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Noroeste Atlético Clube – Umuarama (PR): disputou o Estadual da 2ª Divisão de 1995

Por Sérgio Mello

O NAC – Noroeste Atlético Clube foi uma agremiação da cidade de Umuarama, situado a 558 km da capital (Curitiba) do estado do Paraná. Segundo o censo do IBGE/2022, a “Capital da Amizade” conta com uma população de 117.095 habitantes.

Fundado na segunda-feira, do dia 03 de abril de 1995. A sua Sede administrativa ficava no Avenida Pres. Castelo Branco, Edifício Itália – nº 3.806, no Centro de Umuarama (PR). As suas cores: vermelho, verde e branco.

Estádio Municipal Lúcio Pepino

A equipe mandava os seus jogos no Estádio Municipal Lúcio Pepino, com capacidade para 3 mil pessoas, localizado na Avenida São Pedro, nº 220, no bairro Zona III, em Umuarama/PR.

Na esfera profissional, o NAC debutou na Divisão Intermediária de 1995 (equivalente ao Paranaense da 2ª Divisão), organizado pela Federação Paranaense de Futebol (FPF). A competição contou com a participação de seis clubes, divididos em dois grupos:

Grupo SulCaxias (Palmas); União (União da Vitória) e XV de Novembro (Colombo);
Grupo Norte – Maringá Futebol Clube; Arapongas e Noroeste Atlético Clube (Umuarama).

Apesar de avançar para o Quadrangular Final os dois primeiros de cada grupo, o Noroeste terminou na lanterna da sua chave e deu adeus ao sonho do acesso. No final, o Maringá Futebol Clube se sagrou campeão da Divisão Intermediária de 1995.

ARTE: Desenho dos escudos e uniforme – Sérgio Mello

FOTOS: Prefeitura de Umuarama – Páginas do Facebook “Central Umuarama” e “Acervo Futebol do Interior Paranaense – Profissionais”

FONTES: Levy Mulford – Rsssf Brasil

1º Escudo: União Bandeirante Futebol Clube – Bandeirantes (PR)

Primeiro distintivo

O União Bandeirante Futebol Clube foi uma agremiação da cidade de Bandeirantes (uma população de 31.526 habitantes, segundo estimativa do IBGE de 2018), que fica a 381 km da capital do estado do Paraná.

O ‘Caçula Milionário’ foi Fundado no domingo, do dia 15 de Novembro de 1964, com o fim exclusivo de participar do Campeonato Paranaense de Futebol profissional. O 1º nome do clube foi denominado de Usina Bandeirante Futebol Clube, com a ideia de se propagar o nome da indústria dirigida pelos seus fundadores. Com a fusão com o Guarani, foi sugerido o nome de União.

A sua Sede social ficava na Rua Benedito Bernardes de Oliveira, nº 1.079, no Centro de Bandeirantes (PR). O Estádio Comendador Luís Meneghel, com Capacidade para 8 mil pessoas, estava situado na Rua Vicente Inácio Filho, s/n, na Vila Maria, em Bandeirantes/PR.

O crescimento do clube deve-se muito a chegada do campeão mundial de 58 Nilton De Sordi, contratado pelo presidente A. Meneghel nos anos 60 para a lateral-direita do União e atraindo multidões aos dias de jogos.

Nas décadas de 60 e 70, o União já mostrava sua força na revelação de jogadores. Os primeiros a se destacarem no futebol paranaense foi a dupla Paquito – atual auxiliar técnico do Coritiba – e Tião Abatiá.

Assim que foi montado o time profissional pelo competente técnico Pupo Gimenez em 1964, num dos últimos coletivos para estrear no campeonato da 1ª Divisão, um determinado repórter da Rádio Cabiúna se aproximou do saudoso Sr. Luís Meneghel que assistia ao treino junto ao alambrado e comentou:

Seu Luís, o senhor está gostando do time? Ao que nos consta, só falta o entrosamento para que o time fique perfeito!” … Imediatamente o Sr. Luís respondeu: – “Veja onde é que está esse jogador que vou pedir para o meu filho Antoninho comprá-lo!” … hehehe! Pelo visto, dinheiro na época não era problema!

EM PÉ (esquerda para a direita): Serafim, Orlando Maia, Geraldo Roncatto, Tião Macalé, Orlando e Pescuma;
AGACHADOS (esquerda para a direita): Tião Abatiá, Paquito, Carlinhos, Charuto e Osvaldinho.

Cinco finais e todos terminou com o vice

Em 1966, o time do norte do estado perdeu o título do Paranaense para o Ferroviário, mas em compensação teve o artilheiro do campeonato Paquito com 13 gols.

Nos anos de 1969 e 1971, o União foi vice-campeão estadual perdendo o título para o Coritiba. Tião Abatiá marcou 19 gols no estadual de 71.
Em 1989 o União voltou a disputar a final do Campeonato Paranaense, mas perdeu novamente para o Coritiba, na 1ª partida 0 a 0 e no último jogo 2 a 0 para o Coxa no Couto Pereira.

Em 1992, o União nunca esteve tão perto de ser campeão, mas perdeu o título do estadual para o Londrina no Estádio do Café, no 2º jogo vencia por 2 a 0 quando o Tubarão conseguiu o empate e tirou a Taça do time de Bandeirantes.

