{"id":4807,"date":"2009-04-06T08:07:50","date_gmt":"2009-04-06T10:07:50","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.cacellain.com.br\/2009\/04\/02\/um-pouco-do-caminho-da-portuguesa-de-dsportos\/"},"modified":"2011-07-13T14:21:14","modified_gmt":"2011-07-13T17:21:14","slug":"um-pouco-do-caminho-da-portuguesa-de-dsportos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/historiadofutebol.com\/blog\/?p=4807","title":{"rendered":"ARTIGO DA SEMANA N\u00b013\/2009 &#8211; Um pouco do caminho da Portuguesa de Desportos"},"content":{"rendered":"<p>Na minha \u00e9poca de garoto, entre 8 e 12 anoS de idade, vi muitos jogadores atuando na Portuguesa de Desportos. Ao lembrar do ponta esquerda Raul Klein do in\u00edcio dos anos 60 resolvi procurar sua foto e acabei descobrindo um pouco da Lusa do Canind\u00e9.<\/p>\n<p>CURIOSIDADES<\/p>\n<p>Maior Goleada<br \/>\nA maior goleada da hist\u00f3ria da Portuguesa aconteceu longe da torcida. Foi na Bol\u00edvia, no dia 02 de fevereiro de 1970 e o advers\u00e1rio era o Ferrovi\u00e1rio de Oruro. O time da LUSA com sua reputa\u00e7\u00e3o de tri-fita azul, acabou fazendo uma m\u00e9dia de tr\u00eas gols para cada mil metros de altitude de Oruro. O jogo terminou 12 a 0, gols de Milano 3, Bas\u00edlio 2, Ratinho, Leivinha, Ulisses, \u00c9lcio, Lu\u00eds Am\u00e9rico, Rodrigues e Tat\u00e1. Ningu\u00e9m poderia reclamar do t\u00e9cnico Aimor\u00e9 Moreira, pois quem viajou jogou: Orlando (Rog\u00e9rio); Z\u00e9 Maria (Deodoro), Marinho Perez, Guaraci e Am\u00e9rico (Ulisses); Lorico (Lu\u00eds Am\u00e9rico), Leivinha (Bas\u00edlio) e Paes (\u00c9lcio); Ratinho, Tat\u00e1 e Rodrigues (Milano).<\/p>\n<p>Maiores Goleadores<br \/>\nNos registros dos recordes, nos mostra duas feras: Jos\u00e9 L\u00e1zaro Robles (Pinga I) e En\u00e9as Camargo. Pinga I foi maior artilheiro da hist\u00f3ria da Lusa, vestindo a camisa rubro-verde durante oito anos (44 a 52), marcou 190 gols: 132 no Campeonato Paulista, 18 no Torneio Rio-S\u00e3o Paulo, 16 em jogos internacionais e 24 em partidas amistosos. Mas, se Pinga I n\u00e3o se cansava de chegar \u00e0 rede dos advers\u00e1rios, o mesmo acontecia com En\u00e9as, um prata da casa, autor de 180 gols. A LUSA conta com quatro jogadores na lista dos artilheiros: Carioca, com 19 gols, em 1936; Jos\u00e9 L\u00e1zaro Robles (Pinga I), com 22 gols, em 1950; Antonio B. da Silva (Toninho), com 13 gols, em 1989; e Paulinho McLaren, com 20 gols, em 1995.<\/p>\n<p>Recorde de Expuls\u00f5es<br \/>\nPor decis\u00e3o do \u00e1rbitro, um jogo da Portuguesa, acabou antes da hora. Devido a expuls\u00e3o de 22 jogadores &#8211; recorde do clube &#8211; e aconteceu do Rio-S\u00e3o Paulo, num domingo cedo do ano de 54, contra o Botafogo carioca. A encrenca come\u00e7ou quando Tom\u00e9 resolveu intimidar o meia esquerda Edmur. Dos empurr\u00f5es, os desafetos passaram aos bofet\u00f5es e com o tempo os companheiros foram chegando e batendo. Os grandalh\u00f5es Dino, Vinicius e Herm\u00ednio n\u00e3o paravam de distribuir socos e pontap\u00e9s. Sem outro recurso, o \u00e1rbitro encerrou a partida vinte minutos antes do final. Como houve conflito, a vit\u00f3ria de 2 a 0 da Lusa acabou sendo confirmada.