Arquivo da categoria: Copas do Mundo

A AFRICA NAS COPAS E A COPA NA AFRICA

1934 – ITALIA PRIMEIRA PARTICIPAÇÃO

HUNGRIA 4×2 EGITO
Local: Giorgio Ascarelli (Nápoles); Público: 9.000;
Árbitro: Rinaldo Barlassina (ITA); Gols: Teleki (HUN) 7′, Toldi (HUN) 18′,
Fawzi (EGI) 26′ e 42′ do 1º; Vincze (HUN) 12′ e Toldi (HUN) 43′ do 2º.

1970 – MEXICO – SEGUNDA PARTICIPAÇÃO E PRIMEIRO PONTO GANHO CONTINENTE PASSOU A TER PELO MENOS UMA VAGA CERTA NOS MUNDIAIS.

ALEMANHA OC 2×1 MARROCOS
Local: Guanajuato (León); Público: 12.942;
Árbitro: Laurens Van Ravens (HOL); Gols: Jarir (MAR) 21′ do 1º;
Seeler (ALE) 11′ e Müller (ALE) 33′ do 2º;

PERU 3×0 MARROCOS
Local: Guanajuato (León); Público: 13.537;
Árbitro: Tofik Bakhramov (URS);
Gols: Cubillas 20′, Challe 22′ e Cubillas 30′ do 2º

MARROCOS 1×1 BULGÁRIA
Local: Guanajuato (León); Público: 12.299;
Árbitro: Antonio Saldanha Ribeiro (POR);
Gols: Jetchev (BUL) 40′ do 1º; Ghazouani (MAR) 16′ do 2º

1974 – ALEMANHA PRIMEIRA VEZ QUE O BRASIL ENFRENTA UMA SELEÇÃO AFRICANA EMAIOR VEXAME DO CONTINENTE EM UM MUNDIAL

ZAIRE 0x2 ESCÓCIA
Local: Westfalenstadion (Dortmund); Público: 25.000;
Árbitro: Gerhard Schulemburg (ALE); Gols: Lorimer 26′ e Jordan 34′ do 1º;

IUGOSLÁVIA 9×0 ZAIRE
Local: Parkstadion (Gelsenkirchen); Público: 20.000;
Árbitro: Omar Delgado (COL); Gols: Bajevic 8′, Dzajic 14′,
Surjak 18′, Katalinski 22′, Bajevic 30′ e Bogicevic 35′ do 1º;
Oblak 16′, Petkovic 20′ e Bajevic 36′ do 2º;

BRASIL 3×0 ZAIRE
Local: Parkstadion (Gelsenkirchen); Público: 35.000;
Árbitro: Nicolai Rainea (ROM); Gols: Jairzinho 12′ do 1º; Rivelino 21′ e
Valdomiro 34′ do 2º;

1978 – ARGENTINA PRIMEIRA VITÓRIA E UMA BOA CAMPANHA

TUNÍSIA 3×1 MÉXICO
Local: Cordiviola (Rosário); Público: 17.396;
Árbitro: John Gordon (ESC); Gols: Vasques (MEX-pen) 45′ do 1º;
Kaabi (TUN) 10′, Ghommidh (TUN) 34′ e Dhouib (TUN) 42′ do 2

POLÔNIA 1×0 TUNÍSIA
Local: Cordiviola (Rosário); Público: 9.624;
Árbitro: Franco Angel Martinez (ESP); Gol: Lato 43′ do 1º

ALEMANHA OC 0x0 TUNÍSIA
Local: Chateau Carreras (Córdoba); Público: 30.667;
Árbitro: Cesar Guerrero Orosco (PER);

1982 – ESPANHA GRANDES SURPRESAS E VITIMAS DE UM GOLPE BAIXO DE DOIS EUROPEUS AGORA SÃO DOIS REPRESENTANTES

PERU 0x0 CAMARÕES
Local: Estádio Riazor Publico 11.000;
Arbitro: Wohrer (Aut)

POLONIA 0 X 0 CAMARÔES
Local: Estádio Riazor Publico: 19.000;
Arbitro:Ponnet (Bel)

ITÁLIA 1 X 1 CAMARÕES
Local: Estádio Balaidos Publico: 20.000
Gols: Graziani (Ita) M´Bida (Cam)

ALEMANHA OCIDENTAL 1 X 2 ARGÉLIA
Local: Estadio El Molinon Publico: 42.000
Gols: Madjer e Belloumi (Alg) Rummenigge (Ale)

AUSTRIA 2×0 ARGÉLIA
Local: Estádio Carlos Tartiere Publico: 22.000
Gols: Schachner e Krankl

CHILE 2×3 ARGÉLIA
Local: Estádio Carlos Tartiere Publico: 16.000
Gols: Assad 2 e Bensaoula (Alg) e Neira e Letelier

1986 – MEXICO GRANDE CAMPANHA E CLASSIFICAÇÃO PARA A FASE SEGUINTE

ARGÉLIA 1×1 IRLANDA DO NORTE
Local: Guadalajara Publico: 22.000
Gols: Zidane (Agl) e Whiteside (Irl)

ARGÉLIA 0x1 BRASIL
Local: Estádio: Jalisco Publico: 48.000
Gol: Careca

ARGÉLIA 0X3 ESPANHA
Local: Monterrey Publico: 20.000
Gols: Calderé 2 e Eloy (Esp)

MARROCOS 0x0 POLONIA
Local: Universitário Monterrey Publico: 19.000

MARROCOS 0x0 INGLATERRA
Local: Tecnológico Monterrey Publico: 20.000

MARROCOS 3×1 PORTUGAL
Local: Jalisco Publico: 24.000
Gols: Khairi 2 e Krimau (Mar) Diamantino (Por)

MARROCOS 0x1 ALEMANHA OCIDENTAL
Local: Monterrey Publico: 20.000
Gols: Mathaus (Ale)

1990 – ITÁLIA COM CAMARÕES A AFRICA OUSOU EM IR TÃO LONGE

ARGENTINA 0x1 CAMARÕES
Local: Giuseppe Meazza Publico: 73.780
Gols: Oman Biyik

ROMÊNIA 1×2 CAMARÕES
Local: San Nicola Publico: 38.687
Gols: Milla 2 (Cam) e Balint (Rom)

UNIÃO SOVIETICA 4×0 CAMARÕES
Local: San Nicola Publico: 37.307
Gols: Protasov, Zyhmantovich, Zavarov e Dobrovolskyi (Urss)

COLÔMBIA 1×2 CAMARÔES
Local: San Nicola Publico: 50.026
Gols: Milla 2 (Cam) Redin (Col)

INGLATERRA 3×2 CAMARÕES
Local: San Paolo Napolés Publico: 55.205
Gols: Plat e Lineker 2 (Ing) Kundé e Ekeke (Cam)

EGITO 1×1 HOLANDA
Local: La Favorita Palermo Publico: 33.421
Gols: Kieft (Hol) e Abdelghani (Egi)

EGITO 0x0 IRLANDA DO NORTE
Local: La Favorita Palermo Publico: 33.288

EGITO 0x1 INGLATERRA
Local: Sant´Élia Cagliari Publico: 34.959
Gol: Wright

1994 – ESTADOS UNIDOS NIGÉRIA PRIMEIRA VEZ E UMA BOA SURPRESA JÁ SÃO 3 DO CONTINENTE

CAMARÕES 2×2 SUÉCIA
Local: Rose Bowl (Los Angeles); Público: 93.194;
Árbitro: Alberto Tejada (PER); Gols: Ljung (SUE) 8′ e
Embe (CMR) 31′ do 1º; Omam Biyik (CMR) 2′ e Dahlin (SUE) 30′ do 2º

BRASIL 3×0 CAMARÕES
Local: Stanford Stadium (San Francisco);
Público: 83.401; Árbitro: Arturo Brízio Carter (MEX);
Gols: Romário 39′ do 1º; Márcio Santos 21′ e Bebeto 28′ do 2

RÚSSIA 6×1 CAMARÕES
Local: Stanford Stadium (San Francisco); Público: 74.914;
Árbitro: Jamal Al Sharif (SIR); Gols: Salenko (RUS) 15′,
Salenko (RUS) 41′ e Salenko (RUS-pênalti) 44′ do 1º; Milla (CMR) 1′,
Salenko (RUS) 27′, Salenko (RUS) 30′ e Radchenko (RUS) 36 do 2º

NIGÉRIA 3×0 BULGÁRIA
Local: Cotton Bowl (Dallas); Público: 44.132;
Árbitro: Rodrigo Badilla (CRC); Gols: Yekini 21′ e Amokachi 43′ do 1º;
Amunike 10′ do 2º;

ARGENTINA 2×1 NIGÉRIA
Local: Foxboro Stadium (Boston); Público: 54.453;
Árbitro: Jonas Hil Karlsson (SUE); Gols: Siasia (NIG) 8′,
Caniggia (ARG) 21′ e Caniggia (ARG) 28′ do 1º;

GRÉCIA 0x2 NIGÉRIA
Local: Foxboro Stadium (Boston); Público: 53.001;
Árbitro: Leslie Mottram (ESC); Gols: Finidi 45′ do 1º; Yekini 45′ do 2º

NIGÉRIA 1×2 ITÁLIA
Local: Foxboro Stadium (Boston); Público: 54.367;
Árbitro: Arturo Brízio Carter (MEX); Gols: Amunike (NIG) 25′ do 1º;
Roberto Baggio (ITA) 43′ do 2º; Roberto Baggio (ITA) 10′ do 1º da Prorrogação

BÉLGICA 1×0 MARROCOS
Local: Citrus Bowl (Orlando); Público: 61.219;
Árbitro: Jose Torres Cadena (COL); Gol: Degryse 11′ do 1º;

ARÁBIA SAUDITA 2×1 MARROCOS
Local: Giants Stadium (New York); Público: 76.322;
Árbitro: Phillip Don (ING); Gols: Al Jaber (ARS-pênalti) 7′,
Chaouch (MAR) 26′ e Amin (ARS) 45′ do 2º;

MARROCOS 1×2 HOLANDA
Local: Citrus Bowl (Orlando); Público: 60.578;
Árbitro: Alberto Tejada (PER); Gols: Bergkamp (HOL) 43′ do 1º;
Nader (MAR) 2′ e Roy (HOL) 32′ do 2º;

1998 – FRANÇA JÁ SÃO 4 VAGAS E O RESPEITO AUMENTA PELOS AFRICANOS A CADA COPA DESDE 86 PELO MENOS UM AFRICANO PASSA PARA A OUTRA FASE

MARROCOS 2×2 NORUEGA
Local: La Mosson (Montpellier); Público: 29.800;
Árbitro: Pirom Anprasert (TAL); Gols: Hadji (MAR) 38′ do 1º;
Chippo (MAR-contra) 1′, Hada (MAR) 14′ e Eggen (NOR) 15′ do 2º;

BRASIL 3×0 MARROCOS
Local: La Beaujoire (Nantes);
Público: 35.500; Árbitro: Nokolai Levnikov (RUS);
Gols: Ronaldo 9′ do 1º; Rivaldo 2′ e Bebeto 5′ do 2º;

ESCÓCIA 0x3 MARROCOS
Local: Geoffroy-Guichard (St.Etiénne); Público: 30.600;
Árbitro: Ali Bujsaim (EAU); Gols: Bassir 22′ do 1º; Hada 1′ e
Bassir 40′ do 2º

CAMARÕES 1×1 ÁUSTRIA
Local: Municipal (Toulouse); Público: 33.500;
Árbitro: Epifânio González (PAR); Gols: Njanka (CMR) 33′ e
Polster (AUT) 45′ do 2º;

ITÁLIA 3×0 CAMARÕES
Local: La Mosson (Montpellier); Público: 29.800;
Árbitro: Edward Lennie (AUS); Gols: Di Biagio 7′ do 1º;
Vieri 30′ e Vieri 44′ do 2º;

CAMARÕES 1×1 CHILE
Local: La Beaujoire (Nantes); Público: 35.500;
Árbitro: Laszlo Vagner (HUN); Gols: Sierra (CHI) 20′ do 1º;
M’Boma (CMR) 10′ do 2º;

FRANÇA 3×0 ÁFRICA DO SUL
Local: Velódrome (Marselha); Público: 55.000;
Árbitro: Márcio Rezende (BRA); Gols: Dugarry 34′ do 1º;
Issa (AFS-contra) 33′ e Henry 45′ do 2º;

ÁFRICA DO SUL 1×1 DINAMARCA
Local: Municipal (Toulouse); Público: 33.500;
Árbitro: John Toro Rendon (COL); Gols: Nielsen (DIN) 13′ do 1º;
Mc Carthy (AFS) 7′ do 2º;

ARÁBIA SAUDITA 2×2 ÁFRICA DO SUL
Local: Parc Lescure (Bordeaux); Público: 31.800;
Árbitro: Mário Sanchez (CHI);
Gols: Bartlett (AFS) 19′ e Al Jaber (ARS-pênalti) 45′ do 1º;
Al Tunian (AFS-pênalti) 29′ e Bartlett (AFS-pênalti) 49′ do 2º;

ESPANHA 2×3 NIGÉRIA
Local: La Beaujoire (Nantes); Público: 35.500;
Árbitro: Esse Baharmast (EUA); Gols: Hierro (ESP) 21′ e Adepoju (NGA)
25′ do 1º; Raúl (ESP) 2′, Lawal (NGA) 28′ e Oliseh (NGA) 33′ do 2º;

NIGÉRIA 1×0 BULGÁRIA
Local: Parc des Princes (Paris); Público: 45.500;
Árbitro: Mário Sanchez (CHI); Gol: Ikpeba 26′ do 1º;

NIGÉRIA 1×3 PARAGUAI
Local: Municipal (Toulouse); Público: 33.500;
Árbitro: Pirom Anprasert (THA); Gols: Ayala (PAR) 1′ e
Oruma (NGA) 11′ do 1º; Benítez (PAR) 14′ e Cardozo (PAR) 41′ do 2º;

