{"id":94027,"date":"2016-09-03T19:16:24","date_gmt":"2016-09-03T22:16:24","guid":{"rendered":"https:\/\/historiadofutebol.com\/blog\/?p=94027"},"modified":"2016-09-03T19:33:33","modified_gmt":"2016-09-03T22:33:33","slug":"fotos-de-1978-esporte-clube-xv-de-novembro-de-jau-sp","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/historiadofutebol.com\/blog\/?p=94027","title":{"rendered":"Fotos de 1978: Esporte Clube XV de Novembro de Ja\u00fa (SP)"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-large wp-image-94031\" src=\"https:\/\/historiadofutebol.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/000-XV-DE-JAU-500x311.jpg\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"311\" srcset=\"https:\/\/historiadofutebol.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/000-XV-DE-JAU-500x311.jpg 500w, https:\/\/historiadofutebol.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/000-XV-DE-JAU-300x186.jpg 300w, https:\/\/historiadofutebol.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/000-XV-DE-JAU.jpg 1196w\" sizes=\"auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/p>\n<p><strong>HIST\u00d3RIA<\/strong><\/p>\n<p>Reunidos no bar S\u00e3o Pedro, alguns esportistas, entre os quais Jos\u00e9 Piragine Sobrinho e Herminio Cappabianca, decidiram fundar um quadro de futebol, formado com jogadores locais. Aquela \u00e9poca, estava em evid\u00eancia o Esporte Clube S\u00edrio, que mediante proposta de Cappabianca, foi ent\u00e3o denominado Esporte Clube XV de Novembro de Ja\u00fa.<br \/>\nO Esporte Clube XV de Novembro de Ja\u00fa foi fundado no dia 15 de novembro de 1924, como homenagem \u00e0 Proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica. As cores que o clube ostenta, verde e amarela, tamb\u00e9m fazem alus\u00e3o \u00e0s cores da Bandeira Brasileira. Seu primeiro jogo foi um amistoso em 16 de novembro de 1924, um dia ap\u00f3s a sua funda\u00e7\u00e3o. O XV de Ja\u00fa ganhou de 3&#215;0 do Rio Claro, em jogo disputado no campo da rua Sete de Setembro. Em 1931, o clube recebeu o apelido de \u201cGalo da Comarca\u201d e o animal continua como mascote.<br \/>\nInicialmente, XV de Ja\u00fa passou duas d\u00e9cadas disputando torneios amadores pelo interior do Estado e apenas em 1948 resolveu se profissionalizar, quando participou de sua primeira competi\u00e7\u00e3o profissional: o Campeonato Paulista da Segunda Divis\u00e3o.<\/p>\n<p>Com a institui\u00e7\u00e3o da Lei do Acesso em 1948, o XV de Ja\u00fa teve o firme prop\u00f3sito de chegar \u00e0 elite do futebol paulista. N\u00e3o deu outra. Tr\u00eas anos depois, em 1951, ap\u00f3s uma campanha simplesmente fant\u00e1stica, jogou a decis\u00e3o contra o Linense no Pacaembu e se tornou o grande campe\u00e3o. Por\u00e9m, para confirmar sua presen\u00e7a na elite paulista, a federa\u00e7\u00e3o inventou uma disputa de melhor de tr\u00eas jogos entre o campe\u00e3o da divis\u00e3o de acesso e o \u00faltimo colocado da elite, no caso, o Jabaquara. Se o XV de Ja\u00fa sa\u00edsse vitorioso ao final da disputa, conquistaria o acesso. Venceu o primeiro por 5&#215;1 em Ja\u00fa e perdeu o segundo jogo por 2&#215;0 em Santos. O terceiro jogo aconteceu na cidade de Campinas, no est\u00e1dio Mois\u00e9s Lucarelli. O Galo da Comarca venceu por 1 a 0, gol de Guanxuma. O XV permaneceu na 1\u00aa Divis\u00e3o at\u00e9 1959.