{"id":74105,"date":"2015-07-04T00:31:19","date_gmt":"2015-07-04T03:31:19","guid":{"rendered":"https:\/\/historiadofutebol.com\/blog\/?p=74105"},"modified":"2015-07-07T18:51:59","modified_gmt":"2015-07-07T21:51:59","slug":"primeiro-jogo-entre-rio-negro-x-nacional-em-1914-o-classico-mais-antigo-do-norte-do-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/historiadofutebol.com\/blog\/?p=74105","title":{"rendered":"Primeiro jogo entre Rio Negro x Nacional, em 1914: O Cl\u00e1ssico mais Antigo do Norte do Brasil"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-74106\" src=\"https:\/\/historiadofutebol.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/0000.png\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p>Na maioria dos Estados brasileiros h\u00e1 os grandes cl\u00e1ssicos como: <strong><em>Inter e Gr\u00eamio (RS)<\/em><\/strong>; <strong><em>Atl\u00e9tico e Cruzeiro (MG)<\/em><\/strong>; <strong><em>Bahia e Vit\u00f3ria (BA)<\/em><\/strong>; <em><strong>Paysandu e Club do Remo (PA); Moto Club e Sampaio Correa (MA)<\/strong><\/em> e por a\u00ed vai. No Amazonas, a maior rivalidade futebol\u00edstica da hist\u00f3ria \u00e9 entre <strong><em>Nacional<\/em><\/strong> e <strong><em>Rio Negro<\/em><\/strong>.<\/p>\n<p>Um <em>cl\u00e1ssico centen\u00e1rio<\/em>, ambos o clubes <em>nasceram no mesmo ano: 1913<\/em>, com uma diferen\u00e7a de 10 meses de um para outro. Antes do surgimento dos dois clubes, as principais rivalidades em Manaus eram entre as equipes do <strong><em>Racing<\/em><\/strong>, <strong><em>Brasil<\/em><\/strong> e <strong><em>Man\u00e1os Athletic<\/em><\/strong>. Com o desaparecimento desses clubes,o caminho ficou aberto para <strong><em>nacionalinos<\/em><\/strong> e <strong><em>rio-negrinos<\/em><\/strong> se consolidarem e se perpetuarem na hegemonia do futebol amazonense at\u00e9 os dias atuais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>CONFRONTOS\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em><\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Nacional<\/em><\/strong> e <strong><em>Rio Negro<\/em><\/strong> se enfrentaram mais de 250 vezes e os nacionalinos ainda tem uma boa vantagem sobre seu rival no n\u00famero de vit\u00f3rias. Os dois clubes chegaram a colocar mais de 40 mil pessoas no <strong><em>Est\u00e1dio Vivald\u00e3o<\/em><\/strong> em dia de cl\u00e1ssico.<\/p>\n<p>No dia de um&#8221;<strong><em>Rio-Nal<\/em><\/strong>&#8220;a cidade de Manaus praticamente parava. O cl\u00e1ssico bar\u00e9 viveu seu auge nas d\u00e9cadas de 60, 70 e 80, quando os dois times estavam na 1\u00aa Divis\u00e3o do Brasileiro e contavam com excelentes jogadores. Entre eles, <em>Campos<\/em> e <em>Gilmar Popoca<\/em> <em>(que jogaram na sele\u00e7\u00e3o brasileira)<\/em>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_74107\" style=\"width: 1034px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-74107\" class=\"size-full wp-image-74107\" src=\"https:\/\/historiadofutebol.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/Nacional-de-1913.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"622\" srcset=\"https:\/\/historiadofutebol.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/Nacional-de-1913.jpg 1024w, https:\/\/historiadofutebol.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/Nacional-de-1913-300x182.jpg 300w, https:\/\/historiadofutebol.