Com grande animação foi realizado no domingo, do dia 05 de abril de 1942, o Torneio Início da 1ª Divisão da Associação de Football de Amadores (fundado em 1938), na cidade do Rio de Janeiro/RJ. O certame, que reuniu equipes excelentes e bem preparadas, teve um desenrolar dos mais atraentes, agradando plenamente ao numeroso público que compareceu ao campo do Nacional.
O torneio, que teve boa organização, finalizou com a vitória do Jardim Foot-Ball Club. O triunfo conseguido pelo club azul turquesa e branco, pode-se dizer, foi justo, pois apresentou a sua equipe completa e bem preparada.
No domingo, do dia 11 de maio de 1941, com grande animação e interesse foi disputado o Torneio Inicio da Associação Carioca de Football (ACF). O certame agradou plenamente a todos que compareceram à Praça de Sports do Bandeirantes Athletico Club, localizado na Estrada da Taquara (atual Avenida Nélson Cardoso), nº 533, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio/RJ.
O Jardim Foot-Ball Club, do bairro da Gávea, foi o grande campeão, aliás, merecidamente, pois foi o melhor conjunto que se exibiu no Torneio Início. O Argentino Foot-Ball Club, do bairro de Cascadura, foi o vice.
Argentino FBC ficou com o Vice
Abaixo, os resultados dos jogos, que foram os seguintes:
Nº
TIME 1
RES
ULT
ADOS
TIME 2
ESCANTEIOS
1º Jogo
Jardim FBC
1
X
0
Paraiso
2 x 2
2º Jogo
Bandeirantes
0
X
0
SC Unidos
2 x 1 *
3º Jogo
Atlântico
1
X
2
Ginásio A.C.
0 x 1
4º Jogo
Nova Cidade
0
X
1
Argentino
0 x 0
5º Jogo
Jardim FBC
0
X
0
Bandeirantes
4 x 1
6º Jogo
Ginásio A.C.
0
X
0
Argentino
0 x 2
7º Jogo
Jardim FBC
1
X
0
Argentino
1 x 2
* Decidido na prorrogação.
CAMPEÃO –Jardim Foot-Ball Club (bairro da Gávea).
VICE-CAMPEÃO –Argentino Foot-Ball Club (bairro de Cascadura).
ARTE: desenhos dos escudos e uniformes – Sérgio Mello
O Jardim Foot-Ball Club foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). O ‘Camiseta Azul, da Gávea’ foi Fundado na segunda-feira, do dia 08 de julho de 1907. As cores, no estatuto constam: azulturquesa e branco.
A sua Sede social ficava localizado na Rua Márquez de São Vicente, nº 18, 76 (sobrado) e depois passou para o nº 173, na Gávea, na Zona Sul do Rio/RJ. Já a sua Praça de Esportes ficava na Rua Jardim Botânico, nº 840, no bairro do Jardim Botânico, na Zona Sul do Rio/RJ. A distância entre a sede e o campo é de 1,8 km, o que dá cerca de 17 minutos andando(bicicleta cerca de 8 minutos).
Essa distância diminuiu ainda mais em 1928, quando o Jardim inaugurou o seu novo campo situado na Rua Márquez de São Vicente, nº 185 e depois 173, na Gávea, na Zona Sul do Rio/RJ. A partir daí o deslocamento passou a ser de 400 metros(cerca de dois minutos andando).
A sua Sede foi inaugurada no sábado, do dia 21 de agosto de 1926. Além do futebol, também disputava as competições de Ping Pong (atual: tênis de mesa). No salão nobre, o clube realizava bailes, eventos carnavalescos, festas juninas, entre outros.
Campeão de remo? Sim, senhor!
Em dezembro de1919, o Jardim foi campeão nos Segundos e Terceiros Team, pela União das Sociedades do Remo da Lagoa Rodrigo de Freitas. O Club de Regatas Lage foi o vencedor nos Primeiros Quadros.
Clube ajudou a fundar entidade em 1921
Em junho de 1921, por iniciativa do Jardim FBC foi fundada a Liga União das Sociedades dos Desportos Terrestres da Lagoa Rodrigo de Freitas. Os primeiros filiados foram: Praia Vermelha Football Club e Sport Humayta Football Club. A Sede ficava localizada na Avenida Doze de Maio, nº 21, na Gávea, na Zona Sul do Rio/RJ.
Em 1925, disputou o Campeonato na Lagoa, organizada pela Federação Brasileira de Desportos Athleticos (FBDA).
Modelo de 1927
Vice-campeão da Sub-Liga da LBD de 1927
Deu entrada na quarta-feira, dia 08 de dezembro de 1926, na secretaria da Liga Brasileira de Desportos (LBD), para se filiar. Dias depois teve a sua filiação aprovada pela LBD.
Na sua 1ª participação na Sub-Liga, da LBD (Liga Brasileira de Desportos), o Jardim foi o campeão do Torneio da Série B. Com isso decidiu o título com o Municipal Football Club, da Rua da America, no bairro de Santo Cristo.
No domingo, do dia 18 de dezembro de 1927, foi decidido o título. Após o 1º tempo equilibrado com vitória apertada de 3 a 2 para o time alviverde, na etapa final, o Municipal voltou melhor e marcou mais dois tentos, decretando um placar de 5 a 2, conquistando o Bicampeonato (1926 e 1927). O Jardim ficou com o vice.