<\/p>\n<p>O primeiro Jogo e o primeiro Paulist\u00e3o<br \/>\nEm 1920, a Portuguesa se inscreveu na APEA para disputar o Campeonato Paulista. Como o n\u00famero de participantes da Liga j\u00e1 estava fechado, a Portuguesa se associou ao Mackenzie, que estava com problemas financeiros, para participar do campeonato. No jogo de estr\u00e9ia derrota por 3&#215;0 para o S\u00e3o Bento, da Capital. A primeira vit\u00f3ria viria com um resultado espetacular: 4&#215;2 no Paulistano, de Artur Friendenreich, o grande clube da \u00e9poca. A uni\u00e3o com o Mackenzie durou at\u00e9 1923, depois de tr\u00eas Paulistas.<\/p>\n<p>O Clube das Goleadas<br \/>\nTudo come\u00e7ou em julho de 1935, quando a Lusa venceu o Ordem e Progresso por 11&#215;0, goleada at\u00e9 ent\u00e3o recorde em jogos do Campeonato Paulista. Em 1950, a Portuguesa n\u00e3o perdoou o Corinthians e enfiou 7&#215;3. Em 1955, pelo Rio-S\u00e3o Paulo, a v\u00edtima foi o Santos, ainda sem Pel\u00e9: 8&#215;0. Para completar, no Brasileir\u00e3o de 1998, o S\u00e3o Paulo tamb\u00e9m sofreu: 7&#215;2, no Pacaembu.<\/p>\n<p>&#8220;Os Dolares Falsos&#8221;<br \/>\nA Portuguesa tamb\u00e9m tem seus t\u00edtulos internacionais. Na d\u00e9cada de 50, o jornal &#8220;A Gazeta Esportiva&#8221;, criou o trof\u00e9u &#8220;Fita Azul&#8221;, que seria entregue ao clube brasileiro de melhor desempenho no exterior. Em 1951, a Portuguesa, que tinha g\u00eanios como Djalma Santos e Julinho Botelho, disputou 11 partidas na Europa, vencendo 10 e empatando uma. O auge da excurs\u00e3o foi a vit\u00f3ria por 4&#215;3 sobre o Atl\u00e9tico de Madrid, campe\u00e3o espanhol, partida que valeu pela Copa San Isidro. Na chegada a S\u00e3o Paulo, o time foi recebido como um verdadeiro campe\u00e3o do mundo. A viagem ficou famosa tamb\u00e9m pela pris\u00e3o de tr\u00eas jogadores do clube. O meia Renato, sem saber, comprou d\u00f3lares falsos no Aeroporto de Lisboa e emprestou algumas notas para Rubens e Djalma Santos. Quando foram \u00e0s compras eles acabaram presos, acusados de falsifica\u00e7\u00e3o. Os jogadores s\u00f3 foram liberados ap\u00f3s uma exig\u00eancia das autoridades portuguesas. Tiveram que assinar um documento no qual diziam ter comprado os d\u00f3lares falsos no Brasil, n\u00e3o em Lisboa. Foi o jeitinho lusitano para n\u00e3o sujar o nome de Portugal na Europa. Um novo Fita Azul seria conquistado em 1954.<\/p>\n<p>Maradona na Lusa ?<br \/>\nMuito antes de desfilar sua genialidade nos campos do mundo afora, Diego Armando Maradona esteve perto de ser jogador da Portuguesa. Em 1975, Maradona foi oferecido por seu empres\u00e1rio, Juan Figger, por US$ 300 mil. A diretoria da Lusa n\u00e3o quis.