Arquivo da categoria: Rio de Janeiro (antigo Estado do RJ)

Grêmio Recreativo Social e Esportivo Vesúvio – Campos (RJ)

 

 Da história do futebol campista faz parte também o Grêmio Recreativo Social e Esportivo Vesúvio, foi Fundado na segunda-feira, do dia 02 de Dezembro de 1974. A sua Sede fica na Avenida Rui Barbosa, 1.027 – no Centro de Campos.

 Dezenove dias depois o Vesúvio participou do primeiro treino, no Estádio Milton Barbosa. Naquela manhã, Ovilson Neves, ex-jogador do Americano, Goytacaz, Campos e Canto do Rio, reuniu um grupo de bons jogadores no centro do campo, formou duas equipes e distribuiu as camisas.

 Ali, ao contrário do time da Companhia Independente de Bombeiros, surgia o Vesúvio, clube para militares e civis como o Tiradentes do Piauí e o Tiradentes de Niterói, vinculados à Polícia Militar.

 Naquele treino, Luís, um carequinha e canhoto que nem Gérson, de tantos clubes e da Seleção Brasileira, marcou o primeiro gol e, logo depois, uma cotovelada de Álvaro pegou o nariz de Cabeça, que precisou ser socorrido na Clínica Coelho dos Santos. O quadro de camisas vermelhas contou com Hildebrando; Branco; Isaac, Roberto Madeira e Ipojucan; Mundinho e Luís; Álvaro, Cláudio, Silvinho e Sousa. O de camisas brancas com Bodoque; Imbeloni, Caxico, Sebastião II e Cabeça; Juvenal e Joaldo; Sebastião, Chico Policarpo, Conrado e Paulo César.

 O Vesúvio adotou as cores vermelha e branca. Seu presidente de honra, o Coronel Yedo Bittencourt da Silva, ajudou o clube, que contou também com as graças do Coronel Santos Filho. O Major Eduardo Ribeiro Filho foi o seu presidente e, uma vez transferido para o Rio de Janeiro, não encontrou quem o substituísse, o que fez com que o Vesúvio, incluído na divisão extra de profissionais a título precário, numa reunião havida a 12 de dezembro de 1974, interrompesse suas atividades esportivas menos de um ano depois.

 O primeiro jogo do Vesúvio foi à noite de 24 de janeiro de 1975, em São João da Barra, quando, na abertura do Torneio de Verão, derrotou o Americano por 1 a 0, gol de Silvinho, no segundo tempo.

 O time vitorioso se apresentou com Célio; Caxico, Isaac, Baiano e Ipojucan; Mundinho e Lulinha (Luís); Bira, Claudinho (Batata), Silvinho e Sousa, e o vencido com Zé Edilson; Cachola, Guaraci, Luisinho e Capetinha; Adalberto e Ico; Ori, Tatalo, Chico e Paulo Roberto.

 Nesse certame o Vesúvio foi vice-campeão, perdendo a final para o Cambaíba, que ficou com o troféu Coronel Evaristo Antônio Brandão Siqueira, na época Comandante da Polícia Militar no Estado do Rio de Janeiro.

 

Fonte: Paulo Ourives

Mais um clube Centenário: Brasil Industrial E.C. – Paracambi (RJ)

Por: André Luiz Pereira Nunes

Na última segunda-feira, mais um brasileiro entrou no grupo de clubes que chegaram ao Centenário. O Brasil Industrial Esporte Clube é uma agremiação do Município de Paracambi, no Sul Fluminense (RJ). O clube foi Fundado no dia 16 de julho de 1912. A sua Sede fica localizada na  Avenida dos Operários, no centro de Paracambi, que dista 76 km da capital do Rio de Janeiro.

 O clube alvirrubro nasceu através da iniciativa de seis jovens oriundos do Bangu, sendo que cinco tinham origem inglesa. Todos se radicaram em Paracambi trazendo ideias de renovação e um livro sobre futebol.

Os saudosos pioneiros têm seus nomes gravados nos anais da história do clube por conta dos méritos a eles atribuídos, já que deram início à prática do futebol na então Vila de Paracambi: Clarence Hibs, Frederich Jacques, John Starck, Ernesto Bauer, Jersey Starck (mais conhecido como Gelson inglês) e Guilherme Gomes (sendo os cinco primeiros de nacionalidade inglesa), foram os pioneiros.