NIGÉRIA 1×4 DINAMARCA
Local: Sant Denis Publico: 77.000
Gols: Moller, Brian Laudrup, Sand e Helveg (Din) e Babangida (Nig)

2002 – COREIA E JAPÃO SENEGAL APRONTA E A AFRICA ENCANTA JUNTO COM O BRASIL

FRANÇA 0x1 SENEGAL
Local: World Cup Stadium (Seul); Público: 62.561;
Árbitro: Ali Bujsaim (EAU); Gol: Papa Diop (SEN) 30′ do 1º

DINAMARCA 1×1 SENEGAL
Local: Daegu World Cup Stadium (Daegu); Público: 43.500;
Árbitro: Carlos Batres (GUA)); Gols: Tomasson (DIN-pênalti) 16′ do 1º;
Diao (SEN) 7′ do 2º

SENEGAL 3×3 URUGUAI
Local: Suwon World Cup Stadium (Suwon); Público: 33.681;
Árbitro: Jan Wegereef (HOL); Gols: Fadiga (SEN-pênalti) 20′,
Diop (SEN) 26′ e Diop (SEN) 38′ do 1º; Morales (URU) 1′,
Forlán (URU) 24′ e Recoba (URU-pênalti) 43′ do 2º;

SUÉCIA 1×2 SENEGAL
Local: Stadium Big Eye (Oita); Público: 39.747;
Árbitro: Ubaldo Aquino (PAR); Gols: Larsson (SUE) 11′ e
Camara (SEN) 37′ do 1º; Camara (SEN) 14′ do 1º da prorrogação

SENEGAL 0x1 TURQUIA
Local: Osaka Nagai Stadium (Osaka); Público: 44.233;
Árbitro: Oscar Ruiz (COL); Gol: Mansiz 4′ do 1º da prorrogação

PARAGUAI 2×2 ÁFRICA DO SUL
Local: Busan Asiad Main Stadium (Busan); Público: 25.186;
Árbitro: Lubos Michel (ESV); Gols: Roque Santa Cruz (PAR) 39′ do 1º;
Arce (PAR) 10′, Mokoena (AFS) 18′ e Fortune (AFS-pênalti) 46′ do 2º

ÁFRICA DO SUL 1×0 ESLOVÊNIA
Local: Daegu World Cup Stadium (Daegu);
Público: 47.226; Árbitro: Angel Sanchez (ARG);
Gol: Nomvethe (AFS) 4′ do 1º

ÁFRICA DO SUL 2×3 ESPANHA
Local: Daejeon World Cup Stadium (Daejeon); Público: 31.024;
Árbitro: Saad Mane (KUW); Gols: Raúl (ESP) 4′ e Mc Carthy (AFS) 31′ do 1º;
Mendieta (ESP) 1′, Radebe (AFS) 8′ e Raúl (ESP) 11′ do 2º;

IRLANDA 1×1 CAMARÕES
Local: Stadium Big Swan (Niigata);
Público: 33.679; Árbitro: Toru Kamikawa (JAP);
Gols: M’Boma (CAM) 39′ do 1º; Holland (IRL) 7′ do 2º

CAMARÕES 1×0 ARÁBIA SAUDITA
Local: Saitama Stadium 2002 (Saitama); Público: 53.328;
Árbitro: Terje Hauge (NOR); Gol: Eto’o 21′ do 2º;

CAMARÕES 0x2 ALEMANHA
Local: Shizuoka Stadium Ecopa (Shizuoka); Público: 47.085;
Árbitro: Antonio Lopez Nieto (ESP); Gols: Bode 5′ e Klose 34′ do 2º

ARGENTINA 1×0 NIGÉRIA
Local: Kashima Stadium (Ibaraki); Público: 34.050;
Árbitro: Gilles Veissiére (FRA); Gol: Batistuta 18′ do 2º;

SUÉCIA 2×1 NIGÉRIA
Local: Kobe Wing Stadium (Kobe); Público: 36.194;
Árbitro: René Ortube (BOL); Gols: Aghahowa (NIG) 27′ e
Larsson (SUE) 35′ do 1º; Larsson (SUE-pênalti) 18′ do 2º

NIGÉRIA 0x0 INGLATERRA
Local: Osaka Nagai Stadium (Osaka);
Público: 44.864

RÚSSIA 2×0 TUNÍSIA
Local: Kobe Wing Stadium (Kobe); Público: 30.957;
Árbitro: Peter Prendergast (JAM); Gols: Titov 14′ e Karpin (pênalti) 19′ do 2º;

TUNÍSIA 1×1 BÉLGICA
Local: Stadium Big Eye (Oita); Público: 39.700;
Árbitro: Mark Shield (AUS); Gols: Wilmots (BEL) 13′ e Bouzaiene (TUN) 17′ do 1º;

TUNÍSIA 0x2 JAPÃO
Local: Osaka Nagai Stadium (Osaka); Público: 45.213;
Árbitro: Giles Veissiérre (FRA); Gols: Morishima 3′ e
Nakata 30′ do 2º;

2006 – ALEMANHA ANGOLA COSTA DO MARFIM GANA E TOGO ESTREIAM EM MUNDIAIS 5 SÃO OS AFRIACANOS AGORA

ARGENTINA 2×1 COSTA DO MARFIM
Local: Volksparkstadion (Hamburgo); Horário: 16h00;
Público: 49.480; Árbitro: Frank de Bleeckere (BEL);
Gols: Crespo 24′ e Saviola 38′ do 1º; Drogba 37′ do 2º.

HOLANDA 2×1 COSTA DO MARFIM
Local: Gottlieb-Daimler (Stuttgart); Horário: 13h00;
Público: 52.000; Árbitro: Oscar Ruiz (COL);
Gols: Van Persie 23′, Van Nistelrooy 27′ e Koné 38′ do 1º.

COSTA DO MARFIM 3×2 SÉRVIA
Local: World Cup Stadium (Munique); Horário: 16h00;
Público: 66.000; Árbitro: Marco Rodríguez (MEX);
Gols: Zigic 10′, Ilic 20′ e Dindané (pênalti) 37′ do 1º; Dindané 22′ e
Kalou (pênalti) 41′ do 2º

ANGOLA 0x1 PORTUGAL
Local: Mundial 2006 (Colônia); Horário: 16h00;
Público: 45.000; Árbitro: Jorge Larrionda (URU);
Gol: Pauleta 4′ do 1º tempo.

MÉXICO 0x0 ANGOLA
Local: Mundial Stadium (Hannover); Horário: 16h00;
Público: 43.000; Árbitro: Shamsul Maidin (SIN);

IRÃ 1×1 ANGOLA
Local: Zentralstadion (Leipzig); Horário: 11h00;
Público: 38.000; Árbitro: Mark Shield (AUS);
Gols: Flávio Amado 14′ e Bakhtiarizadeh 30′ do 2º.

ITÁLIA 2×0 GANA
Local: Niedersachen Stadion (Hannover); Horário: 16h00;
Público: 43.000; Árbitro: Carlos Eugenio Simon (BRA);
Gols: Pirlo 40′ do 1º; Iaquinta 37′ do 2º.

REP TCHECA 0x2 GANA
Local: Rheim Energy Stadium (Colônia); Horário: 13h00;
Público: 45.000; Árbitro: Horácio Elizondo (ARG);
Gols: Asamoah Gyan 2′ do 1º; Muntari 38′ do 2º.

GANA 2×1 ESTADOS UNIDOS
Local: Frankenstadion (Nüremberg); Horário: 11h00;
Público: 41.000; Árbitro: Markus Merk (ALE);
Gols: Draman 22′, Dempsey 43′ e Appiah (pênalti) 47′ do 1º;

CORÉIA DO SUL 2×1 TOGO
Local: Waldstadion (Frankfurt); Horário: 10h00;
Público: 48.000; Árbitro: Graham Pool (ING);
Gols: Kader 31′ do 1º; Chun Lee 9′ e Jung Ahn 27′ do 2º;

TOGO 0x2 SUÍÇA
Local: Westfalenstadion (Dortmund); Horário: 10h00;
Público: 65.000; Árbitro: Carlos Amarilla (PAR);
Gols: Frei 16′ do 1º; Barnetta 43′ do 2º.

TOGO 0x2 FRANÇA
Local: Rhein Energie Stadion (Colônia); Horário: 16h00;
Público: 45.000; Árbitro: Jorge Larrionda (URU);
Gols: Vieira 10′ e Henry 16′ do 2º.

TUNÍSIA 2×2 ARÁBIA SAUDITA
Local: Alianz Arena (Munique); Horário: 13h00;
Público: 66.000; Árbitro: Mark Shield (AUS);
Gols: Jaziri 23′ do 1º; Al Khatani 12′, Al Jaber 39′ e Jaidi 47′ do 2º

ESPANHA 3×1 TUNÍSIA
Local: Gottlieb-Daimler (Stuttgart); Horário: 16h00;
Público: 52.000; Árbitro: Carlos E.Simon (BRA); Gol: Mnari (TUN) 8′ do 1º;
Raul (ESP) 26′ e Fernando Torres (ESP) 31′ e (ESP-pênalti) 45′ do 2º.

UCRÂNIA 1×0 TUNÍSIA
Local: Olympiastadion (Berlim); Horário: 11h00;
Público: 72.000; Árbitro: Carlos Amarilla (PAR);
Gol: Shevchenko (pênalti) 25′ do 2º

BRASIL 3×0 GANA
Local: Westfalenstadion (Dortmund); Horário: 12h00;
Público: 65.000; Árbitro: Lubos Michel (ESV);
Gols: Ronaldo 5′ e Adriano 46′ do 1º; Zé Roberto 39′ do 2º;

2010 AFRICA DO SUL, PELA PRIMEIRA VEZ O CONTINENTE AFRICANO RECEBE UMA COPA DO MUNDO, AO LONGO DOS ANOS O CRESCIMENTO DO FUTEBOL DA AFRICA JÁ ASSOMBRA O MUNDO DA BOLA, NAS CATEGORIAS INFERIORES JÁ SÃO MUITAS CONQUISTAS E DUAS MEDALHAS DE OURO EM OLIMPIADAS, A AFRICA CADA VEZ MAIS OCUPA UM PAPEL DE DESTAQUE NO CENÁRIO FUTEBOLISTICO MUNDIAL NOS MAIORES CAMPEONATOS DA EUROPA O NUMERO DE AFRICANOS E DE SEUS DESCENDENTES QUE JOGAM POR PAISES COMO ALEMANHA, FRANÇA, PORTUGAL TAMBÉM É GRANDE. SERÁ QUE EM 2010 NUMA COPA JOGADA DENTRO DA AFRICA UM PAÍS AFRICANO CHEGARA ALEM DAS QUARTAS DE FINAIS:

AFRICA DO SUL. ARGÉLIA, CAMARÕES, COSTA DO MARFIM, GANA E NIGÉRIA QUAL DELAS PODERÁ ELEVAR MAIS AINDA O FUTEBOL DA AFRICA AO TOPO DO MUNDO DO FUTEBOL.

FORAM 11 PARTICIPAÇÕES DE EQUIPES DA AFRICA EM COPAS DO MUNDO O SALDO AINDA É BEM NEGATIVO E APENAS 18 VITÓRIAS, NIGÉRIA E CAMARÕES COM 4 VITÓRIAS CADA FORAM A QUE MAIS VENCERAM, CAMARÕES E SENEGAL AS UNICAS A CHEGAREM AS QUARTAS DE FINAIS. A COPA DE 2002 FOI A QUAL AS SELEÇÕES AFRICANAS MAIS VENCERAM PARTIDAS 4 NO TOTAL.

ROGER MILLA DE CAMARÕES É O MAIOR GOLEADOR COM CINCO GOLS EM TRÊS COPAS 82/90 E 1994.

NIGÉRIA 3 X 0 BULGÁRIA EM 1994 FOI O PLACAR MAIS ELÁSTICO DE UMA EQUIPE AFRICANA EM COPAS.
IUGOSLÁVIA 9 X 0 ZAIRE FOI O PLACAR MAIS DILATADO SOFRIDO POR UM PAÍS AFRICANO EM COPAS NA ALEMANHA EM 1974, ALIÁS ESTA FOI A PIOR CAMPANHA DE UMA SELEÇÃO DA AFRICA EM UM MUNDIAL LEVOU 14 GOLS E NÃO MARCOU NENHUM.

ARGÉLIA 2 X 1 ALEMANHA EM 1982
CAMARÕES 1 X 0 ARGENTINA EM 1990
SENEGAL 1 X 0 FRANÇA EM 2002
MARROCOS 3 X 1 PORTUGAL EM 1986
NIGÉRIA 3 X 2 ESPANHA EM 1998

SÃO AS MAIORES VITÓRIAS AFRICANAS EM MUNDIAIS DA FIFA.

AO TODO APENAS 13 NAÇÕES DA AFRICA PARTICIPARAM DA FASE FINAL DE UM COPA DO MUNDO
CAMARÕES IRÁ PARA A SUA 6ª PARTICIPAÇÃO A TUNISIA E MARROCOS COM 4 E A NIGÉRIA QUE VAI DISPUTAR A SUA 4ª COPA AFRICA DO SUL E ARGÉLIA JOGARAM A SUA 3ª.

ESTES SÃO ALGUNS NUMEROS DAS SELEÇÕES AFRICANAS EM MUNDIAIS.

