{"id":5868,"date":"2008-03-27T15:34:28","date_gmt":"2008-03-27T18:34:28","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.soccerlogos.com.br\/2008\/03\/27\/outros-grandes-jogadores-da-alemanha\/"},"modified":"2008-03-27T15:34:28","modified_gmt":"2008-03-27T18:34:28","slug":"outros-grandes-jogadores-da-alemanha","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/historiadofutebol.com\/blog\/?p=5868","title":{"rendered":"Outros grandes jogadores da Alemanha"},"content":{"rendered":"<p>ANDREAS BREHME<br \/>\nUm dos mais completos defensores da hist\u00f3ria do futebol europeu, Andreas Brehme estreou na sele\u00e7\u00e3o de seu pa\u00eds em 1984 e seu futebol contribuiu para o sucesso da Alemanha nos anos seguintes.<br \/>\nTeve uma atua\u00e7\u00e3o brilhante na Copa do Mundo de 1986, contemplada com o gol que marcou contra a Fran\u00e7a, na semifinal.<br \/>\nMais tarde tentou a sorte no Campeonato Italiano, na Internazionale de Mil\u00e3o, time pelo qual conquistou o t\u00edtulo nacional de 1989, ao lado dos compatriotas Lothar Matth\u00e4us e J\u00fcrgenn Klinsmann.<br \/>\nNo ano seguinte, conquistou a Copa do Mundo com a Alemanha, numa revanche contra a Argentina, campe\u00e3 de 86.<br \/>\nAp\u00f3s sua passagem pela It\u00e1lia, retornou ao futebol alem\u00e3o para jogar no Bayern de Munique. Mais tarde voltou ao Kaiserslautern, equipe que o revelou.<br \/>\nAinda teve tempo de ganhar uma Copa da Alemanha e um Campeonato Alem\u00e3o, em 1998, j\u00e1 com 37 anos. Depois disso, despediu-se dos gramados.<\/p>\n<p>PAUL BREITNER<br \/>\nEm uma de suas primeiras partidas com a sele\u00e7\u00e3o da Alemanha Ocidental, Paul Breitner ganhou a Eurocopa de 1972, disputada na B\u00e9lgica.<br \/>\nEm 1974 levou a Copa do Mundo numa final hist\u00f3rica contra a Holanda. Seu gol, na estr\u00e9ia contra o Chile, com um chute de 25 metros de dist\u00e2ncia, deu a vit\u00f3ria \u00e0 equipe. Na decis\u00e3o, marcou outro, desta vez de p\u00eanalti.<br \/>\nA conquista motivou a sua contrata\u00e7\u00e3o pelo Real Madrid, clube onde atuou por duas temporadas e ganhou o bicampeonato espanhol.<br \/>\nEm 1977 retornou ao Bayern de Munique e conseguiu o t\u00edtulo de melhor jogador da Alemanha na temporada 1980\/1981.<br \/>\nEm 1978 deixou a sele\u00e7\u00e3o num jogo pelas Eliminat\u00f3rias do Mundial da Argentina, contra a Gr\u00e9cia. Decidiu voltar na Copa da Espanha, em 1982, ano em que conquistou o vice-campeonato.<br \/>\nMeio-campista de habilidade, tinha entre as suas principais virtudes a mobilidade em campo e a versatilidade.<br \/>\nEm 1983 abandonou o futebol profissional e se tornou presidente do Bayern de Munique. Desde ent\u00e3o trabalha como comentarista esportivo na imprensa local e como representante de marcas esportivas.<\/p>\n<p>FRITZ WALTER<br \/>\nCome\u00e7ou a jogar futebol aos oito anos naquele que seria seu clube de sempre, o Kaiserslautern. Aos 17 anos j\u00e1 atuava como atacante, destacando-se por seu faro de goleador. Mas foi no meio-de-campo que firmou sua lenda como um dos melhores jogadores alem\u00e3es de todos os tempos.