{"id":5978,"date":"2008-06-13T17:18:39","date_gmt":"2008-06-13T20:18:39","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.soccerlogos.com.br\/2008\/06\/13\/baltazar-o-cabecinha-de-ouro\/"},"modified":"2008-06-13T17:18:39","modified_gmt":"2008-06-13T20:18:39","slug":"baltazar-o-cabecinha-de-ouro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/historiadofutebol.com\/blog\/?p=5978","title":{"rendered":"Baltazar, o cabecinha de ouro"},"content":{"rendered":"<p>Nascido na cidade de Santos no dia 14 de janeiro de 1926, Baltazar foi um dos grandes artilheiros do Sport Club Corinthians Paulista. Ao lado de Cl\u00e1udio, Luizinho, Carbone, Rafael, M\u00e1rio e outras feras, o Cabecinha de Ouro foi figura imporant\u00edssima para as conquistas dos Paulistas de 1951, 1952 e 1954.<\/p>\n<p>Ele tamb\u00e9m conquistou pelo alvinegro do Parque S\u00e3o Jorge dois torneios Rio-S\u00e3o Paulo: 1950 e 1953. Foram 401 jogos pelo Tim\u00e3o: 247 vit\u00f3rias, 70 empates, 84 derrotas, 266 gols marcados a favor e um contra (n\u00fameros do &#8220;Almanaque do Corinthians&#8221;, de Celso Unzelte). Pela Sele\u00e7\u00e3o Brasileira, al\u00e9m de disputar as copas do mundo de 1950 e 1954, foi campe\u00e3o panamericana de 1952. No time principal da sele\u00e7\u00e3o, Baltazar fez 31 jogos (21 vit\u00f3rias, seis empates e quatro derrotas) e marcou 17 gols, segundo informa\u00e7\u00f5es do livro &#8220;Sele\u00e7\u00e3o Brasileira 90 anos&#8221;, de Antonio Carlos Napole\u00e3o e Roberto Assaf.<\/p>\n<p>[img:Cl__ssico_contra_o_Santos.jpg,resized,vazio]<br \/>\nCl\u00e1ssico entre Santos e Corinthians no Pacaembu. Corinthians com meias zebradas, Santos com meias pretas. No lance, Baltazar pelo Tim\u00e3o e H\u00e9lvio pelo Peixe disputam a bola. Ao fundo, a Concha Ac\u00fastica, magn\u00edfica, e de tanta saudades.<br \/>\n Eu sempre que ia ao Pacaembu ficava olhando o p\u00fablico presente. Aprendi por experi\u00eancia que o est\u00e1dio come\u00e7ava a ficar lotado quando os primeiros degraus estavam sendo tomados pelo p\u00fablico. Por ser atr\u00e1s do gol e de vis\u00e3o n\u00e3o t\u00e3o privilegiada, o p\u00fablico s\u00f3 ia l\u00e1 na falta de lugar na arquibancada. Mas nada deixou mais saudades no Pacaembu que a Concha Ac\u00fastica.<\/p>\n<p>Em outra foto de Baltazar, agora pela sele\u00e7\u00e3o paulista, ele observa a defesa do goleiro gaucho, nos antigos torneios de sele\u00e7\u00f5es entre estados. Atr\u00e1s dele est\u00e1 Antoninho ( Antonio Fernandes ), que depois viria suceder o t\u00e9cnico Lula no santos. Neste jogo deu S\u00e3o Paulo 3 x 2 Rio Grande do Sul.<br \/>\n[img:Jogando_pela_sele____o_paulista.jpg,resized,vazio]<\/p>\n<p>Destaco o que Jair da Rosa Pinto falou sobre a Copa de 50 e de Baltazar:<br \/>\n&#8220;Outro que tinha que estar em campo era o Baltazar. No \u00faltimo minuto, subi com o (goleiro) Maspoli e a bola passou raspando na minha cabe\u00e7a. Eu, que sou baixo. Se fosse o Baltazar, o cabecinha de ouro, tenho certeza que teria marcado.<\/p>\n<p>Li coment\u00e1rio do historiador Mario Lopomo que houve uma m\u00fasica feita para o Baltazar. De composi\u00e7\u00e3o de Alfredo Borba, a m\u00fasica gravada por Elsa Laranjeira, tinha este refr\u00e3o:<br \/>\n&#8220;Gol de Baltazar, gol de Baltazar, salta o cabecinha um  a zero no placar&#8221;<\/p>\n<p>Um dos melhores cabeceadores da hist\u00f3ria do futebol brasileiro, Osvaldo da Silva, o Baltazar, tamb\u00e9m conhecido como o &#8220;Cabecinha de Ouro&#8221;, morreu no dia 25 de mar\u00e7o de 1997, quando estava internado no Hospital Santa Isabel da Cantareira, zona norte de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nascido na cidade de Santos no dia 14 de janeiro de 1926, Baltazar foi um dos grandes artilheiros do Sport Club Corinthians Paulista. 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