FONTES: TODAS AS COPA DO MUNDO DE ORLANDO DUARTE E SITE BOLA NA AREA
TEXTOS: GALDINO SILVA

URUGUAI CAMPEÃO MUNDIAL DE 1930

[img:uruguai_argentina.jpg,full,centralizado]
Copa do Mundo FIFA de 1930 foi a primeira Copa do Mundo de Futebol realizada. Foi sediada no Uruguai de 13 de julho a 30 de julho. A FIFA escolheu o Uruguai como sede numa conferência em Barcelona em 18 de maio de 1929 pois o país celebraria o centenário de sua independência e a Seleção Uruguaia de Futebol vinha de dois títulos olímpicos.
Treze equipes participaram. Nove das Américas e quatro da Europa. Poucas equipes europeias decidiram participar por causa dos custos e da duração da viagem. As duas primeiras partidas da história da Copa do Mundo ocorreram simultaneamente e foram vencidas pela França e pelos Estados Unidos, que bateram respectivamente o México por 4 a 1 e a Bélgica por 3 a 0. O primeiro gol das Copas foi marcado por Lucien Laurent da França. Na final, o país-sede e favorito Uruguai bateu a Argentina por 4 a 2 em frente a uma torcida de 93.000 pessoas e se tornou a primeira nação a vencer uma Copa do Mundo.
Uma briga entre cartolas paulistas e cariocas impediu que a seleção brasileira levasse sua força máxima ao Mundial. Um único paulista, Araken, integrou a delegação.

Fonte: FIFA

COPA DE 2010 NÃO DEVE HAVER SURPRESAS! SERA?

Estamos aos poucos conhecendo os países classificados para o Mundial de 2010, o primeiro a ser realizado no continente africano, na Africa do Sul. Pelo que estou observando será uma copa com a maioria das seleções que estiveram na Alemanha em 2006, algumas destas seleções vão aos poucos se tornando membro fixas dos mundiais como o Brasil unico país a ter presença em todas as Copas, a Alemanha fora apenas das Copas de 1930 e 1950, a Itália ausente somente em 1930 e 1958, e mais a Argentina sempre presente desde de 1974 e a Espanha carimbado sempre o seu passaporte desde 1978 de novidades mesmo até agora será a Sérvia disputando pela primeira vez sem a companhia dos países dos balcãs, a Eslováquia, alguns retornos como Chile que não joga uma Copa desde 1998, a Coreia do Norte desde 1966 a Dinamarca desde 2002, poderemos ter mais algumas surpresas e a maior delas não será certamente uma presença e sim uma ausência e o que seria um duro castigo se los hermanos não se classificarem para o Mundial de 2010 e logo com seus maior pupilo nos gramados Diego Armando Maradona no comando técnico dos argentinos, seria uma lástima ver a Argentina fora; eu acredito que a Argentina vá ao Mundial, mesmo que seja pela repescagem como em 1994 quando precisou jogar duas partidas contra a Australia para ir aos EUA.

Pelo visto a Copa da Africa certamente terá uma seleção da América do Sul na final, como nas outras Copas fora da Europa o Uruguai e a Argentina em 1930, Brasil e Uruguai em 1950, em 1962 no Chile o Brasil e Chile chegarão as semifinal assim como em 1970 Brasil e Uruguai, em 1978 Argentina e Brasil entre os quatros em 1986 e 1994 os europeus colocaram três seleções entre os semifinalistas mais Argentina em 86 no México e Brasil 94 nos EUA. Até quando o mundial foi disputado pela primeira vez na Asia os europeus só chegaram com a Turquia e a Alemanha nas finais mais deu Brasil, os europeus só vencem Copas no seu continente onde eles dão as cartas, somente em 1958 na Suécia o Brasil quebrou esta trajetória. Nas Copas jogadas no velho continente é ampla a supremacia deles entre os quatro semifinalistas em 1934, 1966, 1982 e 2006 sou deu europa entre os quatro finalistas.

Ano que vem mais um mundial fora do solo europeu, acho pouco provavél que Alemanha ou Itália vençam a Copa da Africa do Sul, sua melhor seleção a Espanha é fogo de palha, La Furia sempre termina virando uma Xilique Frenético vide Copa das Confederações mais pode chegar pelo menos numa semifinal, o English Team também que não passa das quartas de final a Holanda é outra que só faz apitar, pelo lado africano Gana e Costa do Marfim dever ir até as quartas uma delas pelo menos, Mexico e Eua até as oitavas dependendo das chaves na primeira fase, a França se for pode ir até as quartas e quem sabe uma semifinal e Portugal se resgatar o bom futebol de 2006 e conseguir também chegar a Africa do Sul, Brasil é certamente o grande favorito, o Paraguai segue a risco os passos de cavalo paraguaio se passar da primeira fase já foi longe, a Argentina se chegar lá pode ter vida nova assim como o Uruguai se resolver jogar futebol e esquecer da catimba e ficar esperando a mistica da camisa celeste, de resto é esperar para ver o que acontece.

TEXTO: GALDINO SILVA

TODOS OS JOGOS DO BRASIL EM COPAS DO MUNDO

Oitavas-de-final – Grupo 2:
Brasil 1 x 2 Iugoslávia
Data: 14 de julho de 1930
Local: Central Parque Pereira (Montevidéu)
Árbitro: Anibal Tejada (Uruguai)
Gols: Tirnanic 30, Beck 35 do 1º tempo; Preguinho 16 do 2º.
BRASIL: Joel; Brilhante, Itália; Hermógenes, Fausto, Fernando; Poly, Nilo, Araken, Preguinho, Teóphilo.
IUGOSLÁVIA: Jaksic; Ivkovic, Mihailovic; Arsenievic, Stefanovic, Djokic; Tirnanic, Marjanovic, Beck, Vujadinovic, Sekulic.

Brasil 4 x Bolívia 0
Data: 20 de julho de 1930
Local: Estádio Centenário (Montevidéu)
Árbitro: Thomas Balway (França)
Gols: Moderato 35 do 1º tempo; Preguinho 10 e 31, Moderato 35 do 2º.
BRASIL: Velloso; Zé Luiz, Itália; Hermógenes, Fausto, Fernando; Benedito, Russinho, Carvalho Leite, Preguinho, Moderato.
BOLIVIA: Bermúdez; Durandal, Civaria; Sainz, Lara, Valderama; Ortiz, Bustamante, Mendez, Alborta, Fernandez.

Colocação do Brasil na Copa de 1930 – 6º lugar – Eliminado na primeira fase

O Brasil na Copa de 1934 na Itália:
Oitavas-de-final:
Brasil 1 x 3 Espanha
Data: 27 de maio de 1934
Local: Stadio Luigi Ferraris (Gênova)
Árbitro: Alfred Birlem (Alemanha)
Gols: Iraragorri (pen.) 18, Langara 25 do 1º tempo; Leônidas 11, Langara 30 do 2º.
BRASIL: Pedrosa, Sylvio Hoffman, Luiz Luz; Tinoco, Martim, Canalli; Luisinho, Waldemar de Brito, Armandinho, Leônidas, Patesko.
ESPANHA: Zamora, Ciriaco, Quinconces; Cilaurren, Maguerza, Marculeta; Lafuente, Iraragorri, Langara, Lecue, Gorostiza.
Colocação do Brasil na Copa de 1934 – 14º lugar – Eliminado na primeira fase

O Brasil na Copa de 1938 na França:
Oitavas-de-final
Brasil 6 x Polônia 5
Data: 5 de junho de 1938
Local: Stade de la Meinau (Strasburgo)
Árbitro: Ivan Eklind (Suécia)
Gols: Leônidas 18, Willimowski (pen.) 22, Romeu 25, Leônidas 44 do 1º tempo; Piontek 5, Willimowski 14, Perácio 27, Willimowski 43 do 2º tempo; Leônidas 3 e 12, Willimowski 14 do 1º tempo da prorrogação.
BRASIL: Batatais; Domingos, Machado; Zezé Procópio, Martim, Afonsinho; Lopes, Romeu, Leônidas, Perácio, Hércules. POLÔNIA: Madejski; Szcepaniak, Galecki; Gora, Nytz, Dytko; Piec I, Piontek, Szerfke, Willimowski, Wodarz.

Quartas-de-final:
Brasil 1 x Checoslováquia 1
Data: 12 de junho de 1938
Local: Parc de Lescure (Bordeaux)
Árbitro: Paul van Hertzka (Hungria)
Gols: Leônidas 30 do 1º tempo; Nejedly (pen.) 19 do 2º.
BRASIL: Walter; Domingos, Machado; Zezé Procópio, Martim, Afonsinho; Lopes, Romeu, Leônidas, Perácio, Hércules. CHECOSLOVÁQUIA: Planicka; Burger, Daucik; Kostalek, Boucek, Kopecky; Riha, Simunek, Ludl, Nejedly, Puc. Expulsões: Zezé Procópio, Machado e Riha.

Desempate:
Brasil 2 x Checoslováquia 1
Data: 14 de junho de 1938
Local: Parc de Lescure (Bordeaux)
Árbitro: Georges Capdeville (França)
Gols: Kopecky 30 do 1º tempo; Leônidas 11, Roberto 18 do 2º.
BRASIL: Walter; Jahu, Nariz; Brito, Brandão, Argemiro; Roberto, Luisinho, Leônidas, Tim, Patesko.
CHECOSLOVÁQUIA: Burkert; Burger, Daucik; Kostalek, Boucek, Ludl; Horak, Senecky, Kreutz, Kopecky, Rulc.

Semifinal:
Brasil 1 x Itália 2
Data: 16 de junho de 1938
Local: Stade Vélodrome (Marseille)
Árbitro: Hans Wutrich (Suíça)
Gols: Colaussi 11, Meazza (pen.) 15, Romeu 41 do 2º tempo.
BRASIL: Walter; Domingos, Machado; Zezé Procópio, Martim, Afonsinho; Lopes, Luisinho, Perácio, Romeu, Patesko.
ITÁLIA: Olivieri; Foni, Rava; Serantoni, Andreolo, Locatelli; Biavati, Meazza, Piola, Ferrari, Colaussi.

Disputa do terceiro lugar:
Brasil 4 x Suécia 2
Data: 19 de junho de 1938
Local: Parc de Lescure (Bordeaux)
Árbitro: Jean Langews (Bélgica)
Gols: Jonasson 18, Nyberg 38, Romeu 43 do 1º tempo; Leônidas 18 e 28, Perácio 35 do 2º.
BRASIL: Batatais; Domingos, Machado; Zezé Procópio, Brandão, Afonsinho; Roberto, Romeu, Leônidas, Perácio, Patesko.
SUÉCIA: Abrahamsson; Eriksson, Nilsson; Almgren, Linderholm, Svanstroem; Bersson, H. Andersson, Jonasson, A. Andersson, Nyberg.

Colocação do Brasil na Copa de 1938 – 3º lugar

O Brasil na Copa de 1950 no Brasil:
Fase de Classificação – Grupo 1:
Brasil 4 x 0 México
24/junho/1950
Local: Maracanã (Rio de Janeiro)
Árbitro: George Reader (Inglaterra)
Gols: Ademir 32 do 1º tempo; Jair 11, Baltazar 17, Ademir 36 do 2º.
BRASIL: Barbosa; Augusto, Juvenal; Eli, Danilo, Bigode; Maneca, Ademir, Baltazar, Jair, Friaça.
MÉXICO: Carbajal; Zetter, Montemayor; Ruiz, Uchoa, Roca; Septien, Ortiz, Casarin, Perez, Velasquez.

Brasil 2 x Suíça 2
28/junho/1950
Local: Pacaembu (São Paulo)
Árbitro: Ramón Azón (Espanha)
Gols: Alfredo II 2, Fatton 16, Baltazar 31 do 1º tempo; Fatton 43 do 2º.
BRASIL: Barbosa; Augusto, Juvenal; Bauer, Rui, Noronha; Alfredo II, Maneca, Baltazar, Ademir, Friaça.
SUÍÇA: Stuber; Neury, Bocquet; Lusenti, Egginemann, Quinche; Tamini, Bickel, Friedlander, Bader, Fatton.

Brasil 2 x 0 Iugoslávia
1/julho/1950
Local: Maracanã (Rio de Janeiro)
Árbitro: Mervyn Griffiths (País de Gales)
Gols: Ademir 3 do 1º tempo; Zizinho 24 do 2º.
BRASIL: Barbosa; Augusto, Juvenal; Bauer, Danilo, Bigode; Maneca, Zizinho, Ademir, Jair, Chico.
IUGOSLÁVIA: Mrkusic; Horvath, Stankovic; Tchaikowsky I, Jovanovic, Djajic; Vukas, Mitic, Tomasevic, Bobek, Tchaikowsky II.

Fase Final:
Brasil 7 x 1 Suécia
9/julho/1950
Local: Maracanã (Rio de Janeiro)
Árbitro: Arthur Ellis (Inglaterra)
Gols: Ademir 6 e 36, Chico 39 do 1º tempo; Ademir 6 e 12, Andersson (pen.) 31, Maneca 40, Chico 43 do 2º.
BRASIL: Barbosa; Augusto, Juvenal; Bauer, Danilo, Bigode; Maneca, Zizinho, Ademir, Jair, Chico.
SUÉCIA: Svensson; Samuelsson, Erik Nilsson; Andersson, Nordahl, Gaerd; Sundqvist, Palmer, Jepsson, Skoglund, Stellan Nilsson.

Brasil 6 x 1 Espanha
13/julho/1950
Local: Maracanã (Rio de Janeiro)
Árbitro: Reg Leafe (Inglaterra)
Gols: Ademir 13, Jair 18, Chico 31 do 1º tempo; Chico 11, Ademir 12, Zizinho 22, Igoa 26 do 2º.
BRASIL: Barbosa; Augusto, Juvenal; Bauer, Danilo, Bigode; Friaça, Zizinho, Ademir, Jair, Chico.
ESPANHA: Ramallets; Alonso, Gonzalvo II; Gonzalvo III, Parra, Puchades; Basora, Igoa, Zarra, Panizo, Gainza.

