{"id":4865,"date":"2009-12-05T10:38:35","date_gmt":"2009-12-05T13:38:35","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.cacellain.com.br\/2009\/12\/05\/o-fluminense-e-a-copa-rio-de-1952\/"},"modified":"2009-12-05T10:38:35","modified_gmt":"2009-12-05T13:38:35","slug":"o-fluminense-e-a-copa-rio-de-1952","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/historiadofutebol.com\/blog\/?p=4865","title":{"rendered":"O Fluminense e a Copa Rio de 1952"},"content":{"rendered":"<p>A Copa Rio Internacional de 1952 foi disputada por 8 equipes de alguns pa\u00edses da Europa e Am\u00e9rica do Sul entre 12 de Julho e 2 de Agosto de 1952 em S\u00e3o Paulo e no Rio de Janeiro, nos est\u00e1dios do Pacaembu e Maracan\u00e3, respectivamente. O Fluminense sagrou-se campe\u00e3o de forma invicta.<br \/>\n[img:copa_rio_52.jpg,resized,vazio]<br \/>\nA competi\u00e7\u00e3o tinha este nome pois organizada pela CBD, com a autoriza\u00e7\u00e3o da FIFA, e era patrocinada pela Prefeitura do Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>Grupo do Rio de Janeiro<br \/>\nPe\u00f1arol  do Uruguai, campe\u00e3o uruguaio de 1951.<br \/>\nGrasshopper Club da Su\u00ed\u00e7a, campe\u00e3o sui\u00e7o da temporada 1951\/52<br \/>\nFluminense do Brasil ,campe\u00e3o carioca de 1951<br \/>\nSporting de    Portugal, campe\u00e3o portugu\u00eas da temporada 1951\/52<\/p>\n<p>Grupo de S\u00e3o Paulo<br \/>\nFC Saarbr\u00fccken da Alemanha     , segundo colocado na Alemanha Ocidental 1951\/52<br \/>\nLibertad do    Paraguai , segundo colocado no Paraguai em 1952<br \/>\nCorinthians     do Brasil, campe\u00e3o paulista de 1951 e 1952<br \/>\n\u00c1ustria Viena da    \u00c1ustria, segundo colocado na \u00c1ustria na temporada 1951\/52<\/p>\n<p>A II Copa Rio come\u00e7ou no dia 12 de julho com os jogos:<br \/>\nPenarol 1 x Grasshopers 0<br \/>\n\u00c1ustria 4 x Libertad 2<br \/>\nNo dia 13 mais dois jogos:<br \/>\nFluminense 0 x Sporting 0<br \/>\nCorinthians 6 x Sarrebruckem 1<\/p>\n<p>Dia 16 \u2013<br \/>\nPenarol 3 x Sporting 1<br \/>\n\u00c1ustria 5 x Sarrebruckem1<br \/>\nDia 17 \u2013<br \/>\nFluminense 1 x Grassopers 0 (Marinho)<br \/>\nCorinthians 6 x Libertad 0 (Baltazar 2. Carbone 2. Claudio. Luizinho)<\/p>\n<p>Dia 19 \u2013<br \/>\nSporting 2 x Grassopers 1<br \/>\nLibertad 4 x Sarrebruchem 1<br \/>\nDia 20 \u2013<br \/>\nFluminense 3 x Penarol 0 (Marinho 2. Orlando)<br \/>\nCorinthians 2 x \u00c1ustria 1 (Carbone. Gast\u00e3o)<\/p>\n<p>Se classificaram quatro clubes que disputaram as semi finais em dois jogos. Os vencedores decidiram o titulo.<\/p>\n<p>No Maracan\u00e3 \u2013 Fluminense e \u00c1ustria.<br \/>\nDia 23 \u2013 Fluminense 1 x \u00c1ustria 0 (Didi)<br \/>\nDia 27 \u2013 Fluminense 5 x \u00c1ustria 2 (Orlando 3. Quincas e Tel\u00ea Santana)<br \/>\nNo Pacaemb\u00fa \u2013 Corinthians x Penarol<br \/>\nDia 24 \u2013 Corinthians 2 x Penarol 1 (Cl\u00e1udio 2)<br \/>\nNeste jogo houve muitos problemas com expuls\u00f5es dos uruguaios Romero por jogo violento e Miguez por tentativa de agress\u00e3o ao arbitro alem\u00e3o Dunger. No lado corinthiano, Murilo sofreu uma s\u00e9ria contus\u00e3o no joelho e Baltazar com afundamento do malar. O resultado \u00e9 que n\u00e3o houve ambiente para o segundo jogo. Os uruguaios alegando que n\u00e3o tinham seguran\u00e7a desistiram da segunda partida. Assim, a decis\u00e3o da II Copa Rio ficou para os brasileiros Fluminense e Corinthians com os jogos realizados no maracan\u00e3.