O DIA 3 DE FEVEREIRO NO FUTEBOL

03/02/1946 Brasil 5-1 Chile – Zizinho marca 4 gols na goleada sobre os chilenos pelo sul-americano em Buenos Aires, Chico completou a vitória brasileira.

03/02/1955 – Flamengo 3 – 2 América – Pelo terceiro turno do Campeontato Carioca de 1954 o mengão vence com gols de: Evaristo, Rubens e Benetiz

03/02/1998 Brasil 0-0 Jamaica – Brasil estréia na Copa Ouro nos EUA contras os rastamen de Renê Simões.

O título de mais querido que o São Paulo Futebol Clube recebeu!

Meus amigos, a tempos ouvi no programa “São Paulo de todos os tempos” da
rádio Eldorado, de um historiador, o dia em que o São Paulo Futebol Clube
foi escolhido como o time mais querido da cidade.
Ele contou que Getulio Vargas foi ao Pacaembu na década de 40 para comemorar
o dia do trabalhador, 1o de Maio.
São Paulo na época sentia-se traído desde a época da Revolução
Constitucionalista, movimento deflagrado pelos paulistas contra a ditadura
de Getúlio Vargas, que não queria promulgar nova Constituição para o País.
Então os auto-falantes anunciaram a presença do ditador, que foi recebido
com vaia estrondosa. Mas Getulio não se abalou e falou ao então governador
Ademar de Barros: Puxa, eu não sabia que o senhor era impopular!
Mas na época o povo era muito educado. Passado o momento da vaia, veio o
desfiles das equipes paulistas que participariam do Torneio Início.
Uma a uma, as equipes eram apresentadas pelos auto-falantes. Quando entrou o
time que levava o nome da cidade, São Paulo Futebol Clube, os aplausos foram
demasiados, numa forma de mostrar fidelidade ao estado de São Paulo contra o
então ditador.
Desde então, por ser o time mais aplaudido no Pacaembu, foi escolhido como o
time mais querido da cidade.
Abs
Gilberto Maluf

A Excursão Invicta do América Carioca pela América do Sul em 1948!!!

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Para os sofridos torcedores americanos um alento….