Na história gloriosa do União da Vila Maria, não podemos deixar de citar o glorioso treinador Pupo Gimenes, que muito contribuiu na formação de talentos. Nos últimos anos, o União tem feito campanhas regulares nos estaduais, batendo na porta de acesso para a Série B do Brasileiro, e disputado com brilhantismo torneios nas categorias inferiores como a Dallas Cup nos EUA, e tem revelado bons jogadores como é o caso do goleiro Fábio que já atuou pelo Cruzeiro, Santos, Atlético/PR e disputou a Copa João Havelange pelo Vasco da Gama, conquistando o título brasileiro de 2000.

Último escudo do União Bandeirante F.C.

União Bandeirante fecha as portas

Sem qualquer alarde, uma página do futebol paranaense foi encerrada na sexta-feira, do dia 4 de agosto de 2006. Após 42 anos de ininterrupta participação no Campeonato Paranaense (um recorde no interior), o União Bandeirante encerrou suas atividades, alegando dificuldades financeiras. A FPF (Federação Paranaense de Futebol) só foi comunicada da desistência em dezembro, mas a saída era esperada desde o ano passado.

O primeiro sinal veio com o afastamento (por problemas de saúde) do patriarca Serafim Meneghel do comando da Usina Bandeirante, a mantenedora do clube. Meneghel, celebrado por um vasto folclore no interior, fundou o União em 1964 e, desde então, a história de criador e criatura se confundiram.

O alvinegro obteve cinco vice-campeonatos estaduais (1966/69/71/89/92) e mostrou sangue na despedida, este ano: venceu o Coritiba, por 1 a 0, no estádio Luís Meneghel.

Entre as décadas de 60 e 70, o União revelou a “dupla caipiraTião Abatiá e Paquito (ídolos também no Coritiba) e alimentou polêmicas envolvendo seu presidente. Reza o anedotário de Bandeirante que, certa vez, Meneghel, com seu inseparável chapelão, invadiu o gramado e “convenceu” o árbitro a trocar o pênalti que favorecia o visitante Seleto de Paranaguá por um tiro de meta para o time da casa.

Se a história acima é fato ou lenda pouco importa. O fim do União Bandeirante encerra uma era em que o futebol do interior pertencia à uma cidade, à gente daquela cidade, ao folclore daquela cidade.

TÍTULOS
Campeonato Paranaense da Segunda Divisão: 2 vezes (1988 e 1992).

HINO 

Avante União Bandeirante 

O caçula milionário 

Que em gramados daqui ou de lá 

Não teme nenhum adversário 

Hip! Hurra! União! 

Que em nossos corações é o primeiro 

Orgulho do esporte brasileiro!

Link do Hino: https://www.youtube.com/watch?v=Zd1loe-iM0U

ARTE: desenhos dos escudos e uniformes – Sérgio Mello

FOTO: Acervo da Flâmula, José Elcides Cunha Pires – Acervo de Navarro Júnior

FONTES: Blog Um Time Por Dia – Revista Placar 

Estrela do Norte Futebol Clube – Ibiporã (PR): Três participações no Campeonato Paranaense na década de 60!

Por Sérgio Mello

O Estrela do Norte Futebol Clube é uma agremiação do município de Ibiporã, que fica a 413 km da capital (Curitiba), do estado do Paraná. A localidade possui uma população de 53.356 habitantes, segundo a estimativa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) de 2017.

O Estrelinos foi fundado na sexta-feira, do dia 19 de Março de 1948, com o nome de Clube 19 de Dezembro, liderados por Ramon Louzada, a partir da força de vontade de amigos, que compraram bolas e uniformes para montar a equipe.

A sua Sede e o Estádio Municipal José dos Santos (Campo do Estrela, com capacidade para 1 mil pessoas, foi inaugurado em 1953), ficam localizados na Avenida Paraná (próximo ao número 657), no bairro Santa Luzia, em Ibiporã/PR.

O Estrela do Norte foi o 1º time profissional de Ibiporã. Na década de 50, já estava filiado à Federação Paranaense de Futebol (FPF) e a CBD (Confederação Brasileira de Desportos). A camisa e as suas cores: vermelho, branco e preto, foi inspirada no São Paulo Futebol Clube (SP).

Time posado da década de 40

Os primeiros passos, no Campeonato Londrinense

Na década de 50, o Estrela do Norte disputou entre 1955 a 1958, o Campeonato Londrinense de futebol, organizado pela Liga Regional de Futebol de Londrina. Nesse período, o clube realizou alguns amistosos com resultados interessantes.

Olaria goleou  o Estrela do Norte     

No domingo, do dia 19 de fevereiro de 1956, o Estrela do Norte enfrentou, em amistoso, o Olaria (RJ). No final, a equipe carioca goleou pelo placar de 4 a 1, no Estádio José dos Santos, em Ibiporã/PR.

Os gols foram assinalados por Léo, duas vezes; Silvio e Tiãozinho, com um tento cada. O Olaria formou com: Válter; Tião e Renato; Rico, Barbosa e Dodô; Tiãozinho, Silvio, Maxwell (Léo), Moreno e Mário.

