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União Agrícola Barbarense Futebol Clube – Santa Bárbara d´Oeste – SP – Centenário

O União Agrícola Barbarense Futebol Clube, da cidade de Santa Bárbara d´Oeste, Estado de São Paulo, está completando neste dia 22 de novembro de 2014, cem anos de vida.

Os apelidos “Leão da Treze” ou “Alvinegro da 13 de Maio” é uma alusão ao endereço onde sua sede está instalada: Rua Treze de Maio número 1269.

 

História

Fundado no dia 22 de novembro de 1914, inicialmente com o nome de União Foot-Ball Club, a equipe de Santa Bárbara d’Oeste teve diversos nomes até chegar ao que ostenta atualmente. Em 1918, passou a se chamar Athlético Barbarense Foot-Ball Club e, um ano depois, se chamou Sport Club Athlético Barbarense. No ano de 1920, o clube se fundiu com o 7 de Setembro da Fazenda São Pedro e, mais uma vez, alterou seu nome: Sport Club União Agrícola Barbarense. Por fim, ainda naquele ano, passou a portar a denominação que tem até hoje: União Agrícola Barbarense Futebol Clube.

No ano seguinte da definição do nome, em 1921, o União Barbarense se registrou na APEA (Associação Paulista de Esportes Atléticos), que comandava o futebol do Estado. Vinte anos depois, em 1941, filiou-se à Federação Paulista de Futebol, ainda como amador, e no ano seguinte passou a ser membro da LBF (Liga Barbarense de Futebol), entidade do município de Santa Bárbara d’Oeste.

Apenas em 1964 é que o clube se profissionalizou nos quadros da Federação Paulista de Futebol e sua estréia não foi das mais felizes diante de Alumínio: derrota por 3 a 1 em partida válida pela 3ª Divisão de Acesso. Nesta partida, o autor do primeiro gol da equipe como profissional foi o atacante Mané de Campos. Três anos depois, o União decidiu adotar o “Leão da 13” como mascote do clube, em homenagem aos torcedores fiéis que apoiavam com garra o time (como leões) e à sede do clube, na Rua Treze de Maio.

O primeiro título do clube foi conquistado em 1946, quando ainda era amador, o de campeão da cidade pela Liga Barbarense de Futebol. Dois anos depois, mais uma conquista: Campeão amador da região, disputando o Campeonato Paulista do Interior pela FPF. Foi tricampeão da “Taça Cidade de Santa Bárbara” nos anos de 1957, 1961 e 1963. Nessse período, mais precisamente em 15 de novembro 1959, o Jornal D’Oeste publicou a composição do Hino Oficial do clube, de autoria do Professor José Dagnoni (letra) e Hermosa Hadad Baruque Murbach (música). Em 1967, já como profissional, foi Campeão Paulista da 2ª Divisão, conquistando o acesso à 1ª Divisão (uma abaixo da divisão principal).

A partir daí, o clube conquistou alguns títulos regionais, como o Torneio Intermunicipal Americana x Santa Bárbara d’Oeste em 1973 e passou por bons e maus momentos. Depois de ficar alguns anos sem disputar os campeonatos da FPF foi, finalmente, em 1990, vice-campeão Paulista da 2ª Divisão, conquistando mais uma vez o acesso à Divisão Intermediária. Em 1995 foi Campeão Paulista de Juniores da Série A3 e, em 1996, dos Jogos Abertos do Interior, com a equipe de Juniores. Em 1997, conquistou o vice-campeonato da Série A3 do Paulista. No ano seguinte, o maior trunfo até então: o título do Campeonato Paulista da Série A2 e o acesso à divisão principal estadual.

Em 1999, por terminar o Paulistão como melhor time do interior na tabela, o União Barbarense se tornou Campeão do Interior. Em 2001, foi vice-campeão da Copa Federação Paulista de Futebol e, em 2004, Campeão Brasileiro da Série C. Entretanto, um ano depois do acesso à Série B, foi novamente rebaixado à Terceira Divisão nacional, por três pontos.

Nas competições estaduais, o União Agrícola Barberense se manteve na principal divisão do campeonato paulista até 2005, quando foi rebaixado para a Série A2 de 2006. Um novo tropeço em 2006 levou a equipe à Série A3, quando terminou a competição de 2007 na décima colocação.

