Por Sérgio Mello

O Futebol Clube Galitos foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). A 1ª Sede (anos 40) ficava localizado na Rua Vaz de Toledo, nº 417 (sobrado), no Engenho Novo. Posteriormente transferiu a sua Sede social para a Rua Sousa Barros, nº 2, no Engenho Novo, na Zona Norte do Rio (RJ).
Na sexta-feira, às 21 horas, no dia 15 de janeiro de 1965, o clube inaugurou o Salão de Festas. Atualmente, o local foi demolido e construído o Hospital da UPA (Unidade de Pronto Atendimento).
Três remadores portugueses fundaram o Galitos
O “Clube da Cidade Olímpica” ou “Rubro-verde”foi Fundado na quinta-feira, do dia 1º de Agosto de 1940, por três remadores portugueses que pertenciam ao Clube dos Galitos (fundado em 1904 e o escudo também há um galo) de Aveiro, que fica na sub-região da Região de Aveiro, que pertence a região do Centro e ao Distrito de Aveiro e ainda à antiga província da Beira Litoral. A localidade fica a 255 km da capital Lisboa (Portugal).
As cores foi uma homenagem à Portugal
As cores, evidentemente foi inspirado na bandeira portuguesa. O uniforme nos anos 60 era: verde e vermelho (camisa verde com gola e punhos vermelhos, calção branco, e meias com listras vermelhas e verdes).
Primeira Diretoria
A 1ª Diretoria do Galitos foi constituída pelos seguintes membros:
Presidente – Antônio Camano;
Vice-presidente – João Campos;
Diretor de Finanças – Valkir Laranja;
Secretário – Júlio Coutinho;
Diretor de Esportes – Antônio Valério;
Tesoureiro – José Emilio dos Santos;
Diretor de Publicidade – Fernando Santos.

Início no esporte bretão
O seu começo na vida futebolística, o Galitos realizou centenas de partidas amistosas contra equipes cariocas e fluminenses, conquistando muitas vitórias conquistando o respeito e prestigio no desporto menor.
Na quinta-feira, do dia 1º de outubro de 1942, a diretoria anunciou Silvio Marçal como o novo técnico do clube, que ainda atua como goleiro, defendendo as cores do possante São Cristóvão.
Na década de 40, realizou duas excursões a Miguel Pereira (derrota para o Miguel Pereira por 5 a 2, em 1948) e Mendes (empate em 3 a 3 com o CIPC, em 1949).

Primeiro título: Campeã do ‘Torneio dos Campeões’
No domingo, do dia 12 de julho de 1942, foi realizado o Torneio dos Campeões, idealizado pelo Corcovado, revestiu-se do máximo brilhantismo. O Futebol Clube Galitos, se sagrou campeão, exibiu-se de maneira notável, conseguindo dois lindos feitos no mesmo dia.
Assim é que, além da vitória alcançada no torneio, saiu-se vitorioso por 3 a 2, no amistoso realizado com o Maravilha da Praça Tiradentes. Disputaram o Torneio dos Campeões oito equipes:
Paula Matos; Club Athletico Tijuca; Corcovado Football Club; Associação Athletica Casa Bruno; Esporte Clube Caveiras; Futebol Clube Galitos, Radial Football Club e Esporte Clube Goitacaz.
O vice-campeão foi o Esporte Clube Goitacaz, que, no prélio final com o Galitos, exigiu quatro prorrogações até ser batido. A equipe campeã foi a seguinte: Camisolão; Nonô e Maravilha; Mario, Antero e Roldão; Luiz Odarilo, Laurito, Walter e Mello.