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-94028\" src=\"https:\/\/historiadofutebol.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/000-3.jpg\" alt=\"\" width=\"1507\" height=\"2048\" srcset=\"https:\/\/historiadofutebol.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/000-3.jpg 1507w, https:\/\/historiadofutebol.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/000-3-220x300.jpg 220w, https:\/\/historiadofutebol.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/000-3-367x500.jpg 367w, https:\/\/historiadofutebol.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/000-3-300x407.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 1507px) 100vw, 1507px\" \/><\/p>\n<p><strong>D\u00e9cada de 60, anos de crise<\/strong><br \/>\nDe 1960 a 1967, o XV de Ja\u00fa atravessou anos de muita dificuldade. Rebaixado \u00e0 2\u00aa Divis\u00e3o, mergulhado em grave crise financeira e com muitas d\u00edvidas, o clube n\u00e3o teve outra sa\u00edda sen\u00e3o licenciar-se da Federa\u00e7\u00e3o Paulista de Futebol (FPF). Em condi\u00e7\u00f5es prec\u00e1rias, o antigo Est\u00e1dio Artur Sim\u00f5es, palco de grandes conquistas, acabou demolido para dar lugar a um loteamento residencial. Foi assim que o XV arrumou dinheiro para quitar as d\u00edvidas e comprar o terreno onde est\u00e1 hoje o Est\u00e1dio Zezinho Magalh\u00e3es, carinhosamente chamado de Jauz\u00e3o.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-94029\" src=\"https:\/\/historiadofutebol.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/0001.jpg\" alt=\"\" width=\"1507\" height=\"2048\" srcset=\"https:\/\/historiadofutebol.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/0001.jpg 1507w, https:\/\/historiadofutebol.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/0001-220x300.jpg 220w, https:\/\/historiadofutebol.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/0001-367x500.jpg 367w, https:\/\/historiadofutebol.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/0001-300x407.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 1507px) 100vw, 1507px\" \/><\/p>\n<p><strong>D\u00e9cada de 70: a volta por cima<\/strong><br \/>\nDepois de rebaixado em 1959 e licenciado da FPF em 1967, a d\u00e9cada de 1970 marcou a volta do XV de Ja\u00fa ao cen\u00e1rio do futebol profissional. Primeiro o clube disputou campeonatos amadores, fez jogos amistosos, at\u00e9 que em 1975, com est\u00e1dio rec\u00e9m-constru\u00eddo e um time bem estruturado, retornou ao profissionalismo jogando a 2\u00aa Divis\u00e3o de SP. O ano seguinte, 1976, foi o mais marcante da hist\u00f3ria do Galo. Ap\u00f3s campanha irrepreens\u00edvel e com apoio maci\u00e7o da torcida, o time foi \u00e0s finais. No jogo decisivo, contra o Alian\u00e7a, o palco escolhido foi o est\u00e1dio Brinco de Ouro da Princesa, novamente em Campinas, por se tratar de um est\u00e1dio neutro. O XV de Ja\u00fa venceu por 2&#215;0, conquistando o t\u00edtulo e garantiu o acesso \u00e0 Divis\u00e3o Especial. Os gols do jogo foram marcados por Waldomiro e Pedrinho.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>1979: disputa do brasileiro<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-94030\" src=\"https:\/\/historiadofutebol.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/000-4.png\" alt=\"\" width=\"852\" height=\"565\" srcset=\"https:\/\/historiadofutebol.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/000-4.png 852w, https:\/\/historiadofutebol.