{"id":1091,"date":"2008-04-02T07:33:36","date_gmt":"2008-04-02T10:33:36","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.soccerlogos.com.br\/2008\/04\/02\/curiosidades-do-futebol-piauiense-2\/"},"modified":"2016-04-02T06:51:13","modified_gmt":"2016-04-02T09:51:13","slug":"curiosidades-do-futebol-piauiense-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/historiadofutebol.com\/blog\/?p=1091","title":{"rendered":"Curiosidades do Futebol Piauiense"},"content":{"rendered":"<p>1 &#8211; Uma linha ofensiva que pulverizou o Am\u00e9rica do Recife, em 1955, no Est\u00e1dio Municipal Lindolfo Monteiro, foi a do River Atl\u00e9tico Clube. Marcou 5 a 1 no clube pernambucano e ficou constitu\u00edda por Valdinar, Carlito, Diderot, N\u00e9 e Erasmo. Carlito foi a grande sensa\u00e7\u00e3o do jogo. Tanto \u00e9 verdade que, 4 anos depois, 1959, sempre jogando com regularidade<br \/>\nt\u00e9cnica, foi levado para Fortaleza a fia de defender o Cear\u00e1 Sporting Clube. At\u00e9 hoje permence no clube cearense como destacado funcion\u00e1rio do vov\u00f4 alvinegro.<\/p>\n<p>2 &#8211; O primeiro nome do Est\u00e1dio Municipal Lindolfo Monteiro foi \u201cCampo de Marte\u201d. Nos anos 30 e 40, os militares do 25\u00ba Batalh\u00e3o de Ca\u00e7adores ali exercitavam tarefas militares. A \u00e1rea de treinmamento situava-se no quadril\u00e1tero: Rua da Palmeirinha (hoje, Clodoaldo Freitas), rua Rui Barbosa (passando em frente \u00e0 Cadeia P\u00fablica, demolida para a constru\u00e7\u00e3o do atual Gin\u00e1sio de Esportes Dirceu Mendes Arcoverde ou \u201cVerd\u00e3o\u201d); rua J\u00f4natas Batista (defronte ao Hospital Psiqui\u00e1trico Areolino de Abreu, transferido no presente momento para outro local, na Primavera); e rua Jo\u00e3o Cabral (antigamente Enfermaria para os doentes do 25\u00ba BC. \u201cCampo de Marte\u201d prestando homenagem ao \u201cDeus da Guerra\u201d, filho de J\u00fapiter e de Juno, mitologia romana. E Lindolfo Monteiro, a partir do dia 15 de novembro de 1943, a fim de perpetuar a mem\u00f3ria do m\u00e9dico-pediatra piauiense e ex-prefeito de Teresina.<\/p>\n<p>3 &#8211; Diolira foi um dos maiores centroavantes do futebol amador do Piau\u00ed. Nos anos 30 e 40, formou uma linha de ataque no Botafogo onde atuavam Jumentinho, Manula, Dagmar, Jesus&#8230;, raz\u00e3o do medo que causavam \u00e0s defensivas advers\u00e1rias. Dedicado aos estudos, Diolira formou-se em Direito e, por m\u00e9ritos pr\u00f3prios, chegou \u00e0 magistratura como Desembargador e presidente do Tribunal de Justi\u00e7a do Piau\u00ed. Tamb\u00e9m e como desportista de escol, foi presidente do Tribunal de Justi\u00e7a Desportiva do Piau\u00ed. Seu nome verdadeiro: Jo\u00e3o de Deus Lima, nascido e falecido em Teresina, 1913-1985.