Galitos campeão do Engenho Novo de 1943
O Jornal dos Sports fez a crônica desse título conquistado pelo Galitos:
– Obteve um sucesso notável o, Campeonato Regional do Engenho Novo, promovido pelo “Correio da Noite“, com a cooperação do E. C. Vallim que foi além da expectativa; cedeu o seu majestoso campo, deu artística taças com as legendas: campeão e vice; além do policiamento que pediu para que tudo correspondesse a expectativa, enfim, tudo correu às mil maravilhas, não pela compreensão dos litigiantes, como também pelas disciplinadas assistências dos concorrentes.
Os quadros que disputaram o torneio foram Galitos, Pacífico, Palmeira, Corintians, Eng. Novo, Nacional. Lamentável é que o Souza Barros e o Cabuloso desistissem de tão extraordinário empreendimento. A vitória do Galitos foi justíssima, foi quem apresentou melhor conjunto, ardor e combatividade.
O Palmeira também agradou pelos valores que apresentou, só cedendo nos últimos momentos de Jogo. O Nacional, Eng. Novo e Corintians regulares, e finalmente o Pacífico que era o favorito, devido ao scratch que apresentou foi abafado pelo Galitos, perdendo por 2 goals, 1 corner a zero, embora reforçado com, Ludovico, do Bonsucesso, Otavio, do Nacional, Osmar, do C.R. Flamengo aliás, foi campeão pelo rubro-negro, Paco do Valim, etc.
A assistência presente foi colossal, lotando totalmente as dependências do Valim. O resultado geral do torneio foi o seguinte:
1º Jogo: Nacional empatou com o Eng. Novo por 1 a 1, mas venceu nos escanteios por 3 a 1. O árbitro foi o sr. Brasiliano Vallim.
2º Jogo: Palmeira derrotou o Corintians por 1 a 0, tendo Faustino Vallim como árbitro.
3.° jogo: Galitos bateu o Pacífico por 2 a 0, e levou a melhor nos escanteios: 1 a 0. O árbitro foi o sr. Arthur Lopes, o popular Baianinho do S. Christovão.
4º jogo: Palmeira e Nacional empataram sem gols, mas nos escanteios o Palmeira venceu por 1 a 0. A arbitragem ficou a cargo de Isaac Mendes de Almeida.
Na grande final, com Arthur Lopes no apito, Galitos e Palmeira decidiram o título. A partida teve a duração de uma hora (30 minutos cada tempo). Aos 5 minutos, Marinho cortando uma bola conseguiu o 1.º goal para o Palmeira, terminando o primeiro tempo em vantagem 1 x 0.
No 2.º tempo, aos 22 minutos, Nonô cobrou uma falta do meio de campo. A bola caiu nos pés de Lippi, que de maneira notável, empatasse o prélio com uma bicicleta, terminando o tempo regulamentar 1 x 1.
Na 1ª prorrogação permanece o placard 1 x 1. Ao iniciar se a 2ª prorrogação o Galitos força a defesa do Palmeira que finalmente cede. Lippi apanhando um magnifico passe de Patola dribla os zagueiros e coloca magistralmente a bola no arco de Macarrão obtendo não só a vitória como também o honroso título de Campeão do Engenho Novo.
GALITOS (Campeão) – Betinho; Nonô e Ary; Cornélio, Roldão e Neco; Walter, Odorico (cap.), Lippi, Patola e Otton.
PALMEIRA (Vice-campeão) – Macarrão; Mario e Marinho; Milton, Floriano e Jayme, Léo (cap.), Jocelino, Milani, Mario e Newton.
À noite, em comemoração ao seu grande feito, o Galitos realizou uma passeata por várias ruas das estações do Meyer, Engenho Novo e Sampaio.

Títulos conquistados
Campeão do Torneio dos Campeões (1942);
Campeão do Campeonato Regional do Engenho Novo (1943);
Tricampeão da Disciplina no Departamento Autônomo (1958, 1959 e 1960);
Vice-campeão infanto-juvenil do Departamento Autônomo (1960).

