{"id":6039,"date":"2008-09-11T12:03:21","date_gmt":"2008-09-11T15:03:21","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.soccerlogos.com.br\/2008\/09\/11\/maracana-as-11-lendas-dos-deuses-do-futebol\/"},"modified":"2008-09-11T12:03:21","modified_gmt":"2008-09-11T15:03:21","slug":"maracana-as-11-lendas-dos-deuses-do-futebol","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/historiadofutebol.com\/blog\/?p=6039","title":{"rendered":"Maracan\u00e3 &#8211; As 11 lendas dos Deuses do Futebol"},"content":{"rendered":"<p>As 11 lendas dos Deuses do Futebol:<\/p>\n<p>1. Final do campeonato carioca de 1962.<br \/>\nTemeroso, Fl\u00e1vio Costa, o t\u00e9cnico do Flamengo, deu a G\u00e9rson a incumb\u00eancia de ajudar Jordan na marca\u00e7\u00e3o ao endiabrado Garrincha. Costa tinha toda raz\u00e3o em se preocupar. O ponta direita acabara de voltar do Chile como o grande respons\u00e1vel pelo bicampeonato mundial. Mas de nada adiantaram as precau\u00e7\u00f5es do t\u00e9cnico. Garrincha, em grande tarde, fez os tr\u00eas gols da vit\u00f3ria do Botafogo. E o canhotinho de Ouro tem pesadelos com este jogo at\u00e9 hoje.<\/p>\n<p>2. Dia de inaugura\u00e7\u00e3o: 17 de junho de 1950<br \/>\n[img:Barbosa_no_Maracan__.jpg,full,vazio]<br \/>\nCom os port\u00f5es do est\u00e1dio abertos, se enfrentaram as sele\u00e7\u00f5es de novos do Rio de Janeiro e S\u00e3o Paulo. Em campo, dois futuros campe\u00f5es do mundo: pelo lado paulista, Djalma Santos, e pelo carioca, Didi. E foi a Didi que coube a gl\u00f3ria de marcar o primeiro tento no maior do mundo. Os paulistas, entretanto, viraram o jogo e venceram por 3 a 1. J\u00e1 naquela \u00e9poca valia a m\u00e1xima que reza que &#8220;o futebol \u00e9 uma caixinha de surpresas&#8221;.<\/p>\n<p>3. Dia 13 de julho de 1950, Brasil 6&#215;0 Espanha, pela Copa do Mundo<br \/>\n[img:Poster_da_Copa_de_50.jpg,full,vazio]<br \/>\nNeste dia o Maracan\u00e3 recebeu, provavelmente, o maior p\u00fablico de sua hist\u00f3ria. Uma not\u00edcia errada do Rep\u00f3rter Esso, dada por volta das 13h, dizendo que ainda havia ingressos para o jogo, provocou uma verdadeira invas\u00e3o ao est\u00e1dio. E, a partir do quarto gol brasileiro, a ent\u00e3o poderosa sele\u00e7\u00e3o espanhola foi humilhada ao som de &#8220;Touradas em Madri&#8221;, cantada pela multid\u00e3o. Infelizmente, a alegria n\u00e3o durou muito.<\/p>\n<p>4. N\u00e3o bastou que o Maracan\u00e3 fosse o palco das maiores conquistas do fant\u00e1stico time do Santos de Pel\u00e9. Os deuses do futebol tamb\u00e9m quiseram que o mil\u00e9simo gol do rei fosse marcado no est\u00e1dio. Foi num jogo contra o Vasco, no dia 19 de novembro de 1969, num p\u00eanalti sofrido por ele mesmo.<br \/>\n[img:milesimo.jpg,resized,vazio]<br \/>\nPel\u00e9 n\u00e3o queria bater, mas foi obrigado pelo restante do time do Santos &#8211; todo mundo recuou para o meio de campo. E Andrada entrou para a Hist\u00f3ria &#8211; como o homem que levou o mil\u00e9simo gol.<\/p>\n<p>5. Returno do campeonato carioca de 1964: Flamengo 3&#215;3 Fluminense.<br \/>\n N\u00e3o era uma disputa de t\u00edtulo, sequer de turno. Mas, quem assistiu ao jogo garante que este foi o mais emocionante Fla-Flu da Hist\u00f3ria. Para se ter uma id\u00e9ia, o Fluminense fez 3&#215;2 aos 44 minutos do segundo tempo, e o Flamengo empatou a peleja meio minuto depois, logo ap\u00f3s a nova sa\u00edda de bola. O Fluminense se sagraria campe\u00e3o naquele ano, ap\u00f3s derrotar o Bangu na final.<\/p>\n<p>6. O dia em que o Maracan\u00e3 emudeceu. Final da Copa de 50, 16 de julho.