Quatro participações no Campeonato Carioca da 2ª Divisão
O Jardim Foot-Ball Club disputou quatro edições do Campeonato Carioca da 2ª Divisão: 1928 (LBD), 1933 (AMEA – 2º lugar), 1934 (AMEA – 2º lugar) e 1935 (FMD).
Campeão nos Segundos Quadros de 1928
Na tarde de domingo, do dia 16 de dezembro de 1928, foi decidido o título dos Segundos Quadros do Campeonato da 2ª Divisão da LBD, no campo do S. C. Bemfica. De um lado o Marqueza Football Club, campeão da Série A, e do outro o Jardim, campeão da Série B.
Com uma atuação impecável, o Jardim foi superior e venceu sem dificuldades pelo placar de 3 a 0. Com este resultado tornou-se o Jardim Foot-Ball Club se sagrou campeão dos Segundos Quadros da Segundona de 1928.
Filiou-se a AMEA
No sábado, do dia 22 de abril de 1933, a AMEA (Associação Metropolitana de Esportes Atléticos), concedeu filiação ao Jardim FBC, porém com a obrigação de aumentar o campo com as dimensões legais, e o respectivo nivelamento, bem como cerca-lo seguindo as regras da entidade.
Vice-campeão da Segundona dos 2º Teams e 1933
No domingo, às 14h30min., do dia 31 de dezembro de 1933, o Jardim(campeão da Série Miguel de Pino Machado) e o Sport Club União(campeão da Série João Cantuária) iniciaram a disputa, numa melhor de três, do título do Campeonato Carioca da 2ª Divisão da AMEA, nos Segundos Quadros. A partida foi realizada no Estádio de General Severiano, em Botafogo e teve arbitragem de Waldemar Liotti. No final, melhor para o Jardim, que derrotou o União por 3 a 2.
No 2º jogo, o Anchieta goleou por 5 a 1, levando a decisão para a terceira e última partida. Então, no domingo, dia 14 de janeiro de 1934, da melhor de três, no campo da Portuguesa, decidiram o título! A arbitragem ficou a cargo do sr.Leonardo Teixeira.
Embora se esperasse um jogo difícil, no final tal situação não sucedeu, porque o Sport Club União apresentando uma equipe em melhores condições e mais treinada, venceu o Jardim com relativa facilidade por 7 a 2, conquistando o título de campeão dos Segundos Teams da Segunda Divisão da A. Μ. Ε. Α.
Os gols foram assinalados Hugo e Dozinho, com três tentos cada; e Zeca, com um gol, para o União; enquanto Sebastião e Horácio, de pênalti, fizeram os tentos do Jardim.
União: Brasil; Antônio e Heitor; Titéo, Loli e Laert; Barthô, Armando, Zeca, Hugo e Dozinho.
Jardim: Loma; Ariza e Mauro; Sebastião, Lourival e Júlio; Oswaldo, Adalberto, Horácio, Dutra e Carijó. Reservas: Russo, Gallo, Tote, Maneco e Atanásio.
Final da Segundona dos 1º Quadros de 1933, o Jardim ficou com o vice!
NaSérie Miguel de Pino Machado, oJardimfoi ocampeão. Foram seis jogos e 11 pontos; com cinco vitórias e um empate; marcando 15 gols, sofrendo nove e um saldo positivo de seis.
Os resultados abaixo:
02/07
Jardim FBC
4
X
3
AC Cordovil
Rua Marquês de São Vicente, na Gávea
16/07
Penha AC
2
X
2
Jardim FBC
Rua Cândido Silva, Olaria
30/07
Municipal FC
0
X
1
Jardim FBC
Estrada do Norte, Bonsucesso
13/08
AC Cordovil
2
X
3
Jardim FBC
Rua Oliveira Mello, Cordovil
27/08
Jardim FBC
2
X
0
Municipal FC
Rua Marquês de São Vicente, na Gávea
10/09
Jardim FBC
3
X
2
Penha AC
Rua Marquês de São Vicente, na Gávea
No domingo, às 15h30min., do dia 05 de novembro de 1933, foi realizado o 1º jogo da competição decisiva do Campeonato Carioca da Segunda Divisão da AMEA, entre o Sport Club Anchieta(vencedor da série “João Cantuária) e o Jardim Football Club (campeão da série Miguel de Pino Machado).
A partida foi disputada no campo do C. A. Central (anteriormente o jogo estava marcado para ser realizado no River Football Club), na Rua Adriani, no bairro de Todos os Santos, na Zona Norte do Rio. O árbitro foi o sr. Jayme Guimarães, do Mavilis Football Club. Apesar de importância do jogo, o Anchieta não compareceu e o Jardimvenceu por W.O., somando dois pontos.
Uma semana depois, o segundo jogo, no domingo, às 15h30min., do dia 12 de novembro de 1933, na Av. Pasteur, Praia Vermelha, Urca. Com arbitragem do sr. Oswaldo Travassos Braga, o Anchieta venceu por 2 a 1, obrigando a necessidade do terceiro e último jogo. Os gols foram de Mário para o Jardim; enquanto Jarbas e Archimedes para o Anchieta.