Fábrica de Craques
A agremiação Galitense contava com as categorias Juvenis, Aspirantes, Amadores e Veteranos. Dos jogadores de maior destaque revelados no clube: o goleiro Betinho se transferiu para o Vasco da Gama em 1943; Denílson (Fluminense); Carlos Pedro (America/RJ e Sporting/POR); Jorge Andrade (Vasco) e Tião (Portuguesa Carioca).
Inauguração do campo do Galitos
A Praça de Esportes, batizada por ‘Cidade Olímpica’, ficava situado entre as Ruas Sousa Barros e Dois de Maio, no Engenho Novo (próximo à sede do clube), e foi adquirida na quarta-feira, do dia 16 de abril de 1941. Na década de 60, o clube acabou perdendo o campo num imbróglio com o Banco do Brasil. Posteriormente, jogou nesse campo cedido pelo próprio banco.
No domingo, do dia 25 de Maio de 1941, o clube inaugurou a sua Praça de Esportes, enfrentando o Palmeira. No entanto, o resultado não foi o esperado, sendo derrotado pelo placar de 3 a 0.
Galitos entra no pugilismo
Na quinta-feira, do dia 21 de julho de 1949, o clube deu entrada na secretaria da Federação Metropolitana de Pugilismo (FMP) um pedido de filiação. O Galitos construiu em seu campo uma aparelhagem própria para competições de pugilismo.
O diretor Walquir Laranja definiu como técnico, o sr. Albino Alvarez, veterano lutador com muitos triunfos em ringues cariocas. A partir da sua filiação, o campo passou a ter diversas competições de boxe, organizadas pela FMP.
Além do futebol e o boxe, o clube possuía jogos de salão (como Futebol de Botão), voleibol, futebol de salão, tênis e basquete. No salão nobre eram realizados shows, bailes, carnaval, festa junina, entre outros.
Galitos ingressa no DA
Na quinta-feira, do dia 17 de janeiro de 1952, o Conselho de Representantes do Departamento Autônomo (DA), ligado a Federação Metropolitana de Futebol (FMF), concedeu filiação ao clube rubro-verde.

Na base o Galitos enfrentou os grandes clubes do carioca
Em 1953 a 59, o Galitos disputou o Campeonato Infantil e Infanto-Juvenil do DA (Departamento Autônomo), que contavam com os clubes da 1ª Divisão do Campeonato Carioca, como Flamengo, Fluminense, Vasco, Botafogo, Bangu, America, entre outros.

Três vezes no Maracanã
O Galitos jogou em três oportunidades no estádio Mario Filho, o ‘Maracanã’. A 1ª foi na tarde de sábado, do dia 09 de fevereiro de 1952, na preliminar de Botafogo 2 a 0, no Fluminense, válidopela 2ª rodada do Torneio Rio São Paulo. O Galitos venceu o Canadá por 2 a 1. A segunda vez, aconteceu na tarde de sábado, do dia 30 de maio de 1952, na preliminar de Botafogo 1 a 0 no Bangu, pelo Torneio Rio São Paulo. O Galitos dessa vez acabou caindo diante do Macaé Futebol Clube pelo placar de 5 a 3.
O terceiro jogo, foi na tarde de sábado, do dia 31 de abril de 1955, válido pelo Torneio Roberto Gomes Pedrosa, na vitória do America em cima do Fluminense por 1 a 0. O Galitos acabou derrotado pelo Esporte Clube Nacional por 2 a 1.
Amistoso Nacional
Na tarde de domingo, do dia 05 de junho de 1955, no campo do São Cristóvão, aconteceu a peleja interestadual entre os quadros do Galitos, e o Jardim Oriental, de São Paulo.
A partida foi bem disputada, notadamente no primeiro tempo, quando o prélio transcorreu equilibrado com ataques alternados. Nesta fase, os Galitenses marcaram o seu primeiro tento, por intermédio de Nico e terminando-o com a vantagem de 1 x 0 para o Galitos.
No segundo tempo, o Galitos dominou inteiramente a peleja marcando três gols, por intermédio de Nico, Mauricio e Valerio, vencendo assim o match por 4 x 0. A partida teve arbitragem do sr. Wilson de Souza, com ótima atuação.
As partidas preliminares foram as seguintes:
Galitos 4 x 1 São Cristóvão (Infantil);
Boca Negra 3 x 1Guarani;
11 Unidos do Brasil 2 x 4 São Jorge.
Os quadros foram os seguintes:
GALITOS: José; Nei e Valerio; Reliston, Geraldo e Esteves; Hélio, Marino, Silvio, Nico e Mineiro (Mauricio).
JARDIM ORIENTAL: Alexandre; Geraldo e José; Palucio, Amaral e Chafi; Wirzo, Giusi, Roberto, Almir e Evangelista.
Número de sócios