A Delegação do Olaria Atlético Clube foi constituído por Silvestre Fernandes (Chefe); Jair Boaventura (treinador); Aristocílio Rocha (árbitro); Pipa (massagista); além dos jogadores: Válter, Fernando, Carlinhos, Renato, Tiãozinho, Nelí, Rico, Barbosa, Dodô, Silvio, Léo, Maxwell, Russo, Moreno, Tião, Mário, Bera e Sauí.

Estrela do Norte goleou o Guarani de Campinas

No domingo, do dia 20 de janeiro de 1957, o Estrela do Norte enfrentou, em amistoso, o Juventus da Mooca (SP). Não foi encontrado o resultado dessa partida

No domingo, do dia 07 de julho de 1957, o Estrela do Norte goleou o Guarani de Campinas/SP pelo elástico placar de 7 a 3, no Estádio José dos Santos, em Ibiporã/PR.

Década de 60, o Estrela alçou voos mais altos

No sábado, do dia 12 de março de 1960, o Estrela do Norte goleou, em amistoso, a Portuguesa de Desportos, de Londrina (PR), pelo placar de 7 a 2. A representação londrinense foi uma equipe frágil a toda prova, deixando-se dominar completamente.

No domingo, do dia 24 de abril de 1960, em amistoso, o Estrela do Norte de Ibiporã e Arapongas F. C. realizaram um encontro dos mais movimentados, já que os Estrelinos procuravam se reabilitar do revés sofrido em Arapongas, frente ao tricolor, enquanto este veio à Ibiporã disposto a conseguir nova vitória, fazendo com que a peleja se tornasse das mais sensacionais, com as duas equipes procurando o triunfo, vibrando à assistência com c bom futebol empregado pelos dois clubes.

O resultado final, que foi um empate pela contagem de 1 a 1, foi um prêmio pelo desempenho dos dois quadres, durante os 90 minutos regulamentares, pois se Estrela teve mais presença a primeira fase, o Arapongas foi melhor equipe no segundo tempo.

OS GOLS

Decorriam 26 minutos da primeira fase, quando o Estrela fazendo um ataque pela direta, através do seu ponteiro Turco, conseguiu inaugurar o marcador, atirando forte no canto direito da meta de Bolivar que nada pode fazer no lance.

Somente na segunda etapa é que o Arapongas conseguiu igualar, isto aos 2 minutos, quando Nemi, recebendo um passe em profundidade de Brandão, atirou forte no canto direito da meta defendida por Canguru, dando assim cifras definitivas ao marcador que foi de 1 a 1.

DEALHES DO ENCONTRO

O árbitro da peleja foi o sr. Giovanni Alves de Oliveira, que teve uma boa atuação. As duas equipes estiveram assim constituídas no embate de antem realizado em Ibiporã.

ESTRELA DO NORTE: Canguru; Moreno e Osvaldo; Tota, Formiga e Alemão; Turco, Alaor, Toninho, Tuta e Valter.

ARAPONGAS: Bolivar; Nelson e Moreira; Odácio, Alberto e Brandão; Nemi, Roberto, Jorge, Albertinho e Gaivota.

Três participações no Campeonato Paranaense da Zona Norte

O Estrela do Norte disputou o Campeonato Paranaense de Profissionais (Zona Norte) em 1960, 1964 e 1965. Participou também da Divisão de Acesso (Estadual da Segunda Divisão), em 1966.

Não foi a estreia esperada

A estreia no Campeonato Paranaense de Profissionais da Zona Norte de 1960, aconteceu no domingo, do dia 22 de maio, quando o Estrela do Norte recebeu o Arapongas (vice-campeão de 1959), em Ibiporã/PR. O resultado não foi o esperado, e os donos da casa viram o oponente golear pelo placar de 6 a 0.

O trio de arbitragem foi composto pelo árbitro Giovanni de Oliveira, auxiliado por Achiles Romganolli e Emilio de Oliveira. A Renda somou o montante de Cr$ 21.310,00.

ESTRELA DO NORTE: Gilberto; Nedinho e Tanque; Tim, Formiga e Alemão; Rubinho, Benito, Gribel, Paulo e Rui.

ARAPONGAS: Bolivar; Sinésio e Moreira; Odácio, Albertinho e Brandão; Nenê, Taico, Gaivota, Jorge, e Procópio.

Estrela do Norte venceu em Mandaguaçu

No domingo, do dia 10 de julho de 1960, mesmo jogando como visitante, o Estrela do Norte de Ibiporã surpreendeu o Independente, em seus domínios, frente ao pela contagem de 2 a 1.

Dirigiu o encontro o sr. Francisco Garcia com atuação regular. Marcaram para o Estrela: Gribel e Benito (pênalti), enquanto Baía marcou o único tento do Independente.

INDEPENDENTE: Bigode; Pinelli e Manoel; Carioca, Zezinho e Parafuso; Baía, Didi, Elcio, Fernandinho e Antoninho.

ESTRELA DO NORTE: Bravo; Nedinho e Osvaldo; Pancho, Formiga e Alemão; Benito, Alaor, Gribel, Delem e Teotonio.

Estrela se licencia da FPF

Após a temporada de 1960, a diretoria fez uma reaviação. Tomada a decisão, o clube solicitou a Federação Paranaense de Futebol o seu licenciamento, em 1961. No seu lugar, entrou o Nova Esperança Futebol Clube.