<br \/>\nfonte: Wikip\u00e9dia<br \/>\nMuseu dos Esportes\/Esporte Ilustrado<\/p>\n<p>FINAL\u00cdSSIMA<br \/>\n1\u00b0Jogo<br \/>\nRio de Janeiro, 30 de julho de 1952.<\/p>\n<p>Amigos, a vit\u00f3ria desta quarta-feira foi a mais importante de todas. Numa final de dois jogos, o mais importante \u00e9 o primeiro. O time que quer ser campe\u00e3o precisa se impor na primeira partida. \u00c9 \u00f3bvio que \u00e9 o segundo jogo que define tudo, e que \u00e9 poss\u00edvel virar uma situa\u00e7\u00e3o desvantajosa. Por\u00e9m, muito melhor \u00e9 n\u00e3o precisar virar nada: muito melhor \u00e9 estar em vantagem o tempo todo.<\/p>\n<p>Foi isso que o Fluminense fez hoje, diante dos campe\u00f5es paulistas: imp\u00f4s o seu futebol, do instante inicial ao minuto derradeiro. O quadro de \u00c1lvaro Chaves foi uma verdadeira m\u00e1quina de jogar bola, espremendo o Corinthians contra o seu pr\u00f3prio gol.<\/p>\n<p>Quando o cron\u00f4metro marcava vinte e dois minutos, Orlando Pingo de Ouro, o atacante que \u00e9 a cara do Fluminense, abriu o placar para o Tricolor. Foi o quinto gol de Orlando na Copa Rio: ele \u00e9 agora o artilheiro isolado do certame.<\/p>\n<p>No segundo tempo, o Fluminense manteve a press\u00e3o, buscando o segundo tento, que significaria enorme vantagem. E foi Marinho, aos 25 minutos, que concretizou o sonho p\u00f3-de-arroz. Foi a quarta vez que Marinho balan\u00e7ou as redes na Copa Rio. Fluminense 2 a 0, e o placar n\u00e3o mudou mais.<\/p>\n<p>Me perdoem por n\u00e3o dar mais detalhes do jogo em si. Explico minha sonega\u00e7\u00e3o: em uma final, a t\u00e1tica e a estrat\u00e9gia d\u00e3o lugar ao cora\u00e7\u00e3o, e a raz\u00e3o \u00e9 substitu\u00edda pela emo\u00e7\u00e3o. \u00c9 por isso que as finais s\u00e3o sublimes, \u00e9 por isso que as decis\u00f5es s\u00e3o eternas. Nosso austero t\u00e9cnico Zez\u00e9 Moreira tem a sua import\u00e2ncia, claro. Mas, numa final, o fator que desequilibra mesmo \u00e9 o cora\u00e7\u00e3o na ponta da chuteira: \u00e9 o sangue verde, branco e gren\u00e1 jorrando paix\u00e3o.<\/p>\n<p>S\u00e1bado \u00e9 o grande dia. Os tricolores vivos, doentes e mortos subir\u00e3o as rampas do Maracan\u00e3. Os vivos sair\u00e3o de suas casas, os doentes de suas camas, e os mortos de suas tumbas. N\u00f3s, torcedores do passado, do presente e do futuro, empurraremos o Fluminense para a gl\u00f3ria suprema.<\/p>\n<p>fonte: Paulo Cezar da Costa Martins Filho<\/p>\n<p>Ficha t\u00e9cnica: Fluminense 2 x 0 Corinthians<br \/>\nData: 30\/07\/1952.<br \/>\nLocal: Maracan\u00e3, Rio de Janeiro.<br \/>\nFluminense: Castilho; P\u00edndaro e Pinheiro; Jair, \u00c9dson e Bigode; Tel\u00ea (Robson), Didi, Marinho (Sim\u00f5es), Orlando Pingo de Ouro e Quincas. T\u00e9cnico: Zez\u00e9 Moreira.<br \/>\nCorinthians: Gilmar; Homero e Olavo; Id\u00e1rio, Juli\u00e3o e Sula; Cl\u00e1udio, Luizinho, Carbone, Gat\u00e3o (Jackson) e M\u00e1rio (Colombo). T\u00e9cnico: Rato.<br \/>\n\u00c1rbitro: Joaquim Campos (Portugal).<br \/>\nP\u00fablico pagante: 27.094.<br \/>\nP\u00fablico presente: 38.680.<br \/>\nRenda: CR$ 770.590,90.<br \/>\nGols: Orlando Pingo de Ouro (aos 22 minutos do primeiro tempo) e Marinho (aos 25 minutos do segundo tempo).<\/p>\n<p>2\u00b0 Jogo<br \/>\nRio de Janeiro, 2 de agosto de 1952.