Em 1968, era uma das tradições entre os clubes cariocas, com diversos jogadores que migraram para os principais quadros da cidade. O Galitos contava com cerca de 1.700 associados, um número excelente para a época. Desse número, 1.430 eram contribuintes com mensalidade no valor de NCr$ 1,00 (um cruzeiro novo) e 213 proprietários. Uma curiosidade é que a 1ª pessoa a se associar ao clube foi Adilson Teixeira dos Santos.
Na década de 60, o Galitos participou do Campeonato Carioca de Veteranos do DA, mas sem destaque. Em 1968, o Galitos contava com 65 jogadores registrados para a disputa de diversas modalidades esportiva do DA (Departamento Autônomo). Na parte do futebol destacam-se: Juan, Valmir, Alvino, Nelson, Hélio, Ivo, Arlindo, Nei, Jorge Penteado, Gilnei, Laércio, Gilberto, Anver, Mário e Vanderlei.
Diretoria de 1968
Presidente – Dr. Antônio Carlos Gamaro;
Vice-presidente – Edgard da Rocha Leite;
Secretário – Beneval Teles Silões;
Tesoureiro – Gilberto Vieira Dantas;
Diretor social – Anver Bilate Filho;
Diretor de Esportes – Dr. Francisco Xavier Bastos do Amaral;
Diretor de Patrimônio – Artur Pinto Correia;
Diretor Procurador – Jorge Fernandes Penteado;
Diretor de Publicidade – Laércio Pinheiro Moutinho.
Algumas formações:
Time base de 1940 (1º Quadros); Idalino; Augusto e Homero; Carlinhos, Tião e Gradinho; Boléu, Zeferino, Orestes, Walter e Fernando. Técnico: Idalino.
Time base de 1941 (1º Quadros); Idalino (Amarelinho); Reis (Fausto) e Bimba; Medeiros (Homero), Balthazar e Roldão (Aranha); Hélio (Zú), Norival (Biló), Gamboa (Fernando), Walter (Lora) e Zeferino (Ary ou Dinamite). Técnico: Idalino.
Time base de 1942 (1º Quadros): Betinho (Camisolão ou Walter II); Nonô (Herminio) e Ary (Homero ou Maravilha); Antero (Remendo ou Natalino), Roldão (Reis) e Mario (Norival ou Jayme); Luiz (Gamboa), Lippi (Odarilo ou Bily), Walter (Laurito ou Hélio), Patola (Neco ou Oldemar) e Mello (Fernando). Técnico: Nonô.
Time base de 1943 (1º Quadros): Betinho; Nonô e Maravilha; Cornélio (Elmo), Roldão (Lenine) e Ary (Neco); Walter (Odarilo), Octacílio (Darcy), Lippi (Mario), Patola e Othon. Técnico: Nonô, depois Orlando Cardozo Mendes.
Time base de 1946 (1º Quadros): Raul (Betinho); Jerdal (Elmo ou Nonô) e Pingunça (João ou Maravilha); Ivan (Silvio), Cocada e Dario (Neco); Binha (Hélio Maia), Bidon (Hildebrando), Sapateiro (Pelado), Bando (Kafungá) e Chaves.
Time base de 1947 (1º Quadros): Raul (Betinho); Galego (Maravilha) e Elmo; Ivan (Silvio), Fausto (Pirá) e Cocada (Biorol); Ivan (Pelado), Valdir (Hélio), Bando (Valdemar), Bidon (Hildebrando) e Binha (Jervel ou Chaves).