Estádio do Estrela foi interditado  

Na segunda-feira, do dia 21 de junho de 1965, o Estrela do Norte estava à beira de ter o seu campo interditado, uma vez que o árbitro quase foi linchado.  A reportagem do Correio do Paraná assim contou:

Parece que a sorte do Estrela do Norte de Ibiporã, já está selada: terá mesmo sua cancha interditada na reunião de amanhã do TJD. Uma sondagem “por cima” nas opiniões dos juízes, já garante a certeza de que está firmada jurisprudência sobre a questão: estádio com baderna dá interdição.

E em Ibiporã, por ocasião do jogo Estrela x Grêmio de Maringá, o juiz só não foi linchado por que chegou um destacamento policial enviado às pressas de Londrina, para salvá-lo da sanha homicida de irresponsáveis.

O advogado do Estrela, é o dr. Cadilhe de Oliveira que deu um show de oratória para condenar o Paranavaí, na última segunda feira. Vamos ver se consegue o milagre de salvar o Estrela. Será muito difícil. E até injusto se o Estrela escapar de punição. Afinal a lei deve valer para todos”.

Na reunião da manhã da segunda-feira, do dia 28 de junho de 1965, o TJD (Tribunal de Justiça Desportiva) interditou o Estádio do Estrela do Norte por 30 dias.

Algumas formações:

Time base de 1960: Gilberto (Canguru ou Bravo); Nedinho (Moreno) e Osvaldo (Tanque); Mauro (Tota ou Tim), Formiga e Alemão; Turco (Rubinho ou Cobrinha), Alaor (Benito), Gribel (Toninho), Paulo (Tuta ou Getúlio) e Rui (Valter ou Pancho).

Time base de 1965: Moacir (Gilberto); Ademar, Carabina (Dias), Chico (Roque) e Toninho (Ari ou Chicão); Alemão (Nilso) e Chafa; Neco (Khalil ou Carlinhos), Isaias (Vavá) e Guaíra (Gera ou Marcos).

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Colaborou: Rodrigo S. Oliveira

ARTE: desenhos dos escudos e uniformes – Sérgio Mello

FOTOS: Página no Facebook “Acervo Futebol do Interior Paranaense – Profissionais”, de Luiz Souza – Acervo Rodrigo S. Oliveira – Acervo Eliezer Cerilo – Acervo Blog Operário das Letras

FONTES: A Gazeta Esportiva (SP) – Correio do Paraná (PR) – Diário da Tarde (PE) – Diário do Paraná (PR) – Paraná Esportivo (PR) – Última Hora (PR) – Jornal do Brasil (RJ)

Inédito!! Esporte Clube Londrina: 1º time de futebol da cidade de Londrina (PR), em 1934

Por Sérgio Mello

O Esporte Clube Londrina foi a 1ª agremiação de futebol que existiu na cidade de Londrina (PR). O “Alvinegro Londrinense” foi Fundado em 1934, por pioneiros da Companhia de Terras do Norte do Paraná (CTNP) com o nome de Sport Club Londrina.

A sua Praça de Esportes ficava localizado na Avenida Paraná (atual: Avenida Celso Garcia Cid), na Vila Siam, em Londrina. Foi o 1º campo de futebol na cidade. Na década de 50, o campo de futebol deu lugar à antiga Cooperativa Cotia.

O 1º time do Esporte Clube Londrina tinha a seguinte escalação: Jacó Minatti (goleiro); Nicodemo, Leonino e Galvino (Beques); Mário, Américo, Fascio e Cézar Traballi; Celso Garcia Cid e Rafael Ferrari (Alfos); Aurélio Paglia (Center Alfo). Técnico: Alfredo Batini.

Na formação inicial dos núcleos urbanos planejados pela CTNP, havia o interesse dos colonizadores apresentarem um ideal de urbanidade ligado à vida esportiva. Isto talvez pelo fato de que para os próprios funcionários da CTNP fosse interessante manter atividades que preservassem a cultura nativa dos seus poucos funcionários ou ainda para auxiliar no empreendimento atraindo futuros compradores por meio da imagem de uma cidade planejada e próspera não apenas economicamente, mas também sociocultural do ponto de vista da sua organização e distribuição espacial de práticas de passatempo e esportivas. E dessa forma, destacamos o sentido atribuído ao campo de Football por parte dos colonizadores e do poder público local.

Foto posada no domingo, do dia 20 de janeiro de 1935

Mesmo relegado às determinadas áreas marginais, o futebol se desenvolveu de uma maneira que a interação social entre grupos com diferentes parcelas de poder denunciasse a questão de distinção social expressa pela distribuição e organização espacial do centro urbano.

Assim, a introdução do campo de Football na planejada cidade de Londrina é marcada por um discurso que condicionou e encarregou a área destinada a tal prática esportiva e de passatempo nos anos 1930.

Houve discurso higienista corroborando com os interesses da CTNP e dos representantes do poder público por meio da racionalização dos espaços, isto desde a sua concepção de núcleo urbano até a execução do projeto de cidade.

Foto posada no domingo, do dia 08 de agosto de 1937

Embora a cidade de Londrina em sua fase inicial apresentasse uma paisagem rural, não podemos deixar de frisar que o empreendimento inglês era um projeto moderno de exploração de terras e consequentemente de modelos de núcleo urbano planejado, sendo o campo de Football um elemento constitutivo da vida sociocultural.

