{"id":5833,"date":"2008-02-21T18:57:28","date_gmt":"2008-02-21T21:57:28","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.soccerlogos.com.br\/2008\/02\/21\/luisinho-o-pequeno-polegar-revisao-do-texto\/"},"modified":"2008-02-21T18:57:28","modified_gmt":"2008-02-21T21:57:28","slug":"luisinho-o-pequeno-polegar-revisao-do-texto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/historiadofutebol.com\/blog\/?p=5833","title":{"rendered":"Luisinho &#8211; o Pequeno Polegar &#8211; REVIS\u00c3O DO TEXTO"},"content":{"rendered":"<p>Gostaria de fazer uma revis\u00e3o no texto que encaminhei. Existem fatos que a gente relata por ter ouvido falar e muito. Da\u00ed surgem as lendas, modificando o que realmente ocorreu atrav\u00e9s da imagina\u00e7\u00e3o do povo. Meu amigo Mario, que come\u00e7ou a ir aos est\u00e1dios a partir do in\u00edcio dos anos 50, 12 anos antes de mim, me socorreu e relatou o que segue:<br \/>\nVi Luisinho jogar e muito. Esse negocio de que ele sentou na bola, \u00e9 cascata. Luisinho era um bom jogador. Gozador acima de tudo. Arreliento, arrumava encrenca e saia fora. Os outros \u00e9 que seguravam a barra. O muito que ele fez foi passar a bola debaixo das pernas do Luis Villa, que ria cada vez que ele ciscava a sua frente. Nunca deu um pontap\u00e9 nele. Quando ele percebeu que o Argentino nem estava a\u00ed parou.<br \/>\nFez muitas besteiras em campo. Foi ele que disse FDP no microfone da TV Record, empunhado por  Silvio Luiz, hoje na BAND.<br \/>\nPelo seu porte pequeno era desprezado pelos advers\u00e1rios que se preocupavam mais com Baltazar e Carbone, e as bolas sobravam para ele marcar. N\u00e3o era jogador de driblar pra frente a caminho do gol, s\u00f3 fazia palha\u00e7ada para a torcida.<\/p>\n<p>No jogo que decidiu o campeonato de 1954, os defensores dos Palmeiras estavam preocupados com Baltazar, \u201co cabecinha de ouro\u201d. Cl\u00e1udio viu Luizinho sozinho na \u00e1rea e levantou na cabe\u00e7a dele que n\u00e3o teve muito trabalho para marcar o gol do titulo.<\/p>\n<p>Por isso n\u00e3o era convocado para a sele\u00e7\u00e3o. S\u00f3 foi em 1956 porque Brand\u00e3o era o t\u00e9cnico.<\/p>\n<p>E foi ele quem marcou o gol da vit\u00f3ria contra a Argentina quebrando um tabu de 10 anos que os brasileiros n\u00e3o ganhavam dos portenhos.<\/p>\n<p>Com respeito a tijolada que deu no Gino sua narrativa \u00e9 certa. Porem n\u00e3o era mentira que ele n\u00e3o era enganado.<\/p>\n<p>Era, e bem enganado.<\/p>\n<p>Sua esposa o traia com um motorista de pra\u00e7a do Tatuape, e ele sabia disso, portanto, enganado.<\/p>\n<p>N\u00e3o adiantou a  A Gazeta Esportiva fazer uma reportagem com ele, a esposa e seu filho Luizinho, em cima de num tico tico , para mostrar que havia harmonia, no casal, e, que eram acusa\u00e7\u00f5es falsas. Mas todo mundo sabia que a mulher dele era  desleal.<\/p>\n<p>Gino sempre jogou bem. Era um centro avante bom desde o tempo que era do aspirante do Palmeiras, que foi para o XV de Ja\u00fa, e depois no S\u00e3o Paulo em 1953. Era titular da sele\u00e7\u00e3o brasileira e na excuss\u00e3o de 1956 fez um gol de bicicleta em Portugal, quando o Brasil ganhou de 1&#215;0.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Gostaria de fazer uma revis\u00e3o no texto que encaminhei. Existem fatos que a gente relata por ter ouvido falar e muito. Da\u00ed surgem as lendas, modificando o que realmente ocorreu atrav\u00e9s da imagina\u00e7\u00e3o do povo. 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