<\/p>\n<p>CONQUISTAS<br \/>\nTitulos Futebol Profisional Masculino<br \/>\nCampe\u00e3o Paulista Serie A2: 2007<br \/>\nCampe\u00e3o Paulista: 1935, 1936, 1973<br \/>\nVice-Campe\u00e3o Paulista: 1940, 1960, 1975, 1985, 1998<br \/>\nCampe\u00e3o Torneio Rio &#8211; S\u00e3o Paulo: 1952, 1955<br \/>\nTorneio Imprensa ( Rio de Janeiro ): 1943<br \/>\nTorneio In\u00edcio: 1935, 1947, 1996<br \/>\nTrof\u00e9u Vicente Matheus: 1990<br \/>\nVice Campe\u00e3o do Torneio Rio &#8211; S\u00e3o Paulo: 1965<br \/>\nTa\u00e7a Oswaldo Texeira Duarte ( Goias ): 1971<br \/>\nFita &#8211; Azul: 1951, 1952, 1954<br \/>\nTa\u00e7a S\u00e3o Paulo: 1973<br \/>\nTa\u00e7a dos Invictos: 1955, 1974<br \/>\nCopa San Izidro: 1951<br \/>\nCampeonato Paulista de Aspirantes: 1972, 1997, 1999<br \/>\nVice-Campe\u00e3o Paulista de Aspirantes: 1998<br \/>\nTa\u00e7a S\u00e3o Paulo de Futebol J\u00fanior: 1991, 2002<br \/>\nTa\u00e7a Governador do Estado de S\u00e3o Paulo: 1976<br \/>\nTa\u00e7a M\u00e1rio Soares: 1987<br \/>\nTa\u00e7a Ita\u00fa: 1981<br \/>\nVice-Campe\u00e3o do Campeonato Brasileiro: 1996<br \/>\nVice-Campe\u00e3o do Torneio Ugolini: 1960<\/p>\n<p>S\u00cdMBOLOS DA LUSA<\/p>\n<p>O escudo portugu\u00eas, primeiro distintivo do clube<br \/>\nO s\u00edmbolo escolhido para representar a Associa\u00e7\u00e3o Portuguesa de Esportes, na sua funda\u00e7\u00e3o em 14 de agosto de 1920, foi o escudo de Portugal .<br \/>\n[img:o_escudo_portugues.jpg,full,vazio]<\/p>\n<p>A Cruz de Avis, distintivo do clube desde 1923<br \/>\nEm 1923, esse s\u00edmbolo passou a ser o bras\u00e3o com a Cruz de Avis ,que representava o fim do dom\u00ednio do Reino de Castela sobre os portugueses com a batalha de Aljubarrota, ocorrida em 14 de agosto de 1385.<br \/>\n[img:A_cruz_de_avis.gif,thumb,vazio]<\/p>\n<p>Escudo 2005<br \/>\nEm 2005, a Portuguesa fez algumas altera\u00e7\u00f5es no distintivo, sendo que a mais significativa foi o contorno dourado.<br \/>\n[img:escudo_2005.jpg,thumb,vazio]<\/p>\n<p>A Severa, primeira mascote da Portuguesa<br \/>\nA Severa \u00e9 a mais antiga e tradicional mascote do clube. \u00c9 uma homenagem \u00e0 fadista portuguesa Dima Tereza que fez grande sucesso na d\u00e9cada de trinta e que era conhecida como &#8220;A Severa&#8221;. Em fun\u00e7\u00e3o disso, a Portuguesa bicampe\u00e3 paulista de 35 e 36 tamb\u00e9m era conhecida pelos seus advers\u00e1rios como &#8220;A Severa&#8221;.<br \/>\n[img:severa.jpg,thumb,vazio]<\/p>\n<p>O Le\u00e3o, atual mascote da Portuguesa<br \/>\nNo final de 1994, a Portuguesa mudou a mascote, que passou a ser o le\u00e3o vestido com o uniforme do clube. Contudo, para os torcedores mais antigos, esta foi uma escolha infeliz. Segundo levantamento da revista Placar, o le\u00e3o \u00e9 a mascote que mais se repete entre os clubes brasileiros. Isto significa que se perdeu um s\u00edmbolo original e aut\u00eantico do clube em fun\u00e7\u00e3o de uma estrat\u00e9gia de marketing, que n\u00e3o tornou o clube mais respeitado ou vitorioso.<br \/>\n[img:leao2.gif,thumb,vazio]<\/p>\n<p>CANIND\u00c9<\/p>\n<p>Apenas em 1956, a Portuguesa adquiriria o terreno do Canind\u00e9. Comprado do S\u00e3o Paulo Futebol Clube, no local havia apenas uma pequena infra-estrutura, que inclu\u00eda: um campo para treinos, o restaurante com um sal\u00e3o, vesti\u00e1rios e outras pequenas deped\u00eancias. Para que pudessem ser realizados jogos no Canind\u00e9, atendendo \u00e0s exig\u00eancias da Federa\u00e7\u00e3o Paulista de Futebol, foram constru\u00eddos um alambrado, um campo oficial e uma arquibancada provis\u00f3ria de madeira, que acabou conferindo ao est\u00e1dio o apelido de &#8220;Ilha da Madeira&#8221;.