Por fim, a representação do futebol dentro do projeto de núcleo urbano da CTNP, indica, por um lado, abertura a um possível lugar onde as diferenças deveriam conviver; por outro lado, a quadra de tênis indica o lugar de convívio daqueles que se julgavam pertencentes de uma elite social e condutora da cidade planejada e em urbanização.

ARTE: desenho dos escudos e uniformes: Sérgio Mello

FOTOS: Museu Histórico de Londrina Padre Carlos Weiss – Acervo Nair Paglia Piantini – Londrina Foto Memória

FONTES: Paraná Norte (PR) – “O Enquadramento do Football na Cidade Planejada – Londrina dos anos 30”, de autoria de André Xavier da Silva e Tony Honorato – Aurélio Paglia

Inédito!! Cascavel Clube S/A – Cascavel (PR)

O Cascavel Clube S.A. foi uma agremiação da cidade de Cascavel, localizado na região Oeste do estado do Paraná. Com uma população de 348.051 habitantes, segundo o Censo do IBGE/2022, fica a 491km da capital (Curitiba).   

Fundado na terça-feira, do dia 15 de dezembro de 1998, possuía a sua Sede administrativa na Rua Carlos Chagas, nº 629, no bairro Pacaembu, em Cascavel/PR. As suas cores eram o azul, verde e branco.

O Cascavel Clube S.A. participou de duas edições do Campeonato Paranaense da Segunda Divisão, nos anos de 2000 e 2001, organizado pela FPF (Federação Paranaense de Futebol).

No Estadual de 2001, contou com a participação de 10 clubes, divididos em dois grupos de cinco. O Cascavel Clube S.A. ficou no Grupo B, juntamente com Cataratas Atlético Clube (Foz do Iguaçu), Ponta Grossa Esporte Clube (Ponta Grossa), Associação Atlética Batel (Guarapuava) e Marechal Esporte Clube (Marechal Cândido Rondon).

No final, o Cascavel Clube S.A. terminou na lanterna, com apenas 6 pontos em oito jogos: uma vitória, três empates e quatro derrotas; marcando 10 gols, sofrendo 15 e um saldo negativo de cinco.

Foto posada de 2001

Resultados:

Domingo, dia 04 de marçoA.A. Batel                2X0Cascavel Clube
5ª-feira, dia 08 de marçoCascavel Clube2X0Cataratas A. C.                 
Sábado, dia 24 de marçoMarechal E.C.1X1Cascavel Clube
Domingo, dia 1º de abrilCascavel Clube1X2Ponta Grossa E.C.
4ª-feira, dia 11 de abrilCascavel Clube1X1A.A. Batel                
Sábado, dia 21 de abrilCataratas A. C.                 4X1Cascavel Clube
Domingo, dia 29 de abrilPonta Grossa E.C.1X0Cascavel Clube
Domingo, dia 06 de maioCascavel Clube4X4Marechal E.C.

Após a sua participação na Segundona do Paraná, na segunda-feira, do dia 17 de dezembro de 2001, a direção se fundiu com o Cascavel Esporte Clube e SOREC (Sociedade Recreativa Cascavel), dando origem ao Cascavel Clube Recreativo.

FOTOS e FONTES: Rsssf Brasil – Acervo do Interior Paranaense – Profissionais, de Luiz Souza

Escudo raro do início da década de 60: Atlético Clube Paranavaí (ACP) – Paranavaí (PR)

O Atlético Clube Paranavaí (ACP) é uma agremiação da cidade de Paranavaí, localizado no Noroeste do estado do Paraná. O município fica a 504 km da capital Curitiba, contando com uma população de 91.950 habitantes, segundo o censo do IBGE/2019.

A sua Sede está situada na Rua Carlos Faber, s/n/ Sala 1, Subsl, Estadio Mun. W. W., no bairro Santa Cecília, em Paranavaí/PR. A equipe manda os seus jogos no Estádio Municipal Dr. Waldemiro Wagner, o “Felipão”, com capacidade para 25 mil pessoas.

O “Vermelhinho do Fim da Linha” foi Fundado na quinta-feira, do dia 14 de março de 1946, com o nome de Paranavaí Futebol Clube. A sua primeira participação no Campeonato Paranaense, aconteceu em 1960.

Foto do início da década de 60 EM PÉ (esquerda para a direita): Viraci, Polaco, Osmar, João Preto, Alduíno e Lelo;
AGACHADOS (esquerda para a direita): Babá, Laurinho, Osvaldo, Pina e Pedrinho.

Tricampeão Estadual da Segundona

Em 1967, 1983 e 1992 foi campeão Estadual da Segunda Divisão. Na Elite do Futebol Paranaense, a sua melhor colocação foi o vice-campeonato em 2003, perdendo a final apenas para o Coritiba, tendo empatado na ida por 2 a 2, e perdendo na volta por 2 a 0.

Duas finais e um título inédito na Primeira Divisão Estadual

Em 2007, conquistou o seu 1º título Campeonato Paranaense da Primeira Divisão, ganhando em cima do Paraná Clube, vencendo o primeiro jogo por 1 a 0, e empatando por 0 a 0 na Vila Capanema. O “Vermelhinho do Fim da Linha” disputou no mesmo ano o Campeonato Brasileiro da Série C, sendo eliminado na primeira fase.