<br \/>\nSua grande vis\u00e3o de jogo e capacidade de lideran\u00e7a o transformaram na pe\u00e7a central do time. Desde 1985 o est\u00e1dio do Kaiserslautern leva seu nome.<br \/>\nCome\u00e7ou na sele\u00e7\u00e3o em 1940. Por\u00e9m, sua carreira esportiva se viu interrompida pelo in\u00edcio da Segunda Guerra Mundial. Fritz Walter se alistou no ex\u00e9rcito alem\u00e3o, foi convocado para servir na Brigada de p\u00e1ra-quedistas do Reich e foi feito prisioneiro na frente do Leste. At\u00e9 1951 n\u00e3o voltou a vestir a camisa da Alemanha.<br \/>\nNo Mundial de 1954, na Su\u00ed\u00e7a, Fritz Walter j\u00e1 era um veterano jogador de 34 anos, por\u00e9m, conduziu a equipe a uma emocionante final contra a Hungria de Puskas. Os alem\u00e3es ocidentais venceram por 3 a 2 e levaram a Copa do Mundo pela primeira vez na hist\u00f3ria.<br \/>\nNa Su\u00e9cia, em 1958, voltou a capitanear a equipe, mas os alem\u00e3es perderam nas semifinais. Aposentou-se no ano seguinte, depois de uma grande e vitoriosa carreira esportiva.<\/p>\n<p>HASSLER<br \/>\nThomas H\u00e4ssler disputou tr\u00eas Copas do Mundo pela Alemanha e leva no curr\u00edculo o t\u00edtulo mundial de 1990, al\u00e9m da Eurocopa de 96.<br \/>\nPassou por uma s\u00e9rie de equipes alem\u00e3s e italianas: Col\u00f4nia (1984-90), Juventus (1990-91), Roma (1991-94), Karlsruhe (1994-98), Borussia Dortmund (1998-99), Munique 1860 (1999-2003) e Salzburg (2003-04).<br \/>\nRetornou ao Col\u00f4nia no final da carreira, onde parou de jogar em 2005.<br \/>\nPequeno, mas muito h\u00e1bil e inteligente, atuava no setor do meio-campo, mais precisamente na arma\u00e7\u00e3o das jogadas.<br \/>\nPela Alemanha, H\u00e4ssler disputou 101 partidas e marcou 11 gols. Na Olimp\u00edada de Seul, em 1988, conquistou a medalha de bronze, ap\u00f3s ter perdido para a Sele\u00e7\u00e3o Brasileira, nas semifinais, na disputa de p\u00eanaltis.<\/p>\n<p>KLINSMANN<br \/>\nConhecido como &#8220;Atacante de Ouro&#8221;, J\u00fcrgen Klinsmann foi um dos centroavantes mais importantes da \u00faltima d\u00e9cada na Europa. Suas principais armas foram a velocidade e per\u00edcia no jogo a\u00e9reo e nas finaliza\u00e7\u00f5es.<br \/>\nCome\u00e7ou a carreira no Stuttgart. De l\u00e1 passou por muitos clubes: Internazionale de Mil\u00e3o (1989-1992), Monaco (1992-1994), Tottenham Hotspurs (1994-1995), Bayern de Munique (1995-1997), Sampdoria (1997) e Tottenham (1998) novamente.<br \/>\nNa sele\u00e7\u00e3o alem\u00e3 ganhou a Copa do Mundo de 1990 e a Eurocopa de 1996, tornando-se um dos maiores goleadores da hist\u00f3ria do futebol alem\u00e3o.<br \/>\nDepois do Mundial da Fran\u00e7a, em 1998, se retirou definitivamente do futebol profissional.<br \/>\nKlinsmann se caracterizou sempre pela lealdade em campo e esp\u00edrito humano e solid\u00e1rio. Isso o levou a participar de atos beneficentes e a criticar a excessiva comercializa\u00e7\u00e3o que envolve o mundo do futebol.