Jardim: Silvino; Carolino e Dantas; Arnaldo, Lourival e Bem-Te-Vi; Nélson, Licínio, Antoniquinho, Onilo e Mário.
Anchieta: Escoteiro; Henrique e Leal; Pedro, Arnaldo e Telephone; João, Jarbas, Gastão, Archimedes e Pinto.
O título foi decidido, na quarta-feira, do dia 15 de novembro de 1933, no Estádio General Severiano, na preliminar do amistoso do Botafogo, que goleou a Seleção Paulista pelo placar de 5 a 1.
Numa partida nervosa e cheia de alternâncias, a sorte caiu para o Anchieta que derrotou o Jardim por 1 a 0, ficando com o título do Campeonato Carioca da 2ª Divisão da AMEA de 1933. O herói da peleja foi o atacante Pinto, autor do gol que deu a vitória ao campeão. Arbitragem foi do sr. Waldemar Rodrigues Gomes.
Anchieta: Escoteiro; Léo e Hermínio; Pedro, Arnaldo e Telephone; João, Jarbas, Gastão, Gradim e Pinto.
Jardim: Silvino; Carolino e Dantas; Arnaldo, Lorico e Bem-Te-Vi; Adalberto, Antoniquinho (Nélson), Oswaldo, Carijó e Mário.
Jardim goleou time invicto, sem dó
No domingo, do dia 07 de outubro de 1934, o Jardim, jogando nos seus domínios, colocou fim a invencibilidade do Brasil Suburbano com uma goleada de 7 a 2. Nos Segundos Quadros outro triunfo do Jardim.
Reorganização do Jardim F. Club
Fazendo parte daAMEA (Associação Metropolitana de Esportes Atléticos), o Jardimtomou importante decisão, na quarta-feira, às 20 horas, do dia 19 de dezembro de 1934, o sr. Ricardo Costa, socio benemérito, grande esforçado pelo Jardim F. C. convocou uma reunião na sede social, com os sócios a fim de ser organizada uma junta para reerguimento do clube, evitando se que o clube fosse extinto.
Atendendo ao apelo do sr. Ricardo Costa, compareceu à reunião um grande número de sócios, organizaram a seguinte junta:
Presidente: Zeniz Cezar da Rosa;
Thesoureiro: Ricardo Costa;
Secretário: Arlindo Cunha;
Procurador: Manoel Baptista.
Ficou resolvido que a partir de Janeiro de 1935, o valor da mensalidade passaria a ser de 3$000 (três mil cruzados), a fim de ser facultado a volta de todos os associados.
Jardim ingressou na FMD, em 1935
Em 1935, disputou o Campeonato da Divisão Intermediária da Federação Metropolitana de Desportos (FMD). Na pratica o Campeonato Carioca da Segunda Divisão. O Jardim F.C. esteve presente no grupo ‘Série Sul’, com os seguintes clubes:
Sport Club Boa Vista (Alto da Boa Vista);
Club Athletico Central (Todos os Santos);
Sport Club Cocotá (Ilha do Governador);
Confiança Athetico Club (Andaraí);
Japohema Football Club (Méier);
Jardim Football Club, (Gávea);
Sport Club Portugal-Brasil (Centro);
River Football Club (Piedade);
Sporting Club do Brasil (Centro);
Viação Excelsior Football Club (São Cristóvão).
Jardim entrou para a ‘Nobre Arte’
Na sexta-feira, do dia 09 de agosto de 1935, a diretoria do Jardim avaliou a ideia de instalar uma seção de boxe e se filiar na Federação Brasileira de Pugilismo.
Títulos conquistados na Associação Carioca de Football
Em 1940, o Jardim se sagrou campeão da Associação Carioca de Football (ACF). Em 1941, ficou com o vice-campeonato com 25 pontos, só atrás do Bandeirantes que foi o campeão com 27 pontos. O clube da Gávea recebeu o troféu “Tudo nos Une”, ofertado pelo Sr. Antônio A. Marques, dono da casa A Nova Lusitânia.
Porém, nos Segundos Quadros e Juvenil, o Jardim ficou com os títulos. No 2º Team, o Jardim com 21 pontos; enquanto o Bandeirantes ficou na 2ª posição com 19 pontos. Já no Juvenil o ‘Camiseta Azul, da Gávea’ levou a taça com 23 pontos, enquanto o Argentino foi o vice com 22 pontos.
Campeão do Torneio Início da AFA
Em 1942, o Jardim mudou de entidade, passando a atuar na Associação de Football de Amadores (AFA). Na primeira aparição, o Jardim foi campeão do Torneio Início da AFA.
Na estreia, bateu o Palestra por 1 a 0, tendo como arbitragem sr. Nelson do Vale. Na fase semifinal, sofreu para eliminar o Nacional. Na prorrogação, após empate em 1 a 1, avançou nos escanteios: 1 a 0. Arbitrouo sr. Raymundo Mello.
Na grande final, a partida terminou empatada sem gols, mas no critério de desempate (nos escanteios), o Jardimbateu oBela Vistapor3 corners contra 1 corner. Oárbitrofoi o sr. João Scaramello.