O estádio Antonio Lins Ribeiro Guimarães, também conhecido como “Toca do Leão” está localizado na cidade de Santa Bárbara D’Oeste, no estado de São Paulo e pertence ao União Agrícola Barbarense Futebol Clube. Seu nome foi dado em homenagem a um ex-presidente e patrono do clube. Foi inaugurado em 21 de maio de 1921 e seu primeiro jogo foi União Barbarense 3 a 1 contra o EC Concórdia de Campinas. O estádio tem capacidade para 14.914 pessoas.

O estádio está situado na Rua 13 de Maio, 1269 – Santa Bárbara D’Oeste – SP

 

 

A Torcida Uniformizada Sangue Barbarense é a principal e a maior torcida uniformizada do União Agrícola Barbarense Futebol Clube.

Fundada na data de 11 de novembro de 1984, é a segunda torcida mais antiga do interior do Estado de São Paulo e a quinta, incluindo a capital.

Fontes:

História (site do clube);

Estádio (botoesparasempre.blogspot);

Foto da equipe: Gustavo Belofardi;

Mascote: flogao

 

Jabaquara Atlético Clube – Santos – SP – Centenário

O Jabaquara Atlético Clube também já é centenário.

No dia 15 de novembro de 1914,  um grupo de nove jornaleiros, ou vendedores de jornais, descendentes de espanhóis, do então chamado Largo do Rosário, atual Praça Rui Barbosa, fundaram em Santos o Hespanha Foot Ball Club.

O nome Hespanha, sugerido por um ex-escravo, virou Espanha e, por fim, Jabaquara Atlético Clube, nome adotado devido a proibição, durante a Segunda Guerra Mundial,  do uso de nomes de países estrangeiros.

O goleiro Gilmar dos Santos Neves foi uma das maiores revelações feitas pelo Jabaquara A.C.

Posteriormente, o Jabaquara mudou-se para o bairro do Macuco onde, devido a notáveis exibições que o levou a se sagrar várias vezes campeão de Santos e do Litoral, ganhou dos santistas um apelido imortal: Leão do Macuco.

Jabaquara A.C. em 1960

Algum tempo depois, mudou-se para a Ponta da Praia e por fim se estabeleceu no bairro da Caneleira, na Zona Noroeste da cidade.

Na Caneleira o Jabuca mantém seu estádio Espanha e também sua sede social. A mudança para esse bairro deu origem a um novo apelido: Leão da Caneleira.

 

ESTÁDIO ESPANHA

O Jabaquara Atlético Clube, um dos clubes fundadores da Federação Paulista de Futebol, atualmente se encontra na 2ª Divisão do Campeonato Paulista de Futebol.

Parabéns ao Jabaquara Atlético Clube que, na data de 15 de novembro de 2014, completou cem anos de existência.

 

Fotos: com o arqueiro Gilmar e Estádio Espanha: novo milênio / Jabaquara AC em 1960: arquivo pessoal de Sérgio Silveira – esporte.terra.com.br

Escudo digitalizado por Virginio Saldanha

 

 

Jogo Histórico – São Paulo (SP) x Palmeiras (SP)

Jogo Histórico realizado em São Carlos, no inteiro de São Paulo. O São Paulo Futebol Clube contra a Sociedade Esportiva Palmeiras pela primeira vez na história jogando amistosamente em um jogo de rodada dupla festivo e comemorativo dos 111º aniversário da município e também a inauguração oficial do Estádio Municipal Professor Luiz Augusto de Oliveira. Abaixo a ficha técnica desta partida:

SÃO PAULO 3 x 2 PALMEIRAS
Data: 3 de novembro de 1968
Local: Estádio Luís Augusto de Oliveira – São Carlos/SP
Público: Até 12 mil pessoas aproximadamente em rotatividade
Renda: Portões abertos
Juiz: Albino Zanferrari (regular)
Gols: No 1º tempo, Antoninho aos 19′ e Julio Amaral aos 26′ (pênalti); no 2º tempo, Nenê aos 38′, Miruca aos 40′ e Julio Amaral aos 44′ .