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/Nacional-de-1913-500x303.jpg 500w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><p id=\"caption-attachment-74107\" class=\"wp-caption-text\">Time do Nacional de 1913<\/p><\/div>\n<p><strong>DA ASCENS\u00c3O A DECAD\u00caNCIA<\/strong><\/p>\n<p>Hoje, as novas gera\u00e7\u00f5es de amazonenses desconhecem essa rivalidade e n\u00e3o fazem ideia do que esse duelo representou para a hist\u00f3ria esportiva do Amazonas. Devido \u00e1 situa\u00e7\u00e3o de decad\u00eancia que ainda perdura em nosso futebol, o &#8220;<strong><em>Rio-Nal<\/em><\/strong>&#8221; hoje n\u00e3o ultrapassa um p\u00fablico de 2 mil pessoas.<\/p>\n<p>No passado, tanto <strong><em>Rio Negro<\/em><\/strong> e <strong><em>Nacional<\/em><\/strong> como <strong><em>Paysandu<\/em><\/strong> e <strong><em>Remo<\/em><\/strong>, eram os maiores cl\u00e1ssicos do norte do Brasil. A rivalidade era tanta que o <strong><em>Rio Negro<\/em><\/strong> passou o per\u00edodo de 1945 a 1960 afastado do futebol, em protesto contra o <strong><em>Nacional<\/em><\/strong> que era acusado pelos rivais de armarem um compl\u00f4 entre a <strong><em>Federa\u00e7\u00e3o Amazonense<\/em><\/strong> e o <strong><em>Tribunal de Justi\u00e7a<\/em><\/strong>, para prejudicar o <strong><em>Rio Negro<\/em><\/strong>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>2\u00ba CL\u00c1SSICO MAIS ANTIGO DO NORTE E NORDESTE<\/strong><\/p>\n<p>O tradicional &#8220;<strong><em>Rio-Nal<\/em><\/strong>&#8221; \u00e9 o cl\u00e1ssico de futebol mais antigo do norte do \u00a0Brasil e o segundo mais antigo de todo o norte e nordeste, s\u00f3 perdendo para o duelo entre <strong><em>Sport<\/em><\/strong> e <strong><em>N\u00e1utico<\/em><\/strong> de Pernambuco.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-74108\" src=\"https:\/\/historiadofutebol.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/Rio-Negro-de-1918.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><em>Equipe do Rio Negro de 1918<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>PRIMEIRO JOGO DO CL\u00c1SSICO &#8216;RIO-NAL&#8217;<\/strong><\/p>\n<p>O primeiro jogo entre os aguerridos rivais aconteceu no ano de 1914. A partida foi v\u00e1lida pelo <strong><em>Campeonato Amazonense<\/em><\/strong> daquele ano. O <strong><em>Nacional<\/em><\/strong> j\u00e1 era uma equipe calejada e experiente com bons atletas como o goleiro <em>Craveiro, Paiva, C\u00edcero Costa, Cazuza e outros<\/em>. J\u00e1 o <strong><em>Rio Negro<\/em><\/strong> ainda contava com jogadores inexperientes, mas aguerridos e esfor\u00e7ados, uma vez que ainda eram em sua maioria adolescentes. Os principais destaques eram <em>Pudico, An\u00edzio e Lob\u00e3o<\/em>.<\/p>\n<p>O <strong><em>Nacional<\/em><\/strong> vinha de uma vit\u00f3ria de 2 a 1, na estreia, frente ao seu maior rival, o <strong><em>Man\u00e1os Athletic<\/em><\/strong>. J\u00e1 o <strong><em>Rio Negro<\/em><\/strong> vinha de uma derrota para o <strong><em>Man\u00e1os Sporting<\/em><\/strong>. Ambas as equipes buscavam a vit\u00f3ria para superar ou igualar-se aos perigosos ingleses. O jogo foi marcado para o <strong><em>dia 1\u00ba de mar\u00e7o de 1914<\/em><\/strong>, com arbitragem do ingl\u00eas <em>Burnett<\/em>. Os dois times compareceram no <em>Bosque<\/em>, naquela tarde de domingo, com a seguinte escala\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff\"><strong><em>NACIONAL:<\/em><\/strong><em> Craveiro; Silva e Adail; \u00a0Authberto, Laiza e Cyriaco; Santos Linhares, Paulo Mello, C\u00edcero Costa, Cazuza e Paiva.