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/000-4-300x198.png 300w, https:\/\/historiadofutebol.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/000-4-500x331.png 500w\" sizes=\"auto, (max-width: 852px) 100vw, 852px\" \/><\/p>\n<p><strong>1981\/1982: disputa do Nacional<\/strong><\/p>\n<p><strong>Em 1981, o XV de Ja\u00fa fez uma das melhores campanhas de sua hist\u00f3ria na primeira divis\u00e3o. Com o m\u00edtico meio de campo formado por C\u00e9lio, Cardim e Carlos Silva, o Galo da Comarca chegou a liderar o campeonato invicto, e disputou o octogonal final. Na classifica\u00e7\u00e3o final, terminou em 4\u00ba lugar e garantiu presen\u00e7a na Ta\u00e7a de Ouro de 1982 que, na \u00e9poca, equivalia a primeira divis\u00e3o nacional.<\/strong><\/p>\n<p>Em 1982, o XV de Ja\u00fa foi um dos representantes do estado de S\u00e3o Paulo na elite do futebol nacional, ao lado de Ponte Preta, Guarani, Santos, S\u00e3o Paulo, Internacional de Limeira e S\u00e3o Jos\u00e9.<br \/>\nNa primeira fase do campeonato, o XV de Ja\u00fa estava no grupo H, ao lado de Londrina, Anapolina, Internacional de Santa Maria e Joinville. Apesar das dificuldades enfrentadas, o Galo conquistou a classifica\u00e7\u00e3o para a pr\u00f3xima fase de forma dram\u00e1tica, ap\u00f3s vit\u00f3ria sobre o Londrina no Paran\u00e1 por 1&#215;0. O goleiro quinzeano Carlos Pracideli ainda defendeu um p\u00eanalti no final da partida, \u00a0garantindo a vit\u00f3ria e classifica\u00e7\u00e3o do Galo como segundo colocado do grupo.<\/p>\n<p>Na segunda fase da Ta\u00e7a de Ouro, o XV de Ja\u00fa caiu no grupo M, ao lado de Bahia, Sport e Paysandu. Novamente, jogos de turno e returno. O Galo da Comarca teve um \u00f3timo in\u00edcio, derrotando o Bahia em plena Fonte Nova com quase 24 mil pagantes. Valtinho e Luis Carlos marcaram os gols da vit\u00f3ria por 2&#215;1. O XV de Ja\u00fa chegou na \u00faltima rodada precisando da vit\u00f3ria sobre o Bahia, em pleno Zezinho Magah\u00e3es lotado, para avan\u00e7ar de fase. Por\u00e9m, o jogo terminou em 1&#215;1, e o Galo da Comarca deu adeus ao campeonato.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>1985: Excurs\u00e3o ao Jap\u00e3o<\/strong><br \/>\nEm agosto de 1984, durante as festividades do 131\u00ba anivers\u00e1rio da cidade de Ja\u00fa,\u00a0a cidade recebeu a visita do time japon\u00eas Shimizu FC, da prov\u00edncia de Shizuoka. O time japon\u00eas foi convidado pelo XV de Ja\u00fa, sendo que as diretorias dos dois times mantinham uma rela\u00e7\u00e3o amig\u00e1vel. Os dirigentes japoneses ficaram encantados com a estrutura e organiza\u00e7\u00e3o da escolinha de futebol do XV de Ja\u00fa, e resolveram implantar este sistema de forma\u00e7\u00e3o e promo\u00e7\u00e3o de novos valores no Jap\u00e3o.<br \/>\nEm 1985, o XV de Ja\u00fa foi convidado a excursionar pelo Jap\u00e3o mostrando seu futebol.<br \/>\nNesta excurs\u00e3o, o XV de Ja\u00fa disputou 11 partidas, vencendo 10 e empatando apenas uma. Marcou 23 gols e sofreu 5. O artilheiro da equipe foi o meio campista Pupo, com 5 gols, seguido de Doriva com 4 e Marcelo tamb\u00e9m 4.