<\/p>\n<p>Est\u00e1dio Ilha da Madeira<br \/>\nA inaugura\u00e7\u00e3o aconteceu em 11 de janeiro de 1956, numa partida entre Portuguesa e um combinado Palmeiras-S\u00e3o Paulo. O time do Canind\u00e9 venceu por 3 a 2, de virada, e o primeiro gol da Portuguesa foi marcado por Nelsinho.<br \/>\nNa gest\u00e3o de Oswaldo Teixeira Duarte, no dia 9 de janeiro de 1972, foi inaugurado o primeiro anel do Canind\u00e9, com capacidade para 10 mil pessoas. O jogo inaugural foi um amistoso entre Portuguesa e Benfica, de Portugal. A Lusa perdeu por 3 a 1, o portugu\u00eas V\u00edtor Batista foi o autor do primeiro gol no est\u00e1dio e Marinho Peres marcou o primeiro gol da Portuguesa. Devido \u00e0 forte chuva, o \u00e1rbitro encerrou a partida antes do per\u00edodo regulamentar.<br \/>\nPortuguesa 1 x 3 Sporting Lisboa e Benfica<br \/>\nData: 9 de janeiro de 1972<br \/>\n\u00c1rbitro: Oscar Scolfaro<br \/>\nGols: Vitor Batista, Jord\u00e3o, Marinho (p\u00eanalti) e Sim\u00f5es (p\u00eanalti)<br \/>\nPortuguesa: Aguilera, Deodoro, Marinho, Calegari e Fogueira; Lorico e Dirceu (Lu\u00eds Am\u00e9rico); Ratinho (Xax\u00e1), Cabinho, Bas\u00edlio e Piau.<br \/>\nBenfica: J. Henrique, Da Silva, Messias, Rui Rodrigues e Adolfo; Toni e Vitor; Nen\u00ea (Artur), V\u00edtor Batista, Jord\u00e3o e Sim\u00f5es.<\/p>\n<p>Em 1973, iniciaram-se as obras para a constru\u00e7\u00e3o do segundo anel, que abrigaria as cabines de imprensa e as cadeiras numeradas.<br \/>\nO est\u00e1dio foi batizado como &#8220;Est\u00e1dio Independ\u00eancia&#8221; e apenas em 1984, por decis\u00e3o do Conselho Deliberativo, passou a chamar-se &#8220;Dr. Oswaldo Teixeira Duarte&#8221;, em homenagem ao presidente que o havia inaugurado.<br \/>\nOs refletores foram inaugurados em 11 de janeiro de 1981, com a realiza\u00e7\u00e3o do Torneio do Refletores, em parceria com o Banco Ita\u00fa. O torneio contava com a participa\u00e7\u00e3o de Corinthians, Fluminense e Sporting. Na primeira rodada, a Portuguesa venceu o Fluminense nos p\u00eanaltis por 4 a 3, ap\u00f3s empate de 1 a 1 no tempo normal e o Sporting venceu o Corinthians por 1 a 0. Na final, realizada no dia 15 de janeiro, a Portuguesa venceu o Sporting por 2 a 0, com gols de Caio e Beca.<br \/>\nO recorde de p\u00fablico aconteceu em 8 de dezembro de 1988, na partida Portuguesa x Flamengo, pelo Campeonato Brasileiro, com 19.633 pagantes. As dimens\u00f5es do campo s\u00e3o de 70,5 x 103,4 metros.<br \/>\nApesar de ter capacidade para 27.500 pessoas, por determina\u00e7\u00e3o da Federa\u00e7\u00e3o Paulista de Futebol, atendendo exig\u00eancia da FIFA, o Canind\u00e9 teve sua capacidade reduzida para 19.717 lugares.<br \/>\nExiste um projeto para ampliar e modernizar o est\u00e1dio, que prev\u00ea a constru\u00e7\u00e3o de 78 camarotes e o aumento da capacidade para 38 mil pessoas.