<\/em><\/span><\/p>\n<p><strong><em>RIO NEGRO:<\/em><\/strong><em> \u00c9rcio; Marinho e Washington; Bas\u00edlio, Mendes e Lob\u00e3o; Pudico, An\u00edzio, Peres, Cyrillo e Oliveira. <\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u00c9 bom lembrar que naquele ano ainda n\u00e3o havia acendido a chama da rivalidade entre <strong><em>Nacional<\/em><\/strong> e <strong><em>Rio Negro<\/em><\/strong>, devido ao fato dos <strong><em>rio-negrinos<\/em><\/strong> ainda ser uma equipe nova e pouco competitiva. Na verdade, o \u00a0clube ainda se encontrava \u00e1 sombra do principal cl\u00e1ssico daquele per\u00edodo: <strong><em>Nacional<\/em><\/strong> e <strong><em>Man\u00e1os Athletic<\/em><\/strong>.<\/p>\n<p>Eram 16 e 15 da tarde quando <strong><em>nacionalinos<\/em><\/strong> e <strong><em>rio-negrinos<\/em><\/strong> come\u00e7aram a peleja. O clima estava bem frio e as arquibancadas do <strong><em>Bosque<\/em><\/strong> estavam lotadas. O <strong><em>Nacional<\/em><\/strong> com seu uniforme branco, com a estrela azul estampada do lado esquerdo do peito. O <strong><em>Rio Negro<\/em><\/strong> com seu uniforme todo preto. Logo aos 12 minutos <em>C\u00edcero<\/em>, com um violento chute, abre a contagem para o<strong><em> Nacional<\/em><\/strong>. Um pouco depois,\u00e9 a vez de <em>Paulo Mello<\/em>, tamb\u00e9m com um forte chute, marcar o segundo gol <strong><em>nacionalino<\/em><\/strong>.<\/p>\n<p>O <strong><em>Nacional<\/em><\/strong> pressiona, mas a zaga <strong><em>rio-negrina<\/em><\/strong> consegue rebater diversas vezes o ataque inimigo. At\u00e9 que, altando 5 minutos para findar a etapa inicial, <em>C\u00edcero<\/em> novamente assinala, marcando o terceiro gol.\u00a0 E assim terminou o 1\u00ba tempo com o placar de 3 a 0 favor\u00e1vel ao <strong><em>Nacional<\/em><\/strong>. Tem inicio o 2\u00ba tempo. Logo aos 5 minutos, <em>C\u00edcero<\/em> marca o quarto gol de sua equipe. Depois, \u00e9 a vez de <em>Paulo Mello<\/em> assinalar o quinto e sexto gols. C\u00edcero (2 vezes) e Cazuza, davam pontos finais ao jogo que terminou \u00e1s 17 e 40 da tarde com o placar final: <strong><em><span style=\"color: #0000ff\">NACIONAL<\/span> 9 X 0 RIO NEGRO <span style=\"color: #0000ff\">{<strong>gols de Cicero Costa(cinco vezes), Paulo Mello (tr\u00eas) e Cazuza uma vez<\/strong>}<\/span><\/em><\/strong>.<\/p>\n<p><strong>O JOGO DO RETURNO: NOVO MASSACRE<\/strong><\/p>\n<p>Era chegado o momento das duas equipes se reencontrarem em partida do returno do campeonato. O <strong><em>Rio Negro<\/em><\/strong> vinha de uma \u00a0vit\u00f3ria contra o <strong><em>Vasco<\/em><\/strong> pretendia vencer o <strong><em>Nacional<\/em><\/strong> para melhorar sua coloca\u00e7\u00e3o na tabela e, quem sabe, entrar na disputa pelo t\u00edtulo.<\/p>\n<p>J\u00e1 para os <strong><em>nacionalinos<\/em><\/strong> s\u00f3 a vit\u00f3ria interessava para assim se distanciar do <strong><em>Athletic<\/em><\/strong> que estava na sua cola. Muitos j\u00e1 previam que o Nacional ganharia novamente de goleada. O jogo realizou-se <strong><em>no dia 19 de abril de 1914<\/em><\/strong> e teve como juiz o ingl\u00eas <em>George Fenton<\/em>. Os times foram os seguintes.<\/p>\n<p><strong><em>RIO NEGRO:<\/em><\/strong><em> Arthur; Peres e Joca; Oliveira, Marinho e Campos; Azevedo,Gonzaga, Cyrillo, Pudico e An\u00edzio<\/em>.