Brasil 1 x 2 Uruguai
16/julho/1950
Local: Maracanã (Rio de Janeiro)
Árbitro: George Reader (Inglaterra)
Gol: Friaça 2, Schiaffino 26, Ghiggia 36 do 2º tempo.
BRASIL: Barbosa; Augusto, Juvenal; Bauer, Danilo, Bigode; Friaça, Zizinho, Ademir, Jair, Chico.
URUGUAI: Maspoli; Matias Gonzalez, Tejera; Gambetta, Obdulio Varela, Andrade; Ghiggia, Julio Perez, Miguez, Schiaffino, Moran.

Colocação do Brasil na Copa de 1950 – 2º lugar (vice-campeão)

O Brasil na Copa de 1954 na Suíça:
Oitavas-de-final, Grupo 1
Brasil 5 x México 0
16/junho/1954
Local: Genebra
Árbitro: Wyssling (Suíça)
Gols: Baltazar 22, Pinga 38, Didi 39, Pinga 42 do 1º tempo; Julinho 23 do 2º.
BRASIL: Castilho; Djalma Santos, Pinheiro, Nílton Santos; Brandãozinho, Bauer; Julinho, Didi, Baltazar, Pinga, Rodrigues.
MÉXICO: Mota; Lopez, Romo, Gomez; Cardenas, Avallos; Torres, Naranjo, Lamadrid, Balcazar, Arellano.

Brasil 1 x Iugoslávia 1
(Após prorrogação. Tempo normal: 1×1)
19/junho/1954
Local: Lausanne
Árbitro: Faultless (Escócia)
Gols: Zebec 4, Didi 26 do 2º tempo.
BRASIL: Castilho; Djalma Santos, Pinheiro, Nílton Santos; Brandãozinho, Bauer; Julinho, Didi, Baltazar, Pinga, Rodrigues.
IUGOSLÁVIA: Beara; Stankovic, Horvath, Crnkovic; Tchaikowsky I, Boskov; Milutinovic, Mitic, Zebec, Vukas, Dvornic.

Quartas-de-final:
Brasil 2 x 4 Hungria
27/junho/1954
Local: Berna
Árbitro: Ellis (Inglaterra)
Gols: Hidegkuti 3, Kocsis 7, Djalma Santos (pen.) 17 do 1º tempo; Lantos (pen.) 16, Julinho 30, Kocsis 43 do 2º.
BRASIL: Castilho; Djalma Santos, Pinheiro, Nílton Santos; Brandãozinho, Bauer; Julinho, Didi, Índio, Humberto, Maurinho.
HUNGRIA: Grosics; Buzansky, Lorant, Lantos; Boszik, Zakarias; M. Toth, Kocsis, Hidegkuti, Czibor, J. Toth.
Expulsões: Nílton Santos, Boszik e Humberto.

Colocação do Brasil na Copa de 1954 – 6º lugar – Eliminado nas quartas-de-final

O Brasil na Copa de 1958 na Suécia:
Oitavas-de-final, Grupo 4
8/junho/1958
Brasil 3 x Áustria 0
Local: Rimervallen (Uddevalla)
Árbitro: Maurice Guigue (França)
Gols: Mazzola 38 do 1º tempo; Nílton Santos 4, Mazzola 44 do 2º.
BRASIL: Gilmar; De Sordi, Bellini, Orlando, Nílton Santos; Dino, Didi; Joel, Mazzola, Dida, Zagalo.
ÁUSTRIA: Szanwald; Halla, Koller; Hanappi, Swoboda, Happel; Horak, Senekowitch, Buzek, Korner, Schleger.

11/junho/1958
Brasil 0 x Inglaterra 0
Local: Nya Ullevi (Gotemburgo)
Árbitro: Albert Dusch (Alemanha Ocidental)
BRASIL: Gilmar; De Sordi, Bellini, Orlando, Nílton Santos; Dino, Didi; Joel, Mazzola, Vavá, Zagalo.
INGLATERRA: McDonald; Howe, Banks; Clamp, Wright, Slater; Douglas, Robson, Kevan, Haynes, A’Court.

15/junho/1958
Brasil 2 x URSS 0
Local: Nya Ullevi (Gotemburgo)
Árbitro: Maurice Guigue (França)
Gols: Vavá 3 do 1º tempo; Vavá 21 do 2º.
BRASIL: Gilmar; De Sordi, Bellini, Orlando, Nílton Santos; Zito, Didi; Garrincha, Vavá, Pelé, Zagalo.
URSS: Yashin; Kesarev, Krijevsky; Kuznetsov, Voinov, Tsarev; A. Ivanov, V. Ivanov, Simonjan, Igor Netto, Iljin.

Quartas-de-final
19/junho/1958
Brasil 1 x País de Gales 0
Local: Nya Ullevi (Gotemburgo)
Árbitro: Hriedrich Speilt (Áustria)
Gol: Pelé 26 do 2º tempo.
BRASIL: Gilmar; De Sordi, Bellini, Orlando, Nílton Santos; Zito, Didi; Garrincha, Mazzola, Pelé, Zagalo.
PAÍS DE GALES: Kelsey; Williams, M. Charles; Hopkins, Sullivan, Bowen; Medwin, Hewitt, Webster, Allchurch, Jones.

Semifinal: 24/junho/1958
Brasil 5 x França 2
Local: Raasunda (Estocolmo)
Árbitro: Mervyn Griffiths (País de Gales)
Gols: Vavá 2, Fontaine 8, Didi 39 do 1º tempo; Pelé 8, 19 e 31, Piantoni 40 do 2º.
BRASIL: Gilmar; De Sordi, Bellini, Orlando, Nílton Santos; Zito, Didi; Garrincha, Vavá, Pelé, Zagalo.
FRANÇA: Abbes; Kaelbel, Jonquet; Lerond, Penverne, Marcel; Wisnieski, Kopa, Fontaine, Piantoni, Vincent.

Final: 29/junho/1958
Brasil 5 x Suécia 2
Local: Raasunda (Estocolmo)
Árbitro: Maurice Guigue (França)
Gols: Liedholm 4, Vavá 8 e 32 do 1º tempo; Pelé 11, Zagalo 23, Simonsson 35, Pelé 44 do 2º.
BRASIL: Gilmar; Djalma Santos, Bellini, Orlando, Nílton Santos; Zito, Didi; Garrincha, Vavá, Pelé, Zagalo.
SUÉCIA: Svensson; Bergmark, Axbom; Borjesson, Gustavsson, Parling; Hamrin, Gren, Simonsson, Liedholm, Skoglund. Colocação do Brasil na Copa de 1958 – Campeão

O Brasil na Copa de 1962 na Chile :
Oitavas-de-final, Grupo 3:
30/maio/1962
Brasil 2 x México 0
Local: Estádio Sausalito (Viña del Mar)
Árbitro: Gottfried Dienst (Suíça)
Gols: Zagalo 11, Pelé 27 do 2º tempo.
BRASIL: Gilmar; Djalma Santos, Mauro, Zózimo, Nílton Santos; Zito, Didi; Garrincha, Vavá, Pelé, Zagalo.
MÉXICO: Carbajal, Del Muro, Cárdenas, Sepúlveda, Villegas; Najera, Jasso; Del Aguilla, Reyes, Hernández, Diaz.

2/junho/1962:
Brasil 0 x Checoslováquia 0
Local: Estádio Sausalito (Viña del Mar)
Árbitro: Pierre Schwinte (França)
BRASIL: Gilmar; Djalma Santos, Mauro, Zózimo, Nílton Santos; Zito, Didi; Garrincha, Vavá, Pelé, Zagalo.
CHECOSLOVÁQUIA: Schroiff; Lala, Pluskal, Popluhar, Novak; Masopust, Scherer; Stibranyi, Kvasnak, Adamec, Jelinek.

6/junho/1962
Brasil 2 x Espanha 1
Local: Estádio Sausalito (Viña del Mar)
Árbitro: Sérgio Bustamente (Chile)
Gols: Adelardo 35 do 1º tempo; Amarildo 27 e 40 do 2º.
BRASIL: Gilmar; Djalma Santos, Mauro, Zózimo, Nílton Santos; Zito, Didi; Garrincha, Vavá, Amarildo, Zagalo.
ESPANHA: Araquistain; Rodri, Etchevarria, Pachin, Gracia; Vérges, Peiró; Collar, Adelardo, Puskas, Gento.

Quartas-de-final
10/junho/1962
Brasil 3 x Inglaterra 1
Local: Estádio Sausalito (Viña del Mar)
Árbitro: Pierre Schwinte (França)
Gols: Garrincha 32, Hitchens 38 do 1º tempo; Vavá 8, Garrincha 14 do 2º.
BRASIL: Gilmar; Djalma Santos, Mauro, Zózimo, Nílton Santos; Zito, Didi; Garrincha, Vavá, Amarildo, Zagalo.
INGLATERRA: Springett; Armfield, Moore, Wilson, Flowers; Norman, Haynes; Douglas, Greaves, Hitchens, Bobby Charlton.

Semifinal
13/junho/1962
Brasil 4 x Chile 2
Local: Estádio Nacional (Santiago)
Árbitro: Arturo Yamazaki (Peru)
Gols: Garrincha 9 e 32, Toro 41 do 1º tempo; Vavá 3, Leonel Sánchez (pen.) 16, Vavá 32 do 2º.
BRASIL: Gilmar; Djalma Santos, Mauro, Zózimo, Nílton Santos; Zito, Didi; Garrincha, Vavá, Amarildo, Zagalo.
CHILE: Escutti; Eyzaguirre, Contreras, Raul Sánchez, Rojas; Rodrigues, Tobar; Ramírez, Toro, Landa, Leonel Sánchez.

Final
17/junho/1962
Brasil 3 x Checoslováquia 1
Local: Estádio Nacional (Santiago)
Árbitro: Nicolai Latishev (URSS)
Gols: Masopust 15, Amarildo 16 do 1º tempo; Zito 24, Vavá 33 do 2º.
BRASIL: Gilmar; Djalma Santos, Mauro, Zózimo, Nílton Santos; Zito, Didi; Garrincha, Vavá, Amarildo, Zagalo.
CHECOSLOVÁQUIA: Schroiff; Tichy, Pluskal, Popluhar, Novak; Masopust, Scherer; Pospichal, Kadraba, Kvasnak, Jelinek. Colocação do Brasil na Copa de 1962 – Bicampeão

O Brasil na Copa de 1966 na Inglaterra:
Oitavas-de-final, Grupo 3:
12/julho/1966
Brasil 2 x Bulgária 0
Local: Goodison Park (Liverpool)
Árbitro: Tschenscher (Alemanha Ocidental)
Gols: Pelé no 1º tempo; Garrincha no 2º.
BRASIL: Gilmar; Djalma Santos, Bellini, Altair, Paulo Henrique; Denílson, Lima; Garrincha, Alcindo, Pelé, Jairzinho.
BULGÁRIA: Naidenov; Chalamanov, Penev, Voutsov, Gaganelov; Kitov, Jetchev; Dermendjev, Asparoukhov, Yakimov, Kolev.

15/julho/1966
Brasil 1 x Hungria 3
Local: Goodison Park (Liverpool)
Árbitro: Callaghan (País de Gales)
Gols: Bene, Tostão no 1º tempo; Farkas, Meszoli (pen.) no 2º.
BRASIL: Gilmar; Djalma Santos, Bellini, Altair, Paulo Henrique; Lima, Gérson; Garrincha, Alcindo, Tostão, Jairzinho.
HUNGRIA: Gelei; Kapozta, Matrai, Meszoly, Szepesi; Sipos, Mathesz; Bene, Albert, Farkas, Rakosi.

19/julho/1966
Brasil 1 x Portugal 3
Local: Goodison Park (Liverpool)
Árbitro: McCabe (Inglaterra)
Gols: Eusébio, Simões no 1º tempo; Eusébio, Rildo no 2º.
BRASIL: Manga; Fidélis, Brito, Orlando, Rildo; Denílson, Lima; Jairzinho, Silva, Pelé, Paraná.
PORTUGAL: José Pereira; Morais, Batista, Vicente, Hilário; Jaime Graça, Coluna; José Augusto, Eusébio, Torres, Simões.
Colocação do Brasil na Copa de 1966 – 11º lugar – Eliminado na primeira fase

O Brasil na Copa de 1970 no México:
Oitavas-de-final, Grupo 3
3/junho/1970
Brasil 4 x Checoslováquia 1
Local: Estádio Jalisco (Guadalajara, México)
Árbitro: Ramón Barreto (Uruguai)
Gols: Petras 12, Rivelino 24 do 1º tempo; Pelé 15, Jairzinho 18 e 38 do 2º.
BRASIL: Félix; Carlos Alberto, Brito, Piazza, Everaldo; Clodoaldo, Gérson (Paulo César), Rivelino; Jairzinho, Tostão, Pelé.
CHECOSLOVÁQUIA: Viktor; Dobias, Horvath, Migas, Hagara; Kuna, Hrolicka (Kvasnak); Frantisek Vesely (Bohumil Vesely), Petras, Adamec, Jokl.

7/junho/1970
Brasil 1 x Inglaterra 0
Local: Estádio Jalisco (Guadalajara, México)
Árbitro: Abraham Klein (Israel)
Gol: Jairzinho 14 do 2º tempo.
BRASIL: Félix; Carlos Alberto, Brito, Piazza, Everaldo; Clodoaldo, Rivelino, Paulo César; Jairzinho, Tostão (Roberto), Pelé.
INGLATERRA: Banks; Wright, Moore, Labone, Cooper; Mullery, Bobby Charlton (Bell), Ball, Peters; Lee (Astle), Hurst.