<\/p>\n<p>Amigos, a humildade acaba aqui: desde hoje, o Fluminense \u00e9 o campe\u00e3o do mundo. A equipe tricolor fez uma partida perfeita, irretoc\u00e1vel. Lutou com a alma indom\u00e1vel do campe\u00e3o. O resultado n\u00e3o poderia ser outro, sen\u00e3o a gl\u00f3ria, sen\u00e3o o t\u00edtulo. A Copa Rio repousar\u00e1, feliz e para sempre, na abarrotada sala de trof\u00e9us da Rua \u00c1lvaro Chaves.<\/p>\n<p>N\u00e3o se conquista uma ta\u00e7a num \u00fanico dia, numa \u00fanica noite. N\u00e3o. Um t\u00edtulo \u00e9 todo sangue, todo suor e todo l\u00e1grimas de um campeonato inteiro. Ap\u00f3s o empate, na estr\u00e9ia, com o Sporting Lisboa, o campe\u00e3o portugu\u00eas, n\u00e3o se interrompeu mais a ascens\u00e3o para a gl\u00f3ria. Passamos pelo Grasshopper-Club, o campe\u00e3o su\u00ed\u00e7o, e depois atropelamos o Pe\u00f1arol, o campe\u00e3o uruguaio. Ent\u00e3o, veio o poderoso \u00c1ustria Viena, e tamb\u00e9m ficou pelo caminho. Por fim, vencemos o Corinthians, o campe\u00e3o paulista. N\u00e3o s\u00f3 vencemos o mais dif\u00edcil e conceituado campeonato de clubes j\u00e1 organizado at\u00e9 hoje. Conquistamos o valioso trof\u00e9u invictos, em uma campanha \u00e9pica.<\/p>\n<p>O Corinthians, campe\u00e3o de S\u00e3o Paulo, foi o advers\u00e1rio do Tricolor na grande decis\u00e3o da Copa Rio. Mesmo tendo sido vitorioso no primeiro encontro (dia 30), o Fluminense logo se avantajou no placar, disposto a conquistar o Campeonato de maneira digna e categ\u00f3rica. O primeiro gol ocorreu aos 10 minutos, e veio dos p\u00e9s de mestre Didi. O Corinthians, como \u00e9 natural, n\u00e3o concordava com as pretens\u00f5es tricolores, e lutava com galhardia para reverter a situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Quando come\u00e7ou a segunda etapa do memor\u00e1vel confronto, em que dois times brasileiros disputavam a honra de possuir o t\u00edtulo oficioso de Campe\u00e3o Mundial Interclubes, a peleja, aut\u00eantico pr\u00e9lio de dois gigantes, aumentou em beleza e intensidade. Cada minuto que se escoava era mais um passo que o Fluminense dava em dire\u00e7\u00e3o ao t\u00edtulo, e era mais uma dose de esperan\u00e7a perdida pelo Corinthians.<br \/>\nOs campe\u00f5es paulistas finalmente alcan\u00e7aram seu tento, com Jackson, quando o cron\u00f4metro apontava 11 minutos. O Fluminense continuava em boa situa\u00e7\u00e3o, posto que o empate lhe bastava. Por\u00e9m, mesmo assim, a equipe tricolor lan\u00e7ou-se toda para a frente, como se necessitasse da vit\u00f3ria tanto quanto o oponente. Aos 25, Marinho marcou o seu quinto gol na Copa Rio, igualando-se a Orlando Pingo de Ouro na artilharia. O tento foi deveras importante, uma vez que voltou a p\u00f4r o Fluminense na frente: 2 a 1.<\/p>\n<p>O alvinegro paulista ainda conseguiu marcar o gol de empate, por meio de Souzinha, aos 44 minutos. Mas isso n\u00e3o era suficiente para impedir a gl\u00f3ria do Fluminense. O esquadr\u00e3o de \u00c1lvaro Chaves demonstrou tudo o que pode se exigir de um aut\u00eantico campe\u00e3o: fibra, entusiasmo, capacidade t\u00e9cnica e ci\u00eancia do jogo.<\/p>\n<p>E quem \u00e9 o grande personagem da conquista? Poderia destacar qualquer jogador p\u00f3-de-arroz, do goleiro ao ponta-esquerda: todos, todos tiveram uma garra, um \u00edmpeto e uma paix\u00e3o inexced\u00edveis. Orlando e Marinho, nossos artilheiros. Tel\u00ea e Didi, nossos maestros. P\u00edndaro e Pinheiro, as duas torres inexpugn\u00e1veis na defesa. Jair, \u00c9dson e Bigode, o trio indom\u00e1vel no meio-de-campo. Quincas, R\u00f3bson e Sim\u00f5es, sempre dando conta do recado no ataque. Zez\u00e9 Moreira, nosso austero comandante \u00e0 beira do campo. Mas um nome se destaca, em alto relevo, acima de todos os outros: o de Carlos Jos\u00e9 Castilho, nosso arqueiro.