Um fim silencioso
Na década de 50 e 60, o noticiário em relação ao Jardim eram sobre os eventos sociais, além do campo, sendo alugado para outros clubes, inclusive ao Clube de Regatas Flamengo. Infelizmente, na década de 70, já não foi encontrado mais nada! Mais um clube que desapareceu silenciosamente sem deixar rastros.
Algumas formações:
Time base de 1914 (1º Team): Manoel P.; Medina e Mario; Vicente, Justiniano e Annibal; Manduca, Braga, Pedro, Gildo e Gabriel.
Time base de 1914 (2º Team): Manoel; Felix e Arantes; Francisco, Napoleão e Pinto; Waldemar, Mario, José, Doca e Antônio.
Time base de 1926: Thomaz (Manduca); Gallo (Antonico) e Dantas (logato); Alhô, Nicola e Joaquim (Ernesto); Pahyha, Ajacio, Orlando (Cap.), Gordura e Affonso (Augustinho). Reservas: Lima, Oswaldo, Olicio, Rolla, Mingote e Alcides.
Time base de 1927: Henrique (Manduca); Waldemar (Alvarenga) e Antonico (Silvino); Ernesto (Dantas), Gallo (Juca) e Pahyba (Renato); Jayme (Miguel), Orlando (Pereirinha), Corriol (Avelar ou Rolla), Mendes (Olicio ou Gordura) e Affonso (China ou Dutra). Capitão: Orlando e depois Antonico.
Time base de 1933: Silvino; Carolino e Dantas; Arnaldo, Lorico (Lourival) e Bem-Te-Vi; Dadá (Licínio), Antoniquinho (Nélson), Oswaldo, Carijó (Onilo) e Mário.
Time base de 1935: Silvino; Arnaldo e Dantas (Landislau); Horácio (Elpídio), Álvaro e Bem-Te-Vi; (Dadá), Thomé (Maneco), China (Salles), Júlio (Licínio) e Mário (Oswaldo).
Time base de 1941: Rolando; Walter e Alcy; Lissandro, Amaury e Alberto (Raul); Carlos, Romeu, Neném (Salomão), Moreno e Edgard.
Time base de 1942: Waldyr (Alberto); Alberto (Haroldo) e Zeca (China); Rolando (Walfredo), Tião e Hélio (Russo); Armandinho, Orfeu (Raul), Amaury (Vicente), Renato (Edgard) e Djalma (Joaquim).
ARTE: desenho do escudo e uniforme – Sérgio Mello
FONTES: A Noite (RJ) – Beira-Mar: Copacabana, Ipanema, Leme (RJ) – Correio da Manhã (RJ) – Jornal do Brasil (RJ) – Jornal dos Sports (RJ) – O Imparcial: Diário Illustrado do Rio de Janeiro (RJ) – O Jornal (RJ) – O Paiz (RJ) – Futebol Nacional – Rio Sportivo (RJ)
Fui surpreendido, na manhã deste domingo, com muitos internautas pedindo para que eu fizesse o levantamento desde o primeiro jogo até o último, dos jogos entre o Botafogo e Flamengo, no Estádio Nilton Santos. Missão dada e missão cumprida! Vamos a matéria!
“Caiu, no tapetinho, já era. Aí o bagulho flui à vera”. Certamente, mesmo não sendo botafoguense você já ouviu essa música algumas vezes. Surgiu em 2023 e ganhou força em 2024, quando o Botafogo fez história ao vencer o Brasileirão e a Libertadores.
O responsável pela música foi o Mc Cajá, um dos autores do funk original. O hit dominou as redes sociais e as arquibancadas do estádio Nilton Santos, carinhosamente apelidado de tapetinho, que se refere à grama sintética do estádio, instalada em janeiro de 2024. E a partir daí, o Botafogo se tornou, quase que imbatível nos seus domínios.
E, por falar em mando de campo… O quão é importante o seu time jogar, em casa, diante de um grande rival? Para a maioria esmagadora, certamente a resposta é: muito importante! Porém, como qualquer situação na vida… Há exceções!
Quando o assunto é o “Clássico da Rivalidade”, entre Botafogo e Flamengo, no Estádio Nilton Santos, no bairro do Engenho de Dentro, na Zona Norte do Rio (RJ), os números deixam claro que o mandante não consegue se impor.
Estádio Nilton Santos, no bairro do Engenho de Dentro, na Zona Norte do Rio (RJ)
O Botafogo estreou na sua nova casa, no sábado, do dia 30 de junho de 2007, vencendo o Fluminense por 2 a 0, com dois gols do atacante dos ‘Gols Bonitos’: Dodô, que atualmente trabalha como comentarista na TV Record.
Apesar da estreia ter sido em 2007, o Botafogo só foi enfrentar o Rubro-negro , nos seus domínios, apenas dois anos depois. No domingo, do dia 25 de outubro de 2009, o 1º embate terminou com a vitória do Flamengo por 1 a 0. O gol da vitória foi assinalado pelo atacante Adriano Imperador.
Botafogo só venceu quatro dos 27 jogos disputados no Nilton Santos
De lá pra cá, ao todo, foram 27 jogos, com 14 vitórias do Flamengo (51,85%), nove empates (33,33%) e apenas quatro vitórias do Botafogo (14,82). Ao todo, foram 57 gols no “Clássico da Rivalidade”: com o Rubro-negromarcando 35 gols, enquanto o Clube da Estrela Solitáriaassinalou 22 tentos. O Clube da Gávea está com um saldo de gols positivode 13.