10/junho/1970
Brasil 3 x Romênia 2
Local: Estádio Jalisco (Guadalajara, México)
Árbitro: Ferdinand Marschall (Áustria)
Gols: Pelé 19, Jairzinho, 21, Dumitrache 34 do 1º tempo; Pelé 24, Dembrovsky 38 do 2º.
BRASIL: Félix; Carlos Alberto, Brito, Fontana, Everaldo (Marco Antônio); Piazza, Clodoaldo (Edu), Paulo César; Jairzinho, Tostão, Pelé.
ROMÊNIA: Adamache (Raducanu); Satmareanu, Lupescu, Dumitru, Mocanu; Dinu, Nunweiller; Dembrovsky, Neagu, Dumitrache (Tataru), Lucescu.

Quartas-de-final:
14/junho/1970
Brasil 4 x Peru 2
Local: Estádio Jalisco (Guadalajara, México)
Árbitro: Vital Loreaux (Bélgica)
Gols: Rivelino 11, Tostão 15, Gallardo 29 do 1º tempo; Tostão 6, Cubillas 25, Jairzinho 30 do 2º.
BRASIL: Félix; Carlos Alberto, Brito, Piazza, Marco Antônio; Clodoaldo, Gérson (Paulo César), Rivelino; Jairzinho (Roberto), Tostão, Pelé.
PERU: Rubiños; Campos, Chumpitaz, Fernandez, Fuentes; Challe, Mifflin; Baylón (Sotil), Perico León (Reyes), Cubillas, Gallardo.

Semifinal
17/junho/1970
Brasil 3 x 1 Uruguai
Local: Estádio Jalisco (Guadalajara)
Árbitro: Ortiz de Mendíbil (Espanha)
Gols: Cubilla 19, Clodoaldo 44 do 1º tempo; Jairzinho 31, Rivelino 44 do 2º.
BRASIL: Félix; Carlos Alberto, Brito, Piazza, Everaldo; Clodoaldo, Gérson, Rivelino; Jairzinho, Tostão, Pelé.
URUGUAI: Mazurkiewicz, Ubiñas, Ancheta, Matosas, Mujica; Montero Castillo, Fontes, Manero (Esparrago); Cubilla, Cortez, Morales.

Final:
21/junho/1970
Brasil 4 x Itália 1
Local: Estádio Azteca (Cidade do México)
Árbitro: Rody Glockner (Alemanha Oriental)
Gols: Pelé 18, Bonisegna 37 do 1º tempo; Gérson 20, Jairzinho 25, Carlos Alberto 42 do 2º.
BRASIL: Félix; Carlos Alberto, Brito, Piazza, Everaldo; Clodoaldo, Gérson, Rivelino; Jairzinho, Tostão, Pelé.
ITÁLIA: Albertosi, Burgnich, Cera, Rosato, Facchetti; De Sisti, Bertini (Juliano), Mazzola (Rivera); Domenghini, Bonisegna, Riva.
Colocação do Brasil na Copa de 1970 – Tricampeão

O Brasil na Copa de 1974 na Alemanha Ocidental:
Primeira fase, Grupo 2
13/junho/1974
Brasil 0 x Iugoslávia 0
Local: Waldstadion (Frankfurt)
Árbitro: Rudolph Scheurer (Suíça)
BRASIL: Leão; Nelinho, Luís Pereira, Marinho Perez, Marinho Chagas; Piazza, Rivelino, Paulo César; Valdomiro, Jairzinho, Leivinha.
IUGOSLÁVIA: Maric; Buljan, Katakinski, Bogicevic, Hadziabdic; Muzinic, Oblak, Acimovic; Petkovic, Surjak, Dzajic.

18/junho/1974
Brasil 0 x Escócia 0
Local: Waldstadion (Frankfurt)
Árbitro: Van Gemert (Holanda)
BRASIL: Leão; Nelinho, Luís Pereira, Marinho Perez, Marinho Chagas; Piazza, Rivelino, Paulo César; Jairzinho, Mirandinha, Leivinha (Paulo César Carpeggiani).
ESCÓCIA: Harvey; Jardine, McGrain, Holton, Buchan; Bremner, Hay, Dalglish; Morgan, Jordan, Lorimer.

22/junho/1974
Brasil 3 x Zaire 0
Local: Parkstadion (Gelsenkirschen)
Árbitro: Nicolae Rainea (Romênia)
Gols: Jairzinho 13 do 1º tempo; Rivelino 22, Valdomiro 34 do 2º.
BRASIL: Leão; Nelinho, Luís Pereira, Marinho Perez, Marinho Chagas; Piazza (Mirandinha), Rivelino, Paulo César Carpeggiani; Jairzinho, Leivinha (Valdomiro), Edu.
ZAIRE: Kazadi; Nwepu, Buhanga, Lobilo, Mukombo; Kibonge, Mana, Kidumu (Kilasu); Tshinabu (Kembo), Ntumba, Myanga.

Segunda fase, Grupo A
26/junho/1974
Brasil 1 x Alemanha Oriental 0
Local: Niedesachsenstadion (Hannover)
Árbitro: Clive Thomas (País de Gales)
Gol: Rivelino 19 do 2º tempo.
BRASIL: Leão; Zé Maria, Luís Pereira, Marinho Perez, Marinho Chagas; Paulo César Carpeggiani, Rivelino, Paulo César; Valdomiro, Jairzinho, Dirceu.
ALEMANHA ORIENTAL: Croy, Kische, Waetzlich, Lauck (Lowe), Bransch; Weise, Streich, Hamman (Irmscher);Sparwasser, Kurbjuweit, Hoffmann.

30/junho/1974
Brasil 2 x Argentina 1
Local: Niedesachsenstadion (Hannover)
Árbitro: Vital Loraux (Bélgica)
Gols: Rivelino 30, Brindisi 34 do 1º tempo; Jairzinho 4 do 2º.
BRASIL: Leão; Zé Maria, Luís Pereira, Marinho Perez, Marinho Chagas; Paulo César Carpeggiani, Rivelino, Paulo César; Valdomiro, Jairzinho, Dirceu.
ARGENTINA: Carnevali, Glaria, Heredia, Bargas, Sá (Carrascosa); Brindisi, Squeo, Babbington; Balbuena, Ayala, Kempes (Houseman).

14/junho/1974
Brasil 0 x Holanda 2
Local: Westfalenstadion (Dortmund)
Árbitro: Kurt Tschenscher (Alemanha Ocidental)
Gols: Neeskens 5, Cruyff 20 do 2º tempo.
BRASIL: Leão; Zé Maria, Luís Pereira, Marinho Perez, Marinho Chagas; Paulo César Carpeggiani, Rivelino, Paulo César (Mirandinha); Valdomiro, Jairzinho, Dirceu.
HOLANDA: Jongbloed; Suurbier, Krol, Rijsbergen, Haan; Jansen, Van Hanegen, Neeskens (Israel); Rep, Cruyff, Rensenbrink (De Jong).
Expulsão: Luís Pereira.

Disputa do terceiro lugar – 6/julho/1974
Brasil 0 x Polônia 1
Local: Olympiastadion, Munique
Gol: Lato 30 do 2º tempo.
Árbitro: Aurelio Angonese (Itália)
BRASIL: Leão; Zé Maria, Alfredo, Marinho Perez, Marinho Chagas; Paulo César Carpeggiani, Ademir da Guia (Mirandinha), Rivelino; Valdomiro, Jairzinho, Dirceu.
POLÔNIA: Tomaszewski; Szymanowsky, Zmuda, Gorgon, Musial; Maszcyk, Deyna, Kasperczak; Lato, Szarmach (Kapka), Gadocha.
Colocação do Brasil na Copa de 1974 – 4º lugar

O Brasil na Copa de 1978 na Argentina:
Primeira fase, Grupo 3
3/junho/1978
Brasil 1 x Suécia 1
Local: Mar del Plata
Árbitro: Clive Thomas (País de Gales)
Gols: Sjoberg 36, Reinaldo 45 do 1º tempo.
BRASIL: Leão; Toninho, Oscar, Amaral, Edinho; Batista, Toninho Cerezo (Dirceu), Zico, Rivelino; Gil (Nelinho), Reinaldo.
SUÉCIA: Hellstrom; Borg, Roy Andersson, Nordqvist, Erlandsson; Tapper, Linderoth, Bo Larsson, Lennart Larsson (Edstrom); Sjoberg, Wendt.

7/junho/1978
Brasil 0 x Espanha 0
Local: Mar del Plata
Árbitro: Sergio Gonella (Itália)
BRASIL: Leão; Nelinho (Gil), Oscar, Amaral, Edinho; Batista, Toninho Cerezo, Zico (Jorge Mendonça), Dirceu; Toninho, Reinaldo.
ESPANHA: Miguel Angel; Perez, Migueli (Biosca), Olmo, Uria (Guzmán); San José, Leal, Asensi, Juanito; Santillana, Cardeñosa.

11/junho/1978
Brasil 1 x Áustria 0
Local: Mar del Plata
Árbitro: Robert Wurtz (França)
Gol: Roberto 40 do 1º tempo.
BRASIL: Leão; Toninho, Oscar, Amaral, Rodrigues Neto; Batista, Toninho Cerezo (Chicão), Jorge Mendonça (Zico), Dirceu; Gil, Roberto.
ÁUSTRIA: Koncilia; Sara, Pezzey, Obermeyer, Breitenberger; Prohaska, Hickersberger (weber), Kreuz, Krieger (Happich); Krankl, Jara.

Segunda fase, Grupo B
14/junho/1978
Brasil 3 x Peru 0
Local: Mendoza
Árbitro: Nicolae Rainea (Romênia)
Gols: Dirceu 14 e 27 do 1º tempo; Zico(pen.) 27 do 2º
BRASIL: Leão; Toninho, Oscar, Amaral, Rodrigues Neto; Batista, Toninho Cerezo (Chicão), Jorge Mendonça, Dirceu; Gil (Zico), Roberto.
PERU: Quiroga; Duarte, Manzo, Chumpitaz, Diaz (Navarro); Velásquez, Cueto, Cubillas; Muñante, La Rosa, Oblitas (Percy Rojas).

18/junho/1978
Brasil 0 x Argentina 0
Local: Rosário
Árbitro: Karoly Palotai (Hungria)
BRASIL: Leão; Toninho, Oscar, Amaral, Rodrigues Neto (Edinho); Batista, Chicão, Jorge Mendonça (Zico), Dirceu; Gil, Roberto.
ARGENTINA: Fillol; Olguin, Galván, Passarella, Tarantini; Gallego, Ardiles (Villa), Kempes; Bertoni, Luque, Ortiz (Alonso).

21/junho/1978
Brasil 3 x Polônia 1
Local: Mendoza
Árbitro: Juan Silvagno (Chile)
Gols: Nelinho 11, Lato 44 do 1º tempo; Roberto 12 e 17 do 2º.
BRASIL: Leão; Nelinho, Oscar, Amaral, Toninho; Batista, Toninho Cerezo (Rivelino), Zico (Jorge Mendonça), Dirceu; Gil, Roberto.
POLÔNIA: Kukla; Maculewicz, Gorgon, Zmuda, Szymanowsky; Nawalka, Deyna, Kasperczak (Lubanski), Boniek; Lato, Szarmach.

Disputa do terceiro lugar – 24/junho/1978
Brasil 2 x Itália 1
Local: Estádio Monumental de Nuñez (Buenos Aires)
Árbitro: Abraham Klein (Israel)
Gols: Causio 38 do 1º tempo; Nelinho 19, Dirceu 25 do 2º.
BRASIL: Leão; Nelinho, Oscar, Amaral, Rodrigues Neto; Batista, Toninho Cerezo (Rivelino), Jorge Mendonça, Dirceu; Gil (Reinaldo), Roberto.
ITÁLIA: Zoff; Gentile, Cuccuredu, Scirea, Cabrini; Maldera, Antognoni (Claudio Sala), Patrizio Sala; Causio, Rossi, Bettega.
Colocação do Brasil na Copa de 1978 – 3º lugar

O Brasil na Copa de 1982 na Espanha:
Primeira fase – Grupo 6:
14/junho/1982
Brasil 2 x 1 URSS
Local: Estádio Sanchez Pizjuan (Sevilha)
Árbitro: Lamo Castillo (Espanha)
Gols: Bal 33 do 1º tempo; Sócrates 28, Éder 43 do 2º.
BRASIL: Valdir Peres; Leandro, Oscar, Luisinho, Júnior; Falcão, Sócrates, Zico; Dirceu (Paulo Isidoro), Serginho, Éder.
URSS: Dasaev; Sulakvelidze, Chivadze, Baltacha, Demianenko; Bessanov, Bal, Daraselia (Andreiev), Gavrilov (Susloparov); Shengelia, Blokhin.

18/junho/1982
Brasil 4 x Escócia 1
Local: Estádio Benito Villamarin (Sevilha)
Árbitro: Luis Silles Calderón (Costa Rica)
Gols: Narey 18, Zico 33 do 1º tempo; Oscar 3, Éder 19, Falcão 42 do 2º.
BRASIL: Valdir Peres; Leandro, Oscar, Luisinho, Júnior; Toninho Cerezo, Falcão, Sócrates, Zico; Serginho (Paulo Isidoro), Éder.
ESCÓCIA: Rough; Narey, Miller, Hansen, Grey; Hartford (McLeis), Souness, Robertson; Strachan (Dalglish), Wark, Archibald.

23/junho/1982
Brasil 4 x Nova Zelândia 0
Local: Estádio Benito Villamarin (Sevilha)
Árbitro: Damir Matovinovic (Iugoslávia)
Gols: Zico 28 e 31 do 1º tempo; Falcão 10, Serginho 25 do 2º.
BRASIL: Valdir Peres; Leandro, Oscar (Edinho), Luisinho, Júnior; Toninho Cerezo, Falcão, Sócrates, Zico; Serginho (Paulo Isidoro), Éder.
NOVA ZELÂNDIA: Van Hutton; Dodds, McLure, Herbert, Elrick; Mckay, Boath, Creswell (B. Turner), Summer; Rufer (Cole), Woodlin.