Declínio

Em 2013, o ACP entrou no Estadual justamente com a meta de se manter na Primeira Divisão. No primeiro turno o time conseguiu bons resultados e chegou a ocupar a 5ª colocação na tabela.

Na reta final do turno começaram os problemas da equipe. Foram quatro derrotas seguidas junto coma a saída do técnico Ney César. Depois, o Paranavaí acumulou maus resultados e passou a brigar com os times que estavam ameaçados do rebaixamento.

A fase ruim ficou evidente com a saída de vários atletas nos últimos jogos e a greve dos jogadores por conta dos salários atrasados desde a metade de fevereiro. Foi rebaixado após derrota de 3 a 0 para o Paraná Clube.

Em 2019 o clube foi rebaixado para a Terceira Divisão Paranaense após derrota de 4 a 2 para o Rolândia. O Vermelhinho já estava em situação complicada pelos quatro pontos perdidos por colocar em campo 16 jogadores não inscritos na Confederação Brasileira de Futebol nas partidas.

FOTO: “Acervo Futebol do Interior Paranaense – Profissionais”

FONTES: Wikipédia – Páginas do clube nas redes sociais

Escudos raros dos anos 50 e 70: Atlético Clube Paranavaí (ACP) – Paranavaí (PR)

Escudo de 1971

O Atlético Clube Paranavaí (ACP) é uma agremiação da cidade de Paranavaí, localizado no Noroeste do estado do Paraná. O município fica a 504 km da capital Curitiba, contando com uma população de 91.950 habitantes, segundo o censo do IBGE/2019.

A sua Sede está situada na Rua Carlos Faber, s/n/ Sala 1, Subsl, Estadio Mun. W. W., no bairro Santa Cecília, em Paranavaí/PR. A equipe manda os seus jogos no Estádio Municipal Dr. Waldemiro Wagner, o “Felipão”, com capacidade para 25 mil pessoas.

O “Vermelhinho do Fim da Linha” foi Fundado na quinta-feira, do dia 14 de março de 1946, com o nome de Paranavaí Futebol Clube. A sua primeira participação no Campeonato Paranaense, aconteceu em 1960.

EM PÉ (esquerda para a direita): Zé Carlos, Clarindo, Mota, Café, Silva, Tatú e Manecão (presidente);
AGACHADOS (esquerda para a direita): Arcanjo, Noriva, Tutu, Luiz Carlos e Scarpini.

Tricampeão Estadual da Segundona

Em 1967, 1983 e 1992 foi campeão Estadual da Segunda Divisão. Na Elite do Futebol Paranaense, a sua melhor colocação foi o vice-campeonato em 2003, perdendo a final apenas para o Coritiba, tendo empatado na ida por 2 a 2, e perdendo na volta por 2 a 0.

Escudo da década de 50

Duas finais e um título inédito na Primeira Divisão Estadual

Em 2007, conquistou o seu 1º título Campeonato Paranaense da Primeira Divisão, ganhando em cima do Paraná Clube, vencendo o primeiro jogo por 1 a 0, e empatando por 0 a 0 na Vila Capanema. O “Vermelhinho do Fim da Linha” disputou no mesmo ano o Campeonato Brasileiro da Série C, sendo eliminado na primeira fase.

Declínio

Em 2013, o ACP entrou no Estadual justamente com a meta de se manter na Primeira Divisão. No primeiro turno o time conseguiu bons resultados e chegou a ocupar a 5ª colocação na tabela.

Na reta final do turno começaram os problemas da equipe. Foram quatro derrotas seguidas junto coma a saída do técnico Ney César. Depois, o Paranavaí acumulou maus resultados e passou a brigar com os times que estavam ameaçados do rebaixamento.

A fase ruim ficou evidente com a saída de vários atletas nos últimos jogos e a greve dos jogadores por conta dos salários atrasados desde a metade de fevereiro. Foi rebaixado após derrota de 3 a 0 para o Paraná Clube.

Em 2019 o clube foi rebaixado para a Terceira Divisão Paranaense após derrota de 4 a 2 para o Rolândia. O Vermelhinho já estava em situação complicada pelos quatro pontos perdidos por colocar em campo 16 jogadores não inscritos na Confederação Brasileira de Futebol nas partidas.

FOTO: “Acervo Futebol do Interior Paranaense – Profissionais”

FONTES: Wikipédia – Páginas do clube nas redes sociais

Escudos raros de 1926 e 1980: Operário Ferroviário Esporte Clube – Ponta Grossa (PR)

Escudo de 1980

O Operário Ferroviário Esporte Clube é uma agremiação da cidade de Ponta Grossa (PR). O “Fantasma” foi Fundado na quarta-feira, do dia 1º de Maio de 1912, no Dia do Trabalhador, sendo o 2º clube mais antigo do estado em atividade.

Ponta Grossa, uma das maiores cidades do Paraná com mais de 300 mil habitantes, é considerada o berço do futebol paranaense, pois foi aqui na Princesa dos Campos que em 1909 disputou-se o 1º jogo de futebol oficial da história do Paraná, entre ponta-grossenses e curitibanos, com vitória de 1 a 0 para o time da casa.