<\/p>\n<p>Kasuyoshu, ou simplesmente Kazu, foi jogar no XV de Ja\u00fa. Aqui, ele foi moldado, fez excurs\u00f5es com time, e estreou como profissional no futebol em um jogo contra o Palmeiras, na vit\u00f3ria do XV de Ja\u00fa por 3&#215;2 em pleno Palestra It\u00e1lia. Foi tamb\u00e9m no XV de Ja\u00fa que, em um jogo contra o Corinthians pelo Campeonato Paulista de 1988, Kazu marcou o primeiro gol de um jogador de futebol japon\u00eas profissionalizado no Brasil.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Poy, hist\u00f3ria de amor ao XV<\/strong><br \/>\nCom as altera\u00e7\u00f5es no campeonato paulista promovida nos anos 90, o XV de Ja\u00fa passou a integrar a s\u00e9rie A2, equivalente a segunda divis\u00e3o. Mas o Galo da Comarca conheceu a m\u00e3o-salvadora do t\u00e9cnico Jos\u00e9 Poy, em 1994. O ex-goleiro que fez hist\u00f3ria no S\u00e3o Paulo F.C. teve tr\u00eas passagens. A primeira delas foi em 1987, quando livrou o XV de Ja\u00fa do rebaixamento. Em 1988, classificou o Galo entre os oito melhores do campeonato paulista.<\/p>\n<p>Em 1989 e 1990, foi treinar um time na Ar\u00e1bia Saudita. Retornou ao XV no final de 1990, ficando at\u00e9 1992. A \u00faltima passagem foi em 1994, quando novamente livrou o XV de Ja\u00fa do rebaixamento ap\u00f3s ficar 23 partidas invictas.\u00a0Em 1995, fez uma excelente campanha na s\u00e9rie A2 paulista, conquistando o vice campeonato e vaga na elite. Debilitado por uma trombose, nos \u00faltimos cinco jogos o t\u00e9cnico Jos\u00e9 Poy dirigiu o time de uma cadeira de rodas \u2013 atitude que conquistou a simpatia do torcedor. A todos, dizia que o importante era levar o XV \u00e0 elite do futebol paulista, para s\u00f3 depois descansar. Poy faleceu pouco tempo depois, em 1996, num hospital da Capital.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A queda para a A-3<\/strong><br \/>\n1996 foi, mais uma vez, o ano da volta do XV de Ja\u00fa \u00e0 S\u00e9rie A-1 do futebol de S\u00e3o Paulo. Para aquela temporada, o clube trouxe o treinador Cilinho que, entretanto, n\u00e3o repetiu o sucesso da d\u00e9cada de 1980. Cilinho foi embora no meio da competi\u00e7\u00e3o e o Galo acabou rebaixado novamente. Come\u00e7ava a\u00ed o per\u00edodo mais triste da hist\u00f3ria de 86 anos do XV, porque no ano seguinte, em 1997, ele sofreu outro rebaixamento e foi \u00e0 S\u00e9rie A-3, pode ficou longos nove anos. Subiu uma vez, mas caiu de novo e permanece na \u201cterceirona\u201d at\u00e9 hoje.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A-2 em 2005: faltou pouco<\/strong><br \/>\nEncarando a triste realidade do XV de Ja\u00fa rebaixado para a S\u00e9rie A-3 do futebol paulista em 1997, a torcida viu a primeira chance de reverter esse quadro oito anos depois, na campanha memor\u00e1vel de 2005. O time era forte e a chance real chegou no \u00faltimo jogo, em casa, contra o Rio Claro. O empate devolvia o Galo \u00e0 S\u00e9rie A-2 e iniciava a caminhada de volta \u00e0 elite do futebol de S\u00e3o Paulo. O jogo seguiu emocionante e empatado em 1 a 1 at\u00e9 o \u00faltimo segundo, quando Luciano Gigante ampliou o marcador para o advers\u00e1rio. O apito final do juiz calou os torcedores no Jauz\u00e3o; alguns foram \u00e0s l\u00e1grimas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>2005: festa com o Galinho<\/strong><br \/>\nMesmo abalado por perder a chance de voltar \u00e0 S\u00e9rie A-2 do futebol paulista em 2005, o XV de Ja\u00fa ergueu a cabe\u00e7a e voltou ao trabalho. Tudo come\u00e7ou de baixo, com a disputa do Campeonato Paulista Sub-20 no segundo semestre do mesmo ano, sob comando do ent\u00e3o auxiliar-t\u00e9cnico Doriva Bueno. A final foi feita em dois jogos contra o Santos: no Jauz\u00e3o, o \u2018Peixe\u2019 foi derrotado pelo \u2018Galinho\u2019 por 3 a 1; na Vila Belmiro, outra vit\u00f3ria dos meninos do XV, desta vez por 2 a 1, e o t\u00edtulo foi verde-e-amarelo. Daquele time campe\u00e3o nada restou para o XV.