Dezenove anos após a memorável excursão ao Prata, voltou o América, em princípios de 1948, a sair em busca de novas glórias no exterior. Dessa vez, seu destino foi a costa do Pacífico, que se transformou em cenário de um dos mais expressivos feitos do futebol de nosso clube.
É preciso que se esclareça, antes de tudo, que a comitiva rubra saiu do país sem o aval da confiança da imprensa guanabarina. Para os homens da crônica esportiva carioca, iríamonos expor a uma aventura, tanto mais perigosa porque nossos jogadores não eram dotados de qualidades técnicas que os capacitassem a representar o futebol nacional no estrangeiro. Não lhes era suficiente a credencial de terceiros colocados no campeonato da cidade no ano anterior. A própria torcida não escondia a preocupação que sentia, não faltando os inveterados pessimistas que chegaram quase ao desrespeito, com suas impertinências.
Vinte e um desportistas integravam a delegação, que tinha a dupla chefia de Giulite Coutinho e João Antero de Carvalho. O técnico era José Delia Torre; o massagista e roupeiro, Olavo Barros; jornalista, Luís Bayer; e dezesseis jogadores: Vicente; Osni, Alcides, Domício, Jonga, Hilton, Gilberto, Amaro, Walter, Jorginho, Maneco, César, Lima, Es¬querdinha, Maxwell e Carlinhos.
A viagem, feita em moderníssimo DC-4 da Pan American, acabou tornando-se longa e fatigante, por força de mal explicada mudança na rota inicialmente prevista. Foram percorridos 9.600 quilômetros em 36 horas, até Bogotá, com escalas inesperadas em San Juan (Porto Rico), Miami, Kingston (Jamaica) e em Cuba. Tudo terminou em paz, entre¬tanto, com uma cordial recepção na capital colombiana, proporcionada pelos promotores da temporada, o clube Millonarios. Éramos o primeiro time brasileiro a jogar em Bogotá.
Dois dias após a chegada, ocorreu a estréia, no domingo 22 de fevereiro. Vencemos tranqüilamente o vice-campeão local, o Medellin, por 5 x 1, com a seguinte equipe: Osni, Alcides e Domício; Hilton, Gilberto e Amaro; Jorginho, Maneco, César, Lima e Esquerdinha. Esquerdinha (2), Lima (2) e Maneco foram os artilheiros. A partida efetuou-se no estádio El Campin, na época ainda por ser terminado.
No domingo seguinte enfrentamos os Millonarios, que se apresentavam credenciados pelo título de campeões nacionais da Colômbia, bem como por extensa e vitoriosa experiência internacional. Voltamos a vencer, por 3 x 1, tentos de Maneco, César e Esquerdinha.
Toda a esperança de derrubar os poderosos visitantes foi concentrada, pela torcida local, no Independientes de Santa Fé, uma brava equipe que, semanas antes, vencera o Velez Sarsfield, de Buenos Aires. Mas triunfamos, ainda dessa feita, pelo terrível placar de 6 x 1, gols de Lima (2), Esquerdinha (2), Maxwell e Hilton. Foi a 7 de março, em El Campin.
A partir de então, o prestígio alcançado pelo América provocou justificados temores nos seus prováveis adversários, dificultando a escolha do próximo oponente. Este teve de ser buscado em Medellin, para onde se deslocou a embaixada rubra. Foi armado um forte selecionado, que vestiu a camisa do Clube Municipal. A despeito disso e das fortes chuvas que caíram antes da partida e encharcaram o gramado, a vitória pertenceu aos nossos, por 3 x 2, tentos conquistados por Lima, Jorginho e Maneco. Curioso é que, ao ouvir-se o apito final do árbitro a torcida presente invadiu o campo, eufórica, a festejar seus jogadores, pelo sucesso que representava a honrosa derrota pela diferença de um gol.
Para o compromisso seguinte, o jeito foi apelar para o Allianza, do Peru, que se encontrava excursionando pela terra e cujo cartel exibia recentes vitórias sobre o Racing e o Chacaritas, ambos de Buenos Aires, além de um giro invicto pelo Chile. Nem por isso os limenhos se livraram, a 19 de março, da derrota, por 2 x 1, gols de César e Lima. Foi, talvez, o mais difícil dos confrontos, e nem precisaríamos salientar isso, posto que o futebol peruano é reconhecidamente de muito boa categoria. O jogo foi em Bogotá.
O fecho da campanha na Colômbia ocorreu quarenta e oito horas depois. Enfrentamos, em revanche, os promotores da temporada, os Millonarios, sobre quem tornamos a marcar 3 x 1, tentos de Lima (2) e Maneco. O jogo foi em Medellin.
As duas derradeiras pelejas estavam marcadas para Quito, onde a vitoriosa comitiva recebeu também cavalheiresca acolhida. A estréia deu-se a 28 de março, em um campo totalmente “careca”. Vencemos ao Aucas por 3 x 1, gols de Jorginho (2) e Maneco.
Finalmente, coroando a excepcíonal tournée, uma brilhante vitória a 4 de abril, sobre o selecionado de Quito (que, na realidade, era a seleção equatoriana) por 3 x 1, tentos de Esquerdinha (2) e Jorginho.
Oito jogos, oito vitórias. Regressou triunfalmente a desacreditada comitiva, trazendo a invencibilidade que tanto lhe havia sido exigida pelos críticos nacionais. É verdade que não enfrentara nenhuma das grandes expressões do futebol continental, mas pouco importam as restrições que sejam feitas aos adversários, que elas não podem diminuir, em absoluto, os méritos de uma campanha como essa, invicta, durante quase dois meses, em terras estranhas, a uma altitude apavorante.

