{"id":40545,"date":"2012-09-14T10:00:04","date_gmt":"2012-09-14T13:00:04","guid":{"rendered":"https:\/\/historiadofutebol.com\/blog\/?p=40545"},"modified":"2012-09-14T10:00:04","modified_gmt":"2012-09-14T13:00:04","slug":"renato-um-craque-do-passado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/historiadofutebol.com\/blog\/?p=40545","title":{"rendered":"Renato, um craque do passado"},"content":{"rendered":"<p><strong>Craque da Portuguesa &#8211; Renato Violani <\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/mail.google.com\/mail\/?ui=2&amp;ik=c988dfd299&amp;view=att&amp;th=139c4d4fa5b07591&amp;attid=0.1&amp;disp=emb&amp;realattid=ff8f0a4aeb658526_0.1&amp;zw&amp;atsh=1\" alt=\"http:\/\/almalusa.net\/imagens\/craques\/renato.jpg\" width=\"200\" height=\"370\" \/><\/p>\n<p><strong>Renato <\/strong>Violani se consagrou no ataque da <strong>Portuguesa<\/strong> compondo a vitoriosa equipe <strong>campe\u00e3 do Torneio Rio-S\u00e3o Paulo em 1952 e 1955<\/strong>. Nascido em 1\u00ba de mar\u00e7o de 1922, no <strong>bairro da Sa\u00fade<\/strong> em S\u00e3o Paulo, e <strong>falecido<\/strong> em <strong>13 de outubro de 2000<\/strong>, iniciou sua carreira futebol\u00edstica em 1940, no <strong>Estrela da Sa\u00fade,<\/strong> clube fundado por seu pai e tios, logo passando para o <strong>Juventus<\/strong> e a seguir para o <strong>Palmeiras<\/strong>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em <strong>1945<\/strong> foi contratado pela <strong>Portuguesa<\/strong>, que defendeu at\u00e9 1955, atuando de ponta e meia-direita. Foi na Portuguesa que obteve suas maiores conquistas, como integrante daquela que \u00e9 considerada a melhor equipe da Lusa de todos os tempos<strong>: Muca, Nena e Noronha; Djalma Santos, Brand\u00e3ozinho e Ceci; Julinho, Renato, Nininho, Pinga e Sim\u00e3o<\/strong>.<\/p>\n<p><strong>Pela <\/strong><strong>Portuguesa<\/strong><strong> conquistou ainda a <\/strong><strong>Fita Azul<\/strong><strong>, por turn\u00eas invictas pela Europa em 1951 e, em 1954, novamente a <\/strong><strong>Portuguesa<\/strong><strong> fez uma bela campanha na Europa ficando com o titulo de <\/strong><strong>BI-Fita Azul.<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><em>Durante a primeira excurs\u00e3o da Portuguesa pela Europa, Renato despertou interesse do futebol franc\u00eas. Contudo, devido \u00e0 situa\u00e7\u00e3o do p\u00f3s-guerra e por sua fam\u00edlia estar em S\u00e3o Paulo, o jogador preferiu permanecer no Pa\u00eds.<\/em><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fez parte da sele\u00e7\u00e3o <strong>paulista<\/strong> que participou do confronto inaugural do <strong>Est\u00e1dio<\/strong> <strong>do<\/strong> <strong>Maracan\u00e3<\/strong> <strong>em<\/strong> <strong>1950<\/strong>. <strong>Os <\/strong><strong>paulistas jogaram com: <\/strong><strong>Osvaldo<\/strong><strong>, <\/strong><strong>Homero<\/strong><strong> e <\/strong><strong>Dema<\/strong><strong>; Djalma Santos, Brand\u00e3ozinho e <\/strong><strong>Alfredo<\/strong><strong>; Renato, <\/strong><strong>Rubens<\/strong><strong> (<\/strong><strong>Luizinho<\/strong><strong>), <\/strong><strong>Augusto<\/strong><strong>, <\/strong><strong>Ponce de Leon, <\/strong><strong>Pinga (<\/strong><strong>Carbone<\/strong><strong>) e Brand\u00e3ozinho II (<\/strong><strong>Leopoldo<\/strong><strong>).<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fez parte tamb\u00e9m da sele\u00e7\u00e3o <strong>paulista<\/strong> campe\u00e3o brasileiro de <strong>1952<\/strong>, cuja base era a equipe da <strong>Portuguesa<\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Ap\u00f3s se desligar da Portuguesa, em 1955, para tratar de neg\u00f3cios familiares, ainda encontrou tempo para jogar como amador, novamente no Estrela da Sa\u00fade, disputando o Campeonato Paulista da 2\u00aa Divis\u00e3o por mais tr\u00eas anos.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>\u00a0<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Continuou em contato com o futebol, participando ativamente do esquadr\u00e3o do Veteranos Paulista FC e na v\u00e1rzea pelo Estado Novo FC, que defendeu at\u00e9 meados dos anos 70.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>\u00a0<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Mesmo tendo encerrado sua carreira profissional, manteve contato permanente com os clubes que defendeu e cultivou amizades feitas ao longo de sua carreira, participando sempre de eventos comemorativos dos clubes do estado de S\u00e3o Paulo, geralmente acompanhado dos amigos<\/em><\/strong> <strong>Oberdan Catani, Turc\u00e3o, Canhotinho, Nena e Gustavo. Ali\u00e1s amigos foi o que <\/strong><strong>Renato Violani<\/strong><strong> mais conquistou, com seu esp\u00edrito alegre e comunicativo.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Por Mario Lopomo<\/strong><\/p>\n<p><strong>Obs: Vi jogos do\u00a0 Estrela da Saude em 1962 no bairro do Jabaquara em S\u00e3o Paulo. O Renato sempre estava presente nos jogos do Estrela.<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Craque da Portuguesa &#8211; Renato Violani Renato Violani se consagrou no ataque da Portuguesa compondo a vitoriosa equipe campe\u00e3 do Torneio Rio-S\u00e3o Paulo em 1952 e 1955. 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