Segunda fase, Grupo C
2/julho/1982
Brasil 3 x Argentina 1
Local: Estádio Sarriá (Barcelona)
Árbitro: Mario Rubio Vasquez (México)
Gols: Zico 12 do 1º tempo; Serginho 21, Júnior 29, Ramón Diaz 44 do 2º.
BRASIL: Valdir Peres; Leandro (Edevaldo), Oscar, Luisinho, Júnior; Toninho Cerezo, Falcão, Sócrates, Zico (Batista); Serginho, Éder.
ARGENTINA: Fillol; Olguin, Galván, Passarella, Tarantini; Barbas, Ardiles, Maradona; Bertoni (Santamaria), Kempes (Ramón Diaz), Calderón.
Expulsão: Maradona

5/julho/1982
Brasil 2 x Itália 3
Local: Estádio Sarriá (Barcelona)
Árbitro: Abraham Klein (Israel)
Gols: Rossi 5, Sócrates 12, Rossi 25 do 1º tempo; Falcão 23, Rossi 30 do 2º.
BRASIL: Valdir Peres; Leandro, Oscar, Luisinho, Júnior; Toninho Cerezo, Falcão, Sócrates, Zico; Serginho (Paulo Isidoro), Éder.
ITÁLIA: Zoff; Gentile, Scirea, Colovatti (Bergomi), Cabrini; Tardelli (Marini), Oriali, Antognoni, Graziani; Conti, Rossi.
Colocação do Brasil na Copa de 1982 – 5º lugar – Eliminado nas segunda fase

O Brasil na Copa de 1986 no México:
Primeira fase, Grupo D
1/junho/1986
Brasil 1 x Espanha 0
Local: Estádio Jalisco (Guadalajara)
Árbitro: Christopher Bambridge (Austrália)
Gol: Sócrates 17 do 1º tempo.
BRASIL: Carlos; Édson, Júlio César, Edinho, Branco; Elzo, Alemão, Júnior (Falcão), Sócrates; Casagrande (Muller), Careca.
ESPANHA: Zubizarreta; Tomás, Maceda, Goicochéa, Camacho; Victor, Michel, Francisco Lopez (Señor), Julio Alberto; Butragueño, Salinas.

6/junho/1986
Brasil 1 x Argélia 0
Local: Estádio Jalisco (Guadalajara)
Árbitro: Rômulo Mendez Molina (Guatemala)
Gol: Careca 22 do 2º tempo.
BRASIL: Carlos; Édson (Falcão), Júlio César, Edinho, Branco; Elzo, Alemão, Júnior, Sócrates; Casagrande (Muller), Careca.
ARGÉLIA: Drid; Medjadi, Guendouz, Megharia, Mansouri; Kaci-Said, Benmabrouk, Belloumi (Zidane); Madjer, Menad, Assad (Bensaoula).

12/junho/1986
Brasil 3 x Irlanda do Norte 0
Local: Estádio Jalisco (Guadalajara)
Árbitro: Siegfried Kirschen (Alemanha Oriental)
Gols: Careca 15, Josimar 41 do 1º tempo; Careca 42 do 2º.
BRASIL: Carlos; Josimar, Júlio César, Edinho, Branco; Elzo, Alemão, Júnior, Sócrates (Zico); Muller (Casagrande), Careca.
IRLANDA DO NORTE: Jennings; Nicholl, O’Neyel, McGreery, Donaghy; McDonald, McIlroy, Clarke, Whiteside (Hamilton); Campbell (Armstrong), Stewart.

Oitavas-de-final: 16/junho/1986
Brasil 4 x Polônia 0
Local: Estádio Jalisco (Guadalajara)
Árbitro: Volker Roth (Alemanha Ocidental)
Gols: Sócrates 30 do 1º tempo; Josimar 9, Edinho 32, Careca 36 do 2º.
BRASIL: Carlos; Josimar, Júlio César, Edinho, Branco; Elzo, Alemão, Júnior, Sócrates (Zico); Muller (Silas), Careca.
POLÔNIA: Mlynarczyk; Przybys (Furtok), Wojcicki, Majewski, Ostrowski; Urban (Zmuda), Karas, Tarasiewicz, Dziekanowski; Boniek, Smolarek.

Quartas-de-final: 21/junho/1986
Brasil 1 x França 1 (3 x 4 na disputa de pênaltis)
Local: Estádio Jalisco (Guadalajara)
Árbitro: Ioan Igna (Romênia)
Gols: Careca 16, Platini 41 do 1º tempo.
Pênaltis: Sócrates (Bats defendeu), Stopyra (gol), Alemão (gol), Amoros (gol), Zico (gol), Bellone (gol), Branco (gol), Platini (fora), Júlio César (trave), Fernandez (gol).
BRASIL: Carlos; Josimar, Júlio César, Edinho, Branco; Elzo, Alemão, Júnior (Silas), Sócrates; Muller (Zico), Careca. FRANÇA: Bats; Amoros, Battiston, Bossis, Tusseau; Giresse (Ferreri), Fernandez, Tigana, Platini; Stopyra, Rocheteau (Bellone).
Colocação do Brasil na Copa de 1986 – 5º lugar – Eliminado nas quartas-de-final

O Brasil na Copa de 1990 na Itália:
Primeira fase, Grupo C:
10/junho/1990
Brasil 2 x 1 Suécia
Local: Stadio delle Alpi (Turim)
Árbitro: Tulio Lanese (Itália)
Gols: Careca 40 do 1º tempo; Careca 17, Brolin 33 do 2º.
BRASIL: Taffarel; Jorginho, Mauro Galvão, Mozer, Ricardo Gomes, Branco; Dunga, Alemão, Valdo; Muller, Careca.
SUÉCIA: Ravelli; Roland Nilsson, Schwarz, Larsson, Ljung (Stromberg); Thern, Limpar, Ingesson, Joakin Nilsson; Brolin, Magnusson (Petersson).

16/junho/1990
Brasil 1 x Costa Rica 0
Local: Stadio delle Alpi (Turim)
Árbitro: Naji Jouini (Tunísia)
Gol: Muller 33 do 1º tempo.
BRASIL: Taffarel; Jorginho, Mauro Galvão, Mozer, Ricardo Gomes, Branco; Dunga, Alemão, Valdo (Silas); Muller, Careca (Bebeto).
COSTA RICA: Conejo; Chavarria, Flores, Marchena, Montero; Chavez, Gonzales, Gomez, Ramirez; Jara (Meyers), Cayasso (Guimarães).

20/junho/1990
Brasil 1 x Escócia 0
Local: Stadio delle Alpi (Turim)
Árbitro: Helmut Kohl (Áustria)
Gol: Muller 37 do 2º tempo.
BRASIL: Taffarel; Jorginho, Mauro Galvão, Ricardo Rocha, Ricardo Gomes, Branco; Dunga, Alemão, Valdo; Romário (Muller), Careca.
ESCÓCIA: Leighton; McKimmie, McLeish, Aitken, Malpas; McPherson, McStay, McLeod (Gillespie), McCall; Johnston, McCoist (Fleck).

Oitavas-de-final – 24 de junho de 1990:
Brasil 0 x 1 Argentina
Local: Stadio delle Alpi (Turim)
Árbitro: Joel Quiniou
Gol: Caniggia 35 do 2º tempo.
BRASIL: Taffarel; Jorginho, Mauro Galvão (Silas), Ricardo Rocha, Ricardo Gomes, Branco; Dunga, Alemão (Renato Gaúcho), Valdo; Muller, Careca.
ARGENTINA: Goycoechea; Simón, Monzón, Ruggeri, Olarticoechea; Basualdo, Giusti, Burruchaga, Maradona; Caniggia, Troglio (Calderón).

Expulsão: Ricardo Gomes
Colocação do Brasil na Copa de 1990 – 9º lugar – Eliminado nas oitavas-de-final

O Brasil na Copa de 1994 nos Estados Unidos:
Primeira fase, Grupo B
20/junho/1994
Brasil 2 x Rússia 0
Local: Stanford Stadium (Palo Alto)
Árbitro: An Yan Lim Kee Chong (Ilhas Maurício)
Gols: Romário 26 do 1º tempo; Raí (pen.) 8 do 2º.
BRASIL: Taffarel; Jorginho, Ricardo Rocha (Aldair), Márcio Santos, Leonardo; Mauro Silva, Dunga (Mazinho), Raí, Zinho; Bebeto, Romário.
RÚSSIA: Kharin; Nikiforov, Gorlukovich, Ternavsky; Khlestov, Kuznetsov, Piatnisky, Tsimbalar, Karpin; Radchenko (Borodiuk), Iuran (Salenko).

24/junho/1994
Brasil 3 x Camarões 0
Local: Stanford Stadium (Palo Alto)
Árbitro: Arturo Brizio Carter (México)
Gols: Romário 39 do 1º tempo; Márcio Santos 20, Bebeto 27 do 2º.
BRASIL: Taffarel; Jorginho, Aldair, Márcio Santos, Leonardo; Mauro Silva, Dunga, Raí (Muller), Zinho (Paulo Sérgio); Bebeto, Romário.
CAMARÕES: Bell; Tataw, Kalla, Song, Agbo; Libih, Foe, Mbouh, Mfede (Maboang); Omam-Biyik, Embe (Milla). Expulsão: Song, 18 do 2º tempo.

28/junho/1994
Brasil 1 x Suécia 1
Local: Silverdome (Detroit)
Árbitro: Sandor Puhl (Hungria)
Gols: Kennet Andersson 23 do 1º tempo; Romário 1 do 2º.
BRASIL: Taffarel; Jorginho, Aldair, Márcio Santos, Leonardo; Mauro Silva (Mazinho), Dunga, Raí (Paulo Sérgio), Zinho; Bebeto, Romário.
SUÉCIA: Ravelli; Roland Nilsson, Patrik Andersson, Kamark, Ljung; Schwarz (Mild), Ingesson, Thern, Henrik Larsson (Blomqvist); Brolin, Kennet Andersson.

Oitavas-de-final – 4/julho/1994
Brasil 1 x Estados Unidos 0
Local: Stanford Stadium (Palo Alto)
Árbitro: Joel Quiniou (França)
Gol: Bebeto 28 do 2º tempo.
BRASIL: Taffarel; Jorginho, Aldair, Márcio Santos, Leonardo; Mauro Silva, Dunga, Mazinho, Zinho (Cafu); Bebeto, Romário.
ESTADOS UNIDOS: Meola; Clavijo, Balboa, Lalas, Caligiuri; Tab Ramos (Wynalda), Dooley, Hugo Perez (Wegerle), Sorber; Cobi Jones, Stewart.
Expulsões: Leonardo 41 do 1º tempo; Clavijo 42 do 2º.

Quartas-de-final – 9 de julho de1994
Brasil 3 x 2 Holanda
Local: Cotton Bowl (Dallas)
Árbitro: Rodrigo Badilla (Costa Rica)
Gols: Romário 6, Bebeto 16, Bergkamp 18, Winter 30, Branco 36 do 2º tempo.
BRASIL: Taffarel; Jorginho, Aldair, Márcio Santos, Branco; Mauro Silva, Dunga, Mazinho (Raí), Zinho; Bebeto, Romário.
HOLANDA: De Goey; Winter, Koeman, Valckx, Wouters; Witschge, Rijkaard (Ronald de Boer), Jonk; Overmars, Bergkamp, Van Vossen (Roy).

Semifinal – 13 de julho de 1994
Brasil 1 x 0 Suécia
Local: Rose Bowl (Pasadena)
Árbitro: José Joaquín Torres Cadena (Colômbia)
Gol: Romário 35 do 2º tempo.
BRASIL: Taffarel; Jorginho, Aldair, Márcio Santos, Branco; Mauro Silva, Dunga, Mazinho (Raí), Zinho; Bebeto, Romário.
SUÉCIA: Ravelli; Roland Nilsson, Patrik Andersson, Bjorklund, Ljung; Thern, Ingesson, Mild, Brolin; Dahlin (Rehn), Kennet Andersson.
Expulsão: Thern 17 do 2º tempo.

Final: 17 de julho de 1994
Brasil 0 x 0 Itália – Disputa de pênaltis: Brasil 3 x 2 Itália
Local: Rose Bowl (Pasadena)
Árbitro: Sandor Puhl (Hungria)
Pênaltis: Baresi (fora), Márcio Santos (fora), Albertini (gol), Romário (gol), Evani (gol), Branco (gol), Massaro (Taffarel defendeu), Dunga (gol), Roberto Baggio (fora).
BRASIL: Taffarel; Jorginho (Cafu), Aldair, Márcio Santos, Branco; Mauro Silva, Dunga, Mazinho, Zinho (Viola); Bebeto, Romário.
ITÁLIA: Pagliuca; Mussi (Apolloni), Baresi, Benarrivo, Maldini; Dino Baggio (Evani), Donadoni, Berti, Albertini; Roberto Baggio, Massaro.
Colocação do Brasil na Copa de 1994 – Tetracampeão

O Brasil na Copa de 1998 na França:
Primeira fase, Grupo A
10/junho/1998
Brasil 2 x 1 Escócia
Local: Stade de France (Saint-Denis)
Árbitro: José Garcia Aranda (Espanha)
Gols: César Sampaio 4, Collins (pen.) 37 do 1º tempo; Boyd (contra) 27 do 2º.
BRASIL: Taffarel; Cafu, Júnior Baiano, Aldair, Roberto Carlos; Dunga, César Sampaio, Giovanni (Leonardo), Rivaldo; Bebeto (Denílson), Ronaldo.
ESCÓCIA: Leighton; Burley, Calderwood, Hendry, Boyd, Dailly (Tosh McKinlay); Jackson (Billy McKinlay), Lambert, Collins; Gallacher, Durie.