Fonte:Campos Salles 118

Não é só botafoguense que é supersticioso

Meus amigos, li muitas histórias de superstição sobre o Botafogo . Vou
contar alguma coisa do que li.
O presidente do Botafogo era o Carlito Rocha, um grande supersticioso. Foi
ele que criou verdadeira pérola para que os jogadores não bebessem.
Distribuia mangas à larga a seus jogadores. Na hora de ir embora,
normalmente no sábado, um dia antes do jogo, desferia o golpe mortal:
– Cuidado, manga com cachaça mata.
Carlito era assim, cheio de artimanhas.
Teve um goleiro que ele não conseguiu intimidar, foi o Vitor, que depois de
tomar uma branquinha, entrava em campo e pegava todas as bolas. Mediante o
que ocorria, o Carlito não atrapalhava a preparação etílica do goleiro.
Mas no que Carlito confiava mesmo era nas santas.
Contam que ele mandou fazer um alfinte de fralda de ouro. Era enorme, uns
quinze centímetros. Nele o Carlito enfiava as medalhinhas de todas as santas
eleitas. Na hora de um ataque ao Botafogo, ele segurava o alfinetão com as
duas mãos e beijava as medalhinhas e ia beijando-as até terminar o ataque
adversário. Já pensaram na cena?
Tempos de um futebol apaixonante e inocente.
Mas eu vivi uma superstição a meu modo. Em 12 de novembro de 1978 o
Corinthians iria jogar contra o Palmeiras, jogo dificílimo. Em frente à
minha casa tinha um comerciante meio poderoso e palmeirense. Falou assim
para mim no sábado: Gilberto, me dê dois gols de lambuja e pago 10 para 1.
Ele gostava de fanfarronar. Foi tentador, mas enfiei o rabo entre as pernas
e declinei.
Fui ao Morumbi no dia seguinte e antes de chegar às bilheterias, resolvi
entrar por uma rua que dava uma volta imensa, a título de sacrifício,
entendem? Para dar sorte.
E deu! O Corinthians ganhou de 3 x 0, com atuação memorável do time todo e
em especial do Sócrates. Dois gols dele e um do Vaguinho.
E a aposta que não apostei? É assim mesmo.
Mas esta superstição ficou comigo e depois sempre entrava por esta rua
quando um jogo era muito difícil. Desde que fiz este propósito de dar a
volta por tal rua , não me consta de lembrar de uma derrota . Tempos depois
me esqueci da tal rua.
Abs
Gilberto Maluf

Copa Chivas 2008 de Juniores

O Chivas Guadalajara comemora agora 102 anos e fez,terminou ontem,um grande torneio de juniores jogadores até 1990,com 3 até 1989 no máximo,pena que nenhum clube brasileiro foi convidado.

15° Torneo Copa Chivas Internacional

Participantes

Chivas(Mexico)
Real Madrid (Spain)
Tecos(Mexico)
Estudiantes La Plata (Argentina)
Santos Laguna (Mexico)
Lokomotiv (Russia)
Krylya (Russia)
Tahuichi (Bolivia)
Necaxa (Mexico)
Caracas (Venezuela)
Atlas (Mexico)
Universidad Catolica (Chile)
Usa (Usa)
America (Mexico)
Saprissa (Costa Rica)
Monterrey (Mexico)
Chivas Usa (Mexico)
Autlan (Mexico)
Morelia (Mexico)
Paraguay (Paraguay)
Stabaek (Norway)
Japon (Japon)
Tigres (Mexico)
Atletico Juventud (Uruguay)

Foram 4 grupos de 6 equipes,classificando-se os 2 primeiros de cada grupo para as quartas-de-final,no grupo A Guadalajara e Real Madrid,no grupo B Lokomotiv Moscou e Estudiantes La Plata,no Grupo C Saprissa e Atlas e no Grupo D Atletico Juventud e Necaxa.

