Inédito!! Itapeba Atlético Clube – Maricá (RJ): Duas participações na Terceirona do Rio

Após uma década de procura, enfim, uma lacuna foi preenchida. Graças a persistência do amigo André Luiz Pereira Nunes, o distintivo do Itapeba Atlético Clube foi encontrado. Esta agremiação ficava na cidade de Maricá, situado na Região Metropolitana do estado do Rio de Janeiro. O Alvirrubro Maricaense foi Fundado na quinta-feira, do dia 1º de Outubro de 1959. A sua Sede ficava Rodovia Amaral Peixoto, km 28, no Bairro de Itapeba, em Maricá.

Criado no fim da década de 1950, o Itapeba foi um dos três times de Maricá a disputar o futebol profissional do estado do Rio de Janeiro a exemplo do Esporte Clube Maricá e do Esporte Clube Taquaral. Anteriormente, o Itapeba participou de certames do Campeonato Citadino de Maricá.

Em 1992, fez a sua estreia no Campeonato Carioca da Terceira Divisão, organizado pela Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ), terminando na 3ª colocação na classificação geral, atrás somente dos promovidos Esporte Clube Anchieta e São Paulo Futebol Clube. O Grêmio Esportivo Km 49, Everest Atlético Clube, Bela Vista Futebol Clube, Sport Club União de Marechal Hermes, Associação Atlética Colúmbia e Nilópolis Futebol Clube completaram a tábua de classificação.

Por conta de problemas financeiros, o time permaneceu afastado das competições até 1995 quando retornou ao Campeonato Carioca da Terceira Divisão. Ao final de dois turnos, no Grupo B, ficou na 6ª colocação, portanto, fora do octogonal final que definiu Tio Sam Esporte Clube e Belford Roxo Futebol Clube como os contemplados com as duas vagas para o módulo imediatamente acima. Cosmos Social Clube e Atlético Clube Apollo também foram desclassificados. Após essas duas experiências, a agremiação não mais disputou as competições de âmbito profissional.

FONTES: Wikipédia – O Fluminense – André Luiz Pereira Nunes 

1 pensou em “Inédito!! Itapeba Atlético Clube – Maricá (RJ): Duas participações na Terceirona do Rio

  1. Claudio. Filho do didi

    Esta foto é uma raridade. Meu pai está nela, com relógio no pulso, o moreno deitado eu conheci no tempo de criança, já andava de bengala, no bairro Santo Antônio, ele e o falecido Fausto.

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