16/junho/1998
Brasil 3 x Marrocos 0
Local: La Beaujoire-Louis-Fonteneau (Nantes)
Árbitro: Nikolai Levnikov (Rússia)
Gols: Ronaldo 9, Rivaldo 47 do 1º tempo; Bebeto 5 do 2º.
BRASIL: Taffarel; Cafu, Júnior Baiano, Aldair, Roberto Carlos; Dunga, César Sampaio (Doriva), Leonardo, Rivaldo (Denílson); Bebeto (Edmundo), Ronaldo.
MARROCOS: Benzekri; El Hadrioui, Rossi, Naybet, Saber (Amzine); Chippo, Taher El Lakhlej, Chiba (Abrami), Hadji; Hadda (El Khattabi), Bassir.

23/junho/1998
Brasil 1 x Noruega 2
Local: Stade-Vélodrome (Marseille)
Árbitro: Esfandiar Baharmast (USA)
Gols: Bebeto 32, Tore Andre Flo 37, Rekdal (pen.) 43 do 2º.
BRASIL: Taffarel; Cafu, Junior Baiano, Gonçalves, Roberto Carlos; Dunga, Leonardo, Rivaldo, Denílson; Bebeto, Ronaldo.
NORUEGA: Grodaas; Berg, Eggen, Johnsen, Björnebye; Strand (Mykland), Leonhardsen, Havard Flo (Solskjaer), Rekdal; Riseth (Jostein Flo), Tore Andre Flo.

Oitavas-de-final – 27/junho/1998
Brasil 4 x Chile 1
Local: Parc des Princes (Paris)
Árbitro: Marc Batta (França)
Gols: César Sampaio 11, César Sampaio 26, Ronaldo (pen.) 46 do 1º tempo; Salas 23, Ronaldo 25 do 2º.
BRASIL: Taffarel; Cafu, Júnior Baiano, Aldair (Gonçalves), Roberto Carlos; Dunga, César Sampaio, Leonardo, Rivaldo; Bebeto (Denílson), Ronaldo.
CHILE: Tapia; Reyes, Margas, Fuentes; Cornejo, Ramírez (Vega), Acuña (Musrri), Sierra (Estay), Aros; Salas, Zamorano.

Quartas-de-final – 3 de julho de 1998
Brasil 3 x 2 Dinamarca
Local: La Beaujoire-Louis-Fonteneau (Nantes)
Árbitro: Gamal Ghandour (Egito)
Gols: Jörgensen 2, Bebeto 10, Rivaldo 26 do 1º tempo; Brian Laudrup 5, Rivaldo 15 do 2º.
BRASIL: Taffarel; Cafu, Júnior Baiano, Aldair, Roberto Carlos; Dunga, César Sampaio (Zé Roberto), Leonardo (Émerson), Rivaldo; Bebeto (Denílson), Ronaldo.
DINAMARCA: Schmeichel; Colding, Rieper, Högh, Heintze; Helveg (Schjönberg), Jörgensen, Nielsen (Töfting), Michael Laudrup; Möller (Sand), Brian Laudrup.

Semifinal – 7 de julho de 1998
Brasil 1 x Holanda 1 (4 x 2 na disputa de pênaltis)
Local: Stade-Vélodrome (Marseille)
Árbitro: Ali Mohammed Bujsaim (Emirados Árabes Unidos)
Gols: Ronaldo 1, Kluivert 42 do 2º tempo.
Pênaltis: Ronaldo (gol), Frank de Boer (gol), Rivaldo (gol), Bergkamp (gol), Emerson (gol), Cocu (Taffarel defendeu), Dunga (gol), Ronald de Boer (Taffarel defendeu).
BRASIL: Taffarel; Zé Carlos, Júnior Baiano, Aldair, Roberto Carlos; Dunga, César Sampaio, Leonardo (Émerson), Rivaldo; Bebeto (Denílson), Ronaldo.
HOLANDA: van der Sar; Reiziger (Winter), Stam, Frank de Boer, Cocu; Davids, Zenden (Van Hooijdonk), Jonk (Seedorf), Ronald de Boer; Bergkamp, Kluivert.

Final – 12 de julho de 1998
Brasil 0 x 3 França
Local: Stade de France (Saint-Denis)
Árbitro: Said Belqola (Marrocos)
Gols: Zidane 27 e 45 do 1º tempo; Petit 47 do 2º.
BRASIL: Taffarel; Cafu, Júnior Baiano, Aldair, Roberto Carlos; Dunga, César Sampaio (Edmundo), Leonardo (Denílson), Rivaldo; Bebeto, Ronaldo.
FRANÇA: Barthez; Thuram, Leboeuf, Desailly, Lizarazu; Karembeu (Boghossian), Deschamps, Petit, Zidane; Djorkaeff (Vieira), Guivarc’h (Dugarry).
Expulsão: Desailly, 23 do 2º tempo.
Colocação do Brasil na Copa de 1998 – 2º lugar

O Brasil na Copa de 2002 na Coréia do Sul e Japão:
Primeira fase:
3/junho/2002
Brasil 2 x 1 Turquia
Local: Estádio Munsu, Ulsan, Coréia do Sul
Público: 33.842
Árbitro: Kim Young Joo (Coréia do Sul)
Assistentes: Visva Krishnan (Singapura) e Vladimir Fernandez (Eslováquia)
Gols: Hasan Sas(TUR) 45’+2′, Ronaldo 50′, Rivaldo 87′
BRASIL: Marcos, Lúcio, Roque Junior, Edmílson; Cafu, Gilberto Silva, Juninho (Vampeta 72′), Rivaldo, Roberto Carlos; Ronaldinho Gaúcho (Denílson 67′), Ronaldo (Luizão 73′). Técnico: Luiz Felipe Scolari.
TURQUIA: Rustu Recber, Korkmaz (Mansiz 66′), Akyel, Alpay; Unsal, Ozat, Basturk (Davala 65′), EmreEmre, Tugay (Erdem 88′); Sukur, Sas. Técnico: Senol Gunes.
Cartão amarelo: Akyel(TUR) 21′, Unsal (TUR) 24′, Alpay (TUR) 44′, Denílson 73′
Expulsões: Alpay(TUR) 86′, Unsal(TUR) 90’+4′
8/junho/2002
Brasil 4 x 0 China
Local: Estádio Jeju, Seogwipo, Coréia do Sul
Público: 36.750
Árbitro: Anders Frisk (Suécia)
Assistentes:
Gols: Roberto Carlos 15′, Rivaldo 32′, Ronaldinho Gaúcho 45′, Ronaldo 55′
BRASIL: Marcos, Lúcio, Roque Junior, Anderson Polga; Cafu, Gilberto Silva, Juninho (Ricardinho 71′), Rivaldo, Roberto Carlos; Ronaldinho Gaúcho (Denílson 46′), Ronaldo (Edílson 72′). Técnico: Luiz Felipe Scolari.
CHINA: Jiang Jin, Wu Chenying, Li Tie, Ma Mingyu (Pu Yang 62′), Hao Haidong (Qu Bo 75′), Li Weifeng, Zhao Junze, Du Wei, Li Xiaopeng, Qi Hong (Zhao Junzhe 67′), Xu Yunlong. Técnico: Bora Milutinovic.
Cartão amarelo: Ronaldinho Gaúcho 25′, Roque Junior 69′

13/junho/2002
Brasil 5 x 2 Costa Rica
Local: Estádio Suwon, Suwon, Coréia do Sul
Público: 38.524
Árbitro: Gamal Ghandour (Egito)
Assistentes: Wagih Farag (Egito), Egon Bereuter (Áustria)
Gols: Ronaldo 10′, Ronaldo 13′, Edmílson 38′, Wanchope(CRI) 39′, Gomez(CRI) 56′, Rivaldo 62′, Junior 64′ BRASIL: Marcos, Lúcio, Anderson Polga, Edmílson; Cafu, Gilberto Silva, Juninho (Ricardinho 60′), Rivaldo (Kaká 72′), Junior; Edílson (Kléberson 58′), Ronaldo. Técnico: Luiz Felipe Scolari.
COSTA RICA: Lonnis, Marin, Wright, Martinez (Parks 73′), Castro, Wallace (Bryce 46′), Lopez, Solis (Fonseca 66′), Centeno, Gomez, Wanchope. Técnico: Alexandre Guimarães.
Cartão amarelo: Cafu 90’+3′

Oitavas-de-final – 17/junho/2002
Brasil 2 x 0 Bélgica
Local: Estádio Kobe Wing, Kobe, Japão
Público: 40.440
Árbitro: Peter Prendergast (Jamaica)
Assistentes: Yuri Dupanov (Belarus), Mohamed Saeed (Maldivas)
Gols: Rivaldo 67′, Ronaldo 88′
BRASIL: Marcos, Lúcio, Roque Junior, Edmílson; Cafu, Gilberto Silva, Juninho (Denílson 57′), Rivaldo (Ricardinho 90′), Roberto Carlos; Ronaldinho Gaúcho (Kléberson 81′), Ronaldo. Técnico: Luiz Felipe Scolari.
BÉLGICA: De Vlieger, Van Kerckhoven, Van Buyten, Peeters (Sonck 73′), Simons, Wilmots, Goor, Verheyen, Vanderhaeghe, Walem, Mpenza. Técnico: Robert Waseige.
Cartão amarelo: Vanderhaeghe 24′, Roberto Carlos 28′.

Quartas-de-final – 21 de junho de 2002
Brasil 2 x 1 Inglaterra
Local: Estádio Shizuoka, Shizuoka, Japão
Público: 47.436
Árbitro: Felipe Ramos Rizo (México)
Assistentes: Hector Vergara (Canadá) e Mohamed Saeed (Maldivas)
Gols: Owen(ING) 23′, Rivaldo 45′, Ronaldinho Gaúcho 50′
BRASIL: Marcos, Lúcio, Roque Junior, Edmílson; Cafu, Gilberto Silva, Kléberson, Rivaldo, Roberto Carlos; Ronaldinho Gaúcho, Ronaldo (Edílson 70′). Técnico: Luiz Felipe Scolari.
INGLATERRA: Seaman, Mills, Campbell, Ferdinand, Ashley Cole (Sheringham 79′); Scholes, Butt, Beckham, Sinclair (Dyer 56′); Owen (Vassell 79′), Heskey. Técnico: Sven-Goran Eriksson. Cartão amarelo: Scholes(ING) 75′, Ferdinand(ING) 86′
Expulsão: Ronaldinho Gaúcho 57′

Semifinal – 26 de junho de 2002
Brasil 1 x 0 Turquia
Local: Saitama Stadium 2002, Saitama, Japão
Público: 61.058
Árbitro: Kim Milton Nielsen (Dinamarca)
Assistentes: Maciej Wierzbowski (Polônia), Igor Sramka (Eslováquia)
Gol: Ronaldo 49′
BRASIL: Marcos, Lúcio, Roque Junior, Edmílson; Cafu, Gilberto Silva, Kléberson (Belletti 85′), Rivaldo, Roberto Carlos; Edílson (Denílson 75′), Ronaldo (Luizão 68′). Técnico: Luiz Felipe Scolari.
TURQUIA: Rustu Recber, Korkmaz, Akyel, Alpay; Davala (Izzet 74′), Ergun, Basturk (Erdem 88′), Emre (Mansiz 62′), Tugay; Sukur, Sas. Técnico: Senol Gunes.
Cartão amarelo: Gilberto Silva 41′, Tugay(TUR) 59′, Sas(TUR) 90′

Final – 30 de junho de 2002
Brasil 2 x 0 Alemanha
Local: International Stadium, Yokohama, Japão
Público: 69.029
Árbitro: Pierluigi Collina (Itália)
Assistentes: Leif Lindberg (Suécia), Phillip Sharp (Inglaterra)
Gols: Ronaldo 67′, Ronaldo 79′
BRASIL: Marcos, Lúcio, Roque Junior, Edmílson; Cafu, Gilberto Silva, Kléberson, Rivaldo, Roberto Carlos; Ronaldinho Gaúcho (Juninho 85′), Ronaldo (Denílson 90′). Técnico: Luiz Felipe Scolari.
ALEMANHA: Kahn, Linke, Ramelow, Frings; Metzelder, Schneider, Hamann, Jeremies (Asamoah 77′), Bode (Ziege 84′);
Neuville, Klose (Bierhoff 74′). Técnico: Rudi Völler.
Cartão amarelo: Roque Junior 6′, Klose(ALE) 9′
Colocação do Brasil na Copa de 2002 – Pentacampeão

O Brasil na Copa de 2006 na Alemanha:
Primeira fase:
13 de junho de 2006
Brasil 1 x 0 Croácia
Local: Estádio Olímpico (Olympiastadion), Berlim
Público: 66.021
Árbitro: Benito Archundia (México)
Assistentes: José Ramirez (México) e Hector Vergara (Canadá)
Gol: Kaká (43 minutos do 1º tempo)
BRASIL: Dida, Cafu, Lúcio, Juan, Roberto Carlos; Émerson, Zé Roberto, Kaká, Ronaldinho Gaúcho; Ronaldo (Robinho) e Adriano. Técnico: Carlos Alberto Parreira.
CROÁCIA: Pletikosa, Simic, Robert Kovac, Simunic, Srna, Tudor, Niko Kovac (Jerko Leko), Niko Kranjcar, Babic, Klasnic (Olic) e Prso. Técnico: Zlatko Kranjcar.
Cartões amarelos: Émerson (Brasil); Robert Kovac, Tudor e Niko Kovac (Croácia)

18 de junho de 2006
Brasil 2 x 0 Austrália
Local: Allianz Arena, Munique
Público: 59.416
Árbitro: Markus Merk (Alemanha)
Assistentes: C. Schraer (Alemanh a) e J. H. Salver (Alemanha)
Gols: Adriano (3 minutos do 1º tempo) e Fred (43 minutos do 1º tempo)
BRASIL: Dida, Cafu, Lúcio, Juan, Roberto Carlos; Émerson (Gilberto Silva), Zé Roberto, Kaká, Ronaldinho Gaúcho; Ronaldo (Robinho) e Adriano (Fred). Técnico: Carlos Alberto Parreira.
AUSTRÁLIA: Schwarzer, Emerton, Neill, Moore (Aloisi), Popovic (Bresciano), Chipperfield, Culina, Vince Grella, Cahill (Kewell), Sterjovski e Viduka. Técnico: Guus Hiddink.
Cartões amarelos: Cafu, Robinho e Ronaldo (Brasil); Emerton e Culina (Austrália)