São Paulo (SP): Cláudio; Antoninho, Lima, Arlindo e Dé; Carlos Alberto e Nenê; Miruca, Nelsinho, Babá (Téia) e Paraná – Técnico: Diede Lameiro

Palmeiras (SP): Perez; Neves, Luís Pereira, Minuca e Geraldo Scalera; Julio Amaral e Écio; Priá, Cabralzinho, César e Marco Antonio – Técnico: Nelson Ernesto Filpo Nuñez (El Bandonion)

Nota: Nesse jogo amistoso, o São Paulo interrompeu uma série de 24 jogos sem derrota que o Palmeiras vinha mantendo.

O jogo preliminar:Seleção Amadora de São Carlos (A e B)”  5 x 0 A.A. Itapuí, o primeiro gol no estádio foi marcado por Natal Guidelli (Talin) da Seleção Amadora de São Carlos.

Fonte: Jornais Folha de São Paulo, O Estado de São Paulo e A Folha São Carlos/SP

Jogo Histórico – São Carlos Clube (SP) x Ferroviária (SP)

Jogo histórico realizado em São Carlos, no interior de São Paulo. A equipe do São Carlos Clube recebeu a Associação Ferroviária de Esportes de Araraquara, para um jogo amistoso, comemorando a inauguração dos novos refletores do Estádio do Paulista.  Abaixo a ficha técnica desta partida:

SÃO CARLOS CLUBE (SP) 1 x 2 FERROVIÁRIA (SP)
Data: 28 de julho de 1968 (à noite)
Local: Estádio do Paulista E.C. – São Carlos/SP
Renda: NCr$ 7.000,00
Juiz: Idewildes Soares (FPF)
Gols: Alemão aos 11′, para o São Carlos e Valdir aos 39′, para a Ferroviária; Teia aos 17′ do 2º tempo para a Ferroviária.

São Carlos Clube (SP):  – Técnico: Zezé Procópio

Ferroviária (SP): Getúlio; Baiano, Fernando, Bebeto e Rossi; Zé Carlo e Valdir; Zé Luís, Teia, Bazzani e Pio  – Técnico: Vail Mota

Fonte: Folha de São Paulo e A Folha de São Carlos/SP

Jogo Histórico – São Carlos Clube (SP) x Ferroviária (SP)

Jogo histórico realizado em São Carlos, no interior de São Paulo. A equipe do São Carlos Clube recebeu a Associação Ferroviária de Esportes de Araraquara, para um jogo amistoso, no houve a concorrida inauguração das torres e da iluminação do Estádio do Paulista. O jogo teve transmissão direta da Rádio Bandeirantes de São Paulo, com a presença do narrador Fiori Giglioti, o comentarista Barbosa Filho e o repórter de campo Chico de Assis. “Barbosa Filho” chamava  erroneamente os torcedores são-carlenses de “são-carlinos”. Abaixo a ficha técnica desta partida:

SÃO CARLOS CLUBE (SP) 0 x 2 FERROVIÁRIA (SP)
Data: 27 de fevereiro de 1966 (à noite)
Local: Estádio do Paulista E.C. – São Carlos/SP
Renda: Cr$ 1.507.000,00
Juiz: Alberto Dunk Filho (LSF e FPF)
Gols: Rossi e Teia para a Ferroviária.

São Carlos Clube (SP): Macalé; Pedrinho, Zequinha e Laerte; Dirceu e Tinin; Roberto (Darci), Rui, Baltazar, Adair e Valdir (Nogueira) – Técnico: Agenor Gomes (Manga)

Ferroviária (SP): Machado; Fogueira, Brandão e Beto; Rossi (Tonhé) e Paina; Valdir (Zélio), Osmar, Téia, Bazani (Rezende) e Pio (Robertinho) – Técnico: Cilinho

OBS: Inauguração das torres e da iluminação do Estádio do Paulista E.C.

