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Hino do São Carlos Clube no Futebol

Hino do São Carlos Clube no futebol, o Águia da Paulista!

Letra: Dante Ciarrochi

Música: Dante Ciarrochi

A Águia da Paulista entrou em campo,
entrou em campo,
vestida de azul e branco,
de azul e branco,
o Gigante da 28 vai vibrar
e a torcida vai cantar:

São Carlos, São Carlos,
o clube do coração
avante São Carlos,
este ano serás o campeão!

BIS

Fonte: Jornal A Folha de São Carlos-SP

 

Amistosos do Estrela da Bela Vista E.C. (São Carlos-SP)

Alguns amistosos do Estrela da Bela Vista Esporte Clube de São Carlos-SP, o clube da Estrela Dourada.

Fontes: Wikipédia e Jornal A Folha de São Carlos-SP

Jogo Histórico – São Carlos Clube (SP) x Palmeiras (SP)

Jogo histórico realizado em São Carlos, no interior de São Paulo. A equipe do São Carlos Clube recebeu a Sociedade Esportiva Palmeiras da Capital, para um jogo amistoso, no qual houve uma grande torcida presente para prestigiar o evento. Abaixo a ficha técnica desta partida:

SÃO CARLOS CLUBE (SP) 4 x 4 PALMEIRAS (SP)
Data: 7 de agosto de 1966
Local: Estádio do Paulista E.C. – São Carlos/SP
Renda: Cr$ 12.320.000,00
Juiz: Mário Ferreira
Gols: Darcy aos 15′ do 1º, Zé Carlos aos 6′ e 23′ e Ruy aos 41′ do 2º para o São Carlos; e Zequinha aos 7′, Helinho aos 12′, Márcio aos 29′ e Dirceu aos 30′ para o Palmeiras.

São Carlos Clube (SP): Zinho (Macalé), Pedrinho, Zequinha, Tinin e Mário; Baltazar e Adair (Dirceu); Darcy, Ruy, Zé Carlos e Robertinho (Valdir) e depois Mané – Técnico: Agenor Gomes (Manga)

Palmeiras (SP): Valdir de Moraes (Donah), Djalma Santos (Geraldo Scotto), Valdemar Carabina, Minuca (Roberto) e Ferrari; Dudu e Júlio Amaral (Zequinha); Márcio, Ademar Pantera, Tupãzinho (Helinho) e Dirceu – Técnico: Fleitas Solich

Fonte: Almanaque do Palmeiras, Folha de São Paulo e A Folha de São Carlos/SP

Jogo Histórico – São Carlos Clube (SP) x Seleção Olímpica do Brasil (CBD)

Último jogo realizado da “Seleção Olímpica do Brasil” antes da viagem para o pré-olímpico da Colômbia em Medellin, contra o São Carlos Clube realizado em São Carlos, no interior de São Paulo.  Abaixo a ficha técnica desta partida:

SÃO CARLOS CLUBE (SP) 3 x 3 SELEÇÃO OLÍMPICA (CBD)
Data:
10 de março de 1968
Local: Estádio do Paulista E.C. – São Carlos/SP
Juiz:
Gols: Edson aos 7′, China II aos 18′, Rui aos 22′ e China II aos 35′. No 2º tempo, Itajubá aos 9′ e Tuta aos 44′.

São Carlos Clube: Macalé; Nelson, Zequinha, Pádua e Nenê; Dirceu (Chiquinho) e Adair; Rui, Edson, Itamar (Itajubá) e Nê – Técnico: Zezé Procópio

Seleção Olímpica: Raul Marcel (Palmeiras); Tuta (Ponte Preta), Almeida (Corinthians) (Cláudio Deodato (São Paulo)), Major (Vasco) e Miguel (Olaria); Tião (Corinthians) e Moreno (Palmeiras); Manoel Maria (Santos), Lauro (Palmeiras) (Plínio (Corinthians)), China II (Palmeiras) e Toninho (São Paulo) (Luis Henrique (Fluminense)) – Técnico: Antoninho Fernandes

Fonte: Jornal Folha de São Paulo e A Folha São Carlos, de 11 de março de 1968.