Quartas-de-final
Chivas(Mexico) 3×2 Estudiantes La Plata (Argentina)
Lokomotiv Moscou (Russia) 1×3 Real Madrid (Spain)
Atletico Juventud (Uruguay) 1×5 Atlas (Mexico)
Saprissa (Costa Rica) 2×1 Necaxa (Mexico)

Semifinais
Saprissa (Costa Rica) 1×1 Chivas(Mexico) 7×8 penaltis
Atlas (Mexico) 2×0 Real Madrid (Spain)

Disputa 3°lugar
Saprissa (Costa Rica)1x0Real Madrid (Spain)

Final
Chivas(Mexico) 3×0 Atlas (Mexico)

Chivas Guadalajara Campeão

E Wadhi Helu levou o clássico Santos x Corinthians para o P.S.Jorge

Meus amigos, o Corinthians tentava de tudo para vencer o Santos em jogos do
campeonato Paulista. Resolveu seu presidente levar o jogo para o Parque São
Jorge. O jogo aconteceu em 04 de novembro de 1962. Eu tinha quase 12 anos de
idade. Meus pais deixavam eu ir ao Parque São Jorge porque os filhos do dono
da padaria Record na rua Carneiro da Cunha iam comigo. Pois bem, fomos neste
jogo.
Pegamos o ônibus Parque São Jorge da Viação Tupi, que tinha o ponto final no
final da rua São Jorge. Os ônibus daquela época eram menores, do tipo 28
sentados e 32 em pé. Se for ver, no máximo 60 passageiros. Lembro-me que ao
chegar no ponto final o trocador/cobrador falou ao motorista: Você acredita
que trouxemos nesta viagem 105 passageiros? Gente, ninguém desceu pelo
caminho. Estas coisas ficam gravadas na memória tão somente porque por trás
disso estava o grande clássico.
O público presente no campo do Corinthians foi de 33.000 pessoas, não sei
como. O jogo começou e eu no alambrado, vendo aqueles jogadores tão perto,
em especial os inimigos Pelé e Coutinho, com aquele uniforme branquinho. Aos
16 do primeiro tempo, Cássio bateu uma falta no ângulo de Gilmar, 1 x 0 para
o Corinthians, Só que aos 21 Coutinho empatou e aos 35 do mesmo primeiro
tempo Pelé virou para o Santos, placar final de 2 x 1 para o Santos.
Não tinha jeito mesmo. Resolvi contar esta passagem porque encontrei nosso
centroavante da época aqui no Rio por estes dias , o Silva, que veio jogar
no Rio de Janeiro. Ele não me conhecia e falei assim que o vi: Marcos,
Silva, Nei e Lima ( era um ataque conhecido do Corinthians ) . O Silva ficou
surpreso e falou: Não brinca, que saudades. Realmente ele ficou surpreso e
feliz. Eu também ficaria se depois de 36 anos alguém se lembrasse desta
forma.
O olhar de alegria de um antigo jogador de futebol é muito gratificante. Eu
também fiquei muito contente.
Para registro, informo o ataque do Corinthians do jogo de 04/11/62:
Bataglia, Silva, Nei e Lima. Técnico Fleitas Solich. Pelo Santos todo
sabemos o famoso ataque e seu técnico.
Abs
Gilberto Maluf

As dez disputas de pênaltis mais emocionantes – por um torcedor do Flamengo

1- Brasil 1 x 1 França, 1986. Valia vaga na semifinal. Júlio César, zagueiro, mandou na trave, depois que o craque Platini mandou a bola na arquibancada. Sócrates perdeu o dele porque não tomou distância. Na hora em que Sócrates perdeu, um locutor da TV Manchete começou, “PPPPP…….OOOMBBA!”. Veio João Saldanha e detonou: “POMBA nada. É PORRA mesmo”. E começou a gritar, enquanto Sócrates voltava, cabisbaixo, da cobrança: “Palhaço”, “Irresponsável”, “Moleque”.