Fonte: Folha de São Paulo e A Folha de São Carlos/SP

Contribuição: Vicente Baroffaldi

Jogo Histórico – Paulista de São Carlos (SP) x Paulistano (SP)

Jogo de amistoso no Estádio do Paulista em São Carlos, no interior Paulista. Após a partida preliminar, houve o grande jogo entre o Paulista Sport Club (Esporte Clube) de São Carlos e Club Athletico Paulistano da Capital. Abaixo a ficha técnica da partida:

Paulista (SP) 0 x 1 Paulistano (SP)
Data:
21 de março de 1926
Local: Estádio do Paulista E.C. – São Carlos/SP
Público:
Renda:
Juiz: Marino Procópio (vice-presidente do Paulistano)
Pontapé inicial: Dr. Teixeira de Barros (presidente do Paulista)
Gols: Seixas ou Nondas

Paulista (SP): Milburgues, Milani e Corisco, Scuracchio, Branco e Max, Mario, Armandinho Júlio e Romeu.

Paulistano (SP): Nestor, Clodoaldo, Barthô, Abate, Nondas, Villela, Filó, Roque, Friedenreich, Seixas e Castro I (Dalton).

Partida preliminar: Paulista Esporte Clube (2º quadro) 1 x 1 Ideal Futebol Clube (Descalvado)

OBS: O Museu do Paulistano informa que o gol foi de Seixas e o Jornal Estado de São Paulo informa que o gol foi de Nondas.

Fontes: Museu Histórico do Paulistano e Jornal Estado de São Paulo.

Inauguração dos Refletores do Estádio da Floresta – São Paulo-SP

O Estádio da Floresta ou Chácara da Floresta, foi o primeiro estádio do Brasil a ter iluminação para jogos noturnos e o primeiro jogo aconteceu no dia 28 de março de 1930, em um jogo entre a Seleção Paulista contra o Club Sportivo Buenos Aires. Abaixo a ficha técnica do jogo:

SELEÇÃO PAULISTA 8 x 1 CLUB SPORTIVO BUENOS AIRES
Local:
Chácara da Floresta
Data: 28/03/1930
Árbitro: William Rowlland
Gols: Rato, Filó, Filó, Heitor, De Maria, De Maria, Friedenreich, Lauri e De Maria.

SELEÇÃO PAULISTA: Nestor, Grané e Del Debbio; Pepe, Bisoca e Serafini; Filó, Heitor, Friedenreich, Rato e De Maria.

SPORTIVO BUENOS AIRES: Botasso, Cherro e Comaschi; Chalu, Alboracini e Orlandini; Lauri, Scopelli, Arrillaga, Cilento e Larroca.

Obs: primeiro jogo entre clubes realizado durante a noite em São Paulo.

Estádios com nomes femininos

Pesquisa pessoal de estádios com nomes femininos existentes no Brasil; descobrimos 20 (vinte) estádios, que estão na ordem alfabética por Estados!

Estádio Flávia Blante de Oliveira – Manicoré-AM

Estádio Maria Abadia (Abadião) – Ceilândia-DF

Estádio Santa Isabel – São Luís-MA

Estádio Santa Luzia – Sete Lagoas-MG

Estádio Santa Tereza – Barbacena-MG

Estádio Nossa Senhora do Ó – Ipojuca-PE

Estádio Emília Rosa Guimarães – Rio das Ostras-RJ

Estádio Julieta Carvalho Vianna (Arena Ostrão) – Rio das Ostras-RJ

Estádio Santa Luzia – Sampaio Corrêa – Saquarema-RJ

Estádio Santa Luzia – São Gonçalo-RJ

Estádio Maria Lamas Farache (Frasqueirão) – Natal-RN

Estádio Maria das Dores Brasil – Boa Vista-RR

Estádio Nossa Senhora das Graças (Avenida) – Arroio Grande-RS

Estádio Santa Rosa – Novo Hamburgo-RS

Estádio Emília Mendes Rodrigues – Imbituba-SC

Estádio Venúzia Franco – Nossa Senhora do Socorro-SE

Estádio Maria Tereza Breda – Olímpia-SP

Estádio Nossa Senhora Aparecida – Itajobi-SP

Estádio Otacília Patrício Arroyo – Monte Azul Paulista-SP

Estádio Santa Izabel – Cafelândia-SP

Obs: Editores, completar os estádios que souberem!

Colaborações: Gerson Rodrigues, Vitor Dias e Michel McNish