Jogo Histórico – Bandeirantes de São Carlos (SP) x São Paulo (SP)

Jogo realizado em comemoração ao 103º aniversário do município de São Carlos, no interior de São Paulo. A equipe do Clube Atlético Bandeirantes não consegui fazer um bom jogo contra o São Paulo Futebol Clube e foi vencida tranquilamente pelo São Paulo. Abaixo a ficha técnica desta partida:

BANDEIRANTES (SP) 0 x 3 SÃO PAULO (SP)
Data: 4 de novembro de 1960
Local: Estádio do Paulista E.C. – São Carlos/SP
Renda: Cr$ 210.000,00
Juiz: Albino Zanferrari
Gols: Fábio (contra) aos 25′, Jonas aos 60′ e Gino aos 88′.

Bandeirantes (SP): Fia, Laerte (Jarbas), Diomedes, Percy, Palico, Fábio, Euzébio, Domiccio, Vivaldo, Luizinho e Lacerda (Rui Denucci) – Técnico: Monteiro

São Paulo (SP): Poy (Albertino), Ademar (Olímpio), Vilázio e Riberto (Salvador); Sátiro (Roberto Dias) e Gésio (Sérgio); Aílton, Dino Sani (Jonas), Paulo (Saulo), Gonçalo (Gino) e Roberto (Agenor) – Técnico: Flávio Costa e Gésio.

Fonte: Jornal Correio de São Carlos-SP

ABC, 99 anos

Natal ainda era uma cidade pacata e provinciana, com uma população estimada em 27 mil habitantes, quando no início do século XX, mais precisamente aos 29 dias do mês de junho do ano de 1915, surgia o ABC Futebol Clube: primeiro clube de futebol do Rio Grande do Norte, e que se transformaria, com o passar dos anos, na maior e mais querida agremiação futebolística do estado e recordista mundial em conquistas de títulos estaduais. A cidade tinha como presidente (o termo prefeito ainda não existia) da Intendência Municipal de Natal, o comerciante e abolicionista Romualdo Galvão; e o Rio Grande do Norte acabara de eleger em 1914, pela primeira vez pelo voto direto, o magistrado Joaquim Ferreira Chaves, para governar os destinos do povo potiguar, acabando com a oligarquia dos Albuquerque Maranhão.

“A distração daquele tempo era o cinema Politheama de “seu” Leal, as festas religiosas, um futebol ainda muito primitivo e o tão falado circo do “seu” Striguini, que vez por outra aparecia por aqui…não havia vôlei, nem basquete, nem concursos de misses, nem biquínis e nem “brejeiras”. Os homens tinham palavra e prezavam a sua honra, e o nosso Réis era moeda forte”, relatou o ex-presidente do ABC, médico José Tavares, em conferência proferida por ele na comemoração do 44º aniversário do ABC, em 1959. Vale somar as referências de entretenimento da época, levantadas por José Tavares, o Cine-Teatro Carlos Gomes, hoje Teatro Alberto Maranhão.

Esse era o cenário de Natal em meados da década de 1910, quando na tarde, do dia 29 de junho de 1915, um grupo de jovens natalenses, alguns praticantes de remo, fundou o ABC Futebol Clube. O surgimento do Mais Querido aconteceu num dos cômodos do casarão do coronel Avelino Alves Freire – respeitado comerciante e presidente da Associação Comercial do RN –, situado na Av. Rio Branco, no bairro da Ribeira, com frente para os fundos do então Cine-Teatro Carlos Gomes.

A escolha do nome

A primeira providência da reunião foi a de escolher um nome para a agremiação que nascia. Por sugestão de José Potiguar Pinheiro, o primeiro clube do RN adotou o nome de ABC Futebol Clube, aprovado por unanimidade. O conjunto de letras ABC prestou uma justa homenagem ao pacto de amizade fraternal, amparado diplomaticamente pelos países Argentina, Brasil e Chile, assinado em 1903 (ver Box nesta página). A escolha do nome veio revelar a preocupação social dos jovens rapazes, apesar da maioria pertencer à alta sociedade natalense.

Primeiro jogo

Segundo registro do livro “Os Esportes em Natal”, de 1991, do pesquisador natalense Procópio Netto, o primeiro jogo do ABC Futebol Clube aconteceu em 20 de setembro de 1915, contra o Natal Esporte Clube. Placar? 13 a 1 para o Mais Querido, que assim, já nascia grande. Sobre essa partida não existem registros na imprensa local, mas deve-se levar em consideração a informação do pesquisador potiguar, pois a segunda atuação do ABC foi registrada à época pelo jornal A República, como sendo “o segundo match oficial…”. Aconteceu em 26 de setembro de 1915, no campo (ground) da Vila Cincinato (ver Box na página seguinte), contra o América, seu eterno e mais tradicional rival. Placar? 4 a 0 para o ABC. Ratificando a fome de gols do primeiro jogo. Vale salientar que o ABC, nesse jogo, atuou com o time reserva (segundo quadro como era chamado), enquanto que o América com a sua equipe principal (primeiro quadro).