Se for somar o percentual do time visitante com as vitórias e empates, o Flamengo tem um aproveitamento de 66,7%. Definitivamente, quando o Botafogo recebe, nos seus domínios, o Flamengo, a preocupação dos seus torcedores é de ‘alta tensão’!
TODOS OS 27 JOGOS (2009 a 2026)
25/01/2009
Botafogo
0
X
1
Flamengo
21/03/2010
Botafogo
2
X
2
Flamengo
02/10/2010
Botafogo
1
X
1
Flamengo
20/02/2011
Botafogo
1
X
1
Flamengo *
10/04/2011
Botafogo
0
X
2
Flamengo
19/06/2011
Botafogo
0
X
0
Flamengo
18/09/2011
Botafogo
1
X
1
Flamengo
05/02/2012
Botafogo
0
X
0
Flamengo
26/08/2012
Botafogo
0
X
0
Flamengo
1º/12/2012
Botafogo
2
X
2
Flamengo
03/03/2013
Botafogo
2
X
0
Flamengo
12/02/2017
Botafogo
1
X
2
Flamengo
16/08/2017
Botafogo
0
X
0
Flamengo
10/09/2017
Botafogo
2
X
0
Flamengo
03/03/2018
Botafogo
0
X
1
Flamengo
10/11/2018
Botafogo
2
X
1
Flamengo
26/01/2019
Botafogo
1
X
2
Flamengo
07/11/2019
Botafogo
0
X
1
Flamengo
05/12/2020
Botafogo
0
X
1
Flamengo
25/03/2021
Botafogo
0
X
2
Flamengo
23/02/2022
Botafogo
1
X
3
Flamengo
28/08/2022
Botafogo
0
X
1
Flamengo
02/09/2023
Botafogo
1
X
2
Flamengo
18/08/2024
Botafogo
4
X
1
Flamengo
15/10/2025
Botafogo
0
X
3
Flamengo
15/02/2026
Botafogo
1
X
2
Flamengo
14/03/2026
Botafogo
0
X
3
Flamengo
* Nos pênaltis, o Rubro-negro venceu por 3 a 1e se classificou para a Final da Taça Guanabara de 2011.
FOTO: Dodoedo
ARTE: desenho dos escudos – Sérgio Mello
FONTES: Jornal dos Sports (RJ) – O Lance! (RJ) – site Globo Esporte
O Sport Club União de Marechal Hermes é uma agremiação esportiva da cidade do Rio de Janeiro. O ‘Glorioso Clube Alvinegro’ foi Fundado na sexta-feira, do dia 05 de Novembro de 1915, por um grupo de rapazes residentes na Villa Marechal Hermes:
Antenor Sgambato, Arlindo Alves dos Santos,Armando Alves dos Santos, Benjamin Alves dos Santos, Diosconides de Albuquerque, Euclydes de Araujo, José Linhares, Manoel P. de Lima, Oscar W. da Silva e Sebastião Sgambato, entre outros.
No sábado, do dia 22 de Fevereiro de 1919, o clube inaugurou o Theatro da Villa Proletária Marechal Hermes, com duas peças. A primeira foi a comédia “Atribuições de um Bagageiro“. E a segunda, também uma comédia: “Os três coiós modernos“.
A sua Praça de Esportes também ficava na Villa Proletária Marechal Hermes. Em 1920, se filiou a LSF (Liga Suburbana de Football).
No Campeonato da LSF em 1920, foi o único clube que conseguiu vencer em luta leal e memorável, em 26 de dezembro de 1920, o até então invencível Campeão Suburbano – o Mavilis Football Club, pelo significativo escore de 3 a 1. O time atuou da seguinte maneira: Edmundo; Loli e Dica (Cap.); Guarany, Barroso e Dias; Menezes, Virgilio, Humberto, Odilon e Chico.
Foto de 1926, do Sport Club União
Primeiro jogo
Em 1915, O União fez a sua primeira partida diante do Sul Americano Footbal Club, com o resultado terminando empatado em 1 a 1. O União formou com a seguinte equipe: Orlando; Dica e Lima; Sebastião, Cobra e Dias; Oscar, Waldomiro, Mimi, Júlio e Pavão.
Confrontos Interestaduais
O ‘Glorioso clube Alvinegro’ disputou 11 partidas interestaduais entre 1915 a 1928, nas seguintes cidades:
Em Mendes, com Frigorifico F. C.(foram 13 jogos: uma vitória, 10 empates e duas derrotas);
Em Valença, S. C. Valenciano (foram três jogos: uma vitória e duas derrotas);
Em Barra do Piraí, diante do S.C. Central (dois jogos: duas vitórias, pelo elevado score de 6 x 2 e 1 x 0);
Em Nictheroy, foram dois jogos, sendo, com o Araribóia F. C. e Nictheroyense F. C., com duas vitórias por 2 x 1 e 4 x 1, respectivamente;
Liga Suburbana de Football
Em 1919, filiou-se a Liga Suburbana de Football (LSF), de onde retirou-se em 1921 devido à má orientação dos directores dessa entidade.