<em> <\/em><\/p>\n<p><strong><em>NACIONAL:<\/em><\/strong><em> Craveiro; Ernesto e Adail; \u00a0Hermes, Laiza e Authberto; Santos Linhares, Paulo Mello, C\u00edcero Costa, Cazuza e Paiva.<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>CURIOSIDADE<\/strong><\/p>\n<p>Apesar de estar escalado, <em>Pudico<\/em> n\u00e3o participou do jogo <em>(n\u00e3o se sabe o motivo)<\/em>, o que enfraqueceu mais ainda o <strong><em>Rio Negro<\/em><\/strong> pois ele era o principal jogador de sua equipe e artilheiro. Definido os times,um inesperado problema complicou ainda mais o <strong><em>Rio Negro<\/em><\/strong>. A equipe apresentou-se em campo com apenas 9 jogadores, pois os outros dois haviam desaparecido.<\/p>\n<p>Mesmo assim, o jogo teve in\u00edcio. O <strong><em>Rio Negro<\/em><\/strong> jogou o 1\u00ba tempo heroicamente. Mesmo em desvantagem num\u00e9rica, conseguiu resistir \u00e1s investidas do arrasador ataque <strong><em>nacionalino<\/em><\/strong> por 30 minutos. Mas, j\u00e1 pr\u00f3ximo do final do 1\u00ba tempo, <em>Linhares<\/em> enfiava a bola na rede do <strong><em>Rio Negro<\/em><\/strong>, abrindo o placar para o <strong><em>Nacional<\/em><\/strong>.<\/p>\n<p>Esse gol acabou desmotivando os<strong><em> rio-negrinos<\/em><\/strong>, o que fez com que <em>Linhares<\/em> novamente marcasse pela segunda vez. E assim terminou a etapa inicial com o seguinte placar:Nacional 2 a 0 <strong><em>Rio Negro<\/em><\/strong>. No 2\u00ba tempo,o <strong><em>Rio Negro<\/em><\/strong> completou seu time,colocando <em>Joca<\/em> e <em>Alencastro<\/em> nas vagas em aberto. Com o time completo se pensava que os <strong><em>rio-negrinos<\/em><\/strong> melhorariam, mas, ao contr\u00e1rio, piorou.<\/p>\n<p>O <strong><em>Nacional<\/em><\/strong> n\u00e3o tomou conhecimento de seu advers\u00e1rio e marcou mais 10 gols. Apesar dos esfor\u00e7os do goleiro <em>Artur<\/em> <em>(que fez excelentes defesas, evitando que o placar fosse ainda mais dilatado)<\/em>, de <em>Marinho<\/em> e <em>An\u00edzio<\/em>, n\u00e3o foi poss\u00edvel parar o bombardeio dos <strong><em>nacionalinos<\/em><\/strong>, que colocaram os rapazes advers\u00e1rios dentro da roda. Placar final: <strong><em><span style=\"color: #0000ff\">NACIONAL<\/span> 12 X 0 RIO NEGRO <span style=\"color: #0000ff\">{<strong>gols de Cicero Costa (cinco), Linhares (tr\u00eas), Cazuza (tr\u00eas) e Paiva(um)}<\/strong><\/span><\/em><\/strong>.<\/p>\n<p>At\u00e9 hoje essa \u00e9 a maior goleada, na hist\u00f3ria, que o <strong><em>Nacional<\/em><\/strong> infringiu ao seu tradicional rival. Estava iniciado, h\u00e1 101 anos atr\u00e1s, aquele que viria a ser o maior duelo de futebol da terra de <em>Ajuricaba<\/em> e que hoje est\u00e1 adormecido. Ficamos na torcida para que um dia o honroso &#8220;<strong><em>Rio-Nal<\/em><\/strong>&#8221; <em>ressurja<\/em> das cinzas com toda sua hist\u00f3ria, emo\u00e7\u00e3o, fanatismo, paix\u00e3o e tradi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em><strong><span style=\"text-decoration: underline\">FONTES &amp; FOTOS<\/span><\/strong><\/em><em><strong>:<\/strong><\/em><em>\u00a0Professor e Pesquisador do Futebol Amazonense, Gaspar Vieira Neto<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na maioria dos Estados brasileiros h\u00e1 os grandes cl\u00e1ssicos como: Inter e Gr\u00eamio (RS); Atl\u00e9tico e Cruzeiro (MG); Bahia e Vit\u00f3ria (BA); Paysandu e Club do Remo (PA); Moto Club e Sampaio Correa (MA) e por a\u00ed vai. 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