Notícia do jogo publicada pelo jornal A República: “Realizou-se no dia 26/09/1915, às 16:00 horas, no ground da square Pedro Velho, o segundo match oficial promovido pela Liga Desportiva Natalense, entre o 2º team do ABC e o 1º team do América. A luta começou favorável ao América, mas, devido à desigualdade de forças e ao mais perfeito treinamento do ABC, conseguiu este clube fazer quatro goals a zero. O 2º team do ABC estava assim distribuído: Avelino (Lili), Batalha, Borges, Cabral (Tarugo), Paraguay, Freire, Bigois, Moacyr, Mandu, Nóbrega e Mousinho. Reservas: Baluá, Elissozio e Bill. O 1º team do América com Siqueira I, Lélio, Gato, Carvalho, Galo, Antônio, Barros, Siqueira II, Neco, Garcia e Pipio. Reservas: Revorêdo, Lopes e Tupy. Atuou como referee (assim era chamado o árbitro) Júlio Meira e Sá; referees de linha Manoel Gomes e Aguinaldo Fernandes; referees de goal (ficavam atrás das traves) Sérgio Severo e Araty Brito. Os goals do ABC foram alcançados por Mousinho (dois), Mandu e Baluá”. (A República de 25 a 27/09/1915) informações obtidas na plaquete “ABC, honra e glória do esporte potiguar (II)”, publicada em 2005, pelo pesquisador natalense, Luiz G. M. Bezerra

abcfc.com.br

Jogo Histórico – Bandeirantes de São Carlos (SP) x Santos (SP)

Jogo realizado em comemoração ao aniversário do Centenário do município de São Carlos, no interior de São Paulo. A equipe do Clube Atlético Bandeirantes contra o Santos Futebol Clube, conseguiu um feito histórico ao ganhar o jogo por um placar surpreendente de três gols a zero e um gol olímpico de Rui Denucci.

A equipe santista atuou com uma equipe quase completa, apesar de ter jogado na noite anterior um jogo duríssimo pelo Campeonato Paulista de 1957 contra o Corinthians na Capital. Abaixo a ficha técnica desta partida:

BANDEIRANTES (SP) 3 x 0 SANTOS (SP)
Data: 4 de novembro de 1957
Local: Estádio do Paulista E.C. – São Carlos/SP

Juiz: Antônio Assunção Pereira
Gols: Rui Denucci aos 3′, Rui Denucci (olímpico) aos 10′ e Zé Luís aos 33′.

Bandeirantes (SP): Lito Mariutti (Flávio); Jarbas e Kelé; Viana, Fábio e Bibi; Cabelo, Wilson (Duque), Ademar Ferrari, Zé Luís e Rui Denucci – Técnico: Santo Sapeiro

Santos (SP): Manga; Mauro Torres (Gilvandro) e Mourão; Feijó, Brauner e Urubatão (Darci); Dorval (Bodinho), Jair Rosa Pinto, Ciro, Pelé (Baiano) e PepeTécnico: Luís Alonso Pérez (Lula)

Fonte: Jornal Correio de São Carlos-SP e Almanaque do Santos FC

Amistosos: Clube Atlético Bandeirantes – São Carlos (SP)

Todos os amistosos do Clube Atlético Bandeirantes, durante a transição e no profissionalismo.

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  • 1953 – Bandeirantes 5×3 XV de Jaú (realizado no Campo do Palmeirinha)
  • 1965 – Bandeirantes Ko-Ko Corinthians (último jogo do clube) – O Corinthians mandou um “mistão” para o jogo; por causa disso houve muita confusão entre diretores, torcedores e jogadores (proporcionando um quebra-quebra generalizado no Estádio do Paulista, o que fez com que o clube fosse “extinto em 1965” pelo presidente; lamentavelmente).

Fonte: Wikipédia e Jornais O Correio e A Folha de São Carlos-SP