<br \/>\n [img:gol_de_ghigia.jpg,resized,vazio]<br \/>\n O Brasil era franco favorito contra um desacreditado Uruguai. Bastava o empate para levarmos o caneco. E ele esteve nas nossas m\u00e3os por tr\u00eas vezes: empate em 0x0, vit\u00f3ria por 1&#215;0 e empate em 1&#215;1. Um gol do ponta direita Ghiggia, entretanto, acabou com a festa, no segundo tempo. Diz-se at\u00e9 que houve um suic\u00eddio &#8211; n\u00e3o confirmado &#8211; de um marinheiro dentro do pr\u00f3prio est\u00e1dio. Uma verdadeira trag\u00e9dia nacional.<\/p>\n<p>7. Quando os alto-falantes do est\u00e1dio anunciaram a entrada de Julinho no lugar de Garrincha .<br \/>\n[img:o_jogo_de_1959.jpg,resized,vazio]<br \/>\nNum amistoso da sele\u00e7\u00e3o brasileira contra a inglesa, o Maracan\u00e3 ouviu a maior vaia de sua hist\u00f3ria. S\u00f3 que a partida do dia 13 de maio de 1959, em vez de ficar conhecida como &#8220;o jogo da vaia&#8221;, acabou se tornando o &#8220;o jogo do Julinho&#8221;. O ponta-direita marcou o primeiro gol da vit\u00f3ria por 2&#215;0 e s\u00f3 faltou fazer chover. Saiu ovacionado.<\/p>\n<p>8. Mais do que a despedida de um dos maiores jogadores de todos os tempos, o \u00faltimo jogo de Zico no Flamengo marcou o fim de uma era e de uma gera\u00e7\u00e3o de craques a qual s\u00f3 faltou a conquista de uma Copa do Mundo. Em campo, o time campe\u00e3o do mundo do Flamengo e \u00eddolos do futebol mundial como Rummenigge, Mario Kempes, Gerets, Hansi M\u00fcller, Causio, Falc\u00e3o e Breitner. O dia, 6 de fevereiro de 1990. Uma despedida digna do maior artilheiro da hist\u00f3ria do Maracan\u00e3.<\/p>\n<p>9. Milan x Santos.<br \/>\n O segundo jogo da decis\u00e3o do mundial interclubes de 1963. Debaixo de um tremendo temporal, o Santos saiu de um placar adverso de 2&#215;0 e virou o jogo para4x2. Almir, do Santos, passou o jogo inteiro baixando a botina no brasileiro Amarildo, ent\u00e3o no Milan. O jogador santista confessaria mais tarde em suas mem\u00f3rias, que jogara dopado e que o juiz fora comprado pelos dirigentes do Santos. O time de Pel\u00e9 acabou se sagrando bicampe\u00e3o logo depois, no terceiro jogo.Momento para a eternidade. Dalmo, \u00e0 direita, cobra com perfei\u00e7\u00e3o a penalidade m\u00e1xima que representou o \u00fanico gol da vit\u00f3ria santista sobre o Milan, na terceira partida decisiva do Mundial de 1963, jogada no Maracan\u00e3 diante de 120 mil pagantes. O goleiro Balzarini se esticou mas n\u00e3o conseguiu defender<br \/>\nFoto do gol de Dalmo.<br \/>\n[img:Dalmo_de_p__nalti__Santos_campe__o_mundial_1.jpg,resized,vazio]<\/p>\n<p>10. Fugido da revolu\u00e7\u00e3o na Hungria, o Honved virou um time itinerante.<br \/>\nEm janeiro de 1957, Puskas &#038; cia. vieram dar por estas bandas. Flamengo e Botafogo fizeram v\u00e1rios amistosos contra o time h\u00fangaro naquele ver\u00e3o. No mais c\u00e9lebre, o Honved enfrentou um combinado dos dois times. E deram de cara com um ataque com Dida e Garrincha. Final 6&#215;4 para os brasileiros. Mas, desta inesquec\u00edvel temporada, ficou uma li\u00e7\u00e3o. O Brasil podia ser bom de bola, mas n\u00e3o era o \u00fanico.<\/p>\n<p>11. Um jogo que ficar\u00e1 para sempre na mem\u00f3ria dos rubro-negros: o Flamengo 3&#215;2 Atl\u00e9tico Mineiro de 1980. O Meng\u00e3o tinha o melhor time e jogava em casa, mas o Galo tinha Reinaldo, O gol de empate marcado pelo centro-avante, que estava capengando &#8211; e que daria o t\u00edtulo ao Atl\u00e9tico &#8211; congelou as espinhas flamenguistas. Mas um momento de craque de Nunes, o Jo\u00e3o Danado, fez a maior torcida do Brasil chegar aos c\u00e9us. Da\u00ed para a frente, ningu\u00e9m segurou o Meng\u00e3o<\/p>\n<p>Museu itinerante do futebol<br \/>\nPesquisa Internet<br \/>\nMilton Neves<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As 11 lendas dos Deuses do Futebol: 1. Final do campeonato carioca de 1962. 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