2- Flamengo 0 x 0 Vasco, 1977. Ouvi pelo rádio. Valia o título estadual daquele ano. Uma das minhas primeiras decepções no futebol. Tita, iniciando no futebol, perdeu o único dos dez pênaltis batidos naquela noite. No ano seguinte, lavaríamos a alma com o gol de Rondinelli. Mas o trauma ficou em todos os torcedores, até que Tita, dez anos depois consolidaria a traição fazendo o gol do título vascaíno de 1987.

3-Brasil 0 x 0 Itália, 1994. Depois de 120 minutos sem gols, com Romário perdendo um fácil, e Taffarel salvando a pátria em cima de Baggio na prorrogação, a emoção de ver o mesmo Baggio mandando a bola para o céu, e o país explodindo, tetracampeão.

4-Vasco 0 x 0 Corinthians, 2001. O time pelo qual eu tenho certa antipatia , disputa um campeonato mundial no Maracanã, e quem perde o pênalti é o jogador mais …….que existe, Edmundo, que manda a bola longe. Festa corintiana. Naquele dia, durante a prorrogação, fiz um juramento de que, caso o Timão ganhasse, jamais secaria o Corinthians (a menos que jogue contra o Flamengo).

5-Flamengo 1 x 1 Fluminense, 2001. Difícil esquecer que o imbecil do Cássio chutou mal demais o pênalti, Murilo defendeu, mas o Sobrenatural de Almeida trocou de time e soprou a bola “pererecando” para dentro do gol. Inesquecível. Assim como inesquecível a corrida do Beto, meio-campo, Deus da Raça, após converter o pênalti dele, o último, em gol.

6-Itália x Holanda, Eurocopa de 2000. Poucas vezes na história do futebol um goleiro foi tão heróico como Toldo. Poucas vezes uma seleção teve tanta raça quanto a Azzurra. Jogando com um a menos desde o primeiro tempo, os italianos viram até Del Piero dando carrinho, e Toldo pegando TRÊS pênaltis (dois no jogo e um na disputa decisiva) de De Boer (Ronald ou
Frank? Não lembro)

7-Brasil x HolandaCopa do Mundo de 1998. Essas cenas sempre são repetidas. O velho Zagallo ali no meio, dando força a cada um. Era a hora do coração, da coragem, da entrega, da emoção (a única vez em que eu vi Scolari passar alguma emoção foi quando deu uma banana para a torcida do Corinthians). Quem se esquece de Taffarel ajoelhando e colocando as mãos para o céu? Só me lembro de, depois do pênalti perdido por Cocu, a galera do Jornal do Brasil abraçada, gritando “A-ha, u-hu, ô Cocu ….”

8-Flamengo x San Lorenzo, Copa Mercosul 2001/2002. Poucas vezes eu xinguei um jogador
tantas vezes seguidas quanto o Roma, do Flamengo, ao querer imitar o Romário e bater colocado um pênalti decisivo. O goleirinho argentino do San Lorenzo chegou a rir na hora da cobrança. Três dias depois, fui a Flamengo x Guarani no Maracanã só para xingar Cássio e Roma. Perdemos o título de forma boba – e talvez não tivéssemos perdido se o Edílson não tivesse sido expulso no jogo do Maracanã.

9- Juventude x Flamengo, Copa do Brasil de 2001. O time jogou com nove jogadores grande parte do segundo tempo, a pressão do Juventude era gigantesca, os caras batiam pacas e o juiz não dava nem amarelo. Fomos para os pênaltis na raça, e depois que o Júlio César, goleiro do Flamengo, pegou mais um, virou-se para os repórteres secadores de trás do gol e mandou todo mundo para aquele lugar. Excelente, um grande momento de disputa de pênaltis.

10 – São Paulo x Flamengo, Supercopa, 1993. Depois de sermos roubados pelo Renato Marsiglia no tempo normal (Renato Gaúcho quase foi esfaqueado dentro da área e Marsiglia nada marcou), sofremos e perdemos a disputa de pênaltis. Marcelinho, que mais tarde seria ídolo do Corinthians, perdeu o pênalti decisivo.
Ele ainda faria isso também no Corinthians. Mas isso é outra história.
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