22 de junho de 2006
Japão 1 x 4 Brasil
Local: Westfalenstadion, Dortmund
Público: 60.285
Árbitro: Eric Poulat (França)
Assistentes: L. Dagorne (França) e V. Texier (França)
Gols: Tamada (Japão – 33 do 1º tempo), Ronaldo (46 do 1º tempo), Juninho Pernambucano (8 do 2º tempo), Gilberto (14 do 2º tempo) e Ronaldo (35 do 2º tempo)
BRASIL: Dida (Rogério Ceni), Cicinho, Lúcio, Juan, Gilberto, Gilberto Silva, Juninho Pernambucano, Kaká (Zé Roberto), Ronaldinho Gaúcho (Ricardinho); Ronaldo e Robinho. Técnico: Carlos Alberto Parreira.
JAPÃO: Kawaguchi, Kaji, Nakazawa, Tsuboi, Alex Santos, Ogasawara (Koji Nakata), Inamoto, Nakamura, H. Nakata, Tamada e Maki (Takahara, Oguro). Técnico: Zico.
Cartão amarelo: Gilberto

Oitavas-de-final
27 de junho de 2006 Brasil 3 x 0 Gana
Local: Westfalenstadion, Dortmund
Público: 60.285
Árbitro: Lubos Michel (Eslováquia)
Assistentes: R. Slysko (Eslováquia) e M. Balko (Eslováquia)
Gols: Ronaldo (5′ do 1º tempo), Adriano (46′ do 1º tempo) e Zé Roberto (39′ do 2º tempo)
BRASIL: Dida, Cafu, Lúcio, Juan, Roberto Carlos, Émerson (Gilberto Silva), Zé Roberto, Kaká (Ricardinho), Ronaldinho Gaúcho, Adriano (Juninho Pernambucano) e Ronaldo. Técnico: Carlos Alberto Parreira.
GANA: Kingson, Pantsil, Pappoe, Mensah. Shilla, Eric Addo (Boateng), Appiah, Draman, Muntari, Amoah (Tachie-Mensah) e Gyan. Técnico: Ratomir Dujkovic.
Cartões amarelos: Juan e Adriano (Brasil), Pantsil, Eric Addo, Appiah, Muntari e Gyan (Gana)
Cartão vermelho: Gyan (Gana)

Quartas-de-final
1º de julho de 2006 Brasil 0 x 1 França
Local: Commerzbank Arena, Frankfurt
Público: 43.324
Árbitro: Luis Medina Cantalejo (Espanha)
Assistentes: V. G. Carrasco (Espanha) e P. M. Hernández (Espanha)
Gols: Henry (11′ do 2º tempo)
BRASIL: Dida, Cafu (Cicinho), Lúcio, Juan, Roberto Carlos, Gilberto Silva, Zé Roberto, Juninho (Adriano), Kaká (Robinho), Ronaldinho Gaúcho e Ronaldo. Técnico: Carlos Alberto Parreira.
FRANÇA: Barthez , Sagnol, Thuram, Gallas, Abidal, Makelele, Vieira, Malouda (Wiltord), Ribéry (Govou), Zidane e Henry (Saha) Técnico: Raymond Domenech.
Cartões amarelos: Cafu, Juan, Ronaldo e Lúcio (Brasil) e Sagnol, Thuram e Saha (França)

PELÉ E MARADONA DERAM SHOW NAS COPAS NO MEXICO!

Mexico, Itália, França e Alemanha são países que tiveram o prazer de realizarem duas copas do mundo, em 2014 o Brasil entra para este seleto clube! porém o povo mexicano teve o prazer de ver em ação nestes mundiais disputados no país da América Central, aqueles que são considerados os maiores jogadores de futebol de todos os tempos e no auge de suas carreiras e forma fisica. Em 1970 aos 29 anos o Rei chegava para seu ultimo mundial, após a brilhante conquista de 1958, nas copas seguintes, Pelé não conseguiu realizar bons jogos pois em 1962 se machucará com uma lesão na virilha logo no segundo jogo o que tirou do restante da Copa do Chile, em 1966 com a desorganização da CBD e a crença que um time que já estava envelhecido poderia trazer o caneco pela terceira vez, não se concretizou e o Brasil foi eleiminado na primeira fase por Portugal e Hungria e Pelé caçado em campo por chuteiras bulgaras, hungaras e portuguesas, frustou o futebol arte, nascia ali o futebol força.

Em 1970 era o seu ultimo grande momento, era a ultima chance de trazer a redenção do nosso futebol e não foi facil como pode-se imaginar, depois de uma eliminatória tranquila e com um time formado basicamente por Santos, Cruzeiro e Botafogo/RJ a seleção canarinha chegou a viver dias de crises antes do mundial. Zagallo era o novo comandante e confiava em Pelé que acompanhado de Tostão, Rivelino, Jairzinho e Gerson poderiamos trazer o troféu de volta ao país do futebol.

Os mexicanos atestaram o que de fato estava por vir, o Brasil com Pelé em campo encantou o mundo, e o Rei deu espetáculo sabia ele que era a sua copa a sua redenção perante aos olhos do mundo, quatro gols um deles na final mostrando toda sua exuberância e plasticidade num cabeçada sensacional no primeiro gol do Brasil, mais não foram somente os gols de Pelé que marcaram o mundial ainda teve suas jogadas sensacionais incomuns para os mortais da bola, lances geniais capitados por todas as lentes do mundo que ainda até hoje são vistas e revistas em todo o planeta como: o chute do meio campo logo na estreia contra a Tchecoslováquia em que o goleiro Viktor fora do gol volta desesperado orando para os deuses do futebol tirar aquela bola da linha de gol, no jogo contra a Inglaterra uma cabeçada fenomenal de olhos abertos e testada para o chão levam a consagração do goleirão inglês Gordon Banks a entrar para a história com a maior defesa de todos os tempos, a genialidade do Rei voltou a todo o vapor na semifinal contra os uruguaios, Pelé deita e rola com passes e jogadas fabulosas como o chute de primeira após uma reposição de bola errada do goleiro Mazurkievicz que consegue a defesa no susto e no drible sem bola no mesmo goleirão numa plastica fantástica a bola chutada ao gol com os zagueiros uruguaios se atirando ao chão é um dos lances mais sensacionais de todos os tempos, finalmente na final o grande momento, um golaço de cabeça numa cabeçada ao seu estilo, a vontade louca de ganahr aquela copa e no ultimo grande lance um passe perfeito para o capitão Carlos Alberto fechar com chave de ouro o placar daquela final o tome redondinho mesmo até o quique para a pegada perfeita de Torres fora milimetrado por Pelé.

1970 a Copa das Copas do Rei Pelé, dezesseis anos se passam e o Mexico tem o previlégio de poder realizar um novo mundial e novamente os mexicanos tem o prazer de verem mais um gênio da bola no seu maior apogeu e sua melhor fase! Diego Armando Maradona o melhor do mundo em sua epóca chegava para finalmente calar os criticos e desafetos. Cortado da copa de 1978 em solo argentino para o desgosto de muitos, na copa de 1982 ele mesmo frustou a espectativa de todos e viu a Argentina dar vexame logo na estreia, a eliminação diante o maior rival o Brasil e com Maradona sendo expulso de campo após entrada violenta sobre Batista, Dieguito que em 1984 deixou o Barcelona para jogar no modesto Napoli da Itália, finalmente reencontrou o seu grande futebol, em 1986 era o tudo ou nada para El Pibe d’ORo, para melhorar o desempenho fantástico de Diego a Argentina não tinha lá um grande time aqui para nós, Valdano e Burruchaga eram talvez os outros dois melhores jogadores do time portenho, sem Maradona a Argentina era um time fragil muito fragil mesmo.

No dia 02/06/1986 a Argentina entra em campo para jogar contra a Coreia do Sul o que se ver em campo é uma caçada a Maradona que mesmo assim não se intimida contra os lutadores de taekwondo coreanos, ele participa de gols e faz uma boa partida, três dias após Maradona encontra velhos marcadores, os italianos e ele faz um golaço no empate em 1 a 1, os argentinos passam em primeiro lugar na chave e evitam um confronto com a França de Platini, após um jogo ferrenho contra um velho rival o Uruguai a Argentina entra em campo para enfrentar a Inglaterra e apartir dai Maradona assume o controle e a responsabilidade de levar a Argentina ao topo. O jogo era tenso afinal as patrias estiveram em guerra a cinco anos pela Ilhas Malvinas, o que se ver antes da bola rolar é o olhar furioso de Diego quando as seleções estavam perfiladas para as execuções de seus hinos nacionais, o olhar de tigre faminto ou de guerreiro indigena pronto para a vingança, ali mesmo no campo, após um primeiro tempo onde fora marcado a força pelo zagueiro Butcher que traduzido para o português quer dizer “Açougueiro”, Maradona volta para o segundo tempo disposto a acabar com a banda dos ingleses, 22/06/1986 a mão sutil de Maradona engana a arbitragem e os argentinos saem na frente, minutos depois o maior lance daquela copa, Maradona recebe a bola em seu campo de Batista, domina com a perna esquerda a boa e ali começa um show, com apenas a perna canhota ele parte para o ataque passa por quem está na sua frente, dribla os defensores ingleses o goleiro Shilton sai e também leva o drible e o toque rápido antes da chegada do marcador final, é o gol é o golaço é o maior mais bonito gol de todas as copas, ali começava para valer o espetáculo de Diego Maradona, o mundial já é dele, voltava ser de toda a Argentina, e veio a semifinal contra os belgas e seus goleiro estrela Pfaff e seu ferrolho, com fama de eliminar favoritos, pois tiraram URSS e Espanha do caminho os belgas apostavam na retranca e força de seus jogadores, na leiteria de Pfaff mais se esqueçeram que tinha um fora de serie em campo e ele com dois gols um deles o segundo um golaço que despachou os belgas e que venha a Alemanha.

Muito se esperou de Maradona na final, ele já era o maior no da copa, o maior nome do futebol mundial, era e faltava a coroação final, do outro lado os alemães bicampeões do mundo e respeitados pela aplicação e tática dentro de campo, a Argentina sobrou no primeiro tempo e no inicio do segundo, abriu 2 a 0 e mesmo com Dieguito anulado por Briegel e Jakobs tudo parecia ir de forma até fácil, ledo engano com a mistica germânica não deveria se brincar e a oito minutos do final o susto! empata a Alemanha com dois gols parecidos a Argentina senti o golpe a Alemanha prescente um novo milagre de Berna, ai foi o engano dos alemães um mero descuido de Jakobs e Briegel e Maradona domina rapido e ver Burruchaga livre as costas de Brehme, ele lança e torce para o companheiro não errar, era a bola do jogo, era num lance seu em uma assist6encia sua, pois apenas ele ao dominar a bola, percebeu Burruchaca livre era o toque de Midas de Maradona, era gol da Argentina era o gol da coroação, nunca uma taça do mundo caiu tão bem nos braços de um jogador, Maradona leva um time medio a conquista do mundo e ali ele marcou seu nome na história do mundo da bola.

Dezesseis anos foram apenas o suficiente para os mexicanos serem agraciados com os dois maiores gênios da bola nos maiores momentos de suas carreiras. Aos mexicanos só restaram dizer!

GRACIAS, MUCHAS GRACIAS A LOS MEJORES FUTEBOLISTAS DEL MUNDO.

Fonte: Texto Galdino Silva

Os melhores de 1958 – Seleção da Copa do Mundo

A revista Almanaque D’os Desportos em todo o mundo, informou, em sua edição do segundo semestre de 1959, que 720 especialistas de futebol, que assistiram a Copa do Mundo de 1958, disputada na Suécia, responderam a uma enquete sobre como formariam a equipe mundial do certame. O resultado final foi o seguinte:

– Harry Gregg, GREGG (Irlanda do Norte)
– Orvar Bergmark, BERGMARK (Suécia)
– Hideraldo Luis Bellini, BELLINI (Brasil)
– Nílton Reis dos Santos, NÍLTON SANTOS (Brasil)
– Juri Voinov, VOINOV (URSS)
– Horst Szymaniak, SZYMANIAK (Alemanha Ocidental)
– Manuel dos Santos, GARRINCHA (Brasil)
– Waldir Pereira, DIDI (Brasil)
– Raymond Kopaszewski, KOPA (França)
– Edson Arantes do Nascimento, PELÉ (Brasil)
– Lennart Skoglund, SKOGLUND (Suécia)

Nílton Santos foi o jogador que recebeu o maior número de votos: 619.

Fonte:
– Almanaque D’os Desportos em todo o mundo, Ano IV, Nº15, 2º semestre de 1959.

Protegido: GOLEIRO URUGUAIO FUGIU DURANTE TREINAMENTOS

Na Copa do Mundo de 1930 o Uruguai treinava firme durante meses, quando chegou a viver uma forte crise interna com o corte do goleiro titular Andrés Mazzalli, que não suportando o ritmo de treinamentos sem folga, deu uma “fugidinha” de madrugada. Quando chegou, com os sapatos na mão, foi recebido pelo técnico Suppici, que lhe comunicou o corte. Outro que perdeu a posição foi o atacante Scarone. Em seu lugar surgiu o “Manco” Castro, um centro avante que não possuía o antebraço, mas que jogava sem qualquer complexo. E mostrou isso fazendo o primeiro gol no novo Estádio e aquele que valeu a vitória do Uruguai contra o peru por 1×0.

Fonte:revista Show do Esporte