Primeiro time

Em 1913, foi formado o 1º time da história do Operário para as disputas de jogos amistosos e das primeiras competições locais e estaduais. A escalação da equipe, neste ano, foi a seguinte: José Moro; Pedro Azevedo e Alexandre Bach; Henrique Piva, João Simonetti e Souza; Ewaldo Meister, Adolfo Piva, Holger Mortensen e Ernesto.

Escudo de 1926

Escolha do nome

O 1º nome, que durou até 1914, foi Foot-ball Club Operário Ponta-grossense, depois foi alterado para Operário Foot-ball Club. A escolha do nome há algumas teses. Alguns defendem que o Operário se originou de outra equipe esportiva, o Tiro de Guerra Ponta Grossense, enquanto para outros, decorreu do Riachuelo Sport Club.

Entretanto, a variante frequentemente mais aceita é que o clube surgiu de um grupo de operários ferroviários que trabalhavam nos escritórios e oficinas da Rede Viação Paraná – Santa Catarina, em Vila Oficinas.

A partir de 1926, nova alteração no nome, agora para Operário Sport Club, mudança essa motivada provavelmente para atrair um número maior de novos sócios, capitalizando recursos para se transformar também em um clube social.

Apenas em 1933, após a inclusão do clube social dos ferroviários, que nunca tinha entrado em atividade oficial esportivamente, chegou-se ao nome definitivo: Operário Ferroviário Esporte Clube.

As cores e os uniformes

Segundo o pioneiro sr. Abel Ricci a cor do uniforme principal, não modificada até os dias atuais, foi ideia do senhor Alberto Scarpim: “trata-se de uma homenagem às raças branca e negra, que sempre terão vez em nossa agremiação”.

Essa atitude de busca de harmonia entre todos causou imediata simpatia pelo clube, lembrando que em 1912, apenas 24 anos após a promulgação da Lei Áurea, pouquíssimos times no país aceitavam jogadores negros em suas formações.

O Operário Ferroviário é considerado um dos pioneiros clubes no Brasil a ter tal postura civilizada. A camisa alvinegra listrada verticalmente com calções pretos aparece desde então nos campos e corações de todos nós, sem nenhuma mudança nas cores nesses cem anos de história.

Posteriormente como segundo uniforme surge a camisa branca com calções brancos e mais recentemente como terceiro uniforme a camisa e calções todos pretos.

Como surgiu a alcunha “Fantasma”

A mascote e símbolo do Operário Ferroviário é o Fantasma. Esse apelido, Fantasma da Vila, foi dado pelo meio esportivo de Curitiba logo nos primeiros anos de jogos do Operário contra os times da capital do estado, retornando sempre nos ressurgimentos do Alvinegro, pois observava-se que os visitantes ficavam assustados com a garra do time de Ponta Grossa e geralmente perdiam as partidas em Vila Oficinas, tanto que na sua primeira temporada de atividades regulares contra outras equipes, em 1914, o Operário Ferroviário passou o ano todo invicto. Estava formada a lenda do Fantasma.

Primeira diretoria

Na segunda-feira, do dia 07 de abril de 1913, o jornal Diário dos Campos, destacou a eleição da 1ª diretoria do clube. “Temos a honra de levar ao vosso conhecimento que hoje, em Vila Oficinas, com grande número de pessoas propensas a fundação de uma sociedade esportiva de foot ball, em sessão ordinária foi eleita a primeira diretoria desta associação denominada de Foot Ball Club Operário Pontagrossense, que deverá reger os destinos do mesmo durante o primeiro ano de sua fundação“.

Presidente – Raul Lara;

Vice-presidente – Oscar Wanke;

1º Secretário – Antônio Joaquim Dantas;

2º Secretário – João Gotardello;

1º Tesoureiro – Joaquim Eleutério;

2º Tesoureiro – Álvaro Eleutério;

1º Capitão – Victorio Maggi;

2º Capitão – Oscar Marques;

Fiscal de campo – João Simonetti.

Pioneiros do Operário Ferroviário Esporte Clube, assim como Pedro Azevedo, Henrique Piva, João Hoffman Júnior, Ewaldo Meister, Álvaro Meister, Adolfo Piva, José Antônio Moro, Frederico Dias Júnior, Alexandre Bach, Abel Ricci, João Fernandes de Castro, Michel Farhat, Cesário Dias, Oscar Serra, Inácio Lara, Ricardo Wagner, Alberto Scarpim, Frederico Holzmann, Francisco Barbosa, Holger Mortensen em meio a tantos outros que contribuíram para manter aceso o ideal operário naqueles primeiros tempos.