<\/p>\n<p>4 &#8211; Nomes estramb\u00f3ticos tivemos \u00e0s mancheias no futebol amador e profissional piauiense. Vejamos em passado um pouco distante, alguns deles com intuito de formar uma \u201conzena\u201d de bons jogadores: Carambolo, goleiro; Cu de R\u00e3, lateral direito; Bode Branco, central; Grilo, cabe\u00e7a-de-\u00e1rea; Galo Magro, lateral esquerdo; Cavalo Velho, volante; Arroz, armador; Perereca, ponta-direita; P\u00e3o, ponta-de-lan\u00e7a; Porca, centroavante; Lascainha, ponta-esquerda. Outros nomes engra\u00e7ados? Que tal outra \u201conzena\u201d constitu\u00edda por: Chato, goleiro; Cocada, lateral direito; Drag\u00e3o, central; Maromba, cabe\u00e7a-de-\u00e1rea; Sapato, lateral esquerdo; Canam, volante; Prig\u00fcilim, armador; Bola Sete, ponta-direita, C\u00e3o, ponta-de-lan\u00e7a; Buchudo, centroavante; Fateiro, ponta-esquerda.<\/p>\n<p>5 &#8211; Quase nonagen\u00e1rio, I\u00e7\u00e3o, o gigante moreno do futebol parnaibano, ainda vive. Centrom\u00e9dio \u201ccl\u00e1ssico\u201d (hoje, a denomina\u00e7\u00e3o \u00e9 cabe\u00e7a-de- \u00e1rea) no tempo em que o jogador escalado no eixo da intermedi\u00e1ria de sua equipe era o c\u00e9rebro e ao mesmo tempo cora\u00e7\u00e3o do clube que defendia. Tio do M\u00e1rio Maromba, excelente apoiador que atuou no Botafogo, River e Sele\u00e7\u00e3o Piauiense, falecido precocemente.<\/p>\n<p>6 &#8211; Goleiros houve no Piau\u00ed com brilhantes atua\u00e7\u00f5es e defesas espetaculares. Usavam apelidos esquisitos. Alguns se destacaram mais do que outros. Todos, enfim, merecem registro. No amadorismo &#8211; por exemplo -, evidenciamos: Morcego, Macaco, Xavante, Boneco, Vaca, Boi, Corninho, Mansa&#8230; No profissionalismo, Manguito (gostava de defender p\u00eanalties), Col\u00f3, Beroso, Da Bela&#8230; Devemos salientar que os apelidos (at\u00e9 folcl\u00f3ricos) foram desaparecendo do futebol piauiense. Com a implanta\u00e7\u00e3o do profissionalismo, os jornalistas especializados n\u00e3o colocaram mais os salientes ep\u00edtetos nos jogadores como se observava na fase rom\u00e2ntica e generosa do amadorismo e nos primeiros 10 a 15 anos do futebol remunerado do Piau\u00ed.<\/p>\n<p>7 &#8211; Os dirigentes que tiveram atua\u00e7\u00e3o brilhante na dire\u00e7\u00e3o de seus clubes podem ser lembrados aqui. N\u00e3o todos, verdade se diga, mas alguns deles est\u00e3o aqui colocados: Raymundo de Ar\u00eaa Le\u00e3o, Ant\u00f4nio Carvalho de Oliveira Filho, (Tote), Jesus Elias Tajra (Flamengo; Tenente Z\u00e9 Vieira, Anselmo de Moraes (Botafogo); Antilhon Ribeiro Soares, Delson Castelo Branco, Capit\u00e3o Ad\u00e3o (River); Mestre Z\u00e9 Palet\u00f3 (Art\u00edstico); Belchior da Silva Barros (Fluminense); Mestre Const\u00e2ncio (Teresinense); William Carvalho, (Bibio), (Auto-Esporte); Canuto Tupy Caldas, Joffre do R\u00eago Castelo Branco (Tiradntes); Reinaldo Ferreira, Alfredo Nunes (Piau\u00ed<\/p>\n<p>Fonte:Reminisc\u00eancias esportivas Carlos Said<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>1 &#8211; Uma linha ofensiva que pulverizou o Am\u00e9rica do Recife, em 1955, no Est\u00e1dio Municipal Lindolfo Monteiro, foi a do River Atl\u00e9tico Clube. Marcou 5 a 1 no clube pernambucano e ficou constitu\u00edda por Valdinar, Carlito, Diderot, N\u00e9 e Erasmo. 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