<\/p>\n<p>Maiores P\u00fablicos<\/p>\n<p>Campeonato Paulista<\/p>\n<p>Portuguesa 0 x 0 Santos, 116.156, 26 de agosto de 1973.<br \/>\nPortuguesa 1 x 2 S\u00e3o Paulo, 106.315, 22 de dezembro de 1985.<br \/>\nPortuguesa 1 x 3 S\u00e3o Paulo, 87.602, 15 de Dezembro de 1985.<br \/>\nPortuguesa 1 x 1 Corinthians, 75.000, 18 de Abril de 1998.<br \/>\nPortuguesa 2 x 2 Corinthians, 61.428, 26 de Abril de 1998.<br \/>\nPortuguesa 1 x 0 S\u00e3o Paulo, 57.137, 17 de Agosto de 195.<br \/>\nPortuguesa 3 x 0 Palmeiras, 50.585, 31 de Julho de 1975.<br \/>\nPortuguesa 0 x 0 Corinthians, 50.332, 1 de Setembro de 1974.<br \/>\nPortuguesa 1 x 0 Corinthians, 49.070, 10 de Julho de 1977.<br \/>\nPortuguesa 0 x 3 Palmeiras, 48.321, 15 de Julho de 1984.<br \/>\nNo Campeonato Brasileiro<\/p>\n<p>Considerando os jogos em S\u00e3o Paulo:<br \/>\nPortuguesa 2 x 5 Vasco, 43.646, Est\u00e1dio do Pacaembu, 1 de maio de 1984.<br \/>\nNo Est\u00e1dio do Canind\u00e9<\/p>\n<p>Portuguesa 0 x 1 Cruzeiro, 25.000, 9 de dezembro de 1998.<br \/>\nPortuguesa 2 x 1 Cruzeiro, 22.973, 5 de Dezembro de 1998.<br \/>\nPortuguesa 0 x 2 Flamengo, 19.633, 7 de Outubro de 1990.<\/p>\n<p>HINOS<\/p>\n<p>Hinos da Lusa<br \/>\nHINO RUBRO-VERDE (hino antigo)<br \/>\nLetra e m\u00fasica: Archimedes Messina e Carlos Leite Guerra<\/p>\n<p>Voc\u00ea faz parte de uma grande fam\u00edlia<br \/>\nQue muito pode se orgulhar.<br \/>\n\u00c9 a fam\u00edlia unida e muito amiga<br \/>\nDa Portuguesa querida.<\/p>\n<p>Muitas obras vai realizar<br \/>\nPelo esporte brasileiro<br \/>\nRubro-Verde espetacular.<\/p>\n<p>Esportivo recreativo,<br \/>\nClube de tradi\u00e7\u00e3o<br \/>\n\u00c9 o clube da amizade,<br \/>\nOrgulho da cidade.<br \/>\nO clube do cora\u00e7\u00e3o!<\/p>\n<p>Viva a Lusa! Viva a Lusa!<br \/>\nClube esportivo e social<br \/>\nPortuguesa de Desportos<br \/>\nOrgulho do esporte nacional!<\/p>\n<p>CAMPE\u00d5ES (hino atual)<br \/>\nLetra e m\u00fasica: Roberto Leal e M\u00e1rcia L\u00facia<\/p>\n<p>Vamos \u00e0 luta, \u00f3 campe\u00f5es.<br \/>\nH\u00e3o de vibrar os nossos cora\u00e7\u00f5es.<br \/>\nDa tua gl\u00f3ria, toda a certeza.<br \/>\nQue tu \u00e9s grande, \u00f3 Portuguesa.<\/p>\n<p>Vamos \u00e0 luta, \u00f3 campe\u00f5es,<br \/>\nH\u00e1 de brilhar a cruz de teus bras\u00f5es,<br \/>\nE tua bandeira verde-encarnada,<br \/>\nQue \u00e9 a luz de tua jornada.<\/p>\n<p>Vit\u00f3ria \u00e9 a certeza<br \/>\nDa tua for\u00e7a e tradi\u00e7\u00e3o.<br \/>\nEm campo, \u00f3 Portuguesa,<br \/>\nPra n\u00f3s, \u00e9s sempre o time campe\u00e3o.<\/p>\n<p>FOTO DO RAUL KLEIN<br \/>\nZe Carlos Coelho em p\u00e9, Raul Klein agachado a esquerda e Servilio ao seu lado .<br \/>\n[img:Ze_Carlos_Coelho__Raul_Klein_e_Serv__lio.jpg,thumb,vazio]<\/p>\n<p>Fonte;<br \/>\nLusaweb<br \/>\nLuciano Filho<br \/>\nFoto Raul Klein no Milton Neves<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na minha \u00e9poca de garoto, entre 8 e 12 anoS de idade, vi muitos jogadores atuando na Portuguesa de Desportos. 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