Títulos

Aclamado Campeão Ponta-grossense pela invencibilidade em todo o ano – 1914

Campeão da Segunda Divisão da Liga Sportiva Paranaense – 1916

Bicampeão invicto da Taça Abraham Glasser – 1918/1919

Na época do amadorismo: Campeão da Liga Regional Ponta-grossense 23 vezes em 32 campeonatos disputados

Campeão do Interior do Torneio Estadual do Centenário da Independência do Brasil – 1922

Vice-campeão Paranaense do Torneio Estadual do Centenário da Independência do Brasil – 1922

Campeão do Torneio Início do Interior – 1956

Campeão do Torneio Início Profissional da Federação Paranaense de Futebol – 1927 e 1956

Campeão do Torneio Profissional Quadrangular do Interior – 1956

Campeão do Torneio Quadrangular Barros Júnior – 1964

Campeão da Taça Sul – Torneio Incentivo – 1975

Campeão do Torneio da Amizade – 1980

Campeão da Segunda Divisão Paranaense – 1969

Campeão do Interior do Paraná em 1923, 1924, 1925, 1926, 1929, 1930, 1932, 1934, 1936, 1937, 1938, 1940, 1947, 1958, 1990 e 1991

Vice-campeão Paranaense em 1923, 1924, 1925, 1926, 1929, 1930, 1932, 1934, 1936, 1937, 1938, 1940, 1958, 1961

Campeão Paranaense da Zona Sul – 1961

Campeão Paranaense – 2015

Campeão da Taça FPF Sub-23 – 2016

Campeão Brasileiro – Série D – 2017

Campeão Paranaense – Segunda Divisão – 2018

Campeão Brasileiro – Série C – 2018

Campanhas em competições nacionais

Torneio Interclubes dos Campeões Sul-Brasileiros 1962 – 5° lugar

Campeonato Brasileiro – Copa Brasil 1979 – 88º lugar entre 94 participantes

Campeonato Brasileiro – Taça de Prata 1980 – 53º lugar entre 64 participantes

Campeonato Brasileiro – Série B 1989 – 11º lugar entre 96 participantes

Campeonato Brasileiro – Série B 1990 – 5º lugar entre 24 participantes

Campeonato Brasileiro – Série B 1991 – 29º lugar entre 64 participantes

Campeonato Brasileiro – Série C 1992 – 6º lugar entre 20 participantes

Campeonato Brasileiro – Série D 2010 – 6º lugar entre 40 participantes

Campeonato Brasileiro – Série D 2011 – 24º lugar entre 40 participantes

Campeonato Brasileiro – Série D 2015 – 8º lugar de 40 participantes

Campeonato Brasileiro – Série D 2017 – 1º lugar entre 68 participantes

Campeonato Brasileiro – Série C 2018 – 1º lugar entre 20 participantes

Campeonato Brasileiro – Série B 2019 – 10º lugar entre 20 participantes

Campanhas recentes

2009 – Conquista do Acesso à Primeira Divisão do Campeonato Paranaense

2010 – 5º lugar no Campeonato Paranaense, primeiro campeonato na primeira divisão desde o licenciamento de 1994, conquista de vaga para o Campeonato Brasileiro da Série D 2010

2010 – 6º lugar no Campeonato Brasileiro da Série D

2011 – 3º lugar no Campeonato Paranaense, conquista de vaga para o Campeonato Brasileiro da Série D 2011 e para Copa do Brasil de 2012

2011 – 24º lugar no Campeonato Brasileiro da Série D

2012 – Participação na Copa do Brasil 2012

2012 – 6° lugar no Campeonato Paranaense – artilheiro da competição: o atacante do Operário Ferroviário, Nivaldo José da Costa, o Baiano, com 13 gols

2013 – 6° lugar no Campeonato Paranaense

2014 – 9° lugar no Campeonato Paranaense

2015 – Campeão Paranaense – Campeão Estadual, conquista de vaga para o Campeonato Brasileiro da Série D 2015 e para Copa do Brasil de 2016

2016 – Campeão da Taça FPF Sub-23 – conquista da vaga para o Campeonato Brasileiro da Série D 2017

2017 – Campeão Brasileiro – Série D – conquista da vaga para o Campeonato Brasileiro da Série C 2018

2018 – Campeão Paranaense – Segunda Divisão – conquista do acesso à Primeira Divisão do Campeonato Paranaense 2019

2018 – Campeão Brasileiro – Série C – conquista da vaga para o Campeonato Brasileiro da Série B 2019

 Estádio Germano Krüger

A construção do estádio do Operário Ferroviário e da sede do clube se deu em um terreno próximo à rede ferroviária. Germano Ewaldo Krüger, um grande incentivador das práticas esportivas que assumiu a chefia das oficinas da Rede Viária Paraná – Santa Catarina na década de 30, além de acompanhar dedicadamente o clube propôs a mudança do seu primeiro campo utilizado para os jogos, ao lado das oficinas, para um terreno mais ao largo dos trilhos.

Mandou, então, canalizar um olho d’água ali existente para se aproveitar um espaço bem maior que acomodasse arquibancadas, sede social e outras benfeitorias para os associados.

Na entrega do novo estádio, em outubro de 1941, Germano Krüger exercia um dos três mandatos que conquistou como presidente do Operário, recebendo na década de 60 a homenagem de dar seu nome ao Estádio de Vila Oficinas do Operário Ferroviário, com capacidade para 10.632 pessoas, localizado na Rua Padre Nóbrega, nº 265, no bairro Vila das Oficinas, em Ponta Grossa (PR).

FOTOS: Site do clube – Rouparia do Garcia – Acervo do Futebol Do Interior Paranaense – Profissionais (Luiz Souza)

FONTES: Site oficial do clube – Diário dos Campos, de Ponta Grossa (PR)