<\/p>\n<p>MATTHAUS<br \/>\nLothar Matth\u00e4us n\u00e3o tinha o f\u00edsico ideal para a m\u00e9dia do futebol alem\u00e3o, mas, com o tempo, se converteu num grande atleta e ganhou o apelido de &#8220;Super-Homem&#8221;. Come\u00e7ou a carreira no Borussia Monchengladbach, no final dos anos 70 e, em 1984, foi jogar no Bayern de Munique.<br \/>\nNa final da Copa dos Campe\u00f5es, em 1987, o Bayern perdeu para o Porto e o jogador terminou como bode expiat\u00f3rio da imprensa alem\u00e3.<br \/>\nA partir de 1988, Matth\u00e4us se tornou capit\u00e3o da sele\u00e7\u00e3o alem\u00e3o e, no mesmo ano, foi vendido \u00e0 Internazionale de Mil\u00e3o.<br \/>\nAs rela\u00e7\u00f5es com o clube italiano foram fortes. Na It\u00e1lia, conquistou o Campeonato Italiano da temporada 1988\/1989, a Copa da Uefa de 1990\/1991 e a Supercopa da It\u00e1lia em 1989.<br \/>\nAlguns anos depois, em 1992, Matth\u00e4us voltou ao Bayern. Encerrou a carreira nos Estados Unidos, jogando pelo New York Metrostars, em 2000.<br \/>\nEm 1990, recebeu a Bola de Ouro e o pr\u00eamio de melhor jogador do mundo. Ingressou no Clube dos Cem, formado por jogadores que superaram as cem partidas pelas suas respectivas sele\u00e7\u00f5es.<br \/>\nAp\u00f3s abandonar o futebol como jogador, come\u00e7ou a carreira de treinador no Rapid Viena, da \u00c1ustria. Passou pelo Partizan Belgrado, da S\u00e9rvia e Montenegro, e, por fim, a sele\u00e7\u00e3o da Hungria.<\/p>\n<p>LITTBARSKI<br \/>\nN\u00e3o \u00e9 todo mundo que disputa tr\u00eas finais de Copa do Mundo. Littbarski \u00e9, junto ao brasileiro Cafu, um dos \u00fanicos atletas que conseguiu tal feito. Ele foi campe\u00e3o em 1990 e vice em 1982 e 1986.<br \/>\nBaixinho e r\u00e1pido, Littbarski era um alem\u00e3o com nome franc\u00eas e futebol de sul-americano. Extremamente habilidoso, abusava dos dribles, mas sempre em dire\u00e7\u00e3o ao gol.<br \/>\nJogando pela sele\u00e7\u00e3o alem\u00e3, fez 73 jogos e marcou 18 gols.<br \/>\nLittbarski come\u00e7ou sua carreira profissional em 1978, jogando pelo Col\u00f4nia, clube que tornou sua casa.<br \/>\nFicou na equpe da segunda maior cidade da Alemanha at\u00e9 1986, quando se transferiu para o Racing, de Paris.<br \/>\nMas seu lugar era mesmo no Col\u00f4nia. Ap\u00f3s um ano na Fran\u00e7a voltou ao seu clube do cora\u00e7\u00e3o, onde permaneceu at\u00e9 1993.<br \/>\nNos 15 anos de Col\u00f4nia, Littbarski foi campe\u00e3o da Copa da Alemanha, em 1983, e vice-campe\u00e3o nacional em tr\u00eas oportunidades.<br \/>\nAntes de abandonar os gramados, o atacante ainda atuou por dois anos no futebol japon\u00eas, onde defendeu as cores do JEF Ichihara.<br \/>\nFonte: TERRA<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>ANDREAS BREHME Um dos mais completos defensores da hist\u00f3ria do futebol europeu, Andreas Brehme estreou na sele\u00e7\u00e3o de seu pa\u00eds em 1984 e seu futebol contribuiu para o sucesso da Alemanha nos anos seguintes. Teve uma atua\u00e7\u00e3o brilhante na Copa do Mundo de 1986, contemplada com o gol que marcou contra a Fran\u00e7a, na semifinal. 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