<\/p>\n<p>Sobre ele, pego emprestadas as palavras publicadas na Revista do Esporte desta semana:<br \/>\n&#8220;O Fluminense desde que se ofuscou a estrela de Batatais teve bons keepers, mas Castilho \u00e9 o ocupante da posi\u00e7\u00e3o de todos que sucederam o &#8216;rei da coloca\u00e7\u00e3o&#8217;. Atingiu o jovem keeper o ponto alto de sua carreira no Pan-Americano de Santiago do Chile e agora na Copa Rio continua demonstrando suas altas qualidades, salvando tentos certos na fase eliminat\u00f3ria, quando manteve invicto o seu arco. Nas semifinais, foi vencido apenas duas vezes. A argumenta\u00e7\u00e3o de que o sistema defensivo tricolor n\u00e3o permite tiros perigosos ao arco guarnecido por Castilho, e este, portanto, n\u00e3o teve muito trabalho, n\u00e3o procede, pois se n\u00e3o fossem as suas &#8216;milagrosas&#8217;, pois temos que chamar de milagrosas interven\u00e7\u00f5es, pois ele fez o imposs\u00edvel, e o Fluminense estaria amargurando reveses fatais que o desclassificariam da Copa Rio, precisamente no ano do seu cinq\u00fcenten\u00e1rio. Castilho foi a grande barreira que impediu a queda da cidadela tricolor, enquanto o time se armava para a arrancada final. Ap\u00f3s a not\u00e1vel campanha no Pan-Americano do Chile, quando fez a sua prova de fogo, Castilho provou na Copa Rio que \u00e9 uma barreira internacional. \u00c9 por isso que se diz \u00e0s vezes que um goleiro vale por um time.&#8221;<\/p>\n<p>Quando o prefeito da cidade, Jo\u00e3o Carlos Vital, entregou a bel\u00edssima Copa Rio ao nosso capit\u00e3o P\u00edndaro, aconteceu o momento sublime: todos os presentes no Maracan\u00e3 perceberam que o mundo \u00e9 tricolor. A Terra \u00e9 verde, branca e gren\u00e1. O planeta inteiro est\u00e1 aos p\u00e9s do Fluminense Football Club, Campe\u00e3o Mundial Interclubes.<\/p>\n<p>fonte: Paulo Cezar da Costa Martins Filho<\/p>\n<p>Ficha t\u00e9cnica: Fluminense 2 x 2 Corinthians<br \/>\nData: 02\/08\/1952.<br \/>\nLocal: Maracan\u00e3, Rio de Janeiro.<br \/>\nFluminense: Castilho; P\u00edndaro e Pinheiro (Nestor); Jair, \u00c9dson e Bigode; Tel\u00ea (R\u00f3bson), Didi, Marinho, Orlando Pingo de Ouro e Quincas. T\u00e9cnico: Zez\u00e9 Moreira.<br \/>\nCorinthians: Gilmar; Homero e Olavo; Id\u00e1rio (Sula), Goiano e Juli\u00e3o; Cl\u00e1udio, Luizinho (Souzinha), Carbone, Jackson e Colombo. T\u00e9cnico: Rato.<br \/>\n\u00c1rbitro: Gabriel Tordjaman (Fran\u00e7a).<br \/>\nP\u00fablico pagante: 53.074.<br \/>\nP\u00fablico presente: 65.946.<br \/>\nRenda: CR$ 1.506.379,00.<br \/>\nGols: Didi (aos 10 minutos do primeiro tempo), Jackson (aos 11 do segundo), Marinho (aos 25 do segundo) e Souzinha (aos 44 do segundo).<\/p>\n<p>http:\/\/jornalheiros.blogspot.com\/2009\/08\/recordar-e-viver-fluminense-2.html<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Copa Rio Internacional de 1952 foi disputada por 8 equipes de alguns pa\u00edses da Europa e Am\u00e9rica do Sul entre 12 de Julho e 2 de Agosto de 1952 em S\u00e3o Paulo e no Rio de Janeiro, nos est\u00e1dios do Pacaembu e Maracan\u00e3, respectivamente. O Fluminense sagrou-se campe\u00e3o de forma invicta. 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