Time base de 1948 (2º Quadros): Raul (Rola ou Camisolão); Manduca e Bolinha (João); Bamba (Curuba), Boneval (Elcio) e Silvio (Miranda); Luiz (Pé de Mico), Walter (Cidinho), Biguá (Zeferino), Neném (Luiz Miro), Osvaldo (Waltinho), Cidinho e Doca (Zezeca).
Time base de 1948 (1º Quadros): Raul; Galego e Agair (Aroldo); Avilson, Cocada (Finfim) e Binha (Valtinho); Hélio Maia, Legel (Bando), Bidon, Choriço (Deão), Chaves e Castro.
Time base de 1949 (1º Quadros): Camisolão; Galego e Manduca (Finfim); Biguá (Valtinho), Cocada (China) e Binha (Silvio); Hélio Maia, Bando (Legel), Sapateiro, Luiz (Ferreira) e Castro (Vênus).
Time base de 1950 (1º Quadros): Raul (Macarrão); Tião e Finfim (Raimundo); Armando (Cocada), Ivan (Ferreira) e Darcy (Osvaldo); Pé de Mico (Haroldo), Neném (Avilson), Bidon (Lili), Sapateiro (Raimundo) e Elmo (Bimba).
Time base de 1951: Valter (Cifra); Galego (Bolinha) e Miro (Mario); Pé de Mico (Beneval), Sacico (Dode) e Geraldo (Libório); Nado, Neném, Sapateiro (Enéas), Leônidas (Moa) e Miro (Esquerdinha).
Time base de 1952: Tripa (Raul ou Vadinho); Arthur (Bá) e Quirino (Jorge); Tião (Pé de Mico), Russo e Sapateiro (Biró); Hélio (Enéas), Bidon (Neném), Bolinha (Pery), Ditinho (Careca) e Esquerdinha.
Time base de 1953: Celso; Tião e Preto; Hélio, Moacir e Edson; Hélio II, Maia, Simões, Enéas e Mico II.
Time base de 1954: José; Ney e Valério; Pé de Mico, Lili e Dodô; Hélio, Carlinhos, Décio, Mariano e Periquito.
Time base de 1955: José; Nei e Valério; Reliston, Geraldo e Esteves; Hélio, Marino, Silvio, Nico e Mineiro (Maurício).
Time base de 1956: Zé Américo (Reis); Ney e Tião; Hilton (Relston), Lauri (Vadico) e Valério (Neumar ou Xacoco); Pé de Mico (Chiquinho), Ronaldo (Mauro ou Darci), Carlinhos (Boca ou Haroldo), Valdir (Zezinho ou Ivan) e Jorge (Maurício ou Sabará).
ARTE: desenho dos escudos e uniformes – Sérgio Mello
FOTOS: O Globo Sportivo (RJ) – Gazeta de Notícias (RJ) – Tribuna de Imprensa (RJ)
FONTES: A Luta Democrática (RJ) –A Noite (RJ) – Correio da Manhã (RJ) – Diário Carioca (RJ) – Diário da Noite (RJ) – Gazeta de Notícias (RJ) – Jornal dos Sports (RJ) – O Globo Sportivo (RJ) – O Radical (RJ) – Tribuna de Imprensa (RJ)

Agradeço pelas palvras, Arilson!
O inteuito é sempre trazer raridades e boas histórias!
Um forte abraço!
Caro Sérgio Mello, que matéria espetacular!!!!
Uma riqueza de detalhes! Morei no Engenho Novo desde pequeno e sempre ouvi muitas histórias do Galitos! Sempre tive muita curiosidade em saber sobre esse clube.
A matéria diluiu todas as minhas dúvidas!
Parabéns por esse resgate!
O História do Futebol honra o seu nome!
Sou seu fã!