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>2006: a volta \u00e0 A-2<\/strong><br \/>\nEm 2006, o XV de Ja\u00fa travou nova luta pelo acesso. Promovido a t\u00e9cnico do time principal, Doriva Bueno utilizou alguns jogadores do sub-20 campe\u00e3o e buscou a contrata\u00e7\u00e3o de jogadores mais experientes. Ap\u00f3s vencer todas as desconfian\u00e7as, o time se firmou e fez o \u00faltimo jogo da temporada em Araraquara. S\u00f3 a vit\u00f3ria frente \u00e0 Ferrovi\u00e1ria tiraria o Galo da tenebrosa e humilhante S\u00e9rie A-3. E n\u00e3o deu outra. Com gols de Paulinho e Douglas Richard, ap\u00f3s nove anos de tentativas, o XV de Ja\u00fa voltava \u00e0 S\u00e9rie A-2, a divis\u00e3o de acesso.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Trope\u00e7o em 2008<\/strong><br \/>\nO XV se manteve na A-2 por dois anos: 2007 e 2008. No primeiro ano, dirigido pelo t\u00e9cnico Marco Ant\u00f4nio Machado, o Galo n\u00e3o fez boa campanha e escapou do rebaixamento na pen\u00faltima rodada, quando ganhou da Portuguesa Santista no Jauz\u00e3o. Em 2008 n\u00e3o teve escapat\u00f3ria e o XV foi novamente rebaixado para a A-3.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>2009: novos ares e novo comando<\/strong><br \/>\nEm 2009, sob a batuta do presidente Jos\u00e9 Construtor, o XV de Ja\u00fa e sua comiss\u00e3o t\u00e9cnica de not\u00e1veis (Alfinente, Wilson Mano, Marolla, N\u00edveo&#8230;) passou boa parte do campeonato na zona de rebaixamento. Os not\u00e1veis foram caindo fora e o ent\u00e3o auxiliar M\u00e1rcio Griggio assumiu o Galo e conseguiu livrar o clube do rebaixamento \u00e0 S\u00e9rie B.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>2010: susto e grande campanha<\/strong><br \/>\nO ano de 2010 come\u00e7ou com o t\u00e9cnico Fel\u00edcio Cunha de treinador. A equipe n\u00e3o deslanchou e, na metade do campeonato, ele pediu demiss\u00e3o para ir treinar a Ferrovi\u00e1ria. Carlos Rossi, especialista em acessos, assumiu o XV e galgou v\u00e1rias posi\u00e7\u00f5es na tabela, colocando o time na segunda fase. A campanha foi a quarta melhor em 15 anos, mas na segunda fase o XV n\u00e3o ganhou um jogo sequer. Veio a Copa Paulista e nada de vit\u00f3ria.<br \/>\nEm 2012, foi rebaixado para a quarta divis\u00e3o paulista.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>2016: O retorno<\/strong><br \/>\nCom dificuldades financeiras, o XV de Ja\u00fa se licenciou da disputa da quarta divis\u00e3o paulista em 2015. Mas em 2016 a equipe retornou as disputas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em><strong>FONTES:<\/strong> Site do clube &#8211; Revista Placar &#8220;\u00c1lbum de Figurinha do Campeonato Paulista de 1978&#8221;<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>HIST\u00d3RIA Reunidos no bar S\u00e3o Pedro, alguns esportistas, entre os quais Jos\u00e9 Piragine Sobrinho e Herminio Cappabianca, decidiram fundar um quadro de futebol, formado com jogadores locais. 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