E foi assim que a ideia tomou vulto e obteve logo a adição dos operários da Companhia Têxtil Brasil Industrial e a simpatia de seus diretores. A fundação se deu a 1 de maio de 1912, com duas equipes formadas, tendo a integrá-las não só empregados da firma como também jovens que, embora não tivessem vínculo empregatício, juntaram-se aos demais para formar aquela que mais tarde viria se constituir numa das maiores glórias do futebol do estado do Rio de Janeiro.

O Paracambi Futebol Clube, hoje Brasil Industrial, nasceu sob o signo das conquistas e fadado a promover os grandes acontecimentos cuja repercussão transpôs as fronteiras do Estado, alcançando os pontos mais longínquos do país.

Em 1926, o Paracambi conquistou uma das mais expressivas vitórias, ao derrotar por 2 a 1 o São Cristóvão, campeão carioca daquele ano.

Sai Paracambi e entra o BIEC
Em 1937, aconteceu então a mudança do campo e ao mesmo tempo promoveu-se também a troca do nome primitivo para Brasil Industrial Esporte Clube, o mesmo acontecendo com referência ao uniforme que passou a usá-lo, ou seja: camisas vermelhas com golas e frisos brancos e de mangas curtas, emblema em forma de circunferência do lado esquerdo com as iniciais B.I.E.C., calções brancos e meias com listras horizontais vermelhas e brancas.

Foi mais um acontecimento marcante na vida do clube que também provocou discordância e protestos. Entretanto, aos descontentes, foram apresentados argumentos convincentes de que o clube ostentaria daquela data em diante o nome da empresa em troca de melhores condições para o soerguimento do mesmo, o que significava dizer que o clube faria a propaganda da indústria e por isso mesmo seus diretores dariam a ajuda necessária para evidentemente, fazer com que o clube progredisse sem que houvesse necessidade de sacrifício pessoal dos seus adeptos e diretores.

O clube das cores vermelha e branca foi um dos representantes do antigo Campeonato Fluminense, antes da fusão dos estados da Guanabara e Rio de Janeiro. Disputou esse campeonato em 1943, 1944 e 1954.

Em 1954, se classificou na 2ª Zona para a fase final juntamente com Central e Royal, ambos de Barra do Piraí. Mas o campeão foi o Coroados, de Valença, e vice o Royal.

A volta ao profissionalismo só se daria, em 1995, na Terceira Divisão de Profissionais, quando foi o quarto colocado, atrás somente de Tio Sam, Belford Roxo e Estrela da Serra. Desde então, disputa apenas o campeonato da Liga Desportiva de Paracambi. Seu maior rival é o Tupy, com quem protagoniza sempre grandes clássicos na cidade.

Açu Futebol Clube – São João da Barra (RJ)

 

 Açu Futebol Clube é uma agremiação do Município de São João da Barra (RJ). O clube foi Fundado no dia 08 de Agosto de 2004. O Açu surgiu como uma Escolinha e contando com o apoio da Prefeitura local, cresceu.

Além de filiado à Liga Sanjoanense de Desportos(LSD), participa de várias competições pelo Estado nas categorias de base. Atualmente, o clube possui um belo Centro de Treinamentos, onde pretende futuramente construir um estádio para 10 mil pessoas.

Esporte Clube Grussaí – São João da Barra (RJ)

Esporte Clube Grussaí é uma agremiação do Município de São João da Barra (RJ). O clube foi Fundado na quarta-feira, do dia 22 de Abril de 1989. A sua Sede fica localizada na Avenida Rotary, 1.049, na Praia de Grussaí (1º Distrito de São João da Barra).

Colaborou: Leonardo Silva de Souza

Santos Futebol Clube – São João da Barra (RJ)

O Santos Futebol Clube é uma agremiação do Município de São João da Barra (RJ). O clube foi Fundado  na terça-feira, do dia 20 de Agosto de 1974. A sua Sede fica localizada na Rua Minervina da Silva Pereira, s/n, no Distrito de Atafona, em São João da Barra.

Palmeiras Futebol Clube – São João da Barra (SP)

O Palmeiras Futebol Clube é uma agremiação do Município de São João da Barra, no Norte Fluminense (RJ). O clube foi Fundado na terça-feira, do dia 25 de Setembro de 2001. A sua Sede fica localizado na Rua dos Passos, 1.103 – no centro de São João da Barra.