Liga Brasileira de Desportos
Em 1921, os associados Oscar W. da Silva e Denizart Moreira Sampaio, tiveram a grata lembrança de proporem em assembleia geral para que o União se filiasse à Liga Brasileira de Desportos então em fundação. Em 1928, o União estava filiado a gloriosa Sub-liga Carioca, dirigida por Cantidio de Aguiar.
Foto tirada na posse do presidente Homero Mesquita, que assumiu pela 5ª vez.
Bicampeão Invicto da Liga Brasileira em 1925 e 1928
Na Liga Brasileira, em 1926, o União foi campeão no Terceiros Quadros, sem nenhuma derrota. No Primeiro Quadros, o União sempre obteve lugar de destaque nos campeonatos; em 1925 conquistou brilhantemente o campeonato da Série A, sem nenhuma derrota, feito que repetiu em 1928, conquistando brilhantemente o campeonato de sua série, sem derrota e apenas com dois empates. O time de 1928, formou assim: Jarbas; Mario Lopes e Waldemar; Lulú, Doca e Mario; Fernando, Uruca, Feitiço, João e Arantes. Reservas:Marcollino, Americano, e Alceu, que tomaram parte em algumas partidas.
Em 1928, possuía campo próprio e uma sede bem organizada com cerca de 60 taças, destacando-se entre elas, não só pelo valor material com também pelo valor moral, as seguintes: Associação de Imprensa, Dr. Carlos Sampaio, Marechal Hermes e Aviadores Brasileiros.
Diretoria de 1928
Presidente, Benjamin Alves dos Santos; 1º vice-presidente, João Rodrigues de Souza; 2° vice-presidente, Antenor Sgambato; Secretário Geral, Cézar Pedrette; 1º Secretário, Leopoldino Pereira de Alencar; 2º Secretário, Júlio Vieira; 1º Thesoureiro, Octavio Pacheco; 2º Thesoureiro, Nestor Quaresma; Director Geral de Desportos, Oscar Rabello Leite; Director de Football, Felisberto Coelho; Commissão Fiscal, Constant Caldonazzi, Alfredo Bizarra e Manoel Costa.
Elenco de 1928
Conta o União com um grupo de amadores de reconhecido valor como Jarbas Manso, Doca, Mario Lopes, Waldemar de Castro, João Mello, Arlindo Mello, Fernando de Almeida, Oswaldo Arantes, Luiz de Mello, Luiz Marcollino da Silva, e Mario Corrêa Freire, que se destaca pela sua excelente técnica e Antônio Corrêa mais conhecido nas rodas do alvinegro como Feitiço.
Em 1932, participou da Segunda Divisão Carioca, na série Raul Meirelles Reis, em campeonato promovido pela Associação Metropolitana de Esportes Athleticos (AMEA), o mesmo ocorrendo nos anos seguintes. Em 1933, vence o Campeonato Carioca de 2°s quadros da Segunda Divisão em certame promovido pela AMEA.
Após a extinção da Federação Atlética Suburbana, os clubes que faziam parte da mesma sentiam-se desprestigiados com a política estabelecida pela Federação Metropolitana de Futebol.
Na tentativa de mudar esse quadro, criou-se o Departamento Autônomo em Assembléia realizada no dia 7 de julho de 1949. O SC União disputa o primeiro campeonato já nesse mesmo ano. Vence em 1951 a Taça Disciplina.
Em 1954, é campeão da categoria aspirantes e ganha novamente a Taça Disciplina. No ano seguinte, vence novamente a Taça Disciplina, feito que ocorre novamente em 1956 e 1957. Em 1957, é vice-campeão do Departamento Autônomo na série João da Silva Ramos.
O clube que, atualmente disputa o Campeonato da Terceira Divisão do Rio de Janeiro, estreou nas competições profissionais, em 1993, na mesma Terceira Divisão. Continua no mesmo grupo em 1994 e 1995. Em 1996, está na Quarta Divisão, que tinha o nome de Segunda Divisão. No ano seguinte se licencia das competições, o mesmo ocorrendo em 1998.
Clube altera o nome em 2000
Em 1999, volta na Terceira Divisão ficando em último em seu grupo na primeira fase. No sábado, do dia 13 de maio de 2000 mudou a sua nomenclatura para União de Marechal Hermes Futebol Clube.
Ainda em 2000, foi penúltimo colocado em seu grupo, não conseguindo se classificar à segunda fase. Em 2001, faz a sua melhor campanha chegando em terceiro na classificação geral. Em 2002, não consegue chegar às finais, o mesmo ocorrendo no ano seguinte.
Em 2004, também não passa da primeira fase. Em 2005, se licencia das atividades profissionais. No ano seguinte, retorna mas não passa da primeira fase do campeonato. Em 2007, se licencia novamente, ausentando-se da competição. No ano posterior, é o último colocado em sua chave, permanecendo na Terceira Divisão.
O clube teve projeção na mídia ao lutar com o Botafogo pela posse do Estádio Mané Garrincha, que havia sido cedido ao Glorioso quando ele perdeu sua sede de General Severiano e teve de mudar-se para Marechal Hermes (o Botafogo, na década de 1990, voltou a sua sede original). Em 2002, quando havia retomado suas atividades, o União reivindicou a devolução do terreno, que foi concedido por decreto pela governadora Rosinha Garotinho.
