, com 40 vitórias de São Paulo; 28 do Rio Janeiro e outros 11 empates.

FONTE: Jornal A Noite

Campeonato Brasileiro de Futebol – 1926 – São Paulo 13 x 1 Bahia

FICHA TÉCNICA

São Paulo 13 x 1 Bahia

Partida realizada na data de 24 de outubro de 1926, no Estádio do Fluminense – RJ.

Gols: Petronilho (5), Feitiço (4), Apparicio (2), Mello e Heitor (SP) Manteiga (BA).

Árbitro: José Ramos de Freitas (ES).

São Paulo: Athiê, Grané e Bianco. Aguiar, Amilcar e Serafim. Apparicio, Heitor, Petronilho, Feitiço e Mello.

Bahia: De Vecchi, Pedro e Durval. Neco, José Silva e Saes. Arminho, Joãozinho, Santos, Manteiga e Lacerdinha.

 

Fontes: revista “A Cigarra, jornal “A Gazeta” e meu acervo.

Arthur Friedenreich, vestindo o uniforme da Seleção Paulista, em 1934

Encontrei uma foto rara do lendário craque brasileiro: Arthur Friedenreich, vestindo o uniforme da Seleção Paulista (na época sob a organização da APEA – Associação Paulista de Esportes Atléticos, que existiu entre 1913-36). O “El Tigre” nasceu em São Paulo, em 18 de julho de 1892 (faleceu: São Paulo, 6 de setembro de 1969), foi a primeira grande estrela do futebol brasileiro na época amadora, que durou até 1933.

Friedenreich participou da excursão do Paulistano pela Europa em 1925 onde disputou dez jogos e voltou invicto. Teve importante participação no campeonato sul-americano de seleções (atual Copa América) de 1919. O apelido de “El Tigre” foi dado pelos uruguaios após a conquista do Campeonato Sul-Americano de 1919, atual Copa América.

Ele marcou o gol da vitória contra os uruguaios na decisão e, ao lado de Neco, foi o artilheiro da competição. Após o feito, suas chuteiras ficaram em exposição na vitrine de um loja de joias raras no Rio de Janeiro. Nos dias atuais, ainda é considerado um dos maiores centroavantes que o Brasil já teve.

 

FONTES: Jornal A Noite – Wikipédia

Campeonato Brasileiro de Futebol – 1926 – São Paulo 5 x 3 Rio Grande do Sul

 

Campeonato Brasileiro de Futebol – 1926

 

FICHA TÉCNICA

São Paulo 5 x 3 Rio Grande do Sul

Partida realizada na data de 10 de outubro de 1926, no Parque da Antárctica Paulista.

Gols: Apparicio (3), Petro e Feitiço (SP) Pascoalito, Luiz e Mario (RS).

Árbitro: Leite de Castro

São Paulo: Tuffy, Grané e Bianco. Xingo, Amilcar e Serafim. Apparicio, Heitor, Petro, Feitiço e Mello.

Rio Grande do Sul: Lara, Grant e Mesquita. Ribeiro, Hugo e Guilherme. Coró, Pascoalito, Luiz, Reis e Fagundes.

 

Fontes: revista “A Cigarra, jornal “A Gazeta” e meu acervo.

Campeonato Brasileiro de Futebol – 1926 – Rio Grande do Sul 5 x 2 Paraná

 

FICHA TÉCNICA

Rio Grande do Sul 5 x 2 Paraná

Partida realizada na data de 3 de outubro de 1926, no Parque da Antárctica Paulista.

Gols: Mario (3), Pascoalino e Coró (RS) Canhoto e Marrequinho (PR)

Árbitro: Arzemiro Balliu

Rio Grande do Sul: Lara, Mesquita e Grant. Ribeiro, Hugo e Guilherme. Coró, Pascoalino, Luiz, Mario e Fagundes.

Paraná: Tercio, Borba e Gobardo. Orlando, Ninho e Nano. Ary, Marrequinho, Urbino, Canhoto e Cunha.

 

Fontes: revista “A Cigarra, jornal “A Gazeta” e meu acervo.