Este fato fez o presidente do Botafogo, Bebeto de Freitas, a não investir no estádio, que permanecia ocupado pelo clube, que o utilizava como Centro de Treinamentos das categorias de base de futebol. A luta, por parte de movimentos ligados a torcedores botafoguenses, fez com que o terreno fosse repassado novamente ao Botafogo, em 2007, que pretende utilizá-lo para a criação de novos jogadores. O União segue na luta jurídica para reaver o seu antigo estádio.
ARTE: desenho do escudo e uniforme – Sérgio Mello
FONTES E FOTOS: A Manhã (RJ) – A Noite (SP) – Diário Carioca (RJ) – O Jornal (RJ) – Jornal do Commercio (RJ) – O Imparcial “Supplemento Sportivo” – A Noite – O Jornal – Rio Sportivo (RJ)
O Barreira do Andaraí Futebol Clube foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). Fundado no sábado, do dia 20 de Agosto de 1938, inspirado por João de Barros Rainha, tinha a sua Sede social, localizado na Rua Leopoldo, nº 991 (começo do morro Arrelia) – Andaraí, na Zona Norte do Rio (RJ).
As suas cores eram o preto e o branco. O 1º uniforme em homenagem ao Vasco da Gama, enquanto o segundo, em homenagem ao Botafogo. O seu 1º Sócio foi João Barros Rainha.
Vista da sede do Barreira do Andaraí F. C., no momento interditado, em face do pouco caso da diretoria anterior. Os atuais diretores estão lutando para obter a alvará de funcionamento.
Primeira Diretoria
Presidente – João Dutra Barbosa;
Vice-presidente – Álvaro Pereira de Araújo;
1º Secretário – João Barros Rainha;
2º Secretário – Álvaro Pinto dos Santos;
1º Tesoureiro – Eduardo Gonçalves de Moura;
2º Tesoureiro – Bronliliber Vale da Fonseca;
1º Procurador – Odillo José Quintanilha;
2º Procurador – Sebastião Belisário;
Diretor de Esportes – Isaltino Antônio de Oliveira.
Em 1968, o clube contava com 200 sócios contribuintes, com o valor NCr$ 0,20 (vinte centavos de cruzeiros novos). O clube contava com as categorias de Aspirantes e Amadores. Além do futebol, o clube oferecia Bailes, jogos de salão e voleibol.
Evaristo em dois momentos: à esquerda com a camisa do Barcelona e à direita com o Real Madrid
Craque e ídolo do Barcelona e Real Madrid começou no Barreira do Andaraí
Esse modesto clube, sem nenhum título conquistado, talvez passaria em branco, se no seu currículo não constasse um dos maiores jogadores do Brasil e mundo: Evaristo de Macedo, que passou pelo Madureira (1950-52), Flamengo (1953-57 e 1964-66), Seleção Brasileira (1955-57), Barcelona/ESP (1957-62) e Real Madrid/ESP (1962-64).
Evaristo, então morando no bairro do Grajaú, começou a jogar futebol com os rapazes do morro da Arrelia. Era o meia direita efetivo do Barreira do Andaraí. A partir de 1950, começou no Madureira aos 17 anos, trilhando uma carreira rica em talento e grandes conquistas. Outro craque que saiu do Barreira do Andaraí foi Jorge Costa, que jogou no Fluminense.
Foto de 1952
Filiou no DA
Na sexta-feira, do dia 27 de junho de 1952, iniciou o processo para se filiar aoDepartamento Autônomo(DA), daFederação Metropolitana de Futebol (FMF). No entanto, a filiação só aconteceu, de forma oficial, quase dois anos depois: na sexta-feira, do dia 11 de junho de 1954. Na década de 50, o clube já possuía a sua Praça de Esportes. Disputou duas edições do Campeonato Tribuna da Imprensa: 1958 e 1960.
Barreira do Andaraí aplicou goleada de 15 a 0
No domingo, do dia 08 de junho de 1952, o Barreira do Andaraí não teve dó e goleou o Horizonte Futebol Clube espetacularmente pelo placar de 15 a 0. Na preliminar, disputada entre as equipes de aspirantes, terminou com a vitória do Horizonte pelo escore de 2 a 1.
O quadro do Barreira do Andaraí, foi o seguinte: Everaldo; Jaú e Vani: Zezinho Cabeção, Picolé e Rubinho; Artur, Clovis, Arubinha, Evati, Evaristo e Peixinho.
Os tentos do quadro vencedor foram assinalados: por Clovis e Peixinho, com quatro tentos cada; Arubinha, três gols; Evaristo, duas vezes; Picolé e Artur, com um tento cada.
Foto de 1958
Anos 60: tempos difíceis
Em 1968, o modesto clube passava por dificuldades. A sede era alugada, onde o clube tentava reabri-la, graças a negligência da diretoria anterior. Apesar de lutar com muita dificuldade, o Barreira do Andaraí Futebol Clube pretendia disputar os campeonatos do Departamento Autônomo.
O clube chegou a realizar algumas partidas amistosas a fim de os atletas não perdessem a forma física. Apesar de todo o esforço, o clube acabou sucumbindo, deixando órfão os moradores Arrelia.
Foto de 1952
Diretoria de 1968
Presidente – Silvio da Rosa Vaz Balieiro;
Vice-Presidente – Armindo Pereira da Fonseca;
1º Tesoureiro – Eduardo Gonçalves;
2º Tesoureiro – Alberto Ferreira Neves;
1º Secretário – João Alves Pinto da Silva;
2º Secretário – Delacir Neves de Sousa;
1º Procurador – Nélson José da Silva;
2º Procurador – Hildo Vieira da Silva;
Diretor de Esportes – José Correia da Rocha.
Algumas Formações:
Time base de 1942: Murilo; Antônio (Cidinho) e Boas Condições (Cedinha); Niginho (Permenio), Silvio (Dudu) e Durval (Dininho); Dario (Mario ou Zezinho), Helinho (Alvinho ou Deny), Tuninho (Rainha), Joãozinho (Cozeca ou Haroldo) e Herminio (Cecy ou Pedro).
Time base de 1946: João Pinto (Jagunço); Álvaro (Beto ou Luiz) e Herminio (Niquinho); Antônio (Álvaro), Soldado (Cuica) e Negrinhão (Humberto); Wilson (Victor), João (Rainha), Silvio (Toninho), Pedro (Sipinha) e Alcides (Tipinho). Técnico: Pedro.
Time base de 1948: João Pinto; Fausto e Pedro; Zezinho Cabeção (Toninho), Rainha (Tesoura) e Neguinho (Herminio); Armindo (Cazeca), Caxambu (Nelson), Lua (Tonico), Vitor (Aldo) e Nelson (Lua).
Time base de 1951: João Pinto; Jaú e Rubinho; Rainha (Zezinho), Aruba (Mamão) e Soeni (Arnaldo); Nelson (Bira), Chiquinho (Artur), Borracha (Joinha), Kilaú e Altair (Clovis). Técnico: Bazilio Teixeira de Barros (ex-Guarani de Magé).
Time base de 1952: João Pinto (Everaldo ou Norival); Picolé (Jaú) e Rubinho (Vani); Jaú, Floriano (Arnaldo) e Zezinho Cabeção (Rubinho); Chico (Rainha ou Domingo), Kilau (Darci ou Artur), Borracha (Nico ou Aruba), Clovis (Vani ou Garoto) e Peixinho (Tico).
Time base de 1953: Everaldo (João Pinto ou Jaime); Jaú e Rubinho (Rainha II); Rainha, Jaime (Arubinha) e Artur (Moreno); Chiquinho (Roberto ou Zezinho), Clovis (Vani), Irami (Fernando), Belinho (Peixinho) e Tico-Tico (Tiburcio). Técnico e presidente: Avelino Marques de Oliveira.
Time base de 1954: João Pinto (Darcy); Vani (Cascata) e Rubinho (Antônio); Zezinho (Esquerdinha), Roberto (Hélio) e Jaime (Prainha ou Floriano); Rainha (Serafim), Clovis (Pedrinho), Sapateiro (Chico ou Cabeludo), Artur (Damião ou Floriano) e Zé (Naná ou Paulinho). Técnico: Izaltino de Oliveira.
Time base de 1955: Darcy (Luiz); Esquerdinha e Vani; Arthur, Cavata e Serafim; Clovis, Roberto, Pedrinho, Tico-Tico e Damião. Técnico e presidente: Avelino Marques de Oliveira.
Time base de 1956: João Pinto (Paulo); Artur e Rubinho; Waldir, Rainha e Pascoal; Cilônio, Sales, José, Damião e Paulinho.
Time base de 1957: Jurandir; Aluízio e Vani; Paulo, Cascata e Rainha (Paulinho); Neném, Ítalo, Zé Maria, Waldir e Damião.
Time base de 1958: Jorge (Wany); Djalma (Aluísio) e Vani (Cascata); Tasca, Rainha e Waldir II (Djalma); Armando, Serafim (Ítalo), Waldir I (Zé Maria), Domingos (Augusto ou José) e Augusto (Paulinho).
FOTOS: O Globo Sportivo (RJ) – A Manhã (RJ) – Tribuna da Imprensa (RJ)
FONTES: A Luta Democrática (RJ) – A Manhã (RJ) – Diário Carioca (RJ) – Gazeta de Notícias (RJ)– Imprensa Popular (RJ) – Jornal dos Sports (RJ) – O Globo Sportivo (RJ) – Tribuna da Imprensa (RJ)
Uma equipe mista do Flamengo, exibiu se na tarde da segunda-feira, do dia 09 de agosto de 1954, na cidade de Rio Preto, interior de Minas Gerais, enfrentando o Rio Preto Futebol Clube.
O rubro-negro carioca conseguiu espetacular vitória pela contagem de 8 a 0. Paulinho foi o artilheiro, marcando cinco tentos, cabendo a Mauricio(duas vezes) e Alaor completarem o placar do triunfo de Flamengo.
A equipe da Gávea formou com: Arlindo; Marinho e Leoni; Valter, Milton (Luiz Roberto) e Jorge (Papagaio); Paulinho, Alaor, Maurício, Tião (Chico) e Babá.
FONTES